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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Por que uma mulher moderna se tornaria freira?!

 http://www.pom.org.br/mensagem-por-ocasiao-do-dia-das-religiosas-e-dos-religiosos/

Fonte: Pontíficas Obras Missionárias

 

Pessoas de fora frequentemente acham que as irmãs religiosas estão fazendo sacrifícios penosos, mas aqui está a verdade...


Em 2014, a modelo e atriz espanhola Olalla Oliveros surpreendeu o mundo da moda, desistindo de sua carreira de sucesso e entrando na vida religiosa – ela se tornou freira.

Enquanto Oliveros tomou a decisão real quatro anos antes, ela esperou para discutir sua decisão publicamente e disse que foi uma visita ao santuário de Nossa Senhora de Fátima, em Portugal, que estimulou sua vocação. Em entrevista ao jornal El Diario de Carlos Paz, a modelo explicou que sentia uma crescente insatisfação com a sua vida e experimentou “um terremoto interno” quando estava em Fátima. “Deus me deu um papel e me escolheu, e eu não podia dizer não a Ele”, disse ela.

Acontece com muito menos frequência do que décadas atrás as mulheres decidirem entrar nas comunidades religiosas. Catholic World News informou em 2013 que mais de 3.000 mulheres deixam a vida religiosa a cada ano em todo o mundo. No entanto, há sinais de que a maré está virando, especialmente em algumas áreas do mundo, e algumas ordens religiosas estão vendo um crescimento substancial nas vocações. As moças continuam a ter um chamado à vida religiosa, mas o que faz uma mulher jovem e moderna deixar bons amigos, um namorado e uma carreira promissora para entrar em um convento? Como isso acontece?

Em uma palestra do TEDx de 2012 chamada “Why Nuns Don’t Have Midlife Crises (Por que as freiras não têm crises de meia-idade)”, a estudante de pós-graduação e pesquisadora J. E. Sigler discutiu os principais elementos do discernimento vocacional. Sigler entrevistou um grande número de mulheres religiosas para entender seus caminhos vocacionais e sua pesquisa mostra que há quatro elementos-chave ou passos comuns aos chamados religiosos, que ela chama de: silêncio (seguido de medo), assombração, salto e finalmente paz e alegria.

Sigler diz que o primeiro passo – o silêncio – é particularmente desafiador em nosso mundo barulhento, distraído e saturado de mídia, mas é necessário para ouvir e entender o próprio coração. Sigler também inclui o medo como parte do primeiro passo, porque inevitavelmente acontece quando uma pessoa sente um chamado à vida religiosa, mesmo que essa não seja a característica primária.

“Assombração” refere-se à experiência de ser incapaz de abandonar a ideia de uma vocação, uma vez que a semente foi plantada, e “salto” é o passo necessário, mas arriscado, de seguir o chamado. “Paz e alegria” são os fenômenos que Sigler têm visto repetidas vezes em suas entrevistas com as irmãs religiosas – uma experiência que muitas delas descrevem vividamente, e parece ser uma consequência inevitável de viver em profunda intimidade com Deus.

Luigi Tanzi, pai de cinco filhos, lembra-se do dia em que sua filha chegou com a surpreendente notícia. Chiara, a mais velha, tinha apenas 22 anos quando lhe contou sobre sua decisão de entrar no convento das Missionárias de São Carlos Borromeo, em Roma, uma ordem missionária. “É como se sua filha dissesse que ela está saindo de casa para se casar”, lembra Luigi – um momento naturalmente difícil para qualquer pai. “Mas quando ela se casar com Jesus, como você pode se opor ao noivo?”.

Enquanto muitas pessoas de fora acham que as freiras estão fazendo sacrifícios enormes – e insuportáveis ​​–, parece muito diferente da perspectiva dessas mulheres. Elas falam de suas vocações como uma alegria e um presente, em vez de um fardo. Há períodos de provações e dificuldades, mas o que ancora seus votos é um amor profundo e permanente.

A Irmã Ann Kateri, 38 anos, é membro da comunidade das  Irmãs Franciscanas da Renovação. Ela foi criada em uma família grande e feliz em Washington, DC, e depois de se formar na Universidade de Harvard, começou a trabalhar com os pobres para a Igreja Católica. Desde quando ela tinha 11 anos, ela sentiu uma forte atração por esse tipo de trabalho, mas também experimentou um grande desejo pelo casamento. Quando seu namorado – um homem católico maravilhoso – pediu-a em casamento, ela disse que sim, mas então uma grande tristeza desceu sobre ela. Pega de surpresa por essa reação, ela procurou as razões de sua tristeza e reconheceu que estava sendo chamada para outra vida, um tipo diferente de relacionamento conjugal, que – apesar da hesitação inicial – lhe trouxe uma tremenda alegria. Ouvir seu coração esclareceu sua ligação. Ela descreve o dia em que professou seus votos finais como “de longe o dia mais feliz da minha vida”.

A Irmã Mary Star of Evangelization, 26 anos, com a ordem Servidoras do Senhor e da Virgem de Matará, conhece essa mesma alegria, embora seu caminho fosse diferente. Ela cresceu protestante em Dakota do Norte, e não conheceu uma irmã religiosa até que ela estava na faculdade e já em seu caminho para ser católica. Ela decidiu se converter depois de conhecer uma série de estudantes católicos impressionantes que a ajudaram a ver uma conexão entre a fé e a razão que ela não tinha visto antes, especialmente porque seu pai era um cético. A irmã Star formou-se em engenharia química e alemã, e ansiava por uma vida confortável com um bom emprego e uma família católica feliz. Mas isso não era para ser.

Enquanto trabalhava com a FOCUS (Fellowship of Catholic University Students) após a formatura, ela conheceu uma comunidade de irmãs religiosas e ficou tão comovida com sua santidade que se sentou e chorou no canto a maior parte da noite. Ela não estava inicialmente certa de que ela tinha uma vocação. “Ficou claro para mim que eu queria essa santidade”, ela me disse, mas ela ainda via a si mesma se casando, então ela decidiu que “apenas iria buscar o casamento da maneira mais sagrada possível”.

Ela começou a direção espiritual e sentiu-se cada vez mais atraída pela vida religiosa. O evento surpreendente que esclareceu sua decisão foi semelhante ao da irmã Ann Kateri – um pedido de casamento. Um homem que ela namorou na faculdade tinha terminado com ela para se tornar padre, mas devido a alguns eventos inesperados, pensou que ele poderia ter cometido um erro e começou a persegui-la novamente. Ela não queria nada mais do que se casar com ele e começar uma família, então quando se viu estranhamente desinteressada, ela sabia que era um sinal. A certeza total não veio imediatamente, mas não demorou muito.

A irmã Star diz que depois de tomar sua decisão final de entrar no convento, ela experimentou uma tremenda felicidade que lhe mostrou que ela havia feito a escolha certa. “Toda a minha vida, eu tinha desenhado o meu senso de mim mesma e minha satisfação de ter o amor e a atenção de um homem, mas desta vez, foi o próprio Deus que deu essa felicidade para mim”.

A vertigem inicial desapareceu depois de um tempo, mas a irmã Star diz que é essencial que parte do consolo inicial desapareça para que ela possa ter certeza e escolher sua vocação com total liberdade, em vez de simplesmente em sua euforia. Ela menciona certas tentações que vieram a ela naquele momento, como o medo de perder seu senso de singularidade ao vestir o mesmo hábito e manter a mesma agenda que todas as outras irmãs de seu convento. Porém, a irmã Star diz que descobriu o quão diferentes todas são. Sua realidade “externa” é a mesma, mas seu universo interno é exclusivamente pessoal. Talvez o mais importante, há uma profunda paz e alegria.

“Se alguém tivesse me dito o quão incrível seria, eu teria me tornado uma freira há muito tempo”, diz ela.

Fonte: Aletéia

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Está solteiro(a)? Viva este momento para a glória de Deus

WOMAN WITH DRIED ROSES
Stocksy United

Você já parou para pensar no que Deus espera de você enquanto está solteiro(a)?


O tempo de solteirice não é para ser dedicado a uma busca constante pela pessoa “certa”.

Há uma citação de Elisabeth Elliot que diz: “O que não temos agora, não precisamos agora”, e isto não se aplica apenas a uma parte e momento de nossa vida.
Muitas pessoas tentam apressar o tempo de solteirice que estão vivendo por diversos motivos, seja para não se sentirem sozinhas ou por acreditarem que estão prontas para viverem uma vida a dois, enquanto poucas estão dispostas a se dedicarem àquilo que Deus quer que se dediquem.

Não há problema algum em querer um casamento e uma família abençoada, mas é um erro agir conforme a própria vontade, e não segundo a vontade de Deus.
Um homem que anseia por ser um esposo sábio e líder ou uma mulher que sabe a importância de ser uma esposa prudente e piedosa, não devem buscar estas virtudes em Deus apenas ao se casarem, ambos devem se se dedicar em honrar seus futuros cônjuges ainda solteiros.
Deus conhece as necessidades e sonhos de cada um de seus filhos, traça os seus caminhos e dá a última palavra.

Solteirice não é apenas um tempo precioso de aprendizado e crescimento espiritual e emocional, mas sobretudo um momento para ser vivido de forma que o Senhor seja glorificado.


Fonte: Aletéia

Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Pai e filho serão ordenados sacerdotes nos Estados Unidos

ACI Digital | Abr 05, 2018 
 
Andrew e Peter Infanger / Cortesia de Milwaukee Journal Sentinel



Deus tem seus caminhos! Uma história emocionante


Em um acontecimento pouco comum na Igreja Católica, pai e filho serão ordenados sacerdotes nos Estados Unidos. Trata-se de Peter Infanger e seu filho, o diácono Andrew Infanger.

Peter, de 63 anos, ficou viúvo em 2013 depois que a sua esposa Michelle faleceu de câncer de mama. Naquele ano, seu filho Andrew foi aceito no Seminário São Francisco de Sales da Arquidiocese de Milwaukee, (Wisconsin), segundo uma entrevista publicada em 30 de março em ‘Milwaukee Journal Sentinel’.

Depois de ficar viúvo, Peter entrou em um processo de discernimento vocacional e, em 2014, foi aceito como seminarista. Agora, em 2018, completa o seu quarto ano no Seminário Mundelein, nos arredores de Chicago (Illinois). Em 2019, será ordenado diácono e, em seguida, “se Deus quiser”, espera seguir seu filho no sacerdócio.

Por sua parte, Andrew, de 30 anos, será ordenado sacerdote em menos de dois meses.

“Não é a norma e isso geralmente não acontece, mas não existe uma regra em relação à idade. Geralmente, as pessoas da sua idade (do seu pai) seriam desqualificadas, mas revisam cada caso. No caso dele é mais se está saudável e pode realizar os estudos, essas provavelmente são as duas coisas mais importantes”, comentou Andrew.

Peter Infanger / Cortesia de Milwaukee Journal Sentinel

Peter disse que a morte da sua esposa foi “uma das piores coisas que aconteceu”. Entretanto, assegurou que Deus lhe deu “uma segunda vocação para ajudar os outros”.

“Muitas pessoas se aproximaram de mim e disseram: ‘Meu Deus, você foi casado durante 34 anos, realmente entende o que significa estar casado. Você pode me ajudar?’”, contou.

‘Milwaukee Journal Sentinel’ assegura que a relação entre Andrew e Peter é tão próxima que em algumas ocasiões durante a entrevista costumavam terminar a frase um do outro indistintamente.

O caminho de Andrew e Peter ao sacerdócio

Quando era jovem, Andrew frequentava a Missa todos os domingos. Estudou em escolas paroquiais e passava suas férias em um acampamento administrado por monges beneditinos. Estudou Teologia em uma pequena universidade católica.

Andrew Infanger / Cortesia de Milwaukee Journal Sentinel

Embora nunca tenha se considerado um modelo de cristão ou piedoso o suficiente para tornar-se sacerdote, em um momento da sua vida recebeu o chamado de Deus ao sacerdócio.

“Andrew é uma pessoa inteligente, mas muito simples, acho que ele fala ao coração com a mensagem de Jesus de uma maneira que as pessoas podem relacionar e compreender”, disse o seu mentor, Pe. Timothy Kitzke.

Depois da sua ordenação, Andrew será enviado a West Bend, onde servirá nas paróquias de St. Frances Cabrini e St. Mary Inmaculate Conception.

Por sua parte, o caminho de Peter começou aos 34 anos. Naquela época – quando Andrew tinha apenas dois anos –, ele queria renunciar o seu trabalho e fazer caridade em um lugar como ‘Catholic Charities’.

A esposa de Peter o encorajou a continuar no seu trabalho relacionado ao marketing, mas também a participar de atividades religiosas fora do horário de trabalho.

“Então foi isso o que eu fiz. Foi professor de religião e voluntário na minha paróquia. Durante 10 anos, trabalhei no Ministério da Justiça Penal com os presos”, disse Peter, que mais tarde decidiu começar os estudos bíblicos.

Alguns anos depois, ao perder a sua esposa e o seu trabalho, sentiu-se obrigado a tomar uma decisão de vida.

“Eu perguntei: Por que estou aqui? Para onde eu vou depois disso? O que Deus quer que eu faça?”, disse Peter.

Andrew e Peter Infanger / Cortesia de Milwaukee Journal Sentinel

Andrew, que nessa época já era seminarista, encorajou o seu pai a compreender o que Deus queria para ele, não só em relação ao seu novo trabalho. Pouco tempo depois, Peter assegurou-lhe que queria entrar no seminário.

Para ter certeza de que Deus realmente o chamava ao sacerdócio, Peter chamou o Bispo de Joliet (Illinois), Dom Daniel Conlon, que finalmente concedeu a sua aprovação.

“Peter Infanger está acima da idade geralmente aceita para a formação no seminário. Mas a Igreja age pela graça de Deus e, em certas ocasiões, há circunstâncias extraordinárias. No caso de Peter, foi realizado um processo no qual entendeu que o Senhor realmente estava chamando-o ao ministério”, disse Dom Conlon em uma declaração.

No final da entrevista, Peter assegurou que a sua falecida esposa teria ficado feliz de ver as escolhas que ele fez.

“Quando ela entrou no hospital, uma das primeiras coisas que disse às enfermeiras foi como se sentia orgulhosa que o seu filho, Andrew, fosse sacerdote”, concluiu.

(via ACIdigital)

Fonte: Aletéia

Senhor, a messe é grande e os operários são poucos.
Mandei operários para a Vossa messe!

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

RESPOSTA: Com que idade pode entrar no Instituto Hesed?

Ave Maria!

Tambem mandei um email para o convento de Anapolis-GO onde eu moro mas as irmãs de lá não me responderam ainda. Alguém sabe com quantos anos pode entrar no instituto Hesed? 


Regra

Idade Mínima - Só pode ingressar no noviciado com 18 anos;

Idade Máxima - A idade máxima para entrar é com 30 anos.


Porém, pode ser que entre com menos de 18 anos, mas com autorização dos pais, por escrito e registrado em cartório.

Quanto a idade máxima: Depois dos 30 anos, se entrar, será na Ordem Terceira.

Quem quiser saber mais sobre o Instituto Hesed: http://institutohesed.org.br/


Observação: A maioria das Congregações religiosas aceitam as noviças após os 18 anos e a idade limite (máxima) é entre os 30-35 anos de idade, para iniciar o acompanhamento.

Fonte: Irmãs do Instituto Hesed

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Mês das Vocações: O Chamado de Deus!

Seduziste-me Senhor,
E eu me deixei Seduzir!
(Jeremias 20,7)




Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!

sexta-feira, 21 de abril de 2017

RESPOSTA: Qual a Idade para ser Ministro da Eucaristia?

Ave Maria!

FELIZ E SANTA PÁSCOA!!

Qual a idade para ser ministro da eucaristia? 

Primeiro, é bom deixar claro que o Ministro da Eucaristia é o Sacerdote (Presbítero, Bispo).

Cân 900 - Somente o sacerdote validamente ordenado é o ministro que, fazendo as vezes de Cristo, é capaz de realizar o sacramento da Eucaristia.

O Código de Direito Canônico ao tratar sobre o Sacramento da Ordem dispõe que:

Cân 1031 - § 1. Não se confira o presbiterato a quem não tenha completado vinte e cinco anos de idade e não possua maturidade suficiente, observando-se o intervalo de ao menos seis meses entre o diaconato e o presbiterato. Os que se destinam ao presbiterato sejam admitidos à ordem do diaconato somente depois de terem completado vinte e três anos de idade.
(...)
§ 3. As Conferências dos Bispos podem estabelecer normas que exijam idade maior ainda para o presbiterato e o diaconato permanente.

Desta feita, a idade para ser Ministro da Eucaristia é, no mínimo, 25 anos, podendo ser maior, conforme determine a Conferência dos Bispos.


Para ser Ministro da Eucaristia é necessário:

1) Ser homem (varão - Cân 1024);
2) Batizado na Igreja Católica (Câns 241, §2 e 1024);
3) Ser Confirmado/Crismado (Câns 241, §2 e 1033);
4) Ter, no mínimo, 25 anos de idade, podendo ser exigida uma idade maior (Cân 1031);
5) Ter uma cuidadosa formação (Cân 1027), por um período de, ao menos seis anos completos - filosofia e teologia - (Cân 250) e quatro anos de formação espiritual (Cân 235).

Fonte: Código de Direito Canônico
 
A messe é grande, mas os operários são poucos. 
Mandai pois, Senhor, operários para sua messe.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Presépio dos Arautos do Evangelho



Até Janeiro você e seus familiares poderão prestigiar o Presépio dos Arautos do Evangelho!

Não perca!!

Entrada gratuita.

Veja se na sua cidade tem:
 

















































































Fonte: Arautos

Jesus, Maria e José, nossa Família vossa é!

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

domingo, 29 de setembro de 2013

Onde celebrar o dia de Santa Teresinha?

Em FORTALEZA (CE) está tendo o tríduo no Carmelo Santa Teresinha:


Em PETRÓPOLIS (RJ) a Santa Missa será celebrada no Carmelo de São José:


Em TERESINA (PI) está ocorrendo tríduo na Santa Missa no Carmelo Santa Teresa de Jesus:


Em BRASÍLIA (DF) dia 01/10 haverá a Santa Missa no Carmelo Nossa Senhora do Carmo às 18:30hs.

Carmelo N. Sra. Do Carmo
SHDB-QL 30- Parque Ermida Dom Bosco
Lago Sul
Brasília- DF
CEP: 71675-205
Tel.: (61) 3032-8480
E ainda, na Paróquia Santa Teresinha no Cruzeiro Novo (DF):


E na Paróquia Santa Teresinha em Taguatinga (DF) a Missa Solene em homenagem à Santa será presidida pelo Arcebispo de Brasília Dom Sergio da Rocha, às 19h.

Em MACEIÓ (AL) será inaugurado o Carmelo Santa Teresinha:


Procure informar-se na sua cidade o horário da Santa Missa em homenagem a Santa Teresinha no Carmelo ou em Paróquia/Igreja dedicada a ela.

E, mesmo que na sua cidade não tenha um Carmelo ou Paróquia dedicada a essa linda florzinha, não deixe de ir na Santa Missa.

Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, rogai por nós!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Vida consagrada: religiosa fala de renúncias e escolha vocacional

André Alves

Da Redação, com colaboração de Jéssica Marçal



Mosteiro de São João
Comunidade monástica de São João (Ordem de São Bento)
 
Desde o último domingo, 18, a Igreja celebra uma semana dedicada à Vida Consagrada; àqueles que servem, em tempo integral, à causa do Reino de Deus. São monges e monjas, freis e freiras, homens e mulheres consagrados a Deus em institutos de vida religiosa.

Inclusa neste ambiente de entrega, está a Irmã Maria de Nazaré, 71 anos. Ela é uma das monjas do mosteiro beneditino São João, em Campos do Jordão, interior paulista, e há dez anos ingressou na Ordem Religiosa de São Bento.

Como a maioria das pessoas que assumem a vida consagrada, Irmã Maria também fez renúncias ao responder ao chamado de Deus. Segundo ela, do ponto de vista humano, a principal renúncia foi a do convívio familiar. No entanto, explica que, chegando ao mosteiro, entendeu que não houve um abandono da família, mas uma presença diferenciada.
“Nós, como intercessoras aqui no Mosteiro, entendemos que trazemos todos os homens, todas as famílias, todas as circunstâncias e oferecemos a Deus a cada dia e pedimos por eles. Então, eles estão muito próximos de nós”, disse.

Apesar de ter deixado a família, a religiosa considera que a principal renúncia foi a da própria vontade. Segundo ela, é necessário ao vocacionado entrar numa atmosfera de despojamento; deixar tudo, inclusive as certezas humanas. "A gente tem que se esvaziar e se tornar discípulo", diz a religiosa. "Para ser discípulo não é possível vir com a taça cheia porque você não vai conseguir aprender como se dá a caminhada dentro da vida monástica”, afirmou.

Irmã Maria viveu no Rio de Janeiro durante muitos anos, em meio a uma vida ativa e com trabalhos pastorais. Para ela, ter deixado tudo isso, a família, os projetos e até sonhos pessoais foi uma atitude certa. “Certíssima! Demorei muito tempo para entender que o trabalho que fazia tinha essa conotação de serviço e que este seria feito de uma outra forma e até com mais qualidade num mosteiro. No meu caso foi certíssima, e eu dou graças a Deus pela minha vocação”.

Para Irmã Maria, ser consagrada a Deus significa viver a vida cristã em sua plenitude e radicalidade, sem negar nada a Cristo. Representa também a alegria de ter ouvido o chamado de Deus e respondido “sim”, o que para ela é motivo de profunda gratidão.

“Nós devemos rezar agradecendo esse chamado. Rezar com um espírito de gratidão por Ele [Cristo] ter nos escolhido e chamado para viver a vida cristã na sua plenitude dentro de um mosteiro”.
O chamado à vida consagrada não foi exclusividade da Irmã Maria de Nazaré; outros familiares também aceitaram o apelo de Cristo e entregaram sua vida. Segundo a Irmã, na família do pai, há três sacerdotes e uma religiosa da Congregação das Irmãs Filhas de Santana, falecida com 65 anos de vida consagrada. Na linha materna, Irmã Maria é a primeira vocação religiosa.

Discernimento vocacional

Como alguém pode discernir se a vida consagrada é um chamado de Deus para si? Quais os sinais que confirmam esta vocação? Viúvos(as) podem ingressar na vida religiosa? Estas e outras questões, Irmã Maria de Nazaré responde na entrevista à repórter Jéssica Marçal. Ouça


Fonte: Canção Nova

Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Testemunho da Irmã Kelly Patrícia no Festival de Jovens em Medjugorje 2013

Aqui a Irmã Kelly Patrícia conta um pouco da sua história e da fundação do Instituto Hesed.



Fonte: Facebook da Irmã Kelly Patrícia

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Santa Joana Francisca de Chantal - 10 de Dezembro


Joana Frémiot (Dijon, França, 1572 - Moulins, 13 de Dezembro de 1641) é modelo de perfeição evangélica em todos os estados de vida. Esposa do barão de Chantal e mãe de seis filhos, ficando viúva, seguiu o itinerário de vida devota sob a direção de São Francisco de Sales, praticando, de modo especial, as obras de caridade para com os pobres e doentes. Fundou em Annecy a Ordem da Visitação (1610).

Liturgia

Leitura Pr 31, 10-13.19-20.30-31
Salmo 130 (131)
Evangelho Mc 3, 31-35

Fonte: Missal Cotidiano

Santa Joana Francisca de Chantal, rogai por nós!

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Aniversário de 15 anos do Instituto Hesed!


Nós Irmãos e Irmãs do Instituto Hesed, convidamos a todos para participarem da Santa Missa em Ação de Graças pelos nossos 15 anos.

15 anos onde buscamos uma santa união com Nosso Esposo Adorado, o Rei, o Senhor; 15 anos de Aliança, de Amor Esponsal, buscando fazer a Vontade de Deus.

A Santa Missa será no dia 30 de novembro de 2012 às 19h45.

Rezem por nós, pela nossa fidelidade e perseverança final.

Parabéns ao Instituto Hesed, a todos os irmãos e irmãs que doam sua vida pelo Reino, as que passaram por lá nesses 15 anos de existênca e aos benfeitores.

Que Deus abençõe a todos!

Que Nossa Senhora, São José, Santa Teresa de Jesus, Santa Teresinha, São Pio de Pietrelcina, os Santos Anjos e todos os baluartes dessa obra continuem intercedendo por ela e seus membros diante de Deus!

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Igreja dedica dia de oração a religiosos de clausura

 

Rádio Vaticano

 

A Igreja celebra nesta quarta-feira, 21, a Jornada Pró-Orantibus, dedicada às Monjas e Monges de clausura. A vida consagrada contemplativa é uma vocação pouco conhecida e pouco compreendida, um desconhecimento existe até entre os fiéis católicos.

O objetivo da celebração deste Dia é rezar pelos religiosos e religiosas de vida contemplativa como expressão de reconhecimento, estima e gratidão pelo que representam e em agradecimento pelo rico patrimônio espiritual que seus institutos, congregações e ordens são dentro da Igreja. Outras finalidades são promover o conhecimento da vocação contemplativa; e favorecer iniciativas pastorais para valorizar a dimensão contemplativa da vida através da leitura orante da Palavra e a ativa participação litúrgica.

A Abadessa do Mosteiro de Santa Maria, beneditina Madre Escolástica, explica à Radio Vaticana o significado desta vocação.

Madre Escolástica - No fundo, a vocação monástica é a vocação de todo ser humano, que é a vocação de buscar a Deus, tendo como característica principal o ofício divino, que é o louvor de Deus, o canto gregoriano, no nosso caso. A clausura é constitucional: nós vivemos dentro do mosteiro, mas saímos para as necessidades básicas. São Bento diz Ora Et Labora. Nos saímos para comprar o que necessitamos, para ir ao médico ou ao dentista, e vivemos, sim uma vida de clausura. É necessária uma vida monástica, não existe vida de oração sem o mínimo de recolhimento. Nos levantamos às 4h30 da manhã e durante todo o dia temos 7 ofícios divinos quando cantamos. Nossa oração é o canto dos salmo, a leitura da Sagrada Escritura e dos Padres da Igreja.

Rádio Vaticano - Vivendo em clausura, as monjas podem receber visitas?

Madre Escolástica - Recebemos, sim. Não só a família. A nossa clausura não significa uma separação do mundo, mas ao contrário: temos uma comunhão com as pessoas que estão no mundo; rezamos pelo mundo. Às vezes damos orientação espiritual, as pessoas vêm se aconselhar conosco. Não há ruptura, mas o afastamento, para talvez uma melhor comunhão. Não é que o mundo está de um lado e as monjas do outro, não é isso.

Rádio VaticanoAs monjas beneditinas realizam algum tipo de obra social?

Madre Escolástica - Não. Temos catequeses. As crianças vêm ao mosteiro para a catequese da Primeira Eucaristia. Temos o grupo dos Oblatos, leigos que vivem a espiritualidade de São Bento no mundo. Uma vez por mês, eles vêm ao mosteiro e têm a formação de nossa espiritualidade. Não somos irmãs apostólicas, não temos obras de inserção em periferias e hospitais. O nosso ofício é a oração. Nossa contribuição na Igreja é a nossa oração e a nossa orientação espiritual a quem nos procura aqui, mas não temos saídas para trabalhar inseridas no meio social.

Rádio Vaticano Como as monjas estão vivendo a Jornada Pró Orantibus?

Madre Escolástica - Nós mesmas vamos acolher aqui em nosso Mosteiro mais de 50 jovens que vão dormir aqui. Lógico, neste Ano da Fé, temos consciência de que nossa fé é viva, age. Nós acompanhamos através de nossa oração e também contribuímos como podemos, ou seja, acolhendo estas jovens que se hospedarão aqui conosco.

Veja aqui o dia-a-dia das religiosas carmelitas:
 

Fonte: Canção Nova

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Nossa Senhora do Carmo - 16 de Julho


No cenário exuberante e poético da Galiléia, num pequeno promontório sobre o Mar Mediterrâneo destaca-se o Monte Carmelo, refúgio de muitos varões santos que, no Antigo Testamento, se retiravam àquele lugar isolado para rezar pela vinda do Divino Salvador.
Mas nenhum destes santos impregnou de tanta virtude aquelas rochas abençoadas quanto Santo Elias.
Quando este profeta de zelo ardente para aí se retirou, por volta do século IX antes da Encarnação do Filho de Deus, havia três anos que uma implacável estiagem encerrava os céus da Palestina, punindo a infidelidade dos hebreus para com Deus. Enquanto rezava com fervor, pedindo que o castigo fosse aliviado pelos méritos dAquele Redentor que haveria de vir, Elias enviou o seu servo ao cume do monte, ordenando-lhe: "Vai, e olha para o lado do mar"... Mas o servo nada viu. E, descendo, disse: "Não há nada". Confiante, o Profeta fê-lo retomar sete vezes a infrutuosa escalada. Por fim, o servo retornou, dizendo: "Vejo uma nuvenzinha do tamanho da pegada de um homem". De fato, a nuvem era tão pequena e diáfana que parecia destinada a desaparecer ao primeiro sopro dos abrasados ventos do deserto. Mas não, pouco a pouco cresceu, alargou-se no céu até cobrir todo o horizonte e fez precipitar-se sobre a terra uma abundante chuva. Foi, naquele momento, a salvação do povo de Deus.
Em sua contemplação, Elias entendeu que aquela pequena nuvem era uma figura da humilde Maria, cujos méritos e virtudes excederiam os de todo o gênero humano, atraindo para os pecadores o perdão e a Redenção. Com 700 anos de antedecência, o Profeta havia vislumbrado o papel mediador da Mãe do Messias esperado. E tornou-se, por assim dizer, o seu primeiro devoto sobre a terra.
O fervor mariano de Santo Elias não desapareceu quando este foi arrebatado ao céu por um carro de fogo. Uma bela tradição diz-nos que sempre houve no Monte Carmelo eremitas que ali viveram, rezando e pregando aos peregrinos. Mas viviam isolados, sem qualquer regra fixa.
Por volta do Século IV houve uma transformação. Quando começaram a aparecer os primeiros cenobitas, alguns acorreram para as encostas do Monte Carmelo com o desejo de viver em comunidade, buscando conservar o espírito de Santo Elias e transmiti-lo de geração em geração até o fim do mundo. Ainda hoje se vê nas encostas rochosas as ruínas de uma pequena ermida que ali edificaram.
Por volta do Século XII, um grupo de novas vocações, desta vez vindas do Ocidente no grande movimento das Cruzadas, acrescentou renovado fervor à antiga família de almas. Logo se edificou uma pequena igreja onde a comunidade se entregava à vida de oração, e em torno dela viviam tendo tudo em comum. Pode-se dizer que simbolicamente a pequena "nuvenzinha" já havia crescido e fazia chover sobre a terra abundantes graças.
Com esse florescimento, porém, tornava-se necessária uma vida mais disciplinada. Em 1225, uma delegação da Ordem dirigiu-se a Roma para pedir à Santa Sé a aprovação de uma Regra, que foi efetivamente concedida pelo Papa Onório III em 1226.

O Carmelo é cantado na Bíblia por sua beleza. Sobre este monte o profeta Elias defendera a pureza da fé israelítica no Deus vivo. A "Memória" de hoje foi instituída para recordar a data em que, segundo as tradições carmelitas, o primeiro geral da Ordem, são Simão Stock, recebeu das mãos de Maria o "escapulário" com a promessa de eterna salvação. Maria Imaculada, em Lourdes, escolheu o dia 16 de julho para a última saudação a Bernadete. Maria é o ideal puríssimo da vida religiosa.

Liturgia

I Leitura Zc 2, 14-17
Leitura da Profecia de Zacarias
"Rejubila, alegra-te, cidade de Sião, eis que venho para habitar no meio de ti, diz o Senhor. Muitas nações se aproximarão do Senhor, naquele dia, e serão o seu povo. Habitarei no meio de ti, e saberás que o Senhor dos exércitos me enviou a ti. O Senhor entrará em posse de Judá, como sua porção na terra santa, e escolherá de novo Jerusalém. Emudeça todo o mortal diante do Senhor, ele acaba de levantar-se de sua santa habitação".
Palavra do Senhor.
Graças a Deus.

Salmo Lc 1, 46-47

R. O Senhor fez por mim maravilhas,
e Santo é o seu nome.

- A minh'alma engrandece ao Senhor,
e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador,
pois, ele viu a pequenez de sua serva,
desde agora as gerações hão de chamar-me bendita. R

- O Poderoso fez por mim maravilhas
e Santo é o seu nome!
Seu amor, de geração em geração,
chega a todos que o respeitam. R.

- Demonstrou o poder de seu braço,
dispersou os orgulhosos. 
Derrubou os poderosos de seus tronos 
e os humildes exaltou.
De bens saciou os famintos 
e despediu, sem nada, os ricos. R

- Acolheu Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,
como havia prometido aos nossos pais,
em favor de Abraão e de seus filhos para sempre. R.

Evangelho Mt 12, 46-50
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus
Naquele tempo, enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. Alguém disse a Jesus: "Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo". Jesus perguntou àquele que tinha falado: "Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?" E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: "Eis minha mãe e meus irmãos. Pois todo aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe."
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Para ver a Novena a Nossa Senhora do Carmo clique AQUI.

Fonte:  O Escapulário de Nossa Senhora do Carmo (TFP) e Missal Cotidiano

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

A armadilha para o celibato dos padres!

O Código de Direito Canônico ao dispor sobre o Celibato de sacerdotes e religiosos afirma:

Cânon 277: Parágrafo 1. Os clérigos são obrigados a observar a continência perfeita e perpétua por causa do Reino dos céus; por isso, são obrigados ao celibato, que é um dom especial de Deus, pelo qual os ministros sagrados podem mais facilmente unir-se a Cristo de coração indiviso e dedicar-se mais livremente ao serviço de Deus e dos homens.
Parágrafo 2. Os clérigos procedam com a devida prudência com as pessoas de cujo relacionamento possa originar-se perigo para sua obrigação de observar a continência ou escândalo para os fiéis.

Estabelecem-se, neste cânon, a lei do celibato e a obrigação da continência perfeita. Não se deve confundir a primeira com o impedimento matrimonial de ordem sagrada, de que fala o cânon 1087.
A lei do celibato só é própria da Igreja latina. O impedimento matrimonial existe também nas Igrejas orientais. Pela lei do celibato, só podem ser ordenados licitamente e exercer o ministério sagrado os célibes.
Pelo impedimento de ordem sagrada, os clérigos não podem contrair matrimônio válido, sem dispensa pontifícia. Por outra parte, a obrigação da continência perfeita é muito mais profunda que a do celibato, pois comporta a abstenção de todo ato interno ou externo contra o sexto e nono preceitos do decálogo; e também a abstenção do uso do matrimônio, se (fora do caso dos diáconos permanentes) alguém, por dispensa pontifícia, foi ordenado sendo casado. Há, contudo, mesmo na Igreja latina, algumas exceções. Assim, desde o pontificado de Pio XII, a um certo número de pastores luteranos, calvinistas e ultimamente anglicanos convertidos ao catolicismo, foi-lhes concedida a ordenação sacerdotal, sem separar-se de suas esposas e sem renúncia a vida matrimonial ativa.

Nesse vídeo o pe. Paulo Ricardo fala sobre o celibato e a armadilha na formação dos seminaristas, vejam:



Como viver o celibato?

1) tendo uma vida mística:

a) ser um homem de Deus;
b) ser homem de oração - cânon 276, par. 2, 5;
c) celebrar a liturgia das horas - com seriedade - todos os dias - cânon 276, par. 2, 3;
d) fazer a lectio divina;
e) eucaristia Diária - cânon 276, par. 2, 2;
f) ter verdadeira devoção mariana - cânon 276, par. 2, 5;
g) rezar o terço;
h) fazer visita ao Santíssimo Sacramento;
i) ter uma visão espiritual das coisas;
j) conhecer e procurar imitar santos sacerdotes canonizados;

b) tendo uma vida ascética - sacrifício.

Fonte: Código de Direito Canônico e Christo Nihil Praeponere

Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós e pelos seminaristas, sacerdotes e religiosos do mundo inteiro.
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