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segunda-feira, 25 de março de 2013

Comissão para a Vida comenta a nota do CFM a respeito do aborto

Da Redação, com CNBB

Arquivo
Dom João Carlos Petrini, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família/CNBB

O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e Família da CNBB, dom João Carlos Petrini, divulgou nesta sexta-feira, 22, algumas considerações a respeito de uma nota publicada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), que apoia o direito de aborto até a 12ª semana de gestação. 

Dom João disse que ao manifestar-se favorável ao aborto até 12 semanas, o CFM não considerou todos os fatores que envolvem a situação. Afirmou ainda que a decisão não teve o apoio unânime dos Conselhos Regionais, mas antes deixou a seguinte mensagem: "quando alguém atrapalha, pode ser eliminado," disse o bispo. 

Leia a íntegra da mensagem.

Brasília, 22 de março de 2013
CEPVF Nº 0164/13

CONSIDERAÇÕES SOBRE A NOTA DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA A RESPEITO DO ABORTO

Causou surpresa à sociedade brasileira a decisão tomada pelo Conselho Federal de Medicina, durante o I Encontro Nacional dos Conselhos de Medicina, favorável à interrupção da gravidez até a 12ª semana, como prevê a proposta do novo Código Penal, em discussão no Senado Federal. As imediatas reações contrárias a esse posicionamento demonstram a preocupação dos que defendem a vida humana desde sua concepção até a morte natural. Merece, por isso, algumas considerações.

O drama vivido pela mulher por causa de uma gravidez indesejada ou por circunstâncias que lhe dificultam sustentar a gravidez pode levá-la ao desespero e à dolorosa decisão de abortar. No entanto, é um equívoco pensar que o aborto seja a solução.

Nossa civilização foi construída apostando não na morte, mas na vitória sobre a morte. Por isso a Igreja criou hospitais, leprosários, casas para acolher deficientes físicos e psíquicos. Recorde-se, em época recente, a figura das Bem-aventuradas Madre Teresa de Calcutá e Irmã Dulce dos pobres, bem como os milhares de pessoas que, quotidianamente, se dedicam a defender e promover a vida humana e sua dignidade.

As constituições dos principais países ocidentais apresentam uma perspectiva claramente favorável à vida. A Constituição Federal do Brasil, em seu artigo 1º, afirma que a República Federativa do Brasil tem como um de seus fundamentos a dignidade da pessoa humana. E, no seu artigo 5º, garante a inviolabilidade do direito à vida.

Ajuda a evitar o aborto a implantação de políticas públicas que criem formas de amparo às mulheres grávidas nas mais variadas situações de vulnerabilidade e de alto risco, de tal modo que cada mulher, mesmo em situações de grande fragilidade, possa dar à luz seu bebê. Esta solução é a melhor tanto para a criança, que tem sua vida preservada, quanto para a mulher, que fica realizada quando consegue ter condições para levar a gravidez até o fim, evitando o drama e o trauma do aborto.

O Conselho Federal de Medicina ao se manifestar favorável ao aborto até 12 semanas parece não ter levado em consideração todos os fatores que entram em jogo nas situações que se pretendem enfrentar. Sua decisão, que não contou com a unanimidade dos Conselhos Regionais, deixa uma mensagem inequívoca: quando alguém atrapalha, pode ser eliminado.

Para justificar sua posição, o CFM evoca a autonomia da mulher e do médico, ignorando completamente a criança em gestação. Esta não é um amontoado de células sem maior significado, mas um ser humano com uma identidade biológica bem definida; com um código genético próprio, diferente do DNA da mãe. Amparado no ventre materno, o nascituro não constitui um pedaço do corpo de sua genitora, mas é um ser humano vivo com sua individualidade. A esse respeito convergem declarações de geneticistas e biomédicos.

Todos esses fatores precisam ser considerados no complexo debate sobre o aborto, reconhecendo os direitos do nascituro, dentre os quais o direito inviolável à vida que vem em primeiro lugar.

Que os legisladores sejam capazes de considerar melhor todos os aspectos da questão em pauta e que seja possível um diálogo efetivo, com abertura para alargar o uso da razão. Deste modo, será possível legislar em favor do verdadeiro bem das mulheres e dos nascituros, e se consolidará o Estado democrático, republicano e laico, que tanto desejamos.

+ João Carlos Petrini
Bispo de Camaçari-BA
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família/CNBB



Nossa Senhora da Anunciação, rogai por nós!





terça-feira, 20 de novembro de 2012

Mulher faz aborto e é condenada pelo Tribunal de Justiça


Publicação: 20/11/2012 16:00 Atualização: 20/11/2012 16:31

O Tribunal do Júri de Taguatinga condenou, nesta terça-feira (20/11), uma mulher acusada de fazer um aborto em 2004. Segundo o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), ela foi condenada a um ano de prisão, a ser cumprido em regime inicial aberto.


De acordo com o texto da denúncia, em setembro de 2004, a acusada, em casa, fez uso de medicamento abortivo. A ação expulsou o feto, que tinha cinco meses. A criança nasceu no dia seguinte e resistiu durante 73 horas antes de morrer.

O homem que teria comprado os comprimidos e que era pai da criança insistiu para que a grávida tomasse o medicamento. Ele foi interrogado pela Justiça e recebeu uma proposta para que seu processo fosse suspenso desde que ele cumprisse obrigações judiciais. Por causa disso, ele não foi punido.

A mulher, segundo o TJDFT, não cumpriu as tarefas prometidas e teve o benefício revogado. De acordo com o processo, ela estaria proibida de “frequentar boates, inferninhos e congêneres e de ausentar-se do DF sem autorização do juízo”. Deveria também “prestar serviços à comunidade pelo período de oito horas semanais, pelo período de dois anos no Hospital Regional de Taguatinga”.

Fonte: CorreioWeb


Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Bebê nasce sem cérebro e vive por três anos

"Ilhas, ouvi-me; povos de longe, prestai atenção! O Senhor chamou-me desde meu nascimento; ainda no seio de minha mãe, ele pronunciou meu nome." (Is 49, 1)

“Ele nos ensinou a ser uma família”, diz a avó do menino



O americano Nickolas Coke nasceu com anencefalia, condição que significa que ele só tinha o tronco cerebral. Enquanto a maioria das crianças com o problema morre pouco tempo depois de nascer, o menino surpreendeu os médicos ao viver por três anos, segundo noticiou o jornal britânico Daily Mail, com informações do KOAA.com, no Colorado.

“Ele nunca foi ligado a qualquer máquina, tubos, nada”, contou a avó do menino, Sherri Kohut. “Ele nos ensinou tudo, ensinou o amor, como ser uma família”, reforçou.

A avó, que estava com Nickolas quando ele morreu, no dia 31 de outubro, contou que o neto parou de respirar depois que teve dificuldades respiratórias ao longo da manhã. Os médicos tentaram reanimá-lo, mas ele não resistiu.

Durante a pequena vida do garoto, a família fez o que pode para ele, levando-o para viagens em zoológicos, acampamentos - apesar de sua condição, que fazia com que tivesse várias convulsões.

Crianças anencéfalas são incapazes e pensar e ter emoções. Nickolas também jamais poderia falar, comer ou andar. Apesar disso, a família acredita que ele estava crescendo, não só fisicamente, como também mentalmente. “Ele era nosso herói. Ele sempre será lembrado”, diz a avó.

No Brasil, a anencefalia atinge 1 a cada 700 nascimentos. Em abril deste ano, uma decisão inédita do Supremo Tribunal Federal concedeu às mulheres grávidas com fetos anencéfalos o direito de interromper a gravidez. Depois da notícia, o Conselho Federal de Medicina formou uma comissão para esclarecer os critérios de diagnóstico da má-formação.

Foto: reprodução/ Facebook

Fonte: Globo

Jesus, Maria e José, nossa família vossa é!

domingo, 21 de outubro de 2012

Células-Tronco. A Igreja Católica tinha razão!

Porque a Igreja é contra o uso da célula-tronco embrionária?

Com a descoberta de como reprogramar qualquer célula-tronco adulta em uma célula pluripotente (equivalente, em plasticidade, a uma célula-tronco embrionária, sem o potencial teratogênico desta), feito que acaba de dar o Prêmio Nobel de Medicina aos pesquisadores britânico John Gurdon e ao japonês Shinya Yamanaka (“Ciência”, ontem), mostra que a Igreja católica tem razão quando pediu ao STF que não aprovasse o uso de células tronco embrionárias pela ciência, já que não é necessário fazer esse uso, uma vez que se mata um ser humano embrionário.

Agora ficou provado que cientificamente não é preciso usar células tronco embrionárias, pois as células tronco adultas fazem o mesmo papel, sem precisar se eliminar um ser humano, que já contém uma alma imortal, criada à imagem de Deus.


Esperamos, então,  que agora, com este dado científico,  o Supremo Tribunal Federal reverta sua decisão de liberar o uso de embriões humanos em experiências. Moralmente isso nunca se justificou, e agora não se justifica nem cientificamente.

Os que amam a Deus e obedecem suas leis precisam se opor a essa eliminação sistemática, silenciosa e cruel de seres humanos indefesos. A moral católica não aceita que se faça o bem por um meio mal; e não aceita que os fins justifiquem os meios; senão, toda a Civilização vira barbárie. Prof. Felipe Aquino

Fonte: Canção Nova

Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós!

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

A Laqueadura e o Dom de ter Filhos!

A Laqueadura ou ligação (ligadura) de trompas é um ato imoral, portanto errado, e não deve ser praticado pela mulher católica, por ser um ato de esterilização, sob pena de cometer pecado mortal contra o sexto mandamento.

"A Sagrada Escritura e a prática tradicional da Igreja vêem nas famílias numerosas um sinal da bênção divina e da generosidade dos pais.
 É grande o sofrimento de casais que descobrem que são estéreis. "Que me darás?", pergunta Abrão a Deus. "Continuo sem filho..." (Gn 15,2). "Faze-me ter filhos também, ou eu morro", disse Raquel a seu marido Jacó. (Gn 30,1)." (Catecismo da Igreja Católica, n. 2373-2374)

Vejam esse vídeo onde o pe. Paulo Ricardo trata do assunto e responde a uma mulher se a laqueadura causa ou não abortos acultos.
 


Quem já fez laqueadura deve fazer penitência, ser generosa com crianças órfãs e, quem sabe, adotar filhos.

Fonte: Christo Nihil Praeponere e Catecismo da Igreja Católica

São Cosme e São Damião, rogai por nós!

sábado, 25 de agosto de 2012

Posso usar anticoncepcionais para regular o ciclo menstrual?

Nós sabemos que a Igreja Católica condena o uso de anticoncepecional, como método contraceptivo, e considera isso um pecado mortal que atenta contra o sexto mandamento, porém, muitas mulheres precisam fazer uso do anticoncepcional para tratar algum problema de saúde.

Aí surge a pergunta: Nesse caso é pecado?

O pe. Paulo Ricardo responde a essa pergunta e nos explica como tomarmos esse remédio (mormente no caso das casadas) sem cometer pecado mortal.

Veja:


Fonte: Christo Nihil Praeponere

Nossa Senhora castíssima, rogai por nós!

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Os Anticoncepcionais Orais e o Aborto!!

Nesse vídeo o pe. Paulo Ricardo fala sobre os abortos ocultos causados pelos anticoncepcionais orais. Vale a pena ver:



Fonte: Christo Nihil Praeponere

Jesus, Maria e José, nossa família vossa é!
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