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domingo, 29 de abril de 2012

Santa Catarina de Sena - 29 de Abril

"Tende a certeza, caríssimos, que dei a vida pela santa Igreja" 

Nascida em Sena em 1347, Santa Catarina foi favorecida desde a sua infância por extraordinárias graças que lhe permitiram realizar, na esteira da estrada espiritual traçada por São Domingos, um rápido caminho de perfeição entre oração, austeridade e obras de caridade. Catarina Benincasa entrou na ordem terceira de S. Domingos aos dezesseis anos e começou, em sua casa, uma vida austera, atestada ainda hoje por alguns de seus escritos. Tinha vinte anos quando Cristo lhe manifestou a sua predilecção, através do símbolo místico do anel esponsal. Era a coroação de uma intimidade amadurecida no ocultamento e na contemplação, graças à constante permanência, embora fora das paredes do mosteiro, naquela morada espiritual, a que ela gostava de chamar "cela interior". O silêncio desta cela, tornando-a extremamente dócil às inspirações divinas, bem cedo pôde associar-se a uma intensa vida apostólica, que em si mesma tem algo de extraordinário. Muitos, inclusive clérigos, se reuniram à sua volta como discípulos, reconhecendo-lhe o dom de uma maternidade espiritual. As suas cartas difundiram-se pela Itália e pela própria Europa. De facto, a jovem senesa participou vivamente, com bastante acuidade e palavras inflamadas, nas problemáticas eclesiais e sociais da sua época. (...)
Catarina dirigia-se com o mesmo vigor aos eclesiásticos de qualquer nível, para pedir a mais severa coerência na própria vida e no seu ministério pastoral. De certo modo impressiona o tom livre, vigoroso e perspicaz com o qual ela repreende padres, bispos e cardeais. Tratava-se de erradicar dizia ela do jardim da Igreja as plantas murchas, substituindo-as com "plantas novas", frescas e perfumadas. Graças à sua intimidade com Cristo, a santa senesa não temia indicar com franqueza ao mesmo Pontífice, a que amava com ternura como o "doce Cristo na terra", a vontade de Deus que lhe impunha abandonar as hesitações ditadas pela prudência terrena e pelos interessses mundanos, para voltar de Avinhão a Roma, junto do túmulo de Pedro.
Ela mesmo, no leito de morte, o testemunhará aos seus filhos espirituais:  "Tende a certeza, caríssimos, que dei a vida pela santa Igreja" (Beato Raimundo de Cápua, Vida de Santa Catarina de Sena, Liv. III, c. IV).

Esta santa é, com são Francisco de Assis, padroeira da Itália porque foi protagonista de uma mentalidade fecunda de esforço ao mesmo tempo civil e religioso.
Santa Catarina de Sena morreu em 29 de abril de 1380 e em 1970 o Papa Paulo VI proclamou-a "doutora": primeira mulher ao lado dos mestres da Tradição.
É considerada também co-padroeira da Europa.

Liturgia

I Leitura 1Jo 1, 5-2,2
Salmo 102
Evangelho Mt 11, 25-30

Fonte: Missal Cotidiano e Vaticano

Santa Catarina de Sena, rogai por nós!

sábado, 28 de abril de 2012

São Luís Maria de Grignion de Montfort - 28 de Abril

 
Luís Maria Grignion nasceu na aldeia de Montfort, na Bretanha Menor, no ano de 1673, de uma família muito numerosa, ao ser crismado, acrescentou ao seu prenome o nome de Maria, devido sua devoção à Virgem Maria, que permeou toda sua vida. Sentiu bem cedo o desejo de seguir o sacerdócio e assim percorreu o caminho dos estudos e preparou-se para o sacerdócio em Paris.
Nomeado missionário apostólico pelo Papa Clemente XI, percorreu as regiões ocidentais da França, anunciando o mistério da Sabedoria eterna: o Cristo encarnado e crucificado, ensinando o caminho da santidade por Maria a Jesus. Foi grande pregador, homem de oração, amante da Santa Cruz, dos doentes e pobres; como bom escravo da Virgem Santíssima não foi egoísta e fez de tudo para ensinar a todos o caminho mais rápido, fácil e fascinante de unir-se perfeitamente a Jesus, que consistia na consagração total e liberal à Santa Maria.
Reuniu à sua obra presbíteros, irmãos e irmãs, junto a bem-aventurada Maria Luíza Michel.
Morreu em Saint-Laurent-sur-Sèvre (Luçon), a 28 de abril de 1716, deixando numerosos escritos, em particular sobre a espiritualidade mariana. Foi quem escreveu o "Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem", que influencia ainda hoje, muitos filhos de Maria. Influenciou inclusive o saudoso Papa João Paulo II, que por viver o que São Luís nos partilhou, adotou como lema o Totus Tuus, Mariae, isto é, "Sou todo teu, ó Maria".

Liturgia

I Leitura 1Cor 1, 18-25
Salmo 39
Evangelho Mt 28, 16-20

Fonte: Missal Cotidiano e Canção Nova

São Luís Maria Grignion de Montfort, rogai por nós!

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Casal Homossexual pode ser padrinho/madrinha de Batismo?

Sobre o assunto a Igreja Católica tem uma normal geral e não uma norma específica sobre o homossexual, qual seja, no Código de Direito Canônico o Cân 874 determina:

Cân. 874 § 1. Para que alguém seja admitido para assumir o encargo de padrinho, é necessário que:  
1° - seja designado pelo batizando, por seus pais ou por quem lhes faz as vezes, ou, na falta deles, pelo próprio pároco ou ministro, e tenha aptidão e intenção de cumprir esse encargo; 
2° - Tenha completado dezesseis anos de idade, a não ser que outra idade tenha sido determinada pelo Bispo diocesano, ou pareça ao pároco ou ministro que se deva admitir uma exceção por justa causa; 
3° - seja católico, confirmado, já tenha recebido o santíssimo sacramento da Eucaristia e leve uma vida de acordo com a fé e o encargo que vai assumir
4° - não tenha sido atingido por nenhuma pena canônica legitimamente irrogada ou declarada; 
5° - não seja pai ou mãe do batizando. 
§ 2. O batizado pertencente a uma comunidade eclesial nãocatólica só seja admitido junto com um padrinho católico, o qual será apenas testemunha do batismo. 

Nesse vídeo o pe. Paulo Ricardo fala sobre o assunto. Vejam:

 

Para saber mais sobre o Sacramento do Batismo clique AQUI!

Fonte: Código de Direito Canônico e Christo Nihil Praeponere

São José, rogai por nós!

terça-feira, 24 de abril de 2012

Imperdível!!! Noite com Maria!

Jantar beneficente que realizamos todos os anos no mês de maio para coroarmos a Santíssima Virgem, com apresentação musical da Ir. Kelly Patrícia. Toda a renda deste evento em prol da construção do claustro.


Fonte: Instituto Hesed

Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

São Jorge - 23 de Abril


Já no século IV existia em Lida, na Palestina, uma igreja sobre o túmulo de são Jorge, centro de numerosas peregrinações. O culto do "grande mártir" (como era chamado) tornou-se popularíssimo no Oriente e no Ocidente. A lenda do soldado vencedor do dragão (em Beirute) - que pode ser símbolo da superação dos sacrifícios humanos - contribuiu para difundir o seu culto. A Geórgia tomou-lhe o nome; muitas cidades e nações, como também algumas corporações militares, veneram-no como padroeiro. É o protetor dos escoteiros.

Fonte: Missal Cotidiano 

São Jorge, rogai por nós!

domingo, 22 de abril de 2012

Novena de São José


Oh! gloriosíssimo São José, que pela vossa ilibada pureza merecestes ser escolhido por Deus para esposo da mais pura das Virgens e guarda da sua virgindade, e pelos merecimentos de Jesus Cristo, Nosso Senhor, alcançai-me o verdadeiro amor e uma constante devoção à Santíssima Virgem.

Rezar: Pai Nosso, Ave Maria.

Oh! gloriosíssimo São José, que pela vossa ardentíssima caridade, merecestes que fossem confiados aos vossos cuidados o próprio Filho de Deus e a sua mãe santíssima, pelos merecimentos de Jesus, alcançai-me a graça de sempre praticar a virtude e combater o mal.

Rezar: Pai Nosso, Ave Maria.

Oh! gloriosíssimo São José, que em prêmio da fidelidade com que cumpristes o cargo de chefe da sagrada família, tivestes a sorte de morrer nos braços de Jesus e de Maria, alcançai-me a graça de viver fiel aos deveres de meu estado, e obtende-me a graça de (...dizer o pedido), de que tanto necessito.

Rezar: Pai Nosso, Ave Maria.

Fonte: Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus

São José, rogai por nós!

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Sete anos de pontificado, Parabéns Santo Padre! #7BXVI

BIOGRAFIA
DE SUA SANTIDADE
BENTO XVI




O Cardeal Joseph Ratzinger, Papa Bento XVI, nasceu em Marktl am Inn, diocese de Passau (Alemanha), no dia 16 de Abril de 1927 (Sábado Santo), e foi baptizado no mesmo dia. O seu pai, comissário da polícia, provinha duma antiga família de agricultores da Baixa Baviera, de modestas condições económicas. A sua mãe era filha de artesãos de Rimsting, no lago de Chiem, e antes de casar trabalhara como cozinheira em vários hotéis.
Passou a sua infância e adolescência em Traunstein, uma pequena localidade perto da fronteira com a Áustria, a trinta quilómetros de Salisburgo. Foi neste ambiente, por ele próprio definido «mozarteano», que recebeu a sua formação cristã, humana e cultural.
O período da sua juventude não foi fácil. A fé e a educação da sua família prepararam-no para enfrentar a dura experiência daqueles tempos, em que o regime nazista mantinha um clima de grande hostilidade contra a Igreja Católica. O jovem Joseph viu os nazistas açoitarem o pároco antes da celebração da Santa Missa.
Precisamente nesta complexa situação, descobriu a beleza e a verdade da fé em Cristo; fundamental para ele foi a conduta da sua família, que sempre deu um claro testemunho de bondade e esperança, radicada numa conscienciosa pertença à Igreja.
Nos últimos meses da II Guerra Mundial, foi arrolado nos serviços auxiliares anti-aéreos.
Recebeu a Ordenação Sacerdotal em 29 de Junho de 1951.
Um ano depois, começou a sua actividade de professor na Escola Superior de Freising.
No ano de 1953, doutorou-se em teologia com a tese «Povo e Casa de Deus na doutrina da Igreja de Santo Agostinho». Passados quatro anos, sob a direcção do conhecido professor de teologia fundamental Gottlieb Söhngen, conseguiu a habilitação para a docência com uma dissertação sobre «A teologia da história em São Boaventura».
Depois de desempenhar o cargo de professor de teologia dogmática e fundamental na Escola Superior de Filosofia e Teologia de Freising, continuou a docência em Bonn, de 1959 a 1963; em Münster, de 1963 a 1966; e em Tubinga, de 1966 a 1969. A partir deste ano de 1969, passou a ser catedrático de dogmática e história do dogma na Universidade de Ratisbona, onde ocupou também o cargo de Vice-Reitor da Universidade.
De 1962 a 1965, prestou um notável contributo ao Concílio Vaticano II como «perito»; viera como consultor teológico do Cardeal Joseph Frings, Arcebispo de Colónia.
A sua intensa actividade científica levou-o a desempenhar importantes cargos ao serviço da Conferência Episcopal Alemã e na Comissão Teológica Internacional.
Em 25 de Março de 1977, o Papa Paulo VI nomeou-o Arcebispo de München e Freising. A 28 de Maio seguinte, recebeu a sagração episcopal. Foi o primeiro sacerdote diocesano, depois de oitenta anos, que assumiu o governo pastoral da grande arquidiocese bávara. Escolheu como lema episcopal: «Colaborador da verdade»; assim o explicou ele mesmo: «Parecia-me, por um lado, encontrar nele a ligação entre a tarefa anterior de professor e a minha nova missão; o que estava em jogo, e continua a estar – embora com modalidades diferentes –, é seguir a verdade, estar ao seu serviço. E, por outro, escolhi este lema porque, no mundo actual, omite-se quase totalmente o tema da verdade, parecendo algo demasiado grande para o homem; e, todavia, tudo se desmorona se falta a verdade».
Paulo VI criou-o Cardeal, do título presbiteral de “Santa Maria da Consolação no Tiburtino”, no Consistório de 27 de Junho desse mesmo ano.
Em 1978, participou no Conclave, celebrado de 25 a 26 de Agosto, que elegeu João Paulo I; este nomeou-o seu Enviado especial ao III Congresso Mariológico Internacional que teve lugar em Guayaquil (Equador) de 16 a 24 de Setembro. No mês de Outubro desse mesmo ano, participou também no Conclave que elegeu João Paulo II.
Foi Relator na V Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos realizada em 1980, que tinha como tema «Missão da família cristã no mundo contemporâneo», e Presidente Delegado da VI Assembleia Geral Ordinária, celebrada em 1983, sobre «A reconciliação e a penitência na missão da Igreja».
João Paulo II nomeou-o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e Presidente da Pontifícia Comissão Bíblica e da Comissão Teológica Internacional, em 25 de Novembro de 1981. No dia 15 de Fevereiro de 1982, renunciou ao governo pastoral da arquidiocese de München e Freising. O Papa elevou-o à Ordem dos Bispos, atribuindo-lhe a sede suburbicária de Velletri-Segni, em 5 de Abril de 1993.
Foi Presidente da Comissão encarregada da preparação do Catecismo da Igreja Católica, a qual, após seis anos de trabalho (1986-1992), apresentou ao Santo Padre o novo Catecismo.
A 6 de Novembro de 1998, o Santo Padre aprovou a eleição do Cardeal Ratzinger para Vice-Decano do Colégio Cardinalício, realizada pelos Cardeais da Ordem dos Bispos. E, no dia 30 de Novembro de 2002, aprovou a sua eleição para Decano; com este cargo, foi-lhe atribuída também a sede suburbicária de Óstia.
Em 1999, foi como Enviado especial do Papa às celebrações pelo XII centenário da criação da diocese de Paderborn, Alemanha, que tiveram lugar a 3 de Janeiro.
Desde 13 de Novembro de 2000, era Membro honorário da Academia Pontifícia das Ciências.
Na Cúria Romana, foi Membro do Conselho da Secretaria de Estado para as Relações com os Estados; das Congregações para as Igrejas Orientais, para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, para os Bispos, para a Evangelização dos Povos, para a Educação Católica, para o Clero, e para as Causas dos Santos; dos Conselhos Pontifícios para a Promoção da Unidade dos Cristãos, e para a Cultura; do Tribunal Supremo da Signatura Apostólica; e das Comissões Pontifícias para a América Latina, «Ecclesia Dei», para a Interpretação Autêntica do Código de Direito Canónico, e para a revisão do Código de Direito Canónico Oriental.
Entre as suas numerosas publicações, ocupam lugar de destaque o livro «Introdução ao Cristianismo», uma compilação de lições universitárias publicadas em 1968 sobre a profissão de fé apostólica, e o livro «Dogma e Revelação» (1973), uma antologia de ensaios, homilias e meditações, dedicadas à pastoral.
Grande ressonância teve a conferência que pronunciou perante a Academia Católica Bávara sobre o tema «Por que continuo ainda na Igreja?»; com a sua habitual clareza, afirmou então: «Só na Igreja é possível ser cristão, não ao lado da Igreja».
No decurso dos anos, continuou abundante a série das suas publicações, constituindo um ponto de referência para muitas pessoas, especialmente para os que queriam entrar em profundidade no estudo da teologia. Em 1985 publicou o livro-entrevista «Informe sobre a Fé» e, em 1996, «O sal da terra». E, por ocasião do seu septuagésimo aniversário, publicou o livro «Na escola da verdade», onde aparecem ilustrados vários aspectos da sua personalidade e da sua obra por diversos autores.
Recebeu numerosos doutoramentos «honoris causa»: pelo College of St. Thomas em St. Paul (Minnesota, Estados Unidos), em 1984; pela Universidade Católica de Eichstätt, em 1987; pela Universidade Católica de Lima, em 1986; pela Universidade Católica de Lublin, em 1988; pela Universidade de Navarra (Pamplona, Espanha), em 1998; pela Livre Universidade Maria Santíssima Assunta (LUMSA, Roma), em 1999; pela Faculdade de Teologia da Universidade de Wroclaw (Polónia) no ano 2000.

Fonte: Vaticano

HABEMUS PAPAM! 7 Anos do Pontificado de Bento XVI! #7BXVI

Annuntio vobis gaudium magnum;
habemus Papam:
Eminentissimum ac Reverendissimum Dominum,
Dominum Josephum
Sanctae Romanae Ecclesiae Cardinalem Ratzinger
qui sibi nomen imposuit Benedictum XVI




  
Amados Irmãos e Irmãs,
Depois do grande Papa João Paulo II, os Senhores Cardeais elegeram-me, simples e humilde trabalhador na vinha do Senhor.
Consola-me saber que o Senhor sabe trabalhar e agir também com instrumentos insuficientes. E, sobretudo, recomendo-me às vossas orações.
Na alegria do Senhor Ressuscitado, confiantes na sua ajuda permanente, vamos em frente. O Senhor ajudar-nos-á. Maria, sua Mãe Santíssima, está connosco. Obrigado!

Há 7 anos o Brasil e o Mundo assistiram ansiosos os dias que antecederam a eleição, pelo Conclave, do novo Papa da Igreja Católica. 
Há 7 anos o Cardeal Joseph Ratzinger foi eleito Papa. 
Há 7 anos o Papa Bento XVI nos ensina como devemos obedecer a Deus, ao sopro do Espírito Santo, ao Magistério da Igreja Católica.
Há 7 anos o Papa Bento XVI nos ensina como deve ser uma liturgia bem celebrada.
Há 7 anos o Papa Bento XVI nos ensina que devemos nos modernizar sem esquecermos as tradições presentes na Igreja Católica, mormente, na liturgia da Santa Missa!


Que Nossa Senhora interceda por ele nessa missão árdua e feliz que é guiar os filhos, herdeiros e irmãos de Deus e que Nosso Senhor o abençõe e conceda VIDA LONGA!

terça-feira, 17 de abril de 2012

#7BXVI - Ação Comemorativa pelos 7 anos do papado de Bento XVI!

Na próxima quinta-feira (19), fazem sete anos que Joseph Ratzinger foi eleito Papa, tendo adotado o nome Bento XVI. Para comemorar esta data, os blogueiros católicos estão preparando um tuitaço para celebrar os sete anos de pontificado de Bento XVI. O hashtag escolhido é #7BXVI.

Todos os católicos que estão presentes nas redes sociais estão convidados para apoiar a campanha, em especial aqueles que desenvolvem apostolado on-line ou são agentes de Pastoral da Comunicação (PASCOM). Replique este texto em seu blog ou perfil nas redes sociais e convide seus contatos a participar dessa comemoração.

Vamos mostrar ao mundo o carinho que o Brasil católico nutre por seu pastor!

Quando: 19 de abril.
Concentração: a partir das 16h
Onde: Twitter, Facebook, Orkut, etc.
Mote: #7BXVI – Colocar no título dos posts dos blogs para os “robôs” dos sistemas de busca captarem.

Sugestões de mensagens para as redes sociais:

http://www.facebook.com/events/361767970541019/ - Somos a juventude do Papa! #7BXVI
- Obrigado, Santo Padre, pela valorização da liturgia! #7BXVI
- Parabéns, Santo Padre, que Deus o abençoe! #7BXVI
-Sete anos de pontificado, Parabéns Santo Padre! #7BXVI
Também podemos tuitar frases famosas do Papa:
- O Cristianismo não é religião de multidão, mas de discípulos. #7BXVI
- Vocês devem ser os embaixadores da esperança! (aos Brasileiros em 2007) #7BXVI
- O Brasil ocupa um lugar muito especial no meu coração! (aos Brasileiros em 2007) #7BXVI
- Tenham certeza de que o Papa os ama. (aos Brasileiros em 2007) #7BXVI
- Nossos bosques têm mais vida, não deixeis que se apague esta chama de esperança que o vosso Hino Nacional põe em nossos lábios. #7BXVI
-A Verdade não é determinada por maioria de votos. #7BXVI
- A Igreja necessita de santos. Todos estamos chamados à santidade, e só os santos podem renovar a humanidade. #7BXVI
- A bondade implica a capacidade de dizer não. Uma bondade que permite tudo não faz bem ao outro. #7BXVI
- Os cristãos devem ser contra decisões judiciais e leis que autorizem o aborto e a eutanásia, considerados pecados graves. #7BXVI
- Um sacerdócio bem vivido dignifica a Igreja e suscita a admiração nos fiéis. #7BXVI
 
Ou use sua imaginação e crie suas frases, sempre lembrando de mencionar #7BXVI ao final.

Fonte: In Mulieribus

domingo, 8 de abril de 2012

CNBB convoca para Vigília de Oração pela Vida


cnbbNa próxima quarta-feira, dia 11/04, o Supremo Tribunal Federal (STF) realiza o julgamento sobre a descriminalização do aborto de anencéfalos – casos em que o feto tem má formação no cérebro. A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou nesta Sexta-feira Santa, 06/04, uma carta a todos os bispos do país, convocando para uma Vigília de Oração pela Vida às vésperas do julgamento.
Em agosto de 2008, por ocasião do primeiro julgamento do caso, a CNBB publicou uma nota que explicita a sua posição. “A vida deve ser acolhida como dom e compromisso, mesmo que seu percurso natural seja, presumivelmente, breve. (...)Todos têm direito à vida. Nenhuma legislação jamais poderá tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito. Portanto, diante da ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não se pode aceitar exceções. Os fetos anencefálicos não são descartáveis.  O aborto de feto com anencefalia é uma pena de morte decretada contra um ser humano frágil e indefeso. A Igreja, seguindo a lei natural e fiel aos ensinamentos de Jesus Cristo, que veio “para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10), insistentemente, pede,  que a vida seja respeitada e que se promovam políticas públicas voltadas para a eficaz prevenção dos males relativos à anencefalia e se dê o devido apoio às famílias que convivem com esta realidade”.
A seguir, a íntegra da carta da presidência da CNBB, bem como o texto completo da nota sobre o assunto.
Brasília, 06 de abril de 2012
P - Nº 0328/12

Exmos. e Revmos. Srs.
Cardeais, Arcebispos e Bispos
Em própria sede
ASSUNTO: Vigília de Oração pela Vida, às vésperas do dia 11/04/12, quarta feira.
DGAE/2011-2015: Igreja a serviço da vida plena para todos (nn. 65-72)
“Para que TODOS tenham vida” (Jo 10,10).
CF 2008: “Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19).
CF 2012: “Que a saúde se difunda sobre a terra” (Eclo 38,8).

Irmãos no Episcopado,

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil jamais deixou de se manifestar como voz autorizada do episcopado brasileiro sobre temas em discussão na sociedade, especialmente para iluminá-la com a luz da fé em Jesus Cristo Ressuscitado, “Caminho, Verdade e Vida”.
Reafirmando a NOTA DA CNBB (P – 0706/08, de 21 de agosto de 2008) SOBRE ABORTO DE FETO “ANENCEFÁLICO” REFERENTE À ARGUIÇÃO DE DESCUMPRIMENTO DE PRECEITO FUNDAMENTAL Nº 54 DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, a presidência solicita aos irmãos no episcopado:
  • Promoverem, em suas arquidioceses, uma VIGÍLIA DE ORAÇÃO PELA VIDA, às vésperas do julgamento pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a possibilidade legal do “aborto de fetos com meroanencefalia (meros = parte), comumente denominados anencefálicos” (CNBB, nota P-0706/08).
Informa-se que a data do julgamento da ADPF Nº 54/2004 será DIA 11 DE ABRIL DE 2012, quarta feira da 1ª Semana da Páscoa, em sessão extraordinária, a partir das 09 horas.
Com renovada estima em Jesus Cristo, nosso Mestre Vencedor da morte, agradecemos aos irmãos de ministério em favor dos mais frágeis e indefesos,
Cardeal Raymundo Damasceno Assis          Dom José Belisário da Silva          Dom Leonardo Steiner
Arcebispo de Aparecida                               Arcebispo de São Luiz               Bispo Auxiliar de Brasília
Presidente da CNBB                                  Vice Presidente da CNBB                 Secretário Geral da CNBB

Nota da CNBB sobre Aborto de Feto “Anencefálico”
Referente à Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54 do Supremo Tribunal Federal

O Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, em reunião ordinária, vem manifestar-se sobre a Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF n° 54/2004), em andamento no Supremo Tribunal Federal, que tem por objetivo legalizar o aborto de fetos com meroanencefalia (meros = parte), comumente denominados “anencefálicos”, que não têm em maior ou menor grau, as partes superiores do encéfalo e que erroneamente, têm sido interpretados como não possuindo todo o encéfalo, situação que seria totalmente incompatível com a vida, até mesmo pela incapacidade de respirar. Tais circunstâncias, todavia, não diminuem a dignidade da vida humana em gestação.
Recordamos que no dia 1° de agosto de 2008, no interior do Estado de São Paulo, faleceu, com um ano e oito meses, a menina Marcela de Jesus Galante Ferreira, diagnosticada com anencefalia. Quando Marcela ainda estava viva, sua pediatra afirmou: “a menina é muito ativa, distingue a sua mãe e chora quando não está em seus braços.” Marcela é um exemplo claro de que uma criança, mesmo com tão malformação, é um ser humano, e como tal, merecedor de atenção e respeito. Embora a Anencefalia esteja no rol das doenças congênitas letais, cursando com baixo tempo de vida, os fetos portadores destas afecções devem ter seus direitos respeitados.
Entendemos que os princípios da “inviolabilidade do direito à vida”, da “dignidade da pessoa humana” e da promoção do bem de todos, sem qualquer forma de discriminação, (cf. art. 5°, caput; 1°, III e 3°, IV, da Constituição Federal) referem-se também aos fetos anencefálicos. Quando a vida não é respeitada todos os outros direitos são menosprezados. Uma “sociedade livre, justa e solidária” (art. 3°, I, da Constituição Federal) não se constrói com violências contra doentes e indefesos. As pretensões de desqualificação da pessoa humana ferem sua dignidade intrínseca e inviolável.
A vida deve ser acolhida como dom e compromisso, mesmo que seu percurso natural seja, presumivelmente, breve. Há uma enorme diferença ética, moral e espiritual entre a morte natural e a morte provocada. Aplica-se aqui, o mandamento: “Não matarás” (Ex 20,13).
Todos têm direito à vida. Nenhuma legislação jamais poderá tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito. Portanto, diante da ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não se pode aceitar exceções. Os fetos anencefálicos não são descartáveis.  O aborto de feto com anencefalia é uma pena de morte decretada contra um ser humano frágil e indefeso.
A Igreja, seguindo a lei natural e fiel aos ensinamentos de Jesus Cristo, que veio “para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10), insistentemente, pede,  que a vida seja respeitada e que se promovam políticas públicas voltadas para a eficaz prevenção dos males relativos à anencefalia e se dê o devido apoio às famílias que convivem com esta realidade.
Com toda convicção reafirmamos que a vida humana é sagrada e possui dignidade inviolável. Fazendo, ainda, ecoar a Palavra de Deus que serviu de lema para a Campanha da Fraternidade, deste ano, repetimos: “Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19).

Dom Geraldo Lyrio Rocha - Arcebispo de Mariana - Presidente da CNBB
Dom Luiz Soares Vieira Arcebispo de Manaus – Vice Presidente da CNBB
Dom Dimas Lara Barbosa - Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro - Secretário Geral da CNBB

Fonte: CNBB

E para ficar mais claro que bebês anencéfalos tem o direito de lutar pela vida e podem viver mais do que um segundo sem ser em estado vegetativo aí vai um vídeo onde se vê a Vitória de Cristo, diagnosticada com anencefalia durante a gravidez e que hoje conta com 2 anos de idade:




Jesus Misericordioso e Ressuscitado, rogai por nós, que recorremos a Vós!
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