Seguidores

Pesquisar este blog

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Combate Espiritual

Pedro Siqueira, advogado, escritor, professor e católico, conduz grupos de oração onde se reza o Santo Terço e ele fala algumas mensagens que recebe de Nossa Senhora, dos Santos Anjos e dos Santos.

Nesse vídeo, antes de começar a oração de um dos terços, ele nos fala um pouco sobre o Combate Espiritual.

Vale a pena ver:


Fonte: YouTube

São Miguel Arcanjo, rogai por nós!

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Sobre a sepultura dos defuntos e a conservação das cinzas da cremação

CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ

Instrução Ad resurgendum cum Christo
a propósito da sepultura dos defuntos
e da conservação das cinzas da cremação

1. Para ressuscitar com Cristo, é necessário morrer com Cristo, isto é, “exilarmo-nos do corpo para irmos habitar junto do Senhor” (2 Cor 5, 8). Com a Instrução Piam et constantem, de 5 de Julho de 1963, o então chamado Santo Ofício, estabeleceu que “seja fielmente conservado o costume de enterrar os cadáveres dos fiéis”, acrescentando, ainda, que a cremação não é “em si mesma contrária à religião cristã”. Mais ainda, afirmava que não devem ser negados os sacramentos e as exéquias àqueles que pediram para ser cremados, na condição de que tal escolha não seja querida “como a negação dos dogmas cristãos, ou num espírito sectário, ou ainda, por ódio contra a religião católica e à Igreja”.[1]Esta mudança da disciplina eclesiástica foi consignada no Código de Direito Canónico (1983) e no Código dos Cânones da Igreja Oriental (1990).
Entretanto, a prática da cremação difundiu-se bastante em muitas Nações e, ao mesmo tempo, difundem-se, também, novas ideias contrastantes com a fé da Igreja. Depois de a seu tempo se ter ouvido a Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, o Pontifício Conselho para os Textos Legislativos e numerosas Conferências Episcopais e Sinodais dos bispos das Igrejas Orientais, a Congregação para a Doutrina da Fé considerou oportuno publicar uma nova Instrução, a fim de repôr as razões doutrinais e pastorais da preferência a dar à sepultura dos corpos e, ao mesmo tempo, dar normas sobre o que diz respeito à conservação das cinzas no caso da cremação.

2. A ressurreição de Jesus é a verdade culminante da fé cristã, anunciada como parte fundamental do Mistério pascal desde as origens do cristianismo: “Transmiti-vos em primeiro lugar o que eu mesmo recebi: Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras; foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e apareceu a Pedro e depois aos Doze” (1 Cor 15, 3-5).
Pela sua morte e ressurreição, Cristo libertou-nos do pecado e deu-nos uma vida nova: “como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai, também nós vivemos uma vida nova” (Rom 6, 4). Por outro lado, Cristo ressuscitado é princípio e fonte da nossa ressurreição futura: “Cristo ressuscitou dos mortos, como primícias dos que morreram….; do mesmo modo que em Adão todos morreram, assim também em Cristo todos serão restituídos à vida” (1 Cor 15, 20-22).
Se é verdade que Cristo nos ressuscitará “no último dia”, é também verdade que, de certa forma já ressuscitámos com Cristo. De facto, pelo Baptismo, estamos imersos na morte e ressurreição de Cristo e sacramentalmente assimilados a Ele: “Sepultados com Ele no baptismo, também com Ele fostes ressuscitados pela fé que tivestes no poder de Deus, que O ressuscitou dos mortos” (Col 2, 12). Unidos a Cristo pelo Baptismo, participamos já, realmente, na vida de Cristo ressuscitado (cf. Ef 2, 6).
Graças a Cristo, a morte cristã tem um significado positivo. A liturgia da Igreja reza: “Para os que crêem em vós, Senhor, a vida não acaba, apenas se transforma; e, desfeita a morada deste exílio terrestre, adquirimos no céu uma habitação eterna”.[2]Na morte, o espírito separa-se do corpo, mas na ressurreição Deus torna a dar vida incorruptível ao nosso corpo transformado, reunindo-o, de novo, ao nosso espírito. Também nos nossos dias a Igreja é chamada a anunciar a fé na ressurreição: “A ressurreição dos mortos é a fé dos cristãos: acreditando nisso somos o que professamos”.[3]
 
3. Seguindo a antiga tradição cristã, a Igreja recomenda insistentemente que os corpos dos defuntos sejam sepultados no cemitério ou num lugar sagrado.[4]

domingo, 23 de outubro de 2016

A Missa "Ad Orientem"!

As pessoas mais velhas (antes do Concílio Vaticano II), bem como, aquelas que costumam participar da Missa Tridentina já estão acostumadas com o padre celebrando a Missa Ad Orientem.

Outras acham estranho o padre está "de costas para o povo".

Assim, esse vídeo veio nos mostrar o que é a Missa Ad Orientem e quão bem ela faz para a alma do povo.



Vale lembrar que ela não é exclusiva da Missa Tridentina e pode/deve ser celebrada dessa forma na Missa Nova.

O Papa Francisco celebrando a Missa Ad Orientem

Fonte: YouTube

São João Paulo II, rogai por nós!

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

RESPOSTA: Poderia me explicar mais sobre a missa tridentina? O uso do véu é apenas neste caso?

Ave Maria!!!!

O que é a Missa Tridentina??

Bem, já falei sobre ela anteriormente, mas creio que não claramente.

A Missa Tridentina, é também conhecida como Missa de Sempre, Missa Antiga, Missa em Latim (erroneamente), Missa Gregoriana ou Missa na Forma Extraordinária do Rito Romano.

A Missa Tridentina é a forma em que era celebrada a Santa Missa até antes do Concílio Vaticano II, ou seja, ela foi celebrada e assistida por TODOS os SANTOS da Igreja Católica.

A Missa Tridentina tem como peculiaridades:

a) O Altar

O Altar da Missa Tridentina é, comumente, encostado na parede - nas Igrejas mais antigas (ex: Mosteiro de São Bento em SP) você verá esse tipo de altar.


b) O Padre voltado para o Altar - Versus Deum

Erroneamente dizem que o padre está "de costas para o povo". 
Pois o certo é que o Padre, assim como a assembléia, está voltado para Deus!
O padre também pode celebrar dessa forma atualmente - na Forma Ordinária do Rito Romano (ou Missa Nova, como alguns chamam), na Santa Missa que vemos celebrada hoje.


Aqui temos o Papa Francisco celebrando Versus Deum

c) O uso do Latim

A Missa Tridentina é celebrada em latim, salvo: as leituras que são feitas em língua vernácula (português aqui), mas as outras partes são todas em latim, do In nomine Patris, et Filli, et Spíritus Sancti (Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo), ao fim Ite, missa est, passando pelo Pater Noster (Pai Nosso).

Na verdade, a Missa Nova (Forma Ordinária do Rito Romano) deveria ser celebrada dessa forma também, ou seja, em latim, com algumas partes em vernáculo (língua local).

Comumente, você vê o Santo Padre rezando a Missa em latim, inclusive o Pai Nosso! 

Por isso que digo que a Missa Tridentina é erroneamente chamada de Missa em latim, porque este deveria ser usado constantemente nas nossas missas, já que é a língua oficial da Igreja Católica e não foi abolido pelo Concílio Vaticano II.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

CONSAGRAÇÃO AO ANJO DA GUARDA

 
Libertação de São Pedro pelo Anjo

1. O que é a consagração ao Santo Anjo da Guarda?

A idéia de consagração já se encontra no Antigo Testamento, quando Deus escolheu para Si o povo de Israel para concluir com ele uma aliança. Deus o "consagrou" para ser Sua propriedade, separando-o dos outros povos e colocando-o a Seu serviço (cf. Ex 19,6).
No entanto, é só com Nosso Senhor Jesus Cristo que se pode falar de "consagração" no sentido próprio da palavra. Pois é Ele "Aquele que o Pai consagrou e enviou ao mundo" (Jo 10, 36). 
A consagração original e principal, fonte de toda a consagração, é a da natureza humana de Cristo. Ele é o "Santo de Deus" (Jo 6,69), porque Sua humanidade é totalmente consagrada pela Sua divindade. Foi na Cruz que Cristo estendeu Sua consagração a nós: "Eu me consagro por eles para que também eles sejam consagrados" (Jo 17, 19):

"Com efeito, Cristo, Filho de Deus, que é proclamado << o único Santo >>, com o Pai e o Espírito, amou a Igreja como a Sua esposa, entregou-Se por ela para santificá-la, uniu-a a Si como Seu Corpo e cumulou-a com o dom do Espírito Santo para glória de Deus." (Lumen Gentium, n.39)

A Igreja é o lugar onde acontece a nossa consagração, cuja primeira e fundamental é a do sacramento do Batismo, pela qual participamos da consagração de Cristo que é aperfeiçoado pelo sacramento da Crisma. A essa consagração, que nos une a Cristo, deve corresponder uma entrega de toda a nossa vida a Deus, pois os "santificados em Jesus Cristo" são "chamados a ser santos" (1 Cor 1, 2).

Nossa consagração não é somente um dom, mas também uma tarefa. Aí há diferentes caminhos de aprofundá-la. 
Aqueles que são chamados para a vida consagrada aprofundam-na pela profissão dos conselhos evangélicos, na qual consagram toda a sua existência a Deus.
Mas também os leigos são convidados a viver mais plenamente a sua consagração batismal. Um caminho privilegiado para isto constitui uma "consagração" pela qual, à semelhança da consagração religiosa, a pessoa entrega a si mesma a Deus. A consagração ao Sagrado Coração de Jesus é o exemplo clássico a este respeito.

Dentre estas "consagrações" (de devoção) há também aquelas que não se dirigem exclusivamente a Deus, mas a Nossa Senhora, aos Anjos e aos Santos. No entanto, elas têm seu fim último igualmente em Deus. 
Como disse São Luis de Montfort a respeito da consagração mariana: "Quanto mais uma alma for consagrada a Maria, tanto mais será a Jesus Cristo". (Tratado da Verdadeira Devoção a Maria, 120)
Coisa semelhante se pode dizer a respeito da consagração ao Anjo da Guarda. Quanto mais uma pessoa for consagrada ao seu Anjo, tanto mais este poderá ajudá-la a amar e a servir a Deus e ao próximo e, desta forma, ela será mais plenamente consagrada a Deus.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...