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quarta-feira, 1 de maio de 2019

Bebê volta a vida após ser Batizado e Consagrado a Nossa Senhora


sábado, 27 de abril de 2019

RESPOSTA: Posso batizar numa Ermida?

Ave Maria!

Fui criada numa ladeia que tem uma Ermida. Essa ermida pertence a uma Paroquia. Gostaria de saber se posso baptizar a minha filha nessa ermida e se tem custos a pagar por ser baptizada na ermida. De referir que a ermida não tem pia baptismal mas a igreja da paroquia tem uma que não está fixa, pode essa pia vir à ermida para ser utilizada na cerimónia?

Querida, como você relatou, essa Ermida pertence a uma Paróquia.

Dessa forma, essas perguntas devem ser feitas na Paróquia a qual pertence a Ermida, uma vez que ela  (Ermida) pode ter autorização ou não para celebrar os Sacramentos.

Eu não conheço sua aldeia, nem a Ermida, nem a Paróquia, portanto, não tem como eu falar se pode ou não, muito menos tratar sobre custos (que deve ter, pois é o normal em qualquer batismo).


Nossa Senhora do Bom Conselho, rogai por nós!

sexta-feira, 26 de abril de 2019

RESPOSTA: Posso usar o véu branco e o restante da roupa todo preto?

Ave Maria!

Olá, posso usar o véu branco e o restante da roupa todo preto? Alguém pode me ajudar!? Deus os abençoem ❤

Se você for solteira, pode sim.
Por que não poderia?

Solteiras: Véu Branco
Casadas: Véu Preto ou de outras cores
Viúvas: Véu Preto

Roupa: Qualquer cor que a pessoa queira, desde que limpa e modesta.

Nossa Senhora do Bom Conselho, rogai por nós!

quinta-feira, 25 de abril de 2019

RESPOSTA: Pode um católico ser padrinho/madrinha de um umbamdista?

Ave Maria!

Pode um católico ser padrinho/madrinha de um umbamdista?

Não!

"Tudo me é permitido
Mas nem tudo me convém"

1. Nem sabia que na Umbanda tinha a figura do Padrinho ou do Batimo.

Acho interessante essas religiões que pegam termos e práticas originalmente Católicas para, de alguma forma, "embasar" ou passar uma "credibilidade" para a delas.

2. Qual a função do Padrinho na Umbanda?

Na Igreja Católica o Padrinho é aquela pessoa que deve acompanhar o afilhado na Igreja e lhe ensinar a fé, as orações, leva-lo a Deus, a Missa, etc...

3. Por que um Católico iria ser Padrinho/Madrinha de uma pessoa em outra religião que ensina algo contrário ao que ele diz crer?

No caso, o Umbandista crer na Reencarnação né?
E o Cristão-Católico crer ou deveria cer na Ressurreição!
Coisas distintas, opostas. Ou crer numa ou crer na outra.

4. Imagino que o Padrinho/Madrinha deva participar de algum ritual né? Para que esse "batismo" seja realizado né?

Nesse caso, a pessoa católica que participar desse rito (ritual) cometerá pecado mortal (contra o 1० Mandamento da Lei de Deus!).


Fonte: Catecismo da Igreja Católica e Google (Umbanda)

Nossa Senhora do Bom Conselho, rogai por nós!

terça-feira, 23 de abril de 2019

RESPOSTA: Foi suspenso na minha Paróquia o "Padrinho de Consagração". O que faço?

Ave Maria!

Ave Maria!

Uma dúvida, fui agendar o batismo da minha filha e falei da intenção em ter um padrinho de consagração e na mesma hora fui informada de que não é mais possível, o secretário falou que teve uma mudança e estava suspenso por hora. Fiquei sem entender isso.. o que faço??


Batize sua filha.

Não ficou claro se você deixou marcado o Batismo ou não.

Mas, a madrinha/padrinho de consagração não é necessário, nem obrigatório, nem existe no Código de Direito Canônico.
É algo "criado" para ter mais uma pessoa, que se queira "homenagear", como madrinha.

A surpresa fica por suspender algo que, em tese, não existe.

Mas, se faz muita questão e se na sua cidade tem mais de uma Paróquia, veja se em outra batiza com a presença do "padrinho de consagração".

Porém, não deixe de Batizar sua filha por isso, nem adie o Batizado. Isso é o menos importante.

Quanto aos Padrinhos de Batismo, pode ser 1 ou 2, sendo:

- 1 Homem OU
- 1 Mulher OU
- 1 Casal.

"Cân. 873. Haja um só padrinho ou uma só madrinha, ou então um padrinho e uma madrinha"


Fonte: Código de Direito Canônico

Nossa Senhora do Bom Conselho, rogai por nós!

quinta-feira, 18 de abril de 2019

domingo, 14 de abril de 2019

terça-feira, 9 de abril de 2019

Pe. Reginaldo Manzotti: pedir perdão em pensamento não basta

Jérémie Lusseau / Hans Lucas via AFP

Padre Reginaldo Manzotti | Abr 04, 2019

Sacerdote lembra que “a confissão não só perdoa os pecados, mas dá força para evitá-los”

Nós estamos em um tempo propício para a confissão, um dos Sacramentos de cura. Não estou falando de uma confissão direta com Deus, porque esse tipo de confissão, para nós católicos, é insuficiente. Estou falando da confissão sacramental que passa pelos ouvidos do padre, o Sacramento da Penitência e da Reconciliação.

Mas quem inventou a confissão? Está no Evangelho segundo João: “Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo 21, 21 – 23). Ou seja, o próprio Jesus Cristo instituiu o sacramento da confissão.

Jesus Cristo, o médico dos médicos, curou e perdoou os pecados e quis que Igreja continuasse pela força do Espírito Santo a sua obra da cura e salvação. E como podemos realizar isso? Através da confissão.

Para explicar os benefícios deste sacramento usarei as palavras de Pio XII:

“A confissão não só perdoa os pecados, mas dá força para evitá-los”. 

Ainda segundo Pio XII, são seis os resultados da confissão: 
1. autoconhecimento, 
2. humildade, 
3. pureza de coração, 
4. força de vontade, 
5. direção espiritual e 
6. aumento da graça

De confissão em confissão crescemos na graça de Deus, mas o arrependimento precisa ser verdadeiro. Deus perdoa, mas sem isso o perdão vai e volta, porque não tem aderência. Quando uma pessoa está realmente arrependida ela se torna maleável, fácil de ser esculpida como uma pedra sabão.

Outro ponto importante: a confissão precisa ser de forma clara e concisa para que seu confessor entenda imediatamente. Pedir perdão em pensamento não basta. Se o padre te conhece e o seu pecado te trouxer constrangimentos, procure outro sacerdote, mas não deixe de confessar. Lembrando que a confissão é o exercício da humildade.

De qualquer forma, se um pároco contar algo escutado no ato da confissão ou agir pelo que ouviu pode ser excomungado. Uma vez, antes da missa, uma pessoa me confessou algo relativo com o tema da homília daquele dia, que já estava preparada. Eu não podia mais fazer aquele sermão, porque eu podia deixar entender ao penitente que estava levando ao público o seu pecado. Tive que mudar, e a homilia ficou até sem pé nem cabeça.

Um dos princípios para uma boa confissão é não querer continuar no pecado. Mas por que pecamos? Porque temos o livre arbítrio. A liberdade de dizer o que queremos e de fazer o que queremos nos permite realizar atos contrários ao Criador.

Segundo São João, há pecados que levam à morte (I João 5,16), mas para isso existe uma combinação de fatores a se considerar: é preciso que a pessoa tenha pleno conhecimento de que aquilo que está fazendo é pecado. Outro exemplo é quando há consentimento, ou seja, a pessoa tem tempo de refletir, escolher e mesmo assim comete aquela infração. Outro fato é ter liberdade plena, sem condicionamentos, nem frustrações e mesmo assim pecar. Disto resultou a opinião de Santo Agostinho que disse que é muito difícil cometer pecado mortal, mas não é impossível. Quem morre em pecado grave sem arrependimento, tem a morte eterna.

É tempo de confissão, é tempo de conversão.

Fonte: Aletéia

Jesus, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro!

sábado, 30 de março de 2019

Perguntas e Respostas sobre a Modéstia


1. O que é a modéstia?
Como começar a viver a modéstia?

2521. A pureza exige o pudor. O pudor é parte integrante da temperança. O pudor preserva a intimidade da pessoa. Designa a recusa de mostrar o que deve ficar oculto.(...)
2522. (...)O pudor é modéstia. Inspira a escolha do vestuário, mantém o silêncio ou o recato onde se adivinha o perigo duma curiosidade malsã. O pudor é discrição.
(Catecismo da Igreja Católica)

Primeiro:
Procurando proximidade com Deus, com Nossa Senhora e com seu Anjo da Guarda!
Pedindo a graça da Pureza!
Segundo passo, se conhecendo. 
Seus gostos, o que fica bom em você.
1 - adquirindo peças neutras: saias jeans, preta, branca, cinza, azul, bege. De preferencia sem estampas, porque fica mais fácil combinar com as blusas. E coloca estampa nas blusas, se gostar;
2 - se não tem condições de adquirir nenhuma peça, invista em sobreposição com o que já tem: blusinha de alça ou vestidos de alça com camisas, com casacos/jaquetas por cima, echarpes; 
3 - Lenços e echarpes ou colares que cubram os decotes;
4 - Paciência!

Sobreposição

Procure fazer o seu melhor, dentro das suas condições. Enquanto não consegue o que quer e como quer, se analise, estude, veja seus gostos, anote o que precisa para não comprar coisas que não combinem com seu guarda roupa, use sua criatividade, pesquise as tendencias e como pode usar determinadas peças/cores de forma harmônica, bonita e atual.


Tende fazer 5 looks com uma peça. Assim pode ir a semana inteira ao trabalho/faculdade com uma saia usada de várias formas, apenas mudando os acessórios; ou pelo menos para a Santa Missa aos domingos durante 1 mês inteiro.

Procure ir, pelo menos na Santa Missa, mais feminina, com saia, sem peças que marcam o corpo (ajustado # justo).

Veja mais idéias em:

⇒ Moda: sobreposição
5 jeitos de usar sobreposição no inverno (tem opções com vestido/saia)

Para saber mais sobre como começar veja o que a Melissa Bergonso da pagina Mulher Católica nos ensina clicando em:



2. Devo me preocupar com o centímetro da roupa ou com meu interior?

Com os dois!
Nenhum é melhor ou maior ou mais importante que o outro.
Eles se complementam, um está contido no outro.
Se você se "preocupar" com seu interior, de fato, buscando a graça da Pureza, isso fatalmente irá ser demonstrado através do seu exterior, pela forma de vestir, pelo comportamento, pela forma de falar, de se expor; assim, os "centímetros" da roupa não serão uma pre-ocupação; pois será algo natural seu.

A boca fala do que o coração tá cheio!
(Mt 12, 34)

O mesmo vale para as vestes!


3. A modéstia interior é mais importante que a exterior?

Não existe modéstia interior!
O que há, conforme o Catecismo nos ensina, é o PUDOR!
E o Pudor é a Modéstia!
Assim, nenhum é mais importante que o outro; ambos são intrinsecamente ligados, formam uma só coisa. 

2521. A pureza exige o pudor. (...) O pudor preserva a intimidade da pessoa. Designa a recusa de mostrar o que deve ficar oculto.(...)
2522. (...)O pudor é modéstia. Inspira a escolha do vestuário, mantém o silêncio ou o recato onde se adivinha o perigo duma curiosidade malsã. O pudor é discrição.
(Catecismo da Igreja Católica)


4. Como lidar com o fato de ser menor de idade e querer viver a modéstia, mas ainda ser dependente dos pais que não são a favor?

Mandamentos da Lei de Deus:

4 Mandamento: Honrar Pai e Mãe
9 Mandamento: Não Cobiçar a Mulher do Próximo.

Ambos são Mandamentos, porém, o Quarto Mandamento nos reserva uma promessa:

“Honra teu pai e tua mãe, para que sejas feliz e tenhas longa vida sobre a terra
 (Dt 5,16).

Assim, respeite seus pais, ore por eles e não os assuste querendo mudar todo o guarda roupa e/ou jogar tudo fora.
Tenha paciência.
Mostre, em atitudes e não em palavras, que você está certa do que quer e não é "fogo de palha".
Já procure mudar e vestir-se modestamente com o que tem no guarda roupa.
Peça algumas roupas de presente quando for alguma data específica, aniversario, dia das crianças, natal... se eles tem o hábito e condições de lhe presentear nessas datas ou para tios/padrinhos.
Sugiro que não vá com "papo de modéstia" ou "usar só saia", sob pena de não te levarem em conta e verem como "modinha".
Se ganhar alguma peça de roupa que não seja modesta, peça pra trocar por algo mais decente, diga que não gostou, não ficou bem, queria outra coisa...
E lembre-se que, mesmo após atingir a maioridade, se continuar morando com eles, eles continuarão dando palpite na sua vida, respeite-os.
Com o tempo eles se acostumam.
E, por fim, mas não menos importante, veja se consegue ganhar algum dinheiro fazendo algo, peça pra aprender a costurar (isso é uma boa saída e "desculpa" para fazer suas roupas), faça docinhos pra vender no colégio, na faculdade...
E não desista!
Faça sua parte, sem bater de frente com eles e sempre rezando e pedindo a intercessão da Mãe!


4. Vermelho é imodesto?

quinta-feira, 28 de março de 2019

RESPOSTA: A Igreja pode negar o Batismo a quem vive em União Estável?

Ave Maria!

A Igreja pode negar o batismo a um adulto pelo fato de viver uma relação amaziada?

O Código de Direito Canônico diz que:

Can 864 - É capaz de ser batizada toda pessoa ainda não batizada, e somente ela.

Cân 865 - § 1. Para que o adulto possa ser batizado, requer-se que tenha manifestado a vontade de receber o batismo, que esteja suficientemente instruído sobre as verdades da fé e as obrigações cristãs e que tenha sido provado, por meio de catecumenato, na vida cristã; SEJA TAMBÉM ADMOESTADO PARA QUE SE ARREPENDA DE SEUS PECADOS.

Sobre o Cân 865 segue o seguinte comentário no Código:

Conforme a doutrina teológica comum,  o adulto que, embora tendo verdadeira intenção de ser batizado, não estiver suficientemente arrependido de seus pecados, RECEBE O BATISMO VÁLIDA, MAS INFRUTUOSAMENTE. A graça batismal "revive" desde o momento em que ele fizer um ato de autêntico arrependimento, mesmo que seja de atrição.

Assim:

Respondendo: Não pode negar!

Conselho: Se não tiver impedimento ao matrimônio, e o outro cônjuge for católico, recebam o Sacramento do Matrimônio (Sacramento de Missão e Serviço) antes de ser Batizado.
Desta forma, poderá receber não só 1 Sacramento, o do Batismo, mas 4: Batismo, Eucaristia, Crisma (Sacramentos da Iniciação) e, ainda, poderá e deverá se aproximar do Sacramento da Reconciliação (Sacramento de Cura)! 
Uma benção!

Para saber mais clique em:


Fonte: Código de Direito Canônico

Jesus, Maria e José, nossa família Vossa É!

quarta-feira, 27 de março de 2019

Quer um relacionamento mais profundo com Deus? Então livre-se deste pecado


Philip Kosloski | Mar 22, 2019

De acordo com o padre Lorenzo Scupoli, se você conseguir superar este pecado, você entrará no caminho da santidade

Na vida espiritual, como em todas as áreas da vida, é fácil perder o foco no que é realmente importante. Infelizmente, podemos nos iludir, pensando que vivemos uma vida virtuosa, quando, na verdade, estamos longe disso. O diabo faz o seu melhor para nos manter no escuridão!

O padre italiano Lorenzo Scupoli tentou chegar ao coração da vida espiritual. Ele explicou em seu livro “O Combate Espiritual” o que ele pensava ser o único pecado mais importante a ser expelido da alma de uma pessoa.

Scupoli descreve como o orgulho espiritual pode ser o pecado mais perigoso, impedindo que uma alma se una a Deus. Uma pessoa com orgulho espiritual “pensa que ela conseguiu um grande progresso nessa área, já que ela faz muitas orações, participa de muitas missas, frequenta muitas igrejas e recebe muitas comunhões”.

Além disso, essas pessoas acreditam que essas ações as tornaram perfeitas e, como resultado, “elas desejam ser colocados acima dos outros; são casadas com suas próprias opiniões e obstinadas em suas próprias vontades. Além de serem cegas para suas próprias falhas, elas são observadoras atentas e críticas dos atos e palavras dos outros”.

Infelizmente, aqueles com tal orgulho espiritual “atribuem a si mesmos um alto grau de perfeição, e, assim, cheios de orgulho, julgam os outros, ao passo que um grau extraordinário da graça de Deus é necessário para se converterem ”.


Scupoli prossegue corajosamente dizendo que “o pecador aberto é mais facilmente convertido e restaurado junto a Deus do que o homem que se encobre sob a capa da virtude aparente”.


A observação de Scupoli é uma reminiscência da história do Evangelho do fariseu e do cobrador de impostos: 


“Subiram dois homens ao templo para orar. Um era fariseu; o outro, publicano. O fariseu, em pé, orava no seu interior desta forma: Graças te dou, ó Deus, que não sou como os demais homens: ladrões, injustos e adúlteros; nem como o publicano que está ali. Jejuo duas vezes na semana e pago o dízimo de todos os meus lucros. O publicano, porém, mantendo-se à distância, não ousava sequer levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem piedade de mim, que sou pecador! Digo-vos: este voltou para casa justificado, e não o outro. Pois todo o que se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado” (Lucas 18,10-14).

Reflita!

Fonte: Aletéia


Jesus, manso e humilde de coração
Fazei meu coração semelhante ao Vosso!

terça-feira, 26 de março de 2019

RESPOSTA: Uma pessoa casada pode ser Padrinho sem seu cônjuge ser?

Ave Maria!

Um conjuge deve aceitar batizar uma criança sem o seu respectivo par?Eu sem meu esposo ?sendo um parente o padrinho?

Vamos começar lembrando que para o Sacramento do Batismo basta que se tenha um padrinho ou uma madrinha, não é necessário, nem obrigatório, que se tenha um casal de padrinhos, nem que eles sejam casados entre si. 
Já para o Sacramento do Crisma, só pode um padrinho OU uma madrinha, portanto, não há a possibilidade do Crismando ter um casal como padrinhos.

Além disso, nem todo mundo que casa na Igreja Católica é católico/batizado, porque há, cada vez mais, matrimônios mistos; ademais, mesmo entre os casais católicos, nem todo mundo é Crismado, infelizmente, então, nesses casos, um dos cônjuges não poderá ser Padrinho/Madrinha, vez que não cumprem os requisitos exigidos.


Pensando nisso, claro que uma pessoa casada, em tendo os requisitos necessários para ser padrinho, pode aceitar o convite, mesmo que o seu cônjuge não seja chamado.

O que a Igreja exige é que pessoa deve ser casada na Igreja Católica para ser padrinho/madrinha ou seja solteira.

Além disso, há sempre as questões familiares né? Quer que os irmãos sejam padrinhos. Quer um irmão e um melhor amigo(a)...

Veja mais em:



Fonte: Codigo de Direito Canônico

Nossa Senhora da Anunciação, rogai por nós!

domingo, 24 de março de 2019

Quaresma! Penitência aos domingos: sim ou não?



“Que todos estejam alegres no primeiro dia da semana”, diz um documento cristão antigo. 
Mas a alegria cristã é incompatível com a realidade da mortificação? 
As penitências feitas durante o tempo da Quaresma, por exemplo, devem ser interrompidas no Dia do Senhor?



Nossa Senhora da Anunciação, rogai por nós!

sexta-feira, 22 de março de 2019

Por que os católicos não comem carne às sextas-feiras na Quaresma

Shutterstock-trindade51


Philip Kosloski | Mar 12, 2019

E por que o peixe está no cardápio

Você sabe que está em uma cidade católica quando, durante a Quaresma, os restaurantes anunciam apenas peixe no cardápio. Eu já vi até como grandes redes de fast-food colocam o peixe em destaque especialmente na Quarta-feira de Cinzas.

Mas por que a Igreja orienta os católicos a se absterem de carne às sextas-feiras (assim como na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa), e dá o sinal positivo para se comer peixe?

Primeiro de tudo, devemos fazer a pergunta: “por que sexta-feira?”

Os povos católicos, desde tempos imemoriais, guardaram a sexta-feira para uma observância penitencial especial pela qual eles alegremente sofrem com Cristo para que um dia possam ser glorificados com Ele. Este é o coração da tradição da abstinência de carne às sextas-feiras, tradição que tem sido observada na Santa Igreja Católica.

Uma vez que se acredita que Jesus Cristo sofreu e morreu na cruz numa sexta-feira, os cristãos, desde o início, dedicaram esse dia para unir seu sofrimento a Jesus. Isso levou a Igreja a reconhecer todas as sextas-feiras como uma “Sexta-feira Santa”, onde os cristãos podem lembrar a paixão de Cristo, oferecendo um tipo específico de penitência.


Na história da Igreja, a carne sempre foi apontada como um sacrifício digno, devido à sua associação com festas e celebrações.


Na maioria das culturas antigas, a carne era considerada uma iguaria e o “bezerro engordado” não era abatido a menos que houvesse algo para comemorar. Como as sextas-feiras passaram a ser consideradas um dia de penitência e mortificação, comer carne nesse dia para “celebrar” algo não parecia certo.

Mas por que o peixe não é considerado “carne”?

As leis da Igreja classificam a abstinência de “animais terrestres”.

As leis de abstinência consideram que a carne vem apenas de animais como galinhas, vacas, ovelhas ou porcos – todos eles vivem em terra. As aves também são consideradas carne. Peixes, por outro lado, não estão nessa mesma classificação.

Os peixes são uma categoria diferente de animal. Sal e espécies de peixes de água doce, anfíbios, répteis (animais de sangue frio) e mariscos são permitidos.

Em latim, a palavra usada para descrever que tipo de “carne” não é permitida às sextas-feiras é carnis, e se refere especificamente a “carne animal”, nunca incluindo peixe como parte da definição. Além disso, o peixe nessas culturas não era considerado uma refeição “comemorativa”.

Nossa cultura atual é muito diferente, já que a carne em muitos países pode ser considerada a opção mais barata do cardápio e não tem mais a conexão cultural com as celebrações. É por isso que muitas pessoas estão confusas sobre os regulamentos, especialmente aquelas que apreciam muito comer peixe e não consideram uma penitência ficar sem carne.

A intenção da Igreja é encorajar os fiéis a oferecer um sacrifício a Deus que venha do coração e una o sofrimento de alguém ao de Cristo na cruz.

A carne é considerada a penitência básica, mas o sentido da regra deve ser sempre recordado. Por exemplo, não dá necessariamente a uma pessoa a licença para comer um jantar de lagosta toda sexta-feira na Quaresma. O ponto principal é fazer um sacrifício que atraia uma pessoa para mais perto de Cristo, que por amor a nós fez o sacrifício supremo.

Fonte: Aletéia

São José, rogai por nós!

sexta-feira, 15 de março de 2019

RESPOSTA: Quais as perguntas no Sacramento do Batismo?

Ave Maria!

Quais são as perguntas do batismo católico

Quando da realização do Sacramento do Batismo, pais/padrinhos ou o batizando Adulto devem Professar a Fé Católica, renunciando a todo pecado e afirmando crer na Igreja Católica Apostólica Romana, e no que ela ensina.

Veja o que diz o Catecismo da Igreja:

1237. E porque o Baptismo significa a libertação do pecado e do diabo, seu instigador, pronuncia-se sobre o candidato um ou vários exorcismos. Ele é ungido com o óleo dos catecúmenos ou, então, o celebrante impõe-lhe a mão e ele renuncia expressamente a Satanás. Assim preparado, pode professar a fé da Igreja, à qual será «confiado» pelo Baptismo (35).

E aqui o que ensina o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica:

259. O que se requer dum baptizando?
1253-1255
Ao baptizando é exigida a profissão de fé, expressa pessoalmente no caso do adulto, ou então por parte dos pais e da Igreja no caso da criança. Também o padrinho ou madrinha e toda a comunidade eclesial têm uma parte de responsabilidade na preparação para o Baptismo (catecumenado), bem como no desenvolvimento da fé e da graça baptismal.


Fonte: Catecismo da Igreja Católica, Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, Código de Direito Canônico

São José, rogai por nós!
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