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quarta-feira, 29 de maio de 2013
A Novena Irresistível Ao Sagrado Coração de Jesus
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Graziela
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sexta-feira, 24 de maio de 2013
Igreja quer vetar noiva de tomara-que-caia
Modelo Carolina Herrera
Em uma entrevista sobre casamentos e as tendências para 2013 algumas assessoras dizem:
Outro problema é o tomara-que-caia:
“Teoricamente nem pode na cerimônia religiosa! Você precisa estar com os
ombros cobertos. Mas além disso, existe o problema da noiva emagrecer
na última semana e não apertar o vestido. Aí fica caindo, precisa subir
toda hora, é feio. É sempre desconfortável, por mais bonito que seja”,
diz Ana Maria. Ainda sobre o decote, Marcia lembra que “ele nunca fica
100%, especialmente se a noiva tiver seios grandes”, seguida por Paula,
que volta ao problema do religioso: “Algumas igrejas católicas estão
implicando”.
Da reportagem, nota-se que as pessoas sabem que na Igreja NÃO se deve usar decotes, tomara que caia, e, ainda, que esse tipo de roupa NÃO FICA bem em todo mundo. Não entendo porque algumas insistem em dizer que o tomara que caia é democrático e as noivas quererem usar.
Quero aqui parabenizar os sacerdotes que, enfim, estão começando a se posicionar no tocante a vestimentas de noivas, madrinhas e fiéis em geral, seja na Santa Missa, seja em um casamento ou batizado. Assim como outras normas que algumas Igrejas adotam, regras sobre a vestimenta também deveriam ser adotadas e informadas aos nubentes.
Fonte: MSN
Nossa Senhora Auxiliadora, rogai por nós!!!
domingo, 19 de maio de 2013
Quem é o Espírito Santo?
O Papa Francisco nos explica. Leia:
Catequese
Praça de São Pedro, no Vaticano
Quarta-feira, 08 de maio de 2013
Quarta-feira, 08 de maio de 2013
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
O tempo Pascal que, com alegria estamos vivendo, guiado pela liturgia da Igreja, é por excelência o tempo do Espírito Santo
dado “sem medida” (cf. Jo 3:34) por Jesus crucificado e ressuscitado.
Este tempo de graça termina com a festa de Pentecostes, quando a Igreja
revive o derramamento do Espírito Santo sobre Maria e os Apóstolos
reunidos em oração no Cenáculo.
Mas quem é o Espírito Santo? No Credo
professamos com fé: “Creio no Espírito Santo, que é Senhor e nos dá a
vida.” A primeira verdade a qual aderimos no Credo é que o Espírito Santo é Kyrios, Senhor.
Isto significa que Ele é verdadeiramente Deus, como são o Pai e o
Filho, objeto, de nossa parte, do mesmo ato de adoração e glorificação
que elevamos ao Pai e ao Filho. O Espírito Santo, de fato, é a terceira Pessoa da Santíssima Trindade, é o grande dom do Cristo ressuscitado
que abre as nossas mentes e nossos corações à fé em Jesus como Filho
enviado pelo Pai, que nos leva à amizade, à comunhão com Deus.
Mas eu quero focar no fato de que o Espírito Santo é a fonte inesgotável da vida de Deus em nós.
O homem de todos os tempos e todos os lugares deseja uma vida plena e
bela, justa e boa, uma vida que não seja ameaçada pela morte, mas que
possa amadurecer e crescer até sua plenitude. O homem é como um viajante
que, atravessando os desertos da vida, tem sede de água viva, abundante
e fresca, capaz de saciar seu profundo desejo de luz, de amor, de
beleza e paz. Todos nós sentimos esse desejo! E Jesus nos dá essa água viva, o Espírito Santo que procede do Pai e que Jesus derrama em nossos corações. “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”, Jesus nos diz (Jo 10,10).
Jesus promete à samaritana uma “água
viva”, com abundância e para sempre a todos aqueles que O reconhecem
como o Filho enviado pelo Pai para nos salvar (cf. Jo 4, 5-26; 3:17). Jesus
veio para nos dar esta “água viva” que é o Espírito Santo, para que a
nossa vida seja guiada por Deus, animada por Ele, alimentada por Ele. Quando dizemos que o cristão é um homem espiritual, queremos dizer exatamente isso: o cristão é alguém que pensa e age segundo Deus, segundo o Espírito Santo.
Mas me pergunto: e nós, pensamos segundo Deus? Agimos de acordo com
Deus ou nos deixamos guiar por tantas outras coisas que não Deus? Cada
um de nós deve responder a isto no profundo de seu coração.
Neste ponto, podemos nos perguntar: por
que esta água pode saciar plenamente a nossa sede? Sabemos que a água é
essencial para a vida; sem água morremos, ela sacia, lava, torna fecunda
a terra. Na carta aos Romanos encontramos esta expressão: “o amor de
Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi
dado” (5:5). Água viva, o Espírito Santo, dom do Ressuscitado que habita
em nós, nos purifica, nos ilumina, nos renova, nos transforma para que
nos tornemos participantes da própria vida de Deus, que é Amor. Por
isso, o apóstolo Paulo afirma que a vida do cristão é animada pelo Espírito e seus frutos, que são “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gl 5:22-23). O Espírito Santo nos introduz à vida divina como “filhos no Filho Unigênito”.
Em outro trecho da carta aos Romanos,
que já mencionamos outras vezes, São Paulo resume tudo nestas palavras:
“Todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de
Deus. E vós… recebestes o Espírito que nos torna filhos adotivos, pelo
qual clamamos: ‘Abba, Pai’!. O mesmo Espírito, em união com o nosso
espírito, comprova que somos filhos de Deus e, se filhos, também
herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo, se sofremos com
Ele, para que também sejamos glorificados com Ele” (8, 14-17).
Este é o dom precioso que o Espírito Santo coloca em nossos corações: a própria vida de Deus, vida de verdadeiros filhos,
uma relação de confiança, liberdade, confiança no amor e na
misericórdia de Deus, que tem como efeito também um novo olhar ao outro,
próximo ou distante, cada vez mais visto como irmão e irmã em Jesus, a
ser respeitado e amado.
O Espírito Santo nos ensina a olhar com os olhos de Cristo, a viver a vida como Ele viveu, a entender a vida como Ele entendeu.
É por isso que a água viva, que é Espírito Santo, sacia a nossa vida,
porque nos diz que somos amados por Deus como filhos, que podemos amar
Deus como filhos e que por sua graça podemos viver como filhos de Deus,
como Jesus. E nós, escutamos o Espírito Santo? O que podemos dizer em
relação ao Espírito? Dizem: Deus te ama. Dizem isso a nós. Deus te ama.
Nós realmente amamos Deus e os outros como Jesus?
Deixemo-nos guiar pelo Espírito
Santo, que Ele nos fale ao coração e nos diga isto: que Deus é amor, que
Deus nos espera, que Deus é Pai, que nos ama como um verdadeiro Pai,
nos ama verdadeiramente e isso somente o Espirito Santo nos diz ao
coração. Sintamos o Espírito Santo, escutamos o Espírito Santo e vamos
em frente pelo caminho do amor, da misericórdia e perdão. Obrigado.
Fonte: Canção Nova
Vinde Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis, e acendei
neles o fogo de vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e
renovareis a face da terra.
Oremos: Ó Deus que iluminais os corações dos vossos fiéis com as luzes do Espírito Santo, concedei-nos que no mesmo Espírito saibamos o que é reto, e gozemos sempre de suas consolações. Por nosso Senhor Jesus Cristo, na unidade do Espírito Santo. Amém
Oremos: Ó Deus que iluminais os corações dos vossos fiéis com as luzes do Espírito Santo, concedei-nos que no mesmo Espírito saibamos o que é reto, e gozemos sempre de suas consolações. Por nosso Senhor Jesus Cristo, na unidade do Espírito Santo. Amém
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sexta-feira, 17 de maio de 2013
Nota da CNBB sobre uniões estáveis de pessoas do mesmo sexo
"Nós, bispos do Conselho
Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB,
reunidos em Brasília-DF, nos dias 14, 15 e 16 de maio de 2013,
dirigimo-nos a todos os fiéis e pessoas de boa vontade para reafirmar o
princípio da instituição familiar. Desejamos também recordar nossa
rejeição à grave discriminação contra pessoas devido à sua orientação
sexual, manifestando-lhes nosso profundo respeito.
Diante da Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre a “habilitação, celebração de casamento civil, ou de conversão de união estável em casamento, entre pessoas de mesmo sexo” (n. 175/2013), recordamos que “a diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural. O matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural” (Nota da CNBB, 11 de maio de 2011). A família, assim constituída, é o âmbito adequado para a plena realização humana e o desenvolvimento das diversas gerações, constituindo-se o maior bem das pessoas.
Ao dar reconhecimento legal às uniões estáveis como casamento civil entre pessoas do mesmo sexo em nosso país, a Resolução interpreta a decisão do Supremo Tribunal Federal de 2011 (cf. ADI 4277; ADPF 132). Certos direitos são garantidos às pessoas comprometidas por tais uniões, como já é previsto no caso da união civil. As uniões de pessoas do mesmo sexo, no entanto, não podem ser simplesmente equiparadas ao casamento ou à família, que se fundamentam no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e à educação dos filhos.
Com essa Resolução, o exercício de controle administrativo do CNJ sobre o Poder Judiciário gera uma confusão de competências, pois orienta a alteração do ordenamento jurídico, o que não diz respeito ao Poder Judiciário, mas sim ao conjunto da sociedade brasileira, representada democraticamente pelo Congresso Nacional, a quem compete propor e votar leis.
Unimo-nos a todos que legítima e democraticamente se manifestam contrários a tal Resolução. Encorajamos os fiéis e todas as pessoas de boa vontade, no respeito às diferenças, a aprofundar e transmitir, no seio da família e na escola, os valores perenes vinculados à instituição familiar, para o bem de toda a sociedade.
Diante da Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre a “habilitação, celebração de casamento civil, ou de conversão de união estável em casamento, entre pessoas de mesmo sexo” (n. 175/2013), recordamos que “a diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural. O matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural” (Nota da CNBB, 11 de maio de 2011). A família, assim constituída, é o âmbito adequado para a plena realização humana e o desenvolvimento das diversas gerações, constituindo-se o maior bem das pessoas.
Ao dar reconhecimento legal às uniões estáveis como casamento civil entre pessoas do mesmo sexo em nosso país, a Resolução interpreta a decisão do Supremo Tribunal Federal de 2011 (cf. ADI 4277; ADPF 132). Certos direitos são garantidos às pessoas comprometidas por tais uniões, como já é previsto no caso da união civil. As uniões de pessoas do mesmo sexo, no entanto, não podem ser simplesmente equiparadas ao casamento ou à família, que se fundamentam no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e à educação dos filhos.
Com essa Resolução, o exercício de controle administrativo do CNJ sobre o Poder Judiciário gera uma confusão de competências, pois orienta a alteração do ordenamento jurídico, o que não diz respeito ao Poder Judiciário, mas sim ao conjunto da sociedade brasileira, representada democraticamente pelo Congresso Nacional, a quem compete propor e votar leis.
Unimo-nos a todos que legítima e democraticamente se manifestam contrários a tal Resolução. Encorajamos os fiéis e todas as pessoas de boa vontade, no respeito às diferenças, a aprofundar e transmitir, no seio da família e na escola, os valores perenes vinculados à instituição familiar, para o bem de toda a sociedade.
Que Deus ilumine e oriente a todos em sua vocação humana e cristã!"
Brasília-DF, 16 de maio de 2013
Brasília-DF, 16 de maio de 2013
Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão
Presidente da CNBB em exercício
Dom Sergio Arthur Braschi
Bispo de Ponta Grossa
Vice-Presidente da CNBB em exercício
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB
Fonte: Canção Nova
Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!
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quarta-feira, 15 de maio de 2013
O que é a Modéstia e Como as Mulheres devem se portar?
O pe. Paulo Ricardo, ao analisar a Suma Teológica de São Tomás de Aquino, trata sobre:
1) A Virtude da Modéstia;
2) O que é a Modéstia;
3) Como a mulher deve se portar;
4) Como a mulher deve se vestir;
5) O pecado venial ou mortal em relação a modéstia;
6) O uso da Saia;
7) Como se vestir para ir na Santa Missa - homens e mulheres.
2) O que é a Modéstia;
3) Como a mulher deve se portar;
4) Como a mulher deve se vestir;
5) O pecado venial ou mortal em relação a modéstia;
6) O uso da Saia;
7) Como se vestir para ir na Santa Missa - homens e mulheres.
Vejam o vídeo:
Fonte: Padre Paulo Ricardo
Nossa Senhora de Fátima, modestíssima, rogai por nós!
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Graziela
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