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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

O que o Papa Francisco pensa sobre Satanás?


AFP/EAST NEWS
Ciekawy życiorys o. Amortha. Przy okazji wielu zajmujących rozmów, które z kapłanem przeprowadziła Elisabetta Fezzi, poznajemy ciekawy życiorys ks. Gabriele, od niego samego dowiadujemy się, jakim jest człowiekiem, czym się kieruje w życiu, jak to się stało, że został księdzem, a później egzorcystą. To bardzo szczery, więcej – intymny wywiad, ocierający się o biografię, a tym samym bardzo wciągający. Tym bardziej cenny, że przeprowadzony niemal u schyłku życia włoskiego paulisty, kiedy to człowiek niemal automatycznie rozlicza się już z życiem.


Isabelle Cousturié | Dez 08, 2019

Em um livro intitulado Il diavolo c’è [O diabo existe], o escritor italiano Diego Manetti reúne todas as intervenções em que o Santo Padre advertiu contra os perigos de Satanás

Estamos longe da representação que costumamos ver na iconografia ou no cinema: um homem com aspecto cruel e chifres. O diabo a que sempre se refere o Papa Francisco em suas homilias e catequeses se manifesta de maneira muito diferente. Trata-se de um verme presente na sociedade, que espalha as sementes da discórdia e separa as pessoas. Um ser que, continuamente, nos faz cair em tentação.

Em um livro intitulado Il diavolo c’è [O diabo existe], o escritor italiano Diego Manetti reúne todas as intervenções em que o Santo Padre advertiu contra os perigos de Satanás e nas quais ele explica o que pensa sobre o diabo.

Portador da amargura

“Como nos lembrou tantas vezes o Papa Bento XVI em seus ensinamentos, é Cristo que guia a Igreja, por meio de seu Espírito. O Espírito Santo, com sua força vivificante e unificadora, é a alma da Igreja; de muitos, faz um só corpo, o Corpo místico de Cristo. Nunca nos deixemos vencer pelo pessimismo, por essa amargura que o diabo nos oferece todos os dias; não caiamos no pessimismo e no desânimo: tenhamos a firme convicção de que, com seu poderoso alento, o Espírito Santo dá à Igreja o valor de perseverar e também de buscar novos métodos para levar o Evangelho aos extremos confins da terra” (Papa Francisco, Audiência a todos os cardeais em 15 de março de 2013).

Ladrão de esperança

“Nossa alegria não é algo que nasce por termos tantas coisas, mas de termos encontrado uma pessoa: Jesus, que está entre nós, que nasce do saber que, com Ele, nunca estamos sós, inclusive nos momentos difíceis, quando o caminho da vida tropeça em problemas e obstáculos que parecem insuperáveis (e há tantos desses!). Neste momento, vem o inimigo, vem o diabo, tantas vezes disfarçado de anjo, e nos diz sua palavra. Não o escutem. Sigamos Jesus” (Papa Francisco, Homilia do Domingo de Ramos em 24 de março de 2013).

Semeador de fofocas e discórdia

“Peço-lhes [à Guarda Vaticana] não só para defender as portas, as janelas do Vaticano – um trabalho necessário e importante – mas defender com vosso padroeiro, São Miguel, as portas do coração de quem trabalha no Vaticano, onde a tentação entra exatamente como em todas as partes. Mas há uma tentação, (…) uma tentação de que o diabo gosta muito: aquela que vai contra a união, a união de quem trabalha e vive no Vaticano. O diabo tenta criar uma guerra interna, uma espécie de guerra civil e espiritual. É uma guerra que não é feita com as armas que nós conhecemos: é feita com a língua” (Papa Francisco, Homilia para a Guarda Vaticana em 28 de setembro de 2013).

Satanás é hábil

“O dever do povo de Deus é guardar o homem: o homem Jesus. Porque é o homem que dá vida a todos os homens, à toda a humanidade. De sua parte, os anjos lutam para fazer o homem vencer. Assim, o homem, o Filho de Deus, Jesus, e a humanidade – todos nós – lutamos contra todas essas coisas que Satanás faz para destrui-lo. Tantos projetos de desumanização do homem são obras dele, simplesmente porque ele odeia o homem. Ele é astuto, diz a primeira página do Gênesis. Ele apresenta as coisas como se fossem boas. Mas a intenção dele é a destruição” (Papa Francisco, Meditação Matinal de 29 de setembro de 2014).

Um perigoso sedutor

“Satanás é um sedutor, é daqueles que semeiam discórdias e seduzem com o encanto, com o encanto demoníaco, que leva as pessoas a acreditarem em tudo. Ele sabe se vender com esse encanto, vende bem, mas, no fim, paga mal!

“A velha serpente – o demônio – tem três métodos: primeiro, obtém as coisas, as riquezas, que conduzem as pessoas à corrupção. E não estou contando nenhuma história: a corrupção está em todas as partes. Muitas pessoas vendem suas almas por duas moedas, vendem sua felicidade, sua vida, vendem tudo. Este é o primeiro nível: o dinheiro, a riqueza” (Papa Francisco, homilia da Missa de 3 de outubro de 2015.).

Sombra dos espíritos impuros

“A vida cristã é uma luta. Deixemo-nos atrair por Jesus. (…) E é necessário que seja o Pai que te atraia a Jesus. (…) Mas, se você quer ir para a frente, deve lutar. Sentir o coração que luta, para que Jesus vença.

Pensemos em como é nosso coração. Sinto essa luta no meu coração? Entre a comodidade e o serviço aos outros, entre me divertir um pouco ou fazer uma oração e adorar ao Pai, entre uma coisa e outra? Sinto a luta, a vontade de fazer o bem? Creio que minha vida comove o coração de Jesus?” (Papa Francisco, Meditação Matinal de 19 de janeiro de 2017).

Nenhum diálogo

“A serpente (o diabo) é astuto: não se pode dialogar com o diabo. Todos nós sabemos o que são as tentações, todos sabemos, pois as temos. São tentações de vaidade, de soberba, de ganância, de avareza… Mas todas começa quando dizemos: pode, pode” (Papa Francisco , Meditação Matinal de 10 de fevereiro de 2017).

Hipocrisia e bajulação

“Os hipócritas sempre começam com a bajulação. E logo fazem uma pergunta. Nas técnicas de bajulação também estão o não dizer uma verdade, o exagerar, o fazer crescer a vaidade. Conheci um sacerdote há muito tempo, não aqui, que – coitado – acreditava em todas as bajulações que o faziam. Era a sua fraqueza. Os companheiros diziam que ele havia aprendido mal a liturgia, pois não tinha compreendido bem o verdadeiro sentido da insensatez. Isso se aprende também lendo a passagem do Evangelho em que os fariseus, querendo colocar Jesus à prova, o bajularam para que ele acreditasse e caísse. É a técnica do hipócrita: ele te faz acreditar que ele te ama, e sempre te incha para, depois, alcançar seu objetivo” (Papa Francisco, Meditação Matinal de 6 de junho de 2017).


Fonte: Aletéia

São Miguel Arcanjo e Nossa Senhora da Imaculada Conceição, rogai por nós!

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

CARTA DO PAPA FRANCISCO
AOS PRESBÍTEROS
POR OCASIÃO DOS CENTO E SESSENTA ANOS DA MORTE DO CURA D’ARS


Meus queridos irmãos!

Estamos a comemorar cento e sessenta anos da morte do Santo Cura d'Ars, que Pio XI propôs como patrono de todos os párocos do mundo. Quero, na sua memória litúrgica, dirigir esta Carta não só aos párocos, mas a todos vós, irmãos presbíteros, que sem fazer alarde «deixais tudo» para vos empenhar na vida quotidiana das vossas comunidades; a vós que, como o Cura d’Ars, labutais na «trincheira», aguentais o peso do dia e do calor (cf. Mt 20, 12) e, sujeitos a uma infinidade de situações, as enfrentais diariamente e sem vos dar ares de importância para que o povo de Deus seja cuidado e acompanhado. Dirijo-me a cada um de vós que tantas vezes, de forma impercetível e sacrificada, no cansaço ou na fadiga, na doença ou na desolação, assumis a missão como um serviço a Deus e ao seu povo e, mesmo com todas as dificuldades do caminho, escreveis as páginas mais belas da vida sacerdotal.

Há algum tempo, manifestava aos bispos italianos a preocupação pelos nossos sacerdotes que, em várias regiões, se sentem achincalhados e «culpabilizados» por causa de crimes que não cometeram; dizia-lhes que eles precisam de encontrar no seu bispo a figura do irmão mais velho e o pai que os encoraje nestes tempos difíceis, os estimule e apoie no caminho.

Como irmão mais velho e pai, também eu quero estar perto, em primeiro lugar para vos agradecer em nome do santo Povo fiel de Deus tudo o que ele recebe de vós e, por minha vez, encorajar-vos a relembrar as palavras que o Senhor pronunciou com tanta ternura no dia da nossa Ordenação e que constituem a fonte da nossa alegria: «Já não vos chamo servos, (...) a vós chamei-vos amigos» (Jo 15, 15).


domingo, 21 de outubro de 2018

sexta-feira, 6 de julho de 2018

O Papa é infalível em tudo o que diz ou faz?

Padre Paulo Ricardo | Jun 29, 2018
POPES
Domaine Public

Muita gente tem sobre a infalibilidade do Papa uma noção que a Igreja nunca, e em parte alguma, ensinou. Neste texto, confira uma resposta às principais objeções que as pessoas têm a esse dogma.

Sinto, meus irmãos, que alguns gostariam de fazer certas objeções — objeções que ouviram, ou leram, contra a infalibilidade do Papa. Não se pode imaginar quanta ideia errônea circula por aí a respeito desse dogma e quanta gente há que levanta contra ele objeções, porque tem sobre a infalibilidade do Papa uma noção que a Igreja nunca, e em parte alguma, ensinou.
Ouçamos o que alguns dizem sobre essa questão.
1. “Tudo o que ouvimos até agora é certo. É preciso que seja assim. Não duvido. Mas que o Papa seja infalível em tudo, não posso crê-lo.”
Mas onde é que a Igreja ensina semelhante coisa, meus irmãos? Onde é que ela ensina que o Papa é infalível em tudo? É unicamente nas questões de fé e de moral, e, ainda, somente quando ele não se pronuncia como doutor particular [1], mas quando, oficialmente, como chefe da Igreja, proclama uma decisão que atinge toda a Igreja. É só então — e não noutros casos.
Suponhamos, por exemplo, que seja eleito Papa alguém que antes era um grande matemático. E eis que se apresenta a ele um professor de matemática e lhe diz: “Santíssimo Padre, há anos que lido com um problema, e agora consegui resolvê-lo. Vede se a solução está exata.” O Papa examina-a. “Está exata” — diz ele enfim. E agora a solução está certamente exata porque o “Papa infalível” assim a achou? De modo algum. Por quê? Porque Cristo não lhe deu a infalibilidade para isso. E por que não? Porque isso não interessa à salvação dos homens, e a infalibilidade não é necessária nesse caso.
Tomemos outro exemplo. O Papa Pio XI, antes do seu pontificado, era o sábio bibliotecário da biblioteca Ambrosiana em Milão. Suponhamos que um historiador fosse ter com ele, levando um velho manuscrito, e lhe dissesse: “Santíssimo Padre, descobri um manuscrito extremamente importante, mas não posso decidir se não é falsificado.” O Papa examina-o e responde: “O documento é autêntico.” É ele agora seguramente autêntico porque o “Papa infalível” o disse? Absolutamente não. E por quê? Porque Cristo não lhe deu a infalibilidade para isso.
Se o Papa calcula mal, ou engana-se em História, isso não interessa à salvação eterna dos fiéis. Mas quando decide em matéria de fé e de moral, não pode enganar-se. Porém, mesmo aqui, somente se ele toma uma decisão aplicável à Igreja universal, e na qualidade de chefe de toda a Igreja.
Interior da Basílica de São Paulo Extramuros, em Roma. Detalhe das pinturas dos últimos Papas.
2. Outros apresentam outra objeção. Consideram inconveniente que o Papa, em virtude da infalibilidade, “seja elevado a uma glória sobre-humana”, como se “deixasse de ser mortal”, e até mesmo que esteja seguro da sua salvação eterna, visto como — dizem eles —, se ele é infalível, “então não pode mais pecar”.
Precisarei, irmãos, dizer-vos que absolutamente não se trata disto?
a) “O Papa está circundado de glória sobre-humana”? Quando o Papa é coroado, é conduzido solenemente em procissão à Basílica de São Pedro. Mas o mestre de cerimônias faz parar a procissão e, acendendo um punhado de estopa, diz ao Papa: Beatissime Pater, sic transit gloria mundi, que quer dizer: “Santo Padre, assim passa a glória do mundo”. A vossa também passará — mas sois infalível, porque as duas coisas são independentes.
b) “O Papa deixa de ser um mortal”? Na terça-feira gorda tem lugar o célebre carnaval italiano. Mas, no dia seguinte, as igrejas estão cheias de fiéis para receber as cinzas. Na capela do Vaticano um velho sacerdote, vestido de branco, está ajoelhado diante do altar; outro sacerdote desce do altar e, enquanto impõe as cinzas na fronte do Papa e o Papa inclina a cabeça branca, a Igreja pronuncia sobre ele a mesma fórmula que sobre os milhões de fiéis nesse dia: Memento, homo, quia pulvis es et in pulverem reverteris, “Lembra-te, homem, de que és pó e ao pó hás de tornar”. Também vós, Santíssimo Padre, volvereis ao pó — mas sois infalível, porque, as duas coisas são independentes.
c) “E o Papa não pode mais pecar”? A infalibilidade não significa isso. Ele não pode enganar-se em questões de fé e de moral, mas pode enganar-se na sua própria vida moral. As fraquezas da natureza humana subsistem no Papa, ele também pode cometer pecados e — ai! — a história narra tristes quedas morais relativamente a alguns. Cristo, que suportou até mesmo um Judas entre seus Apóstolos, não escolheu os Papas unicamente dentre os santos.
Sim, tem havido entre eles mais santos e personagens virtuosos do que em qualquer família reinante; mas houve também — infelizmente — um Alexandre VI. E não há Papa que ouse aproximar-se do altar sem recitar, nas orações ao pé do altar, o que todo padre recita: Mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa, “Por minha culpa, minha culpa, minha máxima culpa”.
Uma tarde em cada semana, quando os derradeiros raios do sol poente iluminam as janelas do Vaticano, por trás de uma dessas janelas, um sacerdote de vestes brancas levanta-se da mesa de trabalho, percorre um corredor silencioso e bate a uma porta. Um simples padre levanta-se para lhe atender ao chamado. “Queria confessar-me”, e o Papa ajoelha-se no confessionário. Ao cabo de alguns minutos, sobre o Papa ajoelhado, sobre o Papa que se confessou, descem as palavras da absolvição: Ego te absolvo, “Eu te absolvo”. Então o Papa se confessa? Certamente. O Papa infalível também pode pecar? Sim, pode, pois as duas coisas são independentes.
Nós não fazemos, pois, do Papa “um ente sobrenatural”; o Papa não deixa de ser “um homem mortal, frágil e suscetível de cair”, apesar do que cremos e confessamos a seu respeito.

Referências
  • Extraído e levemente adaptado de A Igreja Católica. Rio de Janeiro: José Olympio, 1942, pp. 92-96.
Notas
  1. “O Papa se pronuncia ex cathedra, ou infalivelmente, quando ele fala: (1) como Doutor Universal; (2) em nome e com a autoridade dos Apóstolos; (3) em um ponto de fé e moral; (4) com o propósito de obrigar cada membro da Igreja a aceitar e acreditar em sua decisão.” (Cardeal John Henry Newman, The True Notion of Papal Infallibility)


Fonte: Aletéia
São João Paulo II, rogai por nós e pelo Clero!

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Parto normal: a dimensão espiritual

Lírio entre Espinhos | Jun 08, 2018

NEWBORN
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Você já refletiu sobre o lado espiritual de se trazer um filho ao mundo?

Talvez você nunca tenha parado para pensar sobre a escolha entre ter um parto normal ou uma cesárea. Talvez você tenha crescido ouvindo as pessoas dizerem que parto normal é muito ruim, que dói demais. Talvez todos os médicos com que você tenha se consultado tenham lhe informado apenas com mitos a respeito do parto normal e lhe dado a cesariana como a melhor opção. Talvez você nunca tenha refletido sobre o lado espiritual de se trazer um filho ao mundo. Na iminência do meu segundo parto, achei tão importante falar sobre isso.

A cesárea

“Acaso faço chegar a hora do parto e não faço nascer?”, diz o Senhor. “Acaso fecho o ventre, sendo que eu faço dar à luz?”, pergunta o seu Deus. (Isaías 66, 9)
Infelizmente estamos inseridas em uma cultura cesarista. O Brasil é um dos países campeões em realizações de cesarianas, com uma taxa de 55,6% de cesáreas. Aparentemente o parto normal ficou para trás e isso parece ser tão… normal. A cesárea, que é um procedimento cirúrgico, passou a ser tida como escolha pessoal e a via mais comum de se trazer um bebê ao mundo. Será que isso está certo?
Em primeiro lugar, tratemos da cesárea. Cesárea é um procedimento cirúrgico que salva vidas, mas nem por isso deixa de ser uma cirurgia. Há muitos efeitos colaterais e até mesmo riscos, por isso ela deve ser feita com indicação de real necessidade, pois não é a via natural de nascimento e também não é a melhor.
A Karen Mortean, na página Fertilidade Inteligente, fez um post resumido sobre as indicações reais para uma cesariana. Nessa página, e em outras, como a Auxílio no Parto, vocês poderão encontrar uma infinidade de bons materiais a respeito do assunto. Também indico a página do meu obstetra, o dr. Frederico Bravim.

Benefícios do parto normal

São tantos os benefícios do parto normal:
  • em primeiro lugar, o de não precisar passar por uma cirurgia de médio porte,
  • menor risco de infecção,
  • o trabalho de parto favorece a produção de leite materno,
  • a mãe pode segurar o bebê assim que o bebê nasce e estimular a amamentação,
  • o vínculo deste momento é fundamental para a mãe/pai e bebê,
  • o útero volta ao seu tamanho normal mais rapidamente,
  • há benefícios psicológicos para a mãe,
  • as complicações são menos frequentes,
  • recuperação rápida após o parto,
  • não há necessidade de separar mãe-bebê,
  • menos problemas respiratórios para o bebê,
  • além de menor risco do bebê nascer prematuro etc.

Infelizmente, além de uma cultura cesarista, nosso país tem um sistema de saúde em que práticas ultrapassadas ainda são feitas e tantas mulheres ainda sofrem violência obstétrica ao escolherem um parto normal. Muitas mulheres desejam um parto natural, mas esbarram em tantas dificuldades, principalmente a de encontrar profissionais que ofereçam como uma opção válida, real, como a melhor opção.
Muitos profissionais são desonestos e enganam as mulheres para não terem de se sacrificar ao acompanhar uma gestante em trabalho de parto por horas a fio, por exemplo. Por isso, é importante estudar e buscar equipes realmente confiáveis.
Outra grande dificuldade são as taxas tão altas que muitas equipes médicas cobram para estarem disponíveis para atender nosso parto. Ir para os plantões obstétricos que muitos hospitais oferecem tem sido cada vez mais difícil, pois a maior parte das equipes não está disposta nem a tratar as mulheres com respeito, muito menos a esperar o desenrolar de um trabalho de parto. Vivemos tempos difíceis, mas será que a cesárea é a nossa única opção?

Uma questão espiritual

Em poucos anos a nossa sociedade sofreu mudanças profundas e rápidas em tantas esferas. Uma delas, de forma especial, é que a vida encheu-se de facilidades e de conforto, nos deixando moles, frouxos e fugindo a qualquer custo do sofrimento.
Ter facilidades e conforto não é tanto o problema, já que muitas das invenções vieram como uma ajuda e as condições financeiras deram aporte a uma vida um pouco menos dura, no sentido de se poder desfrutar de algumas coisas boas que antes eram impossíveis.
Mas, a principal consequência dessa mudança é que desaprendemos a sofrer, desaprendemos a dar valor ao quanto as coisas custam, passamos a encarar qualquer pequeno arranhão como uma dor insuportável e a nos incomodarmos com tudo.
É certo que há uma grande influência médica durante o pré-natal na decisão das mulheres levando-as a optar pela cirurgia, até por motivos como mais conforto para o próprio médico, que não precisará passar horas com a gestante durante a madrugada, por exemplo, podendo apenas agendar a retirada do bebê num horário confortável para ele.
Mas, além disso, muitas mulheres optam pela cesariana justamente para fugir da dor.
A dra. Alice em seu livro O privilégio de ser mulher, escreveu:
”O parto é também um acontecimento que goza de sacralidade. Embora as dores agonizantes que muitas mulheres suportam sejam uma terrível consequência do pecado original, a beleza do ensinamento da Igreja Católica deixa claro que seus esforços femininos e seus gritos de agonia, que precedem a chegada ao mundo de outra pessoa humana, têm um profundo sentido simbólico. Assim como Cristo sofreu as dores agonizantes da crucifixão para reabrir as portas dos céus para nós, assim também a mulher recebeu o rico privilégio de sofrer para que outra criança feita à imagem e semelhança de Deus possa entrar no mundo.”
Não se sinta menos mãe ou menos mulher por ter feito uma cesárea necessária,  ou por ter sido enganada, por ter tido medo de sofrer violência obstétrica e tanto mais. Deus conhece nosso coração e a nossa realidade. O que venho trazer nesse texto é uma provocação, uma reflexão.
O Senhor nos dá graças específicas para cada situação na vida. Não podemos dizer que confiamos no Senhor apenas a respeito do número de filhos, mas devemos ter essa confiança filial de que Ele nos auxiliará na hora de trazê-los ao mundo. O que não significa que não devemos colocar os meios necessários para alcançar um bom parto, como nos informarmos, rezarmos, cuidarmos da saúde, procurarmos locais e equipes confiáveis, etc. Inclusive, há muitas maternidades públicas muito boas e defensoras do parto normal.
Nas Sagradas Escrituras está escrito: “Quando a mulher está para dar à luz, sofre porque veio a sua hora. Mas, depois que deu à luz a criança, já não se lembra da aflição, por causa da alegria que sente de haver nascido um homem no mundo.” (João 16,21). E é verdade! Se é o medo da dor que te afugenta dessa experiência tão grandiosa e cheia de significado, saiba que há inúmeros meios de amenizar a dor, como: a presença de uma doula, massagens, exercícios, respiração,  banho e, por fim, uma analgesia.
É impossível não relacionar o alto índice de cesáreas com um controle de natalidade velado. É certo que partos normais sucessivos são muito melhores para nós que desejamos uma família numerosa. Cesáreas sucessivas apresentam riscos e quantas mulheres não foram enganadas, desestimuladas a ter mais filhos ou a tentar um parto normal e até mesmo submetidas a laqueadura por causa disso?
É claro que há muitos casos de 8, 9 cesáreas, mas isso não significa que não haja riscos.
A questão maior é que existem mulheres que acreditam mesmo que não podem ter mais de três cesáreas, por exemplo, e os médicos usam disso para o controle de natalidade, fazendo até mesmo um terrorismo psicológico.  É importante que o parto normal seja estimulado e buscado mesmo com cesáreas anteriores. É totalmente possível, há relatos incríveis! E mesmo se não for o caso, há sim como ter mais de três cesáreas. Indico esse post sobre a quantas cesáreas uma mulher pode ser submetida.

Reflexão

Apesar da ”bandeira” do parto normal ser levantada em grande parte pelas feministas, isso não significa que seja uma luta apenas delas e que devemos ignorar este assunto. O parto normal é antes de tudo algo criado por Deus. Foi assim que o Criador pensou que os bebês viriam ao mundo, e, após o pecado original, que viriam ”em dores de parto.” O parto não é um assunto ideológico, mas natural, pois existe desde a criação.
Quando começamos a adentrar o mundo do parto natural, do parto humanizado, enfim, tantos termos, encontramos um discurso que vem no mesmo pacote: um suposto empoderamento da mulher, protagonismo, uma luta, uma bandeira. Mas o parto está muito além disso. Todo esse viés ideológico deve ser descartado por nós.
Devemos reter e retomar aquilo que nos pertence, aquilo que é naturalmente bom, que conduz ao Bem: o parto que respeite o processo fisiológico natural, que tenha uma equipe médica competente e honesta, que se baseie em evidências científicas e que proporcione não só à mulher, mas também ao bebê e à família uma experiência feliz.
É preciso entender, antes de tudo, que o parto normal é um processo fisiológico e não patológico. São João Paulo II, na Carta Mulieris Dignitatem, nos diz:
”A análise científica confirma plenamente o fato de que a constituição física da mulher e o seu organismo comportam em si a disposição natural para a maternidade, para a concepção, para a gestação e para o parto da criança.”
Um parto não precisa de intervenções desnecessárias: todas fomos feitas para dar à luz. Infelizmente há tantas histórias de partos traumáticos, até mesmo violentos, que levam tantos casais à se fecharem a novas vidas. E também tantos casos de cesarianas desnecessárias e em seguidas vezes que acabam diminuindo a possibilidade de novas gestações seja por riscos verdadeiros ou porque os médicos assim o dizem.
Além disso, será que já paramos para entender a profundidade da experiência de dar à luz um filho? Submeter-nos voluntariamente a uma entrega tão grande que nos custará não pouco, mas muito. Ou como disse a Kimberly Hahn em seu livro “Amor que dá vida”:
“O que uma mulher faz ao dar à luz um filho é, à imitação de Cristo, dar a sua vida pelo amigo’.”
O Venerável Fulton Sheen nos ensina:
“Todo nascimento reclama submissão e disciplina. Na mulher, a submissão não é passiva, é sacrifical. Nem só os dias da mulher, mas também as noites, não só a alma, mas também o corpo hão de partilhar do Calvário da maternidade. É por isso que a mulher tem da doutrina da Redenção uma compreensão mais nítida que os homens, ela, ao dar a luz, pôde associar com a vida o risco da morte e compreender o sacrifício de si mesma por outro ser, nos meses incômodos da gestação.” E “As dores que a mulher suporta no trabalho de parto ajudam a expiar os pecados da humanidade e extraem seu significado da Agonia de Cristo na Cruz. As mães são, portanto, não apenas co-criadoras com Deus; são corredentoras com Cristo na carne.”
Não é que quem faça uma cesárea necessária não passe por sofrimentos ou não seja uma oferenda viva, afinal muitas vezes desejamos um parto normal mas acabamos passando pela cirurgia por necessidade e isso não diminui a entrega.
Sejamos mulheres de coragem, façamos da nossa vida e do nosso corpo uma oferta viva, um sacrifício vivo, como foi o Manso e Divino Cordeiro. Benditos os filhos que são gerados na Cruz! Somente aquilo que passa por ela é fecundo. Nossos rebentos serão frutos de santidade quanto mais nos oferecermos por eles.
Deixemos para trás esse discurso fraco, vitimista, caprichoso, mesquinho e sombrio de que o parto é algo terrível. O parto normal é algo maravilhoso! Entendido e vivido como deve ser, dentro de uma ótica e realidade católica, o parto é para nós, a morte de nós mesmas entre dores, suores e sangue, como morreu Nosso Senhor que jorrou sangue e água no alto da Cruz, para que o outro tenha vida. Que escolha mais feliz poder dar a vida pelos que amamos. Ou, como nos ensina São Josemaria: “O amor é sacrifício, e o sacrifício, por Amor, gozo.”


Fonte: Aletéia

Nossa Senhora do Bom Parto, rogai por nós!

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Vaticano: o “não” à ordenação de mulheres é definitivo

Vatican News | Maio 30, 2018

Dom Luis Ladaria

A entrevista do Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Dom Luis Ladaria, ao Osservatore Romano

Dom Luiz Ladaria, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, declarou que devemos conhecer bem os mandamentos do Senhor e também segui-los, para nos enraizarmos cada vez mais em Cristo. Partindo deste princípio, retomou os esclarecimentos sobre as dúvidas ainda existentes sobre a ordenação ministerial de mulheres.
Dom Ladaria reforçou que a ordenação somente de homens é uma verdade pertencente ao depósito da fé que não pode ser alterada porque a Igreja não recebeu de Cristo a autoridade para alterá-la.

Eucaristia e sacramento da ordem


Se a Igreja pode oferecer vida e salvação ao mundo inteiro, é graças às suas raízes em Jesus Cristo, seu fundador. Este enraizamento ocorre principalmente através dos sacramentos, tendo a Eucaristia no centro. (…) Intimamente ligado à Eucaristia está o Sacramento da Ordem, em que Cristo se faz presente na Igreja como fonte de sua vida e de sua obra.
Os sacerdotes são configurados “a Cristo sacerdote, para poder agir em nome de Cristo, chefe da Igreja” (Presbyterorum ordinis, n. 2).
Cristo quis dar este sacramento aos doze apóstolos, todos homens que, por sua vez, comunicaram isso a outros homens. A Igreja sempre se reconheceu vinculada a esta decisão do Senhor, que exclui que o sacerdócio ministerial possa ser conferido validamente às mulheres.

São João Paulo II e a “Ordinatio Sacerdotalis


A Congregação da Doutrina da Fé, com o objetivo de dar uma resposta às duvidas existentes sobre a ordenação de mulheres, recorda as palavras do Papa João Paulo II na Carta Apostólica Ordinatio Sacerdotalis, de 22 de maio de 1994:
“Para que seja excluída qualquer dúvida em assunto da máxima importância, que pertence à própria constituição divina da Igreja, em virtude do meu ministério de confirmar os irmãos (cf. Lc 22,32), (…) a Igreja não tem absolutamente a faculdade de conferir a ordenação sacerdotal às mulheres, e que esta sentença deve ser considerada como definitiva por todos os fiéis da Igreja”.


Dúvidas?


O Prefeito da Congregação afirma que se preocupa ao ver que alguns países, algumas vozes colocam em dúvida esta doutrina. Alguns afirmam que “para dizer que não é definitivo, argumenta-se que não foi definido ex cathedra e que, então, uma decisão posterior de um futuro Papa ou Concílio poderia mudar. Semear estas dúvidas cria uma séria confusão entre os fiéis, não apenas sobre o Sacramento da Ordem como parte da constituição divina da Igreja, mas também sobre o magistério ordinário que pode ensinar a doutrina católica de maneira infalível.

Por que a Igreja não pode mudar a doutrina?


A Igreja não tem capacidade de mudar essa substância, porque é precisamente a partir dos sacramentos instituídos por Cristo que ela é gerada como Igreja. Não é apenas um elemento disciplinar, mas um elemento doutrinário, no que diz respeito à estrutura dos sacramentos, que são o lugar original do encontro com Cristo e da transmissão da fé. Portanto, não estamos diante de um limite que impeça a Igreja de ser mais efetiva em sua atividade no mundo.
“Se a Igreja não pode intervir, é porque naquele momento intervém o amor original de Deus”.
Ele é quem opera na ordenação de sacerdotes, de modo que a Igreja contenha sempre, em cada situação de sua história, a presença visível e eficaz de Jesus Cristo “como a principal fonte de graça” (Papa Francisco, Evangelii Gaudium, 104)

Homem e mulher


É claro que a diferença de função entre homem e mulher não traz consigo nenhuma subordinação, mas um enriquecimento mútuo. Lembre-se de que a figura consumada da Igreja é Maria, a Mãe do Senhor, que não recebeu o ministério apostólico. Assim, vemos que o masculino e o feminino, a linguagem original que o criador inscreveu no corpo humano, são assumidos na obra de nossa redenção. Precisamente a fidelidade ao desígnio de Cristo no sacerdócio ministerial permite, então, aprofundar e promover ainda mais o papel específico das mulheres na Igreja, dado que “no Senhor, nem o homem está sem mulher, nem a mulher está sem homem “(1 Coríntios, 11, 11).
Além disso, pode-se lançar uma luz sobre nossa cultura, que luta para entender o significado e a bondade da diferença entre homem e mulher, o que também afeta sua missão complementar na sociedade.

A infalibilidade


As dúvidas levantadas sobre a finalidade da Ordinatio sacerdotalis também têm sérias consequências sobre como entender o magistério da Igreja. É importante reiterar que a infalibilidade não é apenas “pronunciamentos solenes” de um Conselho ou do Sumo Pontífice, quando fala ex cathedra, mas também o ensino ordinário e universal dos bispos ao redor do mundo, espalhados pelo mundo, em comunhão uns com os outros e com o Papa, a doutrina católica a ser realizada definitivamente. João Paulo II na Ordinatio sacerdotalis referiu-se a essa infalibilidade.
Assim, ele não declara um novo dogma, mas com a autoridade que foi conferida como o sucessor de Pedro, formalmente confirmado e explicitado, a fim de eliminar qualquer dúvida, aquilo que o Magistério ordinário e universal considerou o tempo todo na história da Igreja como pertencente ao depósito da fé. É precisamente este modo de pronunciar-se que reflete um estilo de comunhão eclesial, já que o Papa não quis trabalhar sozinho, mas como testemunha, ouvindo uma tradição ininterrupta e vivida. Por outro lado, ninguém pode negar que o Magistério pode falar infalivelmente sobre verdades que são necessariamente ligadas com o dado formalmente revelado, pois somente desta forma pode exercer a sua função de guardas santamente e expor fielmente o depósito da fé.

Papa Bento XVI


Bento XVI também insistiu neste ensinamento, lembrando, na missa crismal de 5 de abril de 2012, que João Paulo II “declarou irrevogavelmente” que a Igreja em relação à ordenação de mulheres “não tinha autorização do Senhor”. E se perguntou depois sobre alguns que não aceitavam essa doutrina:
“A desobediência é realmente um caminho? Podemos perceber nisso algo da conformação a Cristo, que é o pressuposto de toda verdadeira renovação, ou melhor, apenas o desesperado impulso de fazer algo, transformar a Igreja segundo nossos desejos e nossas ideias?”

Papa Francisco


Em sua Exortação Apostólica Evangelii gaudium, reafirmou o Papa Francisco que “o sacerdócio reservado aos homens, como sinal de Cristo esposo consagrado na Eucaristia”, e chamado a não interpretar esta doutrina como expressão de poder, mas serviço, de modo que se perceba melhor a igual dignidade de homens e mulheres no único corpo de Cristo (N 104).
Na coletiva de imprensa no voo de regresso da viagem apostólica à Suécia, em 1° de novembro de 2016, o Papa Francisco reiterou:
“Sobre a ordenação de mulheres na Igreja Católica, a última palavra clara foi dada por São João Paulo II, e essa permanece”.


Permanecer nos mandamentos de Cristo


Neste tempo, em que a Igreja é chamada a responder aos muitos desafios da nossa cultura, é essencial que ela permaneça em Jesus, como os ramos da videira. É por isso que o Mestre nos convida a fazer com que suas palavras permaneçam em nós:
“Se guardares os meus mandamentos, permanecerás no meu amor” (João, 15, 10).
Somente a fidelidade às suas palavras, que não passarão, assegura nosso enraizamento em Cristo e em seu amor. Somente a aceitação de seu sábio desígnio, que toma forma nos sacramentos, revigora as raízes da Igreja, a fim de produzir frutos de vida eterna.

Fonte: Aletéia

Rainha dos Confessores, rogai por nós!

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Chapéu + Véu = Voillete



A cantora Katy Perry foi ao encontro com o Papa Francisco, conforme manda o protocolo do Vaticano: usando preto e com a cabeça coberta, aqui, ela escolheu uma Voillete.

A Voillete é uma excelente opção para ser usada em casamentos, batizados e/ou outros Sacramentos na Igreja Católica, de forma a cobrir a cabeça sem fazer uso do véu tradicional.


E no casamento do Príncipe Harry e de Meghan, algumas convidadas também fizeram uso da Voillete:


Amal Clooney 

Kitty Spencer, prima do noivo 

Sarah Rafferty, atriz 

Victoria Beckham


Leia mais sobre ela em clicando em: O que é uma Voillete?


Fonte: Aletéia e Google

Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!

quinta-feira, 10 de maio de 2018

11 Frases de Santos e Papas sobre o Poder de Rezar o Rosário!

Redação da Aleteia | Maio 07, 2018

POPE JOHN PAUL II,ROSARY
Alessia Giuliani | CPP

 

“Se um milhão de famílias rezassem o rosário todos os dias, o mundo inteiro seria salvo”


1. “O rosário é o flagelo do diabo” (Papa Adriano VI)


2. “O rosário é a mais excelente forma de oração e o meio mais eficaz de alcançar a vida eterna. É o remédio para todos os nossos males, a raiz de todas as nossas bênçãos. Não há maneira mais excelente de rezar” 
(Papa Leão XIII)


3. “O maior método para rezar é rezar o rosário” 
(São Francisco de Sales)


4. “O rosário é um tesouro inestimável inspirado por Deus” 
(São Luís Maria Grignion de Montfort)


5. “Dai-me um exército que reze o rosário e eu vencerei o mundo” (Papa São Pio X)


6. “De todas as orações, o rosário é a mais bela e a mais rica em graças; é a oração que mais toca o Coração da Mãe de Deus! Se você deseja que a paz reine em sua casa, reze o rosário em família” 
(Papa São Pio X)


7. “Se um milhão de famílias rezassem o rosário todos os dias, o mundo inteiro seria salvo” (Papa São Pio X)


8. “O rosário é uma arma poderosíssima para afugentar os demônios. Não deixe passar nenhum dia sem rezá-lo, não importa o quanto você esteja sobrecarregado” 
(Papa Pio XI)


9. “O rosário é a ‘arma’ para estes tempos” (São Padre Pio)


10. “O rosário é uma escola para aprendermos a verdadeira perfeição cristã” 
(Papa São João XXIII)


11. “Como é bela a família que reza o rosário todas as noites!” 
(Papa São João Paulo II)



Fonte: Aletéia


REZEM O TERÇO TODOS OS DIAS
(Nossa Senhora em Fátima)

Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!

domingo, 6 de maio de 2018

Maio, mês das noivas: 9 dicas do Papa Francisco para preparar um casamento

Redação da Aleteia / ACI Digital | Maio 02, 2018 
 

Os conselhos são baseados na exortação Amoris Laetitia


Maio é tradicionalmente conhecido como mês das noivas e muitos optam por se casar exatamente neste período. Mas, além da data do casório, outras questões são importantes para este momento. Na exortação pós-sinodal Amoris Laetitia, o Papa Francisco dá nove dicas para preparar o dia do casamento:

http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/apost_exhortations/documents/papa-francesco_esortazione-ap_20160319_amoris-laetitia.html


1. Não se concentrem nos detalhes

O Papa pede para não se concentrar demais nos inúmeros detalhes que consomem recursos econômicos e energia dos noivos, porque assim chegam ao casamento já cansados. Em vez disso, indica a necessidade de dedicar suas melhores forças para se preparar como casal para este grande passo.

“Esta mesma mentalidade subjaz também à decisão de algumas uniões de fato que nunca mais chegam ao matrimônio, porque pensam nas elevadas despesas da festa, em vez de darem prioridade ao amor mútuo e à sua formalização diante dos outros”.

2. Optem por uma celebração austera e simples

Tenham “a coragem de ser diferentes” e não se deixem devorar “pela sociedade do consumo e da aparência”. “O que importa é o amor que vos une, fortalecido e santificado pela graça”. Optem por uma celebração “austera e simples, para colocar o amor acima de tudo”.

3. O mais importante é o sacramento e o consentimento
4. Deem valor e peso para a promessa que farão

O Papa recorda que o sentido do consentimento mostra que “liberdade e fidelidade não se opõem uma à outra, aliás apoiam-se reciprocamente”. Pensem os danos que produzem as promessas não cumpridas.  

“A honra à palavra dada, a fidelidade à promessa não se podem comprar nem vender. Não podem ser impostas com a força, nem guardadas sem sacrifício”.

5. Recordem que estarão abertos à vida

Lembre-se de que um grande compromisso, como o que expressa o consentimento matrimonial e a união dos corpos que consume o matrimônio, quando se trata de dois batizados, só pode ser interpretada como sinal do amor do Filho de Deus feito carne e unido com sua Igreja em aliança de amor. Assim, “o significado procriador da sexualidade, a linguagem do corpo e os gestos de amor vividos na história dum casal de esposos transformam-se numa ‘continuidade ininterrupta da linguagem litúrgica’ e ‘a vida conjugal torna-se de algum modo liturgia’”.

6. O matrimônio não é de um dia, dura a vida inteira

Tenham em mente que o sacramento que celebrarão “não é apenas um momento que depois passa a fazer parte do passado e das recordações, mas exerce a sua influência sobre toda a vida matrimonial, de maneira permanente”.

7. Rezem antes de se casar

Cheguem ao casamento depois de ter rezado juntos, “um pelo outro, pedindo ajuda a Deus para serem fiéis e generosos”, perguntando juntos a Deus o que Ele espera de vocês.

8. O casamento é uma ocasião para anunciar o Evangelho

Recordem que Jesus iniciou seus milagres nas boas de Caná: “o vinho bom do milagre do Senhor, que alegra o nascimento de uma nova família, é o vinho novo da Aliança de Cristo com os homens e mulheres de cada tempo”. Portanto, o dia do seu casamento será “uma preciosa ocasião para anunciar o Evangelho de Cristo”.

9. Consagrem seu matrimônio à Virgem Maria

O Papa também sugere que os noivos comecem sua vida matrimonial consagrando seu amor ante uma imagem da Virgem Maria.


Fonte: Aletéia

Jesus, Maria e José, Nossa Família Vossa É!

sexta-feira, 27 de abril de 2018

A história dos sapatos vermelhos do Papa

 
RED SHOES
TIM SLOAN - AFP

E por que o Papa Francisco decidiu não usá-los

Muitos ainda se lembram dos Papas São João Paulo II e Bento XVI com seus sapatos vermelhos – e alguns, inclusive, se perguntam por que o Papa Francisco não os utiliza.

Esses sapatos são tão antigos quanto a Igreja e têm um significado específico, assim como quase todos os elementos visíveis relacionados tradicionalmente aos Papas.

A maioria dos Papas costumava usar três tipos de sapatos: um sapato vermelho mais leve para usar no interior do Vaticano; sandálias episcopais para celebrar a missa conforme as cores litúrgicas (até 1969); e sapatos de couro vermelho, mais fortes, para serem usados em ambientes externos. É destes últimos que vamos falar.

Quanto à cor: no mundo secular, o vermelho quase sempre foi associado, de alguma forma, ao poder real, mas, na Igreja, essa cor recorda primariamente o Sangue da Paixão de Cristo e, por extensão, o amor de Deus pela humanidade, além do amor de todos os mártires que deram a vida por Cristo. Para deixar este simbolismo mais claro, os sapatos de couro vermelho dos Papas costumavam trazer ainda uma cruz bordada em dourado.

Os Papas Paulo VI, João Paulo I e João Paulo II foram sepultados usando esses sapatos. O Papa Emérito Bento XVI também os usou, juntamente com outros elementos simbólicos tradicionais.


BENEDICT XVI

Shutterstock-Eugenio Marongiu

Já o Papa Francisco preferiu continuar usando os sapatos pretos com que já estava acostumado e que são feitos pelo mesmo sapateiro argentino há mais de 40 anos: Carlos Samaria.

Setores mais agressivos da mídia laica, que fizeram o impossível para atacar de todas as formas o pontificado de Bento XVI, chegaram a noticiar, falsamente, que os sapatos do pontífice eram um símbolo de luxo, embora o significado desses sapatos fosse público e tradicional no papado já fazia séculos e séculos. Aliás, também foi noticiado, com a mesma falsidade, que o trono do Papa era de ouro maciço, quando se trata na realidade de madeira pintada. Esses mesmos setores da mídia também procuraram levar a crer, com todas as desculpas imagináveis, que existiria uma “ruptura radical” entre os pontificados de Bento e Francisco, tese que os dois Papas já negaram repetidas vezes, frisando constantemente a continuidade, a coerência, o apreço recíproco e a mútua colaboração. É visível que existem diferenças de estilo pessoal, que são acidentais, mas é igualmente notória a coesão em torno à doutrina e à fidelidade da Igreja ao Evangelho, que é o essencial e imutável.

Os sapatos vermelhos, enfim, são apenas um símbolo, que, embora bonito e singelo, é secundário, não obrigatório – por isso mesmo é que o Papa Francisco não os está usando, optando por evitar polêmicas desnecessárias a respeito de algo que não é essencial. Dito de outra forma: ele preferiu sacrificar um aspecto simbólico que poderia tranquilamente ser entendido em seu significado próprio e edificante, mas que não é indispensável, e fez isto a fim de priorizar a concórdia com pessoas dispostas a arranjar polêmicas estéreis que simplesmente não valem a pena diante de temas muito mais relevantes.


POPE FRANCIS

© Antoine Mekary - ALETEIA
Fonte: Aletéia
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