terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Pode batizar na Quaresma?
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Homilia do Papa Francisco na Missa do Crisma – 17/04/14
Boletim da Santa Sé
segunda-feira, 31 de março de 2014
Multirão de Confissões - Quaresma 2014
Dia 14/04: Paróquia São Pio de Pietrelcina
Dia 15/04: Santuário Dom Bosco
Dia 16/04: Paróquia São Judas Tadeu
domingo, 30 de março de 2014
Quaresma e a Boa Confissão!
quinta-feira, 13 de março de 2014
A Importância e Necessidade do Jejum
Fonte: Missa Tridentina em Brasilia
Glorioso São José, rogai por nós!
quinta-feira, 6 de março de 2014
Sermão da Quarta-feira de Cinzas - A morte e quais e como devem ser nossas práticas quaresmais
quarta-feira, 5 de março de 2014
Catequese do Papa Francisco - Quaresma e Conversão!
quarta-feira, 5 de março de 2014, 10h05
Praça São Pedro
Quarta-feira, 5 de março de 2014
Boletim da Santa Sé
Tradução: Jéssica Marçal
Queridos irmãos e irmãs, bom dia
domingo, 24 de março de 2013
CELEBRAÇÃO DO DOMINGO DE RAMOS E DA PAIXÃO DO SENHOR
XXVIII Jornada Mundial da Juventude
Domingo, 24 de março de 2013
Jesus, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro!
quinta-feira, 14 de março de 2013
Quaresma: saiba como surgiu e qual a melhor forma de vivê-la
A palavra “quaresma” tem sua raiz no latim. Surgiu a partir da frase “Quadragésima die Christus pro nobis tradétur”, que se traduz: “Daqui a quarenta dias (no quadragésimo dia) Cristo será entregue por nós”. Quaresma é abreviação de quadragésima. Na frase latina em questão, quadragésima está no feminino porque, em latim, dia, além de masculino, é também feminino. A língua portuguesa manteve a palavra no feminino, resultando em “quaresma”.
São quarenta dias em que a Igreja se prepara para celebração da Páscoa, principal celebração do Cristianismo. O número “40” é simbólico, no sentido de recordar os momentos importantes narrados pela Bíblia que foram antecedidos por quarenta dias, meses ou até anos.
De acordo com padre Roger Araújo, sacerdote da Comunidade Canção Nova, o sentido dos quarenta dias está ligado a essa simbologia bíblica: quarenta dias de dilúvio, tidos como preparação para uma nova humanidade; (cf. Gn 7, 17ss); quarenta dias em que o povo hebreu caminhou no deserto, rumo à terra prometida (cf. 8, 2.4); o profeta Elias que caminhou quarenta dias para chegar à montanha de Deus (cf. IRs 19,8); quarenta dias que Jesus passou no deserto (cf. Lc 4, 1-13), dentre como outros episódios.
Neste período que se encerra na quarta-feira da Semana Santa, os fiéis são convidados a fazer um confronto especial entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Este confronto deve levar o cristão a aprofundar sua compreensão da Palavra de Deus e a intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé.
O tempo litúrgico quaresmal surgiu por volta do ano 350 d.C.. A Igreja decidiu aumentar o tempo de preparação para a Páscoa, que era de três dias, chamado de Tríduo Sagrado da Semana Santa: Quinta-feira Santa, Sexta-feira Santa e Sábado Santo. A preparação para a Páscoa passou, então, a ter quarenta dias. Isto aconteceu porque os cristãos perceberam que três dias eram insuficientes para que se pudesse preparar adequadamente para a festa da Ressurreição que, segundo a Igreja, é de suma importância.
Padre Roger Araújo afirma que este tempo deve ser vivido pelos católicos segundo as orientações da Igreja, ou seja, com recolhimento, oração e silêncio. “Não é um tempo para baladas, festas e grande eventos. É um tempo de nos penitenciarmos daquilo que é o comum, ou seja, as músicas que ouvimos, os lugares que costumamos ir, para que isso favoreça mais o recolhimento interior. Não é que seja pecado; é uma escolha, um condicionamento, é um treinamento que fazemos para o espírito, neste tempo de graça que o Senhor nos dá, que é o tempo da Quaresma”.
O sacerdote também ressalta que, tratando-se de um tempo forte de conversão, algumas pessoas podem ficar apegadas às práticas penitenciais apenas neste tempo. No entanto, padre Roger explica: “Não são as práticas que nos convertem e nem são elas os sinais da nossa conversão. A conversão é mudança de atitude, de mentalidade. A expressão utilizada pela Igreja para melhor caracterizar a conversão é a palavra grega “metanoein” (metanóia), que quer dizer mudança de mentalidade, de pensamento. É preciso mudar alguns conceitos dentro de nós.”
A penitência, segundo o padre, ajuda o cristão a se desprender de algumas coisas que estão arraigadas dentro de si, tornando-o mais humildes e disposto a buscar no Cristo crucificado, o sentido para a vida. “A penitência é um remédio que nos ajuda a vivermos melhor as disposições que Deus nos chama neste tempo.”
Como direção para esse período quaresmal, padre Roger reforça a orientação da Igreja: viver as três práticas indicadas – o jejum, a esmola e a oração.
O jejum – explica o padre – como sinal de liberdade, de não querer mais estar preso a nada; a esmola, não no sentido de dar algo pessoal aos outros, mas “dar-me para o outro, reconciliar-me com o outro” e a oração que é o fermento na vida do cristão. “A oração é nosso relacionamento com Deus. Nesse tempo somos chamados a capricharmos um pouco mais na nossa vida de oração.”
Fonte: Canção Nova
Mãe da Divina Misericórdia, rogai por nós!
quinta-feira, 7 de março de 2013
Multirão de Confissão para a Páscoa 2013!!
6 de Março - Nossa Senhora Do Carmo
7 de Março - Perpétuo Socorro
8 de Março - Santa Terezinha
12 de Março - São Judas
13 de Março - Sagrada Familia
14 de Março - Nossa Senhora De Fátima
15 de Março - São Pedro
20 de Março - Cristo Redentor
21 de Março - Imaculada Conceição
22 de Março - São Vicente De Paulo
12 de Março - Paróquia São José Operário
13 de Março - Paróquia N. Sra. do Lago
15 de Março - Paróquia do Verbo Divino
18 de Março - Paróquia N. Sra. da Esperança
19 de Março - Paróquia N. Sra. da Consolata
22 de Março - Paróquia Mãe da Divina Misericórdia
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Missa do Crisma no Vaticano
Homilia de Bento XVI na Missa dos Santos Óleos, no Vaticano
Amados irmãos e irmãs!
No centro da liturgia desta manhã, está a bênção dos santos óleos: o óleo para a unção dos catecúmenos, o óleo para a unção dos enfermos e o óleo do crisma para os grandes sacramentos que conferem o Espírito Santo, ou seja, a Confirmação, a Ordenação Sacerdotal e a Ordenação Episcopal. Nos sacramentos, o Senhor toca-nos por meio dos elementos da criação. Aqui, torna-se visível a unidade entre criação e redenção. Os sacramentos são expressão da corporeidade da nossa fé, que abraça corpo e alma, isto é, o homem inteiro. Pão e vinho são frutos da terra e do trabalho humano. O Senhor escolheu-os como portadores da sua presença. O óleo é símbolo do Espírito Santo e, ao mesmo tempo, alude a Cristo: a palavra "Cristo" (Messias) significa "Ungido".
A humanidade de Jesus, graças à unidade do Filho com o Pai, fica inserida na comunhão com o Espírito Santo e assim é "ungida" de um modo único, é permeada pelo Espírito Santo. Aquilo que acontecera apenas simbolicamente nos reis e sacerdotes da Antiga Aliança, quando eram instituídos no seu ministério com a unção do óleo, verifica-se em toda a sua realidade em Jesus: a sua humanidade é permeada pela força do Espírito Santo. Jesus abre a nossa humanidade ao dom do Espírito Santo. Quanto mais estivermos unidos a Cristo, tanto mais ficamos cheios do seu Espírito, do Espírito Santo.
Chamamo-nos "cristãos", ou seja, "ungidos": pessoas que pertencem a Cristo e por isso participam na sua unção, são tocadas pelo seu Espírito. Não quero somente chamar-me cristão, mas sê-lo também: disse Santo Inácio de Antioquia. Deixemos que estes santos óleos, que vão ser consagrados daqui a pouco, lembrem este dever contido na palavra "cristão", e peçamos ao Senhor que não nos limitemos a chamar-nos cristãos, mas o sejamos cada vez mais.
Como já disse, na liturgia deste dia, são abençoados três óleos. Nesta tríade, exprimem-se três dimensões essenciais da vida cristã, sobre as quais queremos agora refletir.
- Em primeiro lugar, temos o óleo dos catecúmenos. Este óleo indica como que um primeiro modo de ser tocados por Cristo e pelo seu Espírito: um toque interior, pelo qual o Senhor atrai e aproxima de Si as pessoas. Por meio desta primeira unção, que tem lugar ainda antes do Batismo, o nosso olhar detém-se nas pessoas que se põem a caminho de Cristo, nas pessoas que andam à procura da fé, à procura de Deus. O óleo dos catecúmenos diz-nos: não só os homens procuram a Deus, mas o próprio Deus anda à nossa procura.
O fato de Ele mesmo Se ter feito homem descendo até aos abismos da existência humana, até à noite da morte, mostra-nos quanto Deus ama o homem, sua criatura. Movido pelo amor, Deus caminhou ao nosso encontro. "A buscar-me Vos cansaste, pela Cruz me resgatastes: tanta dor não seja em vão!": rezamos no Dies irae. Deus anda à minha procura. Tenho eu vontade de O reconhecer? Quero ser conhecido por Ele, ser encontrado por Ele? Deus ama os homens. Ele sai ao encontro da inquietude do nosso coração, da inquietude que nos faz questionar e procurar, com a inquietude do seu próprio coração, que O induz a realizar o ato extremo por nós.
A inquietude por Deus, o caminhar para Ele, para melhor O conhecer e amar não deve apagar-se em nós. Neste sentido, nunca devemos deixar de ser catecúmenos. "Procurai sempre a sua face": diz um Salmo (105/104, 4). A este respeito, comentava Agostinho: Deus é tão grande que sempre supera infinitamente todo o nosso conhecimento e todo o nosso ser. O conhecimento de Deus nunca se esgota. Por toda a eternidade, poderemos, com uma alegria crescente, continuar a procurá-Lo, para O conhecer e amar cada vez mais. "O nosso coração está inquieto enquanto não repousar em Vós": escreveu Agostinho no início das suas Confissões. Sim, o homem vive inquieto, porque tudo o que é temporal é demasiado pouco. Mas, verdadeiramente, sentimo-nos inquietos por Ele? Não acabamos, talvez, por nos resignar com a sua ausência, procurando bastar-nos a nós mesmos? Não consintamos uma tal redução do nosso ser humano! Continuemos incessantemente a caminhar para Ele, com saudades d’Ele, num acolhimento sempre novo feito de conhecimento e amor!
- Temos, depois, o óleo para a Unção dos Enfermos. Pensamos agora na multidão das pessoas que sofrem: os famintos e os sedentos, as vítimas da violência em todos os continentes, os doentes com todos os seus sofrimentos, as suas esperanças e desânimos, os perseguidos e os humilhados, as pessoas com o coração dilacerado. Ao narrar o primeiro envio dos discípulos por Jesus, São Lucas diz-nos: "Ele enviou-os a proclamar o Reino de Deus e a curar os enfermos" (9, 2). Curar é um mandato primordial confiado por Jesus à Igreja, a exemplo d’Ele mesmo que, curando, percorreu os caminhos do país. É certo que o dever primordial da Igreja é o anúncio do Reino de Deus. Mas este mesmo anúncio deve revelar-se um processo de cura: "...tratar os corações torturados", diz hoje a primeira leitura do profeta Isaías (61, 1). O primeiro fruto que o anúncio do Reino de Deus, da bondade sem limites de Deus, deve suscitar é curar o coração ferido dos homens.
O homem é essencialmente um ser em relação. Mas, se a sua relação fundamental - a relação com Deus – é transtornada, então tudo o resto fica transtornado também. Se o nosso relacionamento com Deus se transtorna, se a orientação fundamental do nosso ser está errada, também não podemos ficar verdadeiramente curados no corpo e na alma. Por isso, a primeira e fundamental cura tem lugar no encontro com Cristo, que nos reconcilia com Deus e sara o nosso coração despedaçado. Mas, além deste dever central, faz parte da missão essencial da Igreja também a cura concreta da doença e do sofrimento.
O óleo para a Unção dos Enfermos é expressão sacramental visível desta missão. Desde o início, amadureceu na Igreja a vocação de curar, amadureceu o amor solícito pelas pessoas atribuladas no corpo e na alma. Esta é também a ocasião boa para, uma vez por outra, agradecer às irmãs e aos irmãos que, em todo o mundo, proporcionam um amor restaurador aos homens, sem olhar à sua posição ou confissão religiosa.
Desde Isabel da Hungria, Vicente de Paulo, Luísa de Marillac, Camilo de Lellis, até Madre Teresa – para lembrar somente alguns nomes – o mundo é atravessado por um rastro luminoso de pessoas, que tem a sua origem no amor de Jesus pelos atribulados e doentes. Por tudo isso damos graças ao Senhor neste momento. E agradecemos a todos aqueles que, em virtude da fé e do amor, se põem ao lado dos doentes, dando assim, no fim das contas, testemunho da bondade própria de Deus. O óleo para a Unção dos Enfermos é sinal deste óleo da bondade do coração, que estas pessoas – juntamente com a sua competência profissional – proporcionam aos doentes. Sem falar de Cristo, manifestam-n’O.
- Em terceiro lugar, temos o mais nobre dos óleos eclesiais: o crisma, uma mistura de azeite de oliveira e com perfumes vegetais. É o óleo da unção sacerdotal e da unção real, unções estas que estão ligadas com as grandes tradições de unção da Antiga Aliança. Na Igreja, este óleo serve sobretudo para a unção na Confirmação e nas Ordens sacras. A liturgia de hoje relaciona com este óleo as palavras de promessa do profeta Isaías: "Vós sereis chamados 'sacerdotes do Senhor' e tereis o nome de 'ministros do nosso Deus'" (61, 6). Deste modo, o profeta retoma a grande palavra de mandato e promessa que Deus dirigira a Israel no Sinai: "Vós sereis para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa" (Ex 19, 6).
No meio do mundo imenso e em favor do mesmo, que em grande parte não conhecia Deus, Israel devia ser como que um santuário de Deus para a todos, devia exercer uma função sacerdotal em favor do mundo. Devia conduzir o mundo para Deus, abri-lo a Ele. São Pedro, na sua grande catequese batismal, aplicou tal privilégio e mandato de Israel a toda a comunidade dos batizados, proclamando: "Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido por Deus para anunciardes os louvores d’Aquele que vos chamou das trevas à sua luz admirável. Vós que outrora não éreis seu povo, agora sois povo de Deus" (1 Ped 2, 9-10).
O Batismo e a Confirmação constituem o ingresso neste povo de Deus, que abraça todo o mundo; a unção no Batismo e na Confirmação introduz neste ministério sacerdotal em favor da humanidade. Os cristãos são um povo sacerdotal em favor do mundo. Os cristãos deveriam fazer visível ao mundo o Deus vivo, testemunhá-Lo e conduzir a Ele. Ao falarmos desta nossa missão comum enquanto batizados, não temos motivo para nos vangloriar.
De fato, trata-se de uma exigência que suscita em nós alegria e ao mesmo tempo preocupação: somos nós verdadeiramente o santuário de Deus no mundo e para o mundo? Abrimos aos homens o acesso a Deus ou, pelo contrário, escondemo-lo? Porventura nós, povo de Deus, não nos tornamos em grande parte um povo marcado pela incredulidade e pelo afastamento de Deus? Porventura não é verdade que o Ocidente, os países centrais do cristianismo se mostram cansados da sua fé e, enfastiados da sua própria história e cultura, já não querem conhecer a fé em Jesus Cristo? Neste momento, temos motivos para bradar a Deus: "Não permitais que nos tornemos um 'não povo'! Fazei que Vos reconheçamos de novo! De fato, ungistes-nos com o vosso amor, colocastes o vosso Espírito Santo sobre nós. Fazei que a força do vosso Espírito se torne novamente eficaz em nós, para darmos com alegria testemunho da vossa mensagem!".
Mas, apesar de toda a vergonha pelos nossos erros, não devemos esquecer que hoje existem também exemplos luminosos de fé; pessoas que, pela sua fé e o seu amor, dão esperança ao mundo. Quando for beatificado o Papa João Paulo II no próximo dia 1º de maio, cheios de gratidão pensaremos nele como grande testemunha de Deus e de Jesus Cristo no nosso tempo, como homem cheio do Espírito Santo. E juntamente com João Paulo II, pensamos no grande número daqueles que ele beatificou e canonizou, e que nos dão a certeza de que também hoje a promessa de Deus e o seu mandato não ficam sem efeito.
Finalmente, dirijo uma palavra especial a vós, caros irmãos no ministério sacerdotal. A Quinta-feira Santa é de modo particular o nosso dia. Na hora da Última Ceia, o Senhor instituiu o sacerdócio neotestamentário. "Consagra-os na verdade" (Jo 17, 17): pediu Ele ao Pai para os Apóstolos e para os sacerdotes de todos os tempos. Com imensa gratidão pela nossa vocação e com grande humildade por todas as nossas insuficiências, renovemos neste momento o nosso "sim" ao chamamento do Senhor: Sim, quero unir-me intimamente ao Senhor Jesus, renunciando a mim mesmo .... impelido pelo amor de Cristo. Amém.
Quinta-feira Santa - Missa do Crisma

Nesta missa manifesta-se o mistério do sacerdócio de Cristo, participado pelos ministros constituídos em cada Igreja local, que renovam hoje seu compromisso ao serviço do povo de Deus.
O bispo, cercado pelos outros sacerdotes, abençoa os óleos, que serão usados nos diversos sacramentos: o crisma (óleo misturado com perfumes), para significar o dom do Espírito no batismo, na crisma, na ordem; o óleo para os catecúmenos e o óleo dos enfermos, sinal da força que liberta do mal e sustenta na provação da doença.
Através de uma realidade terrena já transformada pelo trabalho do homem (o óleo) e de um gesto simples e familiar (a unção), exprime-se a riqueza da nova existência em Cristo, que o Espírito continua a transmitir à Igreja até o fim dos tempos.
Liturgia
Primeira Leitura Is 61, 1-3a.6a.8b-9
Salmo 88
Segunda Leitura Ap 1, 5-8
Evangelho Lc 4, 16-21
Renovação das Promessas Sacerdotais
Terminada a homilia, o bispo dirige-se aos presbíteros perguntando se querem renovar as promessas feitas.
Benção dos Óleos e Consagração do Crisma
Conforme o costume tradicional, a bênção do "Óleo dos enfermos" é feita antes de terminar a Oração eucarística. A benção do "Óleo dos catecúmenos" e a "Consagração do Crisma" é feita depois da comunhão.
Entretanto, pode-se realizar todo o rito da bênção depois da Liturgia da Palavra.
A Santa Missa continua com a Liturgia Eucarística.
Missal Dominical
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Semana Santa no Instituto Hesed
Para aqueles que se encontram em Fortaleza, segue a programação da Semana Santa no Instituto Hesed.
SEG.: 19:30 FILME A PAIXÃO DE CRISTO ( DE MEL GIBSON)
TER.: GRUPO DE ORAÇÃO AS 19:30 COM APRESENTAÇÃO SOBRE O SANTO SUDÁRIO
QUARTA-FEIRA SANTA: OFÍCIO DAS TREVAS AS 19:30
TRÍDUO PASCAL:
QUINTA-FEIRA SANTA: SANTA MISSA SOLENE DA INSTITUIÇÃ DA SSMA EUCARISTIA AS 17:00
SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO DE NOSSO SENHOR: FUNÇÃO LITÚRGICA AS 15:00
SÁBADO SANTO: VIGÍLIA PASCAL AS 20:00
DOMINGO DE PÁSCOA: SANTA MISSA DA RESSURREIÇÃO AS 16:30
Para os católicos que se encontram em Fortaleza sugiro irem participar da função litúrgica na Sexta-feira da Paixão (nesse dia não há Santa Missa); eu já participei no Instituto Hesed e amei.
Aos que não se encontram em Fortaleza, mas tem em sua cidade Mosteiro do Instituto, sugiro que procure para saber a programação.
Senhor, pela sua paixão, no abandono da cruz, tem piedade de nós!
sexta-feira, 15 de abril de 2011
SEMANA SANTA

Ela inicia no Domingo de Ramos, quando revivemos Jesus entrando em Jerusalém e sendo ovacionado pelo povo com ramos (Mt 21, 1-11).
Na Quarta-feira Santa, em muitas paróquias, realiza-se a procissão do Encontro entre Jesus e Nossa Senhora das Dores.
Na Quinta-feira Santa, pela manhã, as Arquidioceses celebram a Missa dos Santos Óleos (ou do Crisma), com a presença de todos os sacerdotes, que renovam o seu compromisso, e benção dos óleos dos Catecúmenos, Crisma e dos Enfemos, que serão utilizados durante o ano no batismo, na crisma, na unção dos enfermos e na ordenação sacerdotal.
Aqui termina a Quaresma e inicia-se o Tríduo Pascal.
O Tríduo Pascal começa na tarde da Quinta-feira Santa com a missa na Ceia do Senhor e termina na tarde de Páscoa com as Vésperas solenes, portanto, engloba a Quinta-feira Santa, a Sexta-feira da Paixão, o Sábado Santo e o Domingo de Páscoa. No Tríduo Pascal não são permitidas outras celebrações.
Com o domingo de Páscoa tem início o Tempo Pascal.
Na Quinta-feira Santa, além da missa do Crisma e da missa vespertina principal, - quando motivos pastorais o requererem e sempre com o consentimento do bispo - é possível celebrar, a qualquer hora da tarde, outra missa na Ceia do Senhor; sobretudo quando houver fiéis que não podem de modo algum participar da missa vespertina principal.
Na Quinta-feira Santa celebra-se, a noite, a Instituição da Eucaristia (a Última Ceia e o Lava-pés). Nessa solene missa, canta-se o hino Glória, durante o qual tocam-se os sinos, que, depois, permanecerão em silêncio até a Vigília Pascal. Não se diz o Creio.

Após a Santa Missa o altar é desnudado, ou seja, tira-se a toalha que o cobre e as velas. A intenção é tirar da Igreja toda as manifestações de alegria e de festa, como manifestação de respeito e silêncio pela Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo e é feita a Transladação do Santíssimo Sacramento e sua Adoração.
Sexta-feira Santa ou Sexta-feira da Paixão é o único dia que não há celebração da Santa Missa na Igreja Católica Apostólica Romana.
Os altares permanecem sem adornos, sem toalhas, sem velas.
O que ocorre em todas as igrejas católicas nesse dia é a Celebração da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo e Adoração de Jesus na Santa Cruz, às 15hs, com a posterior Comunhão Eucarística.
A Sexta-feira da Paixão é dia de Jejum e Abstinência de carne para os católicos. O silêncio e a oração devem marcar esse dia.
É feito também, nesse dia, a Via Sacra.
Sábado Santo dia de silêncio e solidão. Pela noite acontece a Vigília Pascal, onde os fiéis se encontram na Igreja com suas velas acesas a espera do Senhor. Acontece a introdução do Círio Pascal, faz-se a liturgia da palavra, os catecúmenos são batizados, é abençoada a água, ocorre a liturgia eucarística e a Santa Comunhão.
No Sábado Santo até a Vigília Pascal, conforme a oportunidade, celebra-se o Jejum pascal (CVII, 110).

Nesse dia os católicos estão em festa pois Jesus Cristo venceu a morte e ressuscitou! Esse dia se estende até o domingo de Pentecostes como se fosse um só dia.
No Domingo de Páscoa há duas missas: a primeira "na noite santa", e constitui o ápice da solene Vigília Pascal, a segunda "no dia" do Domingo da Ressurreição.
Canta-se o Glória nas missas da noite e do dia da Páscoa; mas o Creio só se diz na missa do dia. Com o canto do Glória na noite da Páscoa, os sinos retomam seu som festivo; volta também o alegre canto do Aleluia.
As cores das vestes litúrgicas é o branco na liturgia da Quinta-feira Santa, da Vigília Pascal e do Domingo da Ressurreição; e o vermelho, na liturgia da Sexta-feira Santa.
O ideal é que todos os católicos participassem ativa e vivamente desse tempo e, em especial, do Tríduo Pascal. Porém, devemos ressaltar que o único dia que é de preceito é o Domingo.
Veja a Programação da Semana Santa no Vaticano:
a) domingo 17: Celebração de Ramos, 09h30. Praça de S. Pedro
b) quinta-feira 21:
Missa Crismal, 09h30. Basílica de S. Pedro
Missa da Ceia do Senhor, 17h30. Basílica de S. João de Latrão
c) sexta-feira 22: Celebração da Paixão, 17h00. Basílica de S. Pedro; Coliseu, 21h15. Via-Sacra
d) sábado 23: Vigília Pascal, 21h00. Basílica de S. Pedro
e) domingo 24: Santa Missa de Páscoa, 10h15. Praça de S. Pedro Bênção Urbi et Orbi.
E a programação da Semana Santa na Arquidiocese de Brasilia (na Catedral):
17 de Abril (Domingo de Ramos) - missa às 9hs presidida por Dom Waldemar Passini
21 de Abril (Quinta- Feira Santa):
Missa do Crisma às 08h30
Missa da Ceia do Senhor (Lava-Pés), às 19h - Celebrações presididas por Dom Waldemar Passini.
22 de Abril (Sexta-feira da Paixão) - Solene Ação Litúrgica da Paixão do Senhor, às 15h, presidida por Dom Waldemar Passini.
23 de Abril (Sábado Santo) - Solene Vigília Pascal, às 20hs, presidida por Dom Waldemar Passini
24 de Abril (Domingo de Páscoa) – Missa às 10h30 presidida por Dom Waldemar Passini
Programação da Arquidiocese de São Paulo aqui.Programação da Arquidiocese e Paróquias de Fortaleza aqui.
Programação da Arquidiocese do Rio de Janeiro aqui.
Programação da Arquidiocese de Belo Horizonte aqui.
Informe-se na sua Arquidiocese, Diocese e/ou Paróquia os horários das celebrações litúrgicas na Semana Santa.
Uma Santa Semana Santa com Jesus, Maria e José.






















