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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Os fiéis podem recitar a Oração Eucarística?

Muitos fiéis católicos não sabem o que é oração eucarística, assim, vamos começar explicando isso.

A Oração Eucarística é o momento central e culminante de toda a celebração da Santa Missa, ela se dá após a oferenda e antes dos ritos da comunhão (que se inicia com o Pai Nosso), aliás, a Santa Missa só existe se for feita a oração eucarística, que são várias, sendo a mais usada a Oração Eucarística II.

"Os momentos mais expressivos são: Prefácio que inicia a oração eucarística; nele "damos graças" a Deus por todas as maravilhas do seu amor; o Memorial, em que repetindo as palavras e os gestos de Jesus, a Igreja obedece ao seu convite a "fazer isto em sua memória", e consagra o pão e o vinho para apresentar ao Pai o sacrifício de Jesus morto e ressuscitado; a invocação ao Espírito Santo, em que pedimos que se realize, naqueles que comungam, a união perfeita, como corpo de Cristo, e que se estendam a todos os homens os frutos do sacrifício; as intercessões, em que nos lembramos de todos os membros deste "corpo místico" e para eles pedimos graças, bênçãos e alegria eterna; a doxologia, que conclui a grande oração, exprime a glorificação de Deus em Cristo e na Igreja." (Missal Dominical)

Se você for em uma celebração na Igreja Católica onde após a oferenda inicia-se o Pai Nosso, esta não é a Santa Missa, mais, uma Celebração da Palavra que pode ser com a distribuição da Sagrada Comunhão ou não. Conforme a liturgia da Igreja, somente o dia da Sexta-feira Santa não tem a Santa Missa; antigamente o Sábado Santo também não tinha a santa Missa, mais, como nas Igrejas tem-se antecipado a celebração da Vigília Pascal, acaba acontecendo a missa no Sábado à noite.

Pois bem, em algumas Missas vemos o padre pedindo que o fiel recite com ele algumas partes da Oração Eucarística, como, por exemplo: uma parte ou todo o prefácio - feito antes do Santo; a Doxologia (Por Cristo, com Cristo, em Cristo...); intercessões (pela Igreja - momento em que se lembra do Santo Padre e dos Bispos; pelos mortos; por nós - momento em que lembramos da Virgem Maria, dos Santos Apóstolos).

Ora, infelizmente esses padres ao fazerem isso cometem um abuso litúrgico e estão indo contra o que ensina a Igreja Católica.

Assim, respondendo a pergunta:

Os fiéis podem recitar a Oração Eucarística?

Não!

E qual documento da Igreja nos ensina isso?

sábado, 29 de outubro de 2011

O que é a Consagração à Santíssima Virgem segundo o Método de S. Luís?

Nesse vídeo o pe. Paulo Ricardo fala sobre quarto capítulo do Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem e nos esclarece o que é a Consagração à Santíssima Virgem pelo Método de São Luís Maria Grignion de Montfort. A Consagração é viver as nossas promessas batismais.

A mais perfeita devoção é aquela pela qual nos conformamos, unimos e consagramos mais perfeitamente a Jesus Cristo, pois,  toda a nossa perfeição consiste em sermos conformados, unidos e consagrados a ele.



O que precisamos entregar?

a) O nosso Corpo com todos os seus membros e sentidos;
b) Nossa Alma com todas as suas potências - inteligência, vontade, afetos, fantasias;
c) Nossos Bens Exteriores (fortunas presentes e futuras) - carro, roupa, conta bancária (dinheiro), conforme o seu estado de vida;
d) Nossos Bens Interiores e Espirituais (méritos, virtudes, boas obras passadas, presentes e futuras) - valor impetratório, satisfatório e meritório.

Não posso mais rezar por ninguém? O pe. explica como devemos fazer após a Consagração.

Nesse vídeo o pe. Paulo Ricardo responde as seguintes perguntas:

a) Quando as pessoas pedirem oração, o que iremos responder?
b) E se a pessoa se consagrar e for infiel? E se eu não conseguir?
c) Como fica a questão das indulgências? Elas são administradas por Nossa Senhora?
d) Fumantes podem se consagrar?
e) Qual a importância de que seja feita na presença de um sacerdote e em uma celebração da Santa Missa?
f) A Consagração Total exige o voto de celibato?



Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!

TOTUS TUUS!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Verdades Fundamentais da Devoção à Santíssima Virgem e os Falsos Devotos de Maria!

Nesse vídeo o pe. Paulo Ricardo fala sobre o segundo e o terceiro capítulo do Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, tratando sobre o que é ser escravo de Maria e sobre os falsos devotos.

Jesus Cristo é o fim último da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem!



Nesse vídeo o pe. Paulo Ricardo ainda responde a algumas perguntas, quais sejam:

a) Casais em segunda união podem fazer a consagração total a Jesus por Maria pelo método de S. Luís?
b) Como viver essa consagração?
c) Nossa Senhora é co-redentora? O que é co-redenção?
d) Essa Consagração pelo método de S. Luís Maria Grignion de Montfort é a consagração que foi pedida por Nossa Senhora em Fátima aos Bispos?

Para ver o capítulo I - clique Necessidade da Devoção a Santíssima Virgem

Fonte: Christo Nihil Praeponere

Nossa Senhora amantíssima, rogai por nós!

TOTUS TUUS!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Orações para a Consagração Total


Para fazer a Consagração Total a Jesus Cristo por intermédio de Maria é necessário fazer 30 ou 33 dias de preparação.

No livro do Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem tem todas as orações, no entanto, você também pode ter acesso a elas AQUI.

TOTUS TUUS

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Por que Maria é a Padroeira do Brasil?


46.E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor,
47.meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador,
48.porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações,
49.porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo.


Aqui o pe. Paulo Ricardo fala um pouco da história do Brasil e porque Maria é a nossa Padroeira. Vale a pena ouvir.



Fonte: Christo Nihil Praeporene

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós que recorremos a Vós!
Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé
(tradução de Leonardo Meira - equipe CN Notícias)




Homilia
Celebração das Vésperas
Visita Pastoral a Lamezia Terme e a Serra San Bruno
Igreja da Cartuxa de Serra San Bruno

Domingo, 09 de outubro de 2011


Venerados irmãos no Episcopado,
queridos Irmãos Cartuxos,
irmãos e irmãs!

Dou graças ao Senhor, que me conduziu a este lugar de fé e oração, a Cartuxa de Serra San Bruno. Ao renovar a minha grata saudação a Dom Vincenzo Bertolone, Arcebispo de Catanzaro-Squillace, dirijo-me com grande afeto a esta Comunidade Cartusiana, a cada um dos seus membros, a partir do Prior, padre Jacques Dupont, ao qual agradeço de coração pelas suas palavras, pedindo-vos que estendais o meu grato e benedicente pensamento ao Ministro Geral e às freiras da Ordem.

É-me caro, antes de tudo, sublinhar como esta minha Visita situa-se em continuidade com alguns sinais de forte comunhão entre a Sé Apostólica e a Ordem dos Cartuxos, acontecidos durante o último século. Em 1924, o Papa Pio XI emitiu uma Constituição Apostólica com a qual aprovou os Estatutos da Ordem, revistos à luz do Código de Direito Canônico. Em maio de 1984, o Beato João Paulo II dirigiu uma carta especial ao Ministro Geral, por ocasião do IX centenário da fundação por parte de São Bruno da primeira comunidade da Cartuxa, junto a Grenoble. Em 5 de outubro daquele mesmo ano, meu amado predecessor esteve aqui, e a memória de sua passagem dentro desses muros ainda está viva. Na esteira desses acontecimentos passados, mas sempre atuais, venho a vós hoje, e gostaria que este nosso encontro destacasse o profundo vínculo que existe entre Pedro e Bruno, entre o serviço pastoral à unidade da Igreja e da vocação contemplativa na Igreja . A comunhão eclesial, de fato, tem necessidade de uma força interior, aquela força que há pouco o Padre Prior recordava citando a expressão "captus ab Uno”, referida a São Bruno: "aferrado ao Uno", a Deus, "Unus potens per omnia", como cantamos no Hino das Vésperas. O ministério dos Pastores traz da comunidade contemplativa uma seiva espiritual que vem de Deus.

“Fugitiva relinquere et aeterna captare”: abandonar a realidade fugaz e buscar ater-se ao eterno. Nessa expressão da carta que o vosso fundador endereçou ao Reitor de Reims, Rodolfo, encerra-se o núcleo da vossa espiritualidade (cf. Lettera a Rodolfo, 13): o forte desejo de entrar em união de vida com Deus, abandonando todo o resto, tudo o que impede essa comunhão e deixando-se agarrar pelo imenso amor de Deus e viver somente por esse amor. Queridos irmãos, vós tendes encontrado o tesouro escondido, a pérola de grande valor (cf. Mt 13,44-46); tendes respondido com radicalidade ao chamado de Jesus: "Se queres ser perfeito, vai, vende o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; então, vem e segue-me!" (Mt 19, 21). Cada mosteiro – masculino ou feminino – é um oásis em que, com a oração e a meditação, escava-se incessantemente o poço profundo do qual tirar a "água viva" para a nossa sede mais profunda. Mas a Cartuxa é um oásis especial, onde o silêncio e a solidão são protegidos com cuidado especial, segundo o modo de vida iniciado por São Bruno e mantido inalterado ao longo dos séculos. "Habito no deserto com os irmãos," é a frase sintética que escrevia o fundador (Lettera a Rodolfo, 4). A visita do Sucessor de Pedro nesta Cartuxa pretende confirmar não somente a vós, que aqui viveis, mas a toda a Ordem, em sua missão, tanto mais atual e significativa no mundo de hoje.

O progresso técnico, assinaladamente no campo dos transportes e das comunicações, tornou a vida humana mais confortável, mas também mais agitada, às vezes convulsiva. As cidades são quase sempre barulhentas: raramente há silêncio, porque um ruído de fundo permanece sempre, em algumas áreas também durante a noite. Nas últimas décadas, pois, o desenvolvimento dos media tem propagado e amplificado um fenômeno que já aparecia nos anos sessenta: a virtualidade que ameaça dominar a realidade. Cada vez mais, mesmo sem perceber, as pessoas estão imersas em uma dimensão virtual, por causa de mensagens audiovisuais que acompanham sua vida da manhã à noite. A maioria dos jovens, que já nascem nessa condição, parecem encher com música e imagens cada momento vazio, quase com medo de sentir, de fato, este vazio. Trata-se de uma tendência que sempre existiu, especialmente entre os jovens e nos contextos urbanos mais desenvolvidos, mas hoje atinge um nível tal a se falar em mutação antropológica. Algumas pessoas não são mais capazes de ficar muito tempo em silêncio e solidão.

Quis acenar a essa condição sócio-cultural porque coloca em relevo o carisma específico da Cartuxa, como um dom precioso para a Igreja e para o mundo, um dom que contém uma mensagem profunda para a nossa vida e para toda a humanidade. O resumiria assim: retirando-se no silêncio e na solidão, o homem, por assim dizer, se "expõe" ao real na sua nudez, se expõe àquele aparente "vazio" que mencionamos antes, para experimentar, ao contrário, a Plenitude, a presença de Deus, da Realidade mais real que há, e que está além da dimensão sensível. É uma presença perceptível em todas as criaturas: no ar que respiramos, na luz que vemos e que nos aquece, na relva, nas pedras ... Deus, Creator omnium, através de tudo, mas está além, e exatamente por isso é o fundamento de tudo. O monge, deixando tudo, por assim dizer, "arrisca": se expõe à solidão e ao silêncio para não viver em nada além do essencial, e exatamente no viver do essencial encontra também uma profunda comunhão com os irmãos, com cada homem.

Alguém poderia pensar que seja suficiente vir aqui fazer este "salto". Mas não é. Esta vocação, como qualquer outra vocação, encontra resposta em um caminho, na busca de toda uma vida. Não basta, de fato, retirar-se em um lugar como esse para aprender a estar na presença de Deus. Como no matrimônio, não é suficiente celebrar o Sacramento para se tornar efetivamente um só, mas é preciso deixar que a graça de Deus aja e percorrer juntos a rotina diária da vida conjugal, assim o tornar-se monges requer um tempo, exercício, paciência, "em uma perseverante vigilância divina – como afirmava São Bruno –esperando o retorno do Senhor para abrir-lhe imediatamente a porta" (Lettera a Rodolfo, 4); e exatamente nisto reside a beleza de todas as vocações na Igreja: dar tempo para que Deus trabalhe com o Seu Espírito e à própria humanidade de formar-se, de crescer segundo a medida da maturidade de Cristo, naquele particular estado de vida. Em Cristo está o tudo, a plenitude; nós temos necessidade de tempo para fazer nossa uma das dimensões do seu mistério. Poderíamos dizer que este é um caminho de transformação em que se atua e se manifesta o mistério da ressurreição de Cristo em nós, mistério a que nos chamou esta noite a Palavra de Deus na Leitura bíblica, tirada da Carta aos Romanos: o Espírito Santo , que ressuscitou Jesus dentre os mortos, e que dará vida também a nossos corpos mortais (cf. Rm 8, 11), é Aquele que opera também a nossa configuração a Cristo de acordo com a vocação de cada um, um caminho que se desenrola da fonte batismal até morte, passagem para a casa do Pai. Às vezes, aos olhos do mundo, parece impossível permanecer por toda a vida em um mosteiro, mas, na realidade, uma vida é suficiente apenas para entrar nesta união com Deus, naquela realidade essencial e profunda que é Jesus Cristo.

Por isso vim aqui, queridos irmãos que formais a Comunidade cartusiana de Serra San Bruno! Para dizer-vos que a Igreja precisa de vós, e que vós tendes necessidade da Igreja. O vosso lugar não é marginal: nenhuma vocação é marginal no Povo de Deus: somos um só corpo, em que cada membro é importante e tem a mesma dignidade, e é inseparável do todo. Também vós, que viveis em um isolamento voluntário, estais, na realidade, no coração da Igreja, e fazeis escorrer em suas veias o sangue puro da contemplação e do amor de Deus.

Stat Crux dum volvitur orbis – assim diz o vosso lema. A Cruz de Cristo é o ponto firme, em meio às mudanças e reviravoltas do mundo. A vida em uma Cartuxa participa da estabilidade da Cruz, que é aquela de Deus, do seu amor fiel. Permanecendo sadiamente unidos a Cristo, como ramos à videira, vós também, Irmãos Cartuxos, estais associados ao seu mistério de salvação, como a Virgem Maria, que na junto à Cruz stabat, unida ao Filho na mesma oblação de amor. Assim, como Maria e junto a ela, também você estais inseridos profundamente no mistério da Igreja, sacramento de união dos homens com Deus e entre si. Nisso, vós sois singularmente próximos ao meu ministério. Cuide, portanto, de nós a Mãe Santíssima da Igreja, e o santo Pai Bruno abençoe sempre do Céu a vossa comunidade. Amém!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Nunca é permitido a um sacerdote celebrar no templo ou lugar sagrado de uma religião não-cristã. 
(Instrução Redemptionis Sacramentum)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Os sinais da falsa devoção à Santíssima Virgem


Muitos católicos e católicas acham que são católicos, simplesmente, por se dizerem ou acharem devotos de Nossa Senhora, sem, no entanto, saberem exatamente o que a Igreja ensina, nem porque ensina aquilo e, muito menos, saberem o que é ser devoto de Nossa Senhora e como ser devoto de Maria.

Assim, nesse tempo em que nos preparamos para a Consagração (ou renovação) Total a Jesus Cristo por meio da Santíssima Virgem, resolvi colocar aqui um trecho do livro que estamos estudando e que nos ensina o que é uma falsa devoção a Maria para podermos ser verdadeiros devotos.

"§ I. Os falsos devotos e as falsas devoções à Santíssima Virgem.

92. Conheço sete espécies de falsos devotos e falsas devoções à Santíssima Virgem: 1º os devotos críticos, 2º os devotos escrupulosos, 3º os devotos exteriores, 4º os devotos presunçosos, 5º os devotos inconstantes, 6º os devotos hipócritas, 7º os devotos interesseiros.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Posso receber a Sagrada Comunhão em pecado grave?

O Código de Direito Canônico determina:

Cân 916. Quem está consciente de pecado grave não celebre a missa nem comungue o Corpo do Senhor, sem fazer antes a confissão sacramental, a não ser que exista causa grave e não haja oportunidade para se confessar; nesse caso, porém, lembre-se que é obrigado a fazer um ato de contrição perfeita, que inclui o propósito de se confessar quanto antes.

E o Catecismo da Igreja Católica no número 1457 ensina:

1457. Segundo o mandamento da Igreja, «todo o fiel que tenha atingido a idade da discrição, está obrigado a confessar fielmente os pecados graves, ao menos uma vez ao ano» (50). Aquele que tem consciência de haver cometido um pecado mortal, não deve receber a sagrada Comunhão, mesmo que tenha uma grande contrição, sem ter previamente recebido a absolvição sacramental (51); a não ser que tenha um motivo grave para comungar e não lhe seja possível encontrar-se com um confessor.

Nesse vídeo o pe. Paulo Ricardo trata sobre o assunto esclarecendo em qual situação uma pessoa em pecado mortal pode comungar sem confessar, qual seja: a) motivo grave ou uma causa grave e b) dificuldade ou impossibilidade de encontrar um confessor; não basta aqui uma contrição perfeita. Veja:



Nosso Senhor Jesus Cristo, tende misericórdia de nós!

sábado, 1 de outubro de 2011

Minha Vocação é o Amor!

 "Ser tua esposa, ó Jesus, ser carmelita, ser mãe das almas pela união contigo, deveria ser bastante para mim... Mas, assim não acontece... Sem dúvida, as três prerrogativas constituem exatamente minha vocação: Carmelita, Esposa, e Mãe. Contudo, sinto em mim outras vocações. Sinto em mim a vocação de GUERREIRO, de SACERDOTE, de APÓSTOLO, de DOUTOR, e de MÁRTIR. Sinto, afinal, a necessidade, o desejo de realizar por ti, Jesus, todas as obras, as mais heróicas... Sinto na alma a coragem de um Cruzado, de Zuavo Pontifício. Desejaria morrer no campo de batalha pela defesa da Igreja...
(...)
Então, no transporte de minha delirante alegria, pus-me a exclamar: Ó Jesus, meu amor, minha vocação, encontrei-a afinal: MINHA VOCAÇÃO É O AMOR!...
Sim, encontrei meu lugar na Igreja, e tal lugar, ó meu Deus, fostes vós que mo destes... No coração da Igreja, minha Mãe, serei o amor... Assim serei tudo... Assim se realizará meu sonho!!!..." (Livro Historia de Uma Alma, pag 211-214)




Letra: Sta. Terezinha do Menino Jesus
Música: Ir. Maria Angélica de Jesus Hóstia, OCD

Ser tua esposa, oh Jesus, carmelita,
Mãe das almas, deveria ser bastante pra mim.
Sinto na alma o desejo de realizar
Por ti, oh Jesus, todas as obras
Uma única missão não seriabastante, quisera percorrer a terra,
pregar teu nome, levar tua cruz.
Sim, atinei meu lugar na Igreja
E tal lugar, oh meu Deus fostes vós que me destes.
No coração da Igreja, minha mãe,
Serei tudo, serei o amor. (2x)
Sim, atinei meu lugar na Igreja
E tal lugar, oh Meu Deus, fostes
Vós que me destes.

No coração da Igreja, minha Mãe,
Serei tudo, serei o amor. (2x)
Minha vocação é o amor. (2x)

Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, derramai chuva de flores e de bençãos sobre nós!
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