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sexta-feira, 10 de agosto de 2018

De barman a sacerdote: “Deus é muito insistente!”

ACI Digital | Jul 20, 2018



Ele ficou mais de 15 anos sem ir à Missa. Mas Deus não desistiu dele e o fez padre

Como se deixa de ser barman e viver durante 15 anos sem ir à Missa e se torna sacerdote? Pe. Juan de Cáceres tem a resposta em sua vida: “Deus é muito insistente!”.

Pe. Juan começou a estudar Direito, mas deixou a carreira para abrir um bar onde trabalhava de barman. Ficou cerca de 15 anos sem ir à Missa até que um dia ele se confessou e voltou à fé, depois que um amigo o convidou a algumas palestras sobre a oração que mudaram a sua vida.

Hoje é sacerdote da Diocese de Santander, na Espanha.

Depois de terminar o colégio, Pe. Juan de Cáceres começou a estudar Direito. Segundo reconhece, não era um bom aluno. Então, em 2006, aos 28 anos, decidiu abrir seu próprio negócio, que se tornou o bar “da moda” em Santander.

Entretanto, o que prometia ser um negócio bem sucedido, com a chegada da crise econômica na Espanha se tornou um foco de dificuldades ao qual se uniu a crise de completar 30 anos.

“Eu estava muito perdido, com algumas economias que me preocupavam e devido à crise quase não havia clientes. Além disso, meus amigos deixaram de sair como antes e se casaram. Eu ficava sozinho”, assegura em uma entrevista à ‘El Diario El Montañés’.


Ele havia deixado de ir à Missa há quinze anos, mas um amigo o convidou a várias palestras sobre a oração e isso foi algo que mudou a sua vida.

No início, recordou, frequentava as palestras e depois passava um tempo com o seu amigo. Mas, aos poucos, alguma coisa mudou dentro dele: começou a frequentar a Missa novamente, confessou-se e continuou os seus estudos na universidade.

A sua vida começou a tomar um rumo novamente e, dois anos depois deste novo começo, “sentiu o chamado” ao sacerdócio.Mas a sua primeira reação foi “dizer não”.

“Coloquei todo tipo de objeções: meu trabalho, minhas economias, minha vida. Pensava que o que eu tinha que fazer era me estabelecer bem e conhecer uma mulher que fosse me fazer muito feliz e ter uma família. Mas Deus é muito insistente!”. “E a partir deste momento não deixou que esta ideia saísse do meu coração nem da minha mente”, assegurou.

Por isso, quando decidiu entrar no seminário, pediu ao Bispo da diocese, então Dom Vicente Jiménez, que o enviasse para longe de Santander, porque “precisava manter distância” da sua vida anterior. E por isso entrou no seminário de Pamplona.

“Trabalhei no bar até um dia antes de ir a Pamplona, ​​onde vivi durante três anos fantásticos, de 2011 a 2014”, recordou. Durante esse período, Pe. Juan também trabalhou com a comunidade católica chinesa.

Em janeiro deste ano, foi ordenado sacerdote e lhe confiaram as paróquias das localidades de Beranga, Praves, Hazas de Cesto e Solórzano, em Santander.

Além do trabalho nas paróquias, também dá aulas de Religião três vezes por semana para adolescentes.

Mas, nem toda experiência de barman foi ruim. O sacerdote recordou que naqueles anos “era um pouco confessor de todo o mundo”.

Além disso, é o encarregado da pastoral vocacional da diocese, porque segundo explicou: “Muitas pessoas sentiram o mesmo que eu, mas não souberam como seguir, pois a sociedade às vezes não te deixa. Aqui estou eu para escutar e acompanhar”.



Fonte: Aletéia

Nossa Senhora, Rainha dos Confessores, rogai por nós!

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Encontro com Fátima Bernardes: Elisa assumiu os cabelos brancos aos 32 anos

Nessa segunda-feira (06/08/2018) a Elisa Colepicolo, criadora do Projeto Gris, esteve no programa Encontro com Fátima Bernardes falando sobre prejuvenescimento, representatividade, aceitação e sobre a experiência e decisão dela de assumir seus cabelos grisalhos há 4 anos.




segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Uma resposta aos principais argumentos abortistas




Muitos defensores da vida não estão sabendo responder a estes argumentos

Focar a defesa da vida no combate ao ativismo judicial não deve ser em prejuízo ao mérito da questão. Devemos aproveitar a ocasião para desmistificar as principais armadilhas da campanha abortista:

“o aborto é um problema de saúde pública”.

“impedir a regulamentação é uma restrição aos direitos individuais da mulher”.

“deixar nascer uma criança indesejada é condená-la a um futuro sofrido”.

Com efeito, muitos defensores da vida não estão sabendo responder a estes argumentos.

O presente material, construído no formato de perguntas e respostas, tem por objetivo desarmar eventuais futuras investidas abortistas por meio do parlamento.


1. Aspectos que a maioria dos defensores da vida não questiona, mas os abortistas sim

Após a concepção, faz sentido discutir quando a “vida humana” começa?

Não. As células reprodutivas humanas (óvulo e espermatozoide), uma vez combinadas na concepção, possuem potencial germinativo. Isto é, independentemente das capacidades motoras ou intelectuais daquela célula resultante (zigoto), em condições favoráveis, ela tem a capacidade natural de se tornar um ser humano adulto, caso não sofra interrupções. O mesmo não acontece com um óvulo ou espermatozoide quando separados, ou com outra célula do corpo.

Em algum momento da vida, nós deixamos de ser um aglomerado de células?

Não. Qualquer pessoa adulta continua sendo um aglomerado de células, apenas mais complexo. Independente do estágio de desenvolvimento, se for tratada como um tumor ou um parasita, a célula com potencial germinativo, em gestação, pode ser considerada o ser humano mais excluído e discriminado do mundo. Pelo simples fato de ainda não ser visto ou conhecido, perde o direito a um futuro. Portanto, o aborto livre (em qualquer caso) é defendido pela falácia de que, se a pessoa não é vista ou conhecida, então ela não existe. Enterra-se a cabeça na areia. Ignora-se a realidade.

“Jesus lhe disse: ‘Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto’”. (Jo 20, 29)


2. Uma resposta aos principais argumentos abortistas

Impedir a regulamentação do aborto é uma restrição aos direitos individuais?

Não. Como disse o escritor colombiano Nicolás Gómez Dávila: “costuma-se pregar direitos para poder violar deveres”. As leis não servem apenas para nos ajudar a atingir finalidades pessoais, nem tem como função tornar algo permitido pelo simples fato de já ser praticado. Se assim fosse, beber ao volante deveria ser uma prática legalmente admissível e regulamentada. A função primordial da lei é pedagógica: definem-se comportamentos que convém e não convém para uma sociedade pacífica e virtuosa, com um caráter educativo. Em outras palavras, se eu não posso fazer algo, devo buscar compreender o motivo da restrição e, apenas então, julgar se este motivo é justo ou injusto, bom ou mau. E é muito simples, diz o filósofo Kant, diferenciar uma atitude boa de uma má, sem depender de qualquer lei ou princípio religioso. Funciona por meio de uma pergunta: se todas as pessoas do mundo, sem exceções, fizerem aquilo, a humanidade cresce e prospera, em paz e felicidade? Se a resposta for não, então é má.

Deixar nascer uma criança indesejada é condená-la a um futuro sofrido?

Não. É impedi-la de ter a chance de um futuro feliz. Assim como a ninguém é tirado o direito de se inscrever num concurso público pelo fato de ter estudado pouco e, assim, ter poucas chances de ser aprovado. Pelo mesmo motivo, não deve ser tirado o direito de um zigoto crescer e tornar-se uma pessoa adulta por ter poucas chances de ser feliz. Com ou sem auxílio externo, ambos os casos exigem esforço pessoal para atingir o sucesso. Seja o esforço dos pais ou da família adotiva, seja da própria criança. Às vezes, um esforço heroico e exigente, porém exemplar. Contrariamente a isso, temos a lógica eugênica: seleção prévia dos mais capacitados e eliminação dos menos, segundo algum critério arbitrário.

O aborto seria um problema de saúde pública?

Não. Todos os problemas que decorrem da prática ou da intenção de praticar um aborto têm como origem uma gravidez indesejada, esta sim o verdadeiro problema de saúde pública. Os índices de gravidez indesejada, condição à qual estão expostas cada vez mais mulheres, de todas as classes sociais, podem ser reduzidos por programas de educação afetiva e sexual anteriores à gravidez. O dinheiro público que seria direcionado a procedimentos abortivos e estruturas de aconselhamento posterior à gravidez indesejada pode, assim, ser investido em políticas que buscam evitar situações que podem ter como consequência uma gravidez indesejada.


3. Um convite à ação

Além de não apoiar a legalização do aborto provocado, em atenção ao potencial germinativo de um novo indivíduo no momento da concepção, e em zelo ao caráter pedagógico da lei, devemos nos perguntar: qual é minha parcela de responsabilidade social para que as notícias de gravidez deixem de ser lamentadas, e voltem a ser comemoradas?


“A nossa existência, a nossa vinda ao mundo, deveu-se ao amor generoso das mulheres. A abertura para a vida com um amor que gera a vida determinará o futuro da humanidade”
(Médico ginecologista de Kimberly Hahn, autora do livro “O amor que dá vida”).


“O verdadeiro amor é exigente. Mas sua beleza reside precisamente nas exigências que ele faz. Somente aqueles capazes de fazer exigências sobre si mesmos em nome do amor podem, então, exigir o amor dos outros”. 
(São João Paulo II)


“O filho não vem de fora juntar-se ao amor mútuo dos esposos, mas brota do próprio coração desse dom recíproco, do qual é fruto e complemento”.
(Catecismo da Igreja Católica – n. 2366)


“No amor não há temor, pois o amor perfeito elimina o temor”. 
(1Jo 4, 18)


Vote NÃO à regulamentação do aborto 
na consulta pública do Senado Federal:



Fonte: Aletéia

Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!

sábado, 4 de agosto de 2018

Carta aos pais que não desistiram de levar seus filhos bagunceiros à Missa

Anna O'Neil | Jul 24, 2018

TATJANA SPLICHAL | DRUŽINA


Teus filhos também não param um segundo durante a Missa? 
Calma, pois Cristo tem algo importantíssimo para te dizer


Caros pais exaustos e desanimados,

Seus filhos são terríveis na Missa. Caóticos, desobedientes e arteiros – semana após semana. É como se um grande holofote estivesse aceso sobre vocês o tempo todo.

Mas eu sei o que vocês passam. Eu comecei a ter medo dos domingos. Nós tentamos de tudo. Ir à Missa mais cedo, mais tarde, dar explicações sussurradas, fazer ameaças sussurradas, sentar na frente, sentar atrás… Talvez alguns dos truques tenham ajudado, mas a verdade é que ninguém sai da igreja sem gritar, sem fazer uma corrida louca pelo altar ou sabe lá Deus o quê.

Apesar de tudo, toda semana eu e minha família barulhenta e caótica estamos lá (no fundo), atrapalhando e distraindo todo mundo e nos sujeitando ao julgamento de um grande número de pessoas que, talvez, não entendam como é difícil ensinar uma criança a ficar sentada e em em silêncio por uma hora. Parece insano. Ainda assim, vestimos nossas roupas e colocamos nossos corpos sob aquele teto, exatamente como a Igreja Mãe nos pede.

Eu quero que vocês saibam que, se isso também acontece com vocês, tudo bem. Cristo tinha algo muito importante a dizer sobre pessoas como nós:

Quando Jesus olhou para cima, viu algumas pessoas ricas depositando muitas ofertas no cofre do templo e notou uma pobre viúva colocando apenas duas pequenas moedas. Ele disse: “Em verdade vos digo: esta pobre viúva pôs mais do que os outros. Pois todos aqueles lançaram nas ofertas de Deus o que lhes sobra; esta, porém, deu, da sua indigência, tudo o que lhe restava para o sustento” (Lucas 21, 1-4)

Não é exatamente isso que estamos fazendo? Estamos dando literalmente tudo o que temos, obedecendo ao pedido da Igreja de ir à Missa dominical. Vergonha, infelizmente, não é uma razão suficiente para ficar em casa. Para o mundo exterior, parece que a gente está fazendo o mínimo. Sim, nós entramos na igreja. Mas estamos nos concentrando? Estamos tendo uma experiência espiritual? Nós conseguimos ouvir uma única palavra do Evangelho? Nós (e Cristo) somos os únicos que sabem o quanto estamos realmente doando.

Assim como as duas pequenas moedas da mulher na caixa de coleta parecem nada em comparação com a gigantesca sacola de ouro do rico, nossa contribuição parece tão pequena que alguém poderia se perguntar se não nos incomodamos com isso. Por que ir à Missa, se você vai passar o tempo todo controlando as crianças? Mas Cristo está lá para nos lembrar que ele não vê como o resto do mundo vê.

Muito frequentemente, deixo a Missa me sentindo fracassada. Eu nem consigo acompanhar a celebração, e saio tão rápido que até me esqueço de fazer a genuflexão. Que tipo de católico eu sou? Se é assim que vocês se sentem também, não se esqueçam: quem tem filhos pequenos, crianças com necessidades especiais ou alguém que requeira a sua atenção na Missa não consegue se ajoelhar e ouvir com atenção. E esse é um tipo único de pobreza. Nós, na nossa pobreza, realmente damos tudo o que temos, apenas fazendo o melhor que podemos. Mesmo que o nosso melhor seja apenas aparecer por lá. 

Então não parem. E por favor, não se preocupem muito com a aparência da sua família. Mesmo que não seja fácil, continuem fazendo tudo da mesma forma. E saibam que Deus vê o quão valioso é o sacrifício que vocês fazem.

Fonte: Aletéia

Missa Tridentina na Capela Nossa Senhora das Dores, em Brasilia-DF

Jesus, Maria e José, nossa Família Vossa É!

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

É pecado usar roupas curtas ou colantes?


O pudor é modéstia. Inspira a escolha do vestuário, mantém o silêncio ou o recato onde se adivinha o perigo duma curiosidade malsã. O pudor é discrição.





Nossa Senhora Castíssima, rogai por nós!
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