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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Trezena de Santo Antônio


Orações iniciais
(Para todos os dias)

Ao Espírito Santo
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações de vossos fiéis, e acendei neles o fogo do vosso amor.
Enviai o vosso Espírito, e tudo será criado.
E renovareis a face da terra.
Oremos: Ó Deus, que iluminais os corações de vossos fiéis com as luzes do Espírito Santo, fazei que pelo mesmo Espírito saibamos o que é reto, e sempre gozemos de sua consolação. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

A Santo Antônio

Meu grande protetor Santo Antônio: apresento-me a vós, pedindo-vos me alcanceis de Deus o perdão dos pecados, o espírito de conversão, o crescimento no amor de Deus, e a perseverança no bem até o fim de minha vida. O que especialmente vos peço, é a seguinte graça: (diz-se o que se pede na Trezena). Se esta graça não for conveniente para minha salvação, alcançai-me a perfeita conformidade com a vontade de Deus. Santo Antônio, nestes dias que consagro a vossa honra, como em todos os dias de minha vida, fazei que eu conserve a graça e amizade de Deus, que dele nunca me afaste pelo pecado, e que enfim tenha a felicidade de amá-lo e gozá-lo para sempre em vossa companhia, na felicidade eterna no céu. Amém.

Primeiro Dia
Santo Antônio, amigo do menino-Deus; tivestes a felicidade de ser educado por pais piedosos e exemplares que vos encaminharam na senda do bem e da virtude. Dai-me a graça de seguir sempre os ensinamentos de Jesus e de sua Igreja.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.
Ladainha de Santo Antônio

Segundo Dia
Meu grande Santo Antônio: Chegando à mocidade, sentistes os atrativos do mundo, mas preferistes o grande amor de Jesus Cristo, que em vós superava a tudo, e vos consagrastes a Deus na vida religiosa. Libertai-me de tudo que me prende aos bens da terra e a mim mesmo. Que eu me sirva dos bens deste mundo como verdadeiro cristão, e possa gozar da liberdade dos filhos de Deus.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.
Ladainha de Santo Antônio

Terceiro Dia
Santo Antônio, amigo de Deus e dos homens: O amor de Cristo e à sua Igreja vos impeliram para terras de África, onde queríeis apregoar o Evangelho entre os infiéis, para receber a palma do martírio. Dai-me a coragem de testemunhar os ensinamentos de Cristo, por minha palavra e pela vida, para que eu seja digno de compartilhar de vossa companhia no céu.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.
Ladainha de Santo Antônio

Quarto Dia
Meu Santo Antônio: Apesar de vossos grandes conhecimentos e de vosso profundo saber, a ninguém revelastes a grandeza de vosso espírito, para viver na humildade e na vida oculta, a exemplo de Jesus em Nazaré. Extingui em mim todo o desejo sobressair e de fazer-me valer à custa dos outros. Ensinai-me a servir ao próximo por amor.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.
Ladainha de Santo Antônio

Quinto Dia
Santo Antônio: Chegando a vossa hora, seguistes o preceito de Cristo, e fostes anunciar o Evangelho a toda a criatura. A muitos convertestes com a vossa pregação inspirada. Fazei que de Vós eu aprenda a colaborar com a Igreja, dedicando-me ao apostolado.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.
Ladainha de Santo Antônio

Sexto Dia
Santo Antônio: Vossa memória era tão prodigiosa, que sabíeis quase toda a Sagrada Escritura de cor. Isto prova um grande amor pela Palavra de Deus. Costumáveis ler, estudar e meditar todos os dias as Sagradas Escrituras. Ensinai-me, ó Santo, o amor à Palavra de Deus. De Vós quero aprender a estimar o tesouro contido na Bíblia Sagrada. Quero conhecer as riquezas do amor de Deus que ali se revelam. Ensinai-me a viver de acordo com esta mensagem de Deus.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.
Ladainha de Santo Antônio

Sétimo Dia
Santo Antônio: Vossa caridade foi um exemplo para todos que vos conhecem. Em vossa vida sabíeis consolar os tristes, os que se apresentavam abatidos sob o fardo de duros problemas e provações. Dai-me um coração compassivo semelhante ao vosso. Que eu esteja disposto a ajudar os necessitados, consolar os tristes, e sempre tenha uma boa palavra para os desanimados e os que sofrem.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.
Ladainha de Santo Antônio

Oitavo Dia
Santo Antônio, homem da santa oração: Uma das vossas preocupações, era de que o estudo e o trabalho não apagassem o espírito da santa oração. Além disso, eleváveis vossa alma a Nosso Senhor, dominando e disciplinando as paixões da carne e do espírito, através de rudes penitências. Ensinai-me a fidelidade na vida de oração. Ensinai-me a rezar com amor e devoção como vós o sabíeis fazer. Ensinai-me o espírito de renúncia e mortificação, para que, superando o egoísmo e as outras paixões, viva na graça e na paz dos filhos de Deus.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.
Ladainha de Santo Antônio

Nono Dia
Santo Antônio: passastes a vida fazendo o bem de todos, a exemplo de Jesus Cristo. Denunciastes os vícios da sociedade. Reconciliastes famílias que viviam no ódio. Por vossa palavra inspirada, ao mesmo tempo firme e suave, reconduzistes a muitos para o caminho do bem. Ensinai-me, vos peço, a praticar o bem, a promover a paz e a unidade entre os homens, para que mereça ser contado entre os pacíficos, porque eles verão a Deus.
Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.
Ladainha de Santo Antônio


terça-feira, 29 de maio de 2012

A Santa Missa nos livra duma multidão de males!

Acreditai que, além dos favores que solicitamos na Santa Missa, nosso boníssimo DEUS nos concede muitos outros sem que os peçamos.

É o que ensina claramente São Jerônimo: absque dubio dat nobis Dominus quod in Missa petimus; et, quod magis est, saepe dat quod non petimus.

"Sem dúvida alguma, o Senhor nos dá todas as graças que pedimos na Santa Missa, contanto que nos sejam de vantagem; mas, o que é mais admirável, muitas vezes nos dá o que não pedimos".

Podemos dizer, por isso, que a Santa Missa é o sol do gênero humano espalhando seus raios sobre os bons e sobre os maus, e alma não há tão pérfida sobre a terra, que, assistindo à Santa Missa, dela não aufira qualquer grande bem, e muitas vezes mesmo sem nele pensar ou pedi-lo. Santo Antonino conta que um dia dois jovens libertinos passeavam numa floresta. Um deles havia assistido à Santa Missa e o outro não. Levantou-se súbitamente furiosa tempestade, e no meio dos trovões e relâmpagos ouviram eles uma voz que clamava: "Mata! Mata!" No mesmo instante o raio esbraseou o ar e feriu aquele que não assistira à Santa Missa.

O companheiro apavorado, prosseguiu o caminho, buscando um refúgio, quando ouviu novamente a mesma voz, que repetia. "Mata! Mata!" O pobre rapaz nada mais esperava senão a morte. Uma outra voz, porém, respondeu: "Não posso, pois ele assistiu à Santa Missa. A Santa Missa a que ele assistiu impede-me de feri-lo".

Oh! quantas vezes DEUS não vos livrou da morte, ou, pelo menos, de numerosos e graves perigos, graças às Santas Missas a que tiverdes assistido! Disso nos assegura São Gregório no quarto de seus Diálogos: Per auditionem Missae homo liberatur a miltis malis et periculis, diz o santo Doutor. 

"Sim, é verdade que aquele que assiste devotamente à Santa Missa será preservado de muitos males e perigos, se bem que disto não se aperceba."


sábado, 26 de maio de 2012

Quem disse que vestir-se com modéstia é sinônimo de parecer velha?

Algumas dessas mulheres/moças estão vestidas como "velhas"? Acho que ninguém vai dizer isso, né? Porém, estão vestidas de forma modesta e muito elegantes!

Ótimas peças de roupa para inspirar as católicas a vestirem-se cotidianamente, mormente, quando forem para a Santa Missa!




Nessa última foto deve-se tomar cuidado com o tamanho do decote, o segundo está muito profundo e pode acabar por mostrar as partes íntimas da mulher, assim, subam o decote e/ou usem uma camisa por dentro que evita mostrar o que não deve.

Nossa Senhora Modestíssima, rogai por nós!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Nossa Senhora Auxiliadora - 24 de Maio


Hoje, dia 24 de Maio, os Salesianos comemoram a Festa de Nossa Senhora Auxiliadora.

Esta invocação mariana encontra suas raízes no ano 1571, quando Selim I, imperador dos turcos, após conquistar várias ilhas do Mediterrâneo, lança seu olhar de cobiça sobre toda a Europa. O Papa Pio V, diante da inércia das nações cristãs, resolveu organizar uma poderosa esquadra para salvar os cristãos da escravidão muçulmana. Para tanto, invocou o auxílio da Virgem Maria para este combate católico.

A vitória aconteceu no dia 7 de outubro de 1571. Afastada a perseguição maometana, o Santo Padre demonstrou sua gratidão à Virgem acrescentando nas ladainhas loretanas a invocação: Auxiliadora dos Cristãos.

No entanto, a festa de Nossa Senhora Auxiliadora só foi instituída em 1816, pelo Papa Pio VII, a fim de perpetuar mais um fato que atesta a intercessão da Santa Mãe de Deus: Napoleão I, empenhado em dominar os estados pontifícios, foi excomungado pelo Sumo Pontífice. Em resposta, o imperador francês seqüestrou o Vigário de Cristo, levando-o para a França. Movido por ardente fé na vitória, o Papa recorreu à intercessão de Maria Santíssima, prometendo coroar solenemente a imagem de Nossa Senhora de Savona logo que fosse liberto.

O Santo Padre ficou cativo por cinco anos, sofrendo toda espécie de humilhações. Uma vez fracassado, Napoleão cedeu à opinião pública e libertou o Papa, que voltou a Savona para cumprir sua promessa. No dia 24 de maio de 1814, Pio VII entrou solenemente em Roma, recuperando seu poder pastoral. Os bens eclesiásticos foram restituídos. Napoleão viu-se obrigado a assinar a abdicação no mesmo palácio onde aprisionara o velho pontífice.

Para marcar seu agradecimento à Santa Mãe de Deus, o Papa Pio VII criou a festa de Nossa Senhora Auxiliadora, fixando-a no dia de sua entrada triunfal em Roma.

O grande apóstolo da juventude, Dom Bosco, adotou esta invocação para sua Congregação Salesiana porque ele viveu numa época de luta entre o poder civil e o eclesiástico. A fundação de sua família religiosa, que difunde pelo mundo o amor a Nossa Senhora Auxiliadora, deu-se sob o ministério do Conde Cavour, no auge dos ódios políticos e religiosos que culminaram na queda de Roma e destruição do poder temporal da Igreja. Nossa Senhora foi colocada à frente da obra educacional de Dom Bosco para defendê-la em todas as dificuldades.

No ano de 1862, as aparições de Maria Auxiliadora na cidade de Spoleto marcam um despertar mariano na piedade popular italiana. Nesse mesmo ano, São João Bosco iniciou a construção, em Turim, de um santuário, que foi dedicado a Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos.


A partir dessa data, Dom Bosco, que desde pequeno aprendeu com sua mãe Margarida, a confiar inteiramente em Nossa Senhora, ao falar da Mãe de Deus, lhe unirá sempre o título Auxiliadora dos Cristãos. Para perpetuar o seu amor e a sua gratidão para com Nossa Senhora e para que ficasse conhecido por todos e para sempre que foi "Ela (Maria) quem tudo fez", quis Dom Bosco que as Filhas de Maria Auxiliadora, congregação por ele fundada juntamente com Santa Maria Domingas Mazzarello, fossem um monumento vivo dessa sua gratidão.

Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de AUXILIADORA. Pode-se afirmar que a invocação de Maria como título de Auxiliadora teve um impulso enorme com Dom Bosco. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser conhecida também como a "Virgem de Dom Bosco".

Escreveu Dom Bosco: "A festa de Maria Auxiliadora deve ser o prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos um dia no Paraíso".

Inúmeras pessoas recorrem a Maria, pedindo seu auxílio, proteção e intercessão. Outras, participam das festividades para agradecer as graças derramadas pelas mãos da Virgem.

Você sabe qual a relação de Dom Bosco com a consagração a Virgem Maria?
Esta devoção a Nossa Senhora, com o título de Auxiliadora dos cristãos, foi muito difundida por Dom Bosco. O Santo tinha uma particular devoção a Maria, consagrou-se a ela pelo método de São Luís Maria Grignion de Montfort e recomendou aos filhos espirituais que se consagrassem a ela. Esta devoção foi transmitida não somente à família salesiana, mas também a todos que se aproximavam dele.

Percebe-se que sua devoção a Nossa Senhora Auxiliadora tem uma íntima ligação com o "Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem". Dom Bosco falava da Virgem como mãe amorosa, que cuida de cada um de seus filhos, ajudando-os em todas as suas dificuldades. Porém, não deixa de alertá-los de um grande perigo para suas almas: "Maria Santíssima não quer a devoção daqueles que querem continuar vivendo em pecado".

Dizer que Nossa Senhora não quer a devoção de quem quer continuar no pecado é uma afirmação muito dura. Afinal, quem de nós pode se dizer santo? Mas, o que Dom Bosco nos chama atenção por estas palavras é que não podemos dize que somos devotos da Virgem Maria e não viver uma busca pela santidade. O Santo chega a dizer que: "Maria Santíssima Imaculada odeia tudo aquilo que é contrário a pureza".

Como verdadeiros devotos da Virgem Maria, somos chamados a lutar para sermos fiéis às nossas promessas do batismo, renunciar ao mal e ao pecado. Este é o cerne do método de consagração do Tratado. Ao nos consagrar a Maria por esse método, fazemos o compromisso de viver com fidelidade uma vida cristã autentica e recebemos da Virgem um auxílio maior. Isso acontece porque por esta consagração somos mais dóceis a ela e ao Espírito Santo, modelados à imagem de Jesus Cristo.

Assim, sendo verdadeiros devotos de Nossa Senhora, Auxiliadora dos cristãos, alcançaremos cada vez a semelhança de Jesus Cristo, que é o fim último da consagração a Maria e também de nossas vidas. Que Nossa Senhora Auxiliadora seja sempre o nosso auxílio, especialmente nos momentos de dificuldade, na luta contra o pecado e na busca pelo Reino de Jesus Cristo. Este Reino virá, em sua plenitude, quanto acontecer o Reino da Virgem Maria. Como consagrado a ela, somos chamados a ser seus apóstolos, para que apressemos a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo.


ORAÇÃO A NOSSA SENHORA AUXILIADORA, PROTETORA DO LAR

Santíssima Virgem Maria a quem Deus constituiu Auxiliadora dos Cristãos, 
nós vos escolhemos como Senhora e Protetora desta casa.
Dignai-vos mostrar aqui Vosso auxílio
Preservai esta casa de todo perigo: do incêndio, da inundação, do raio, das tempestades, dos ladrões, dos malfeitores, da guerra e de todas as outras calamidades que conheceis.
Abençoai, protegei, defendei, guardai como coisa vossa as pessoas que vivem nesta casa.
Sobretudo concedei-lhes a graça mais importante, 
a de viverem sempre na amizade de Deus, evitando o pecado.
Dai-lhes a fé que tivestes na Palavra de Deus, e o amor que nutristes para com Vosso Filho Jesus
e para com todos aqueles pelos quais Ele morreu na cruz.
Maria, Auxílio dos Cristãos, rogai por todos que moram nesta casa que Vos foi consagrada.
Amém. 

Fonte: Canção Nova

Nossa Senhora Auxiliadora, rogai por nós!

TOTUS TUUS

Qual a diferença entre corpo, alma e espírito?

O Catecismo da Igreja Católica trata sobre o assunto ao falar sobre a Profissão da Fé Cristã entre os números 362 e 367:

"II. «Corpore et anima unus» – Unidade de corpo e alma

362. A pessoa humana, criada à imagem de Deus, é um ser ao mesmo tempo corporal e espiritual. A narrativa bíblica exprime esta realidade numa linguagem simbólica, quando afirma que «Deus formou o homem com o pó da terra, insuflou-lhe pelas narinas um sopro de vida, e o homem tornou-se num ser vivo» (Gn 2, 7). O homem, no seu ser total, foi, portanto, querido por Deus.
363. Muitas vezes, a palavra alma designa, nas Sagradas Escrituras, a vida humana (226), ou a pessoa humana no seu todo (227). Mas designa também o que há de mais íntimo no homem (228) e de maior valor na sua pessoa (229), aquilo que particularmente faz dele imagem de Deus: «alma» significa o princípio espiritual no homem.
364. O corpo do homem participa na dignidade da «imagem de Deus»: é corpo humano precisamente por ser animado pela alma espiritual, e a pessoa humana na sua totalidade é que é destinada a tornar-se, no Corpo (Místico) de Cristo, templo do Espírito (230):
«Corpo e alma, mas realmente uno, o homem, na sua condição corporal, reúne em si mesmo os elementos do mundo material, que assim nele encontram a sua consumação e nele podem louvar Livremente o seu Criador. Por isso, não é lícito ao homem menosprezar a vida do corpo. Pelo contrário, deve estimar e respeitar o seu corpo, que foi criado por Deus e que há-de ressuscitar no último dia» (231).
365. A unidade da alma e do corpo é tão profunda que se deve considerar a alma como a «forma» do corpo (232); quer dizer, é graças à alma espiritual que o corpo, constituído de matéria, é um corpo humano e vivo. No homem, o espírito e a matéria não são duas naturezas unidas, mas a sua união forma uma única natureza.
366. A Igreja ensina que cada alma espiritual é criada por Deus de modo imediato (233) e não produzida pelos pais; e que é imortal (234), isto é, não morre quando, na morte, se separa do corpo; e que se unirá de novo ao corpo na ressurreição final.
367. Encontra-se às vezes uma distinção entre alma e espírito. São Paulo, por exemplo, ora para que «todo o nosso ser, o espírito, a alma e o corpo», seja guardado sem mancha até à vinda do Senhor (1 Ts 5, 23). A Igreja ensina que esta distinção não introduz uma dualidade na alma (235), «Espírito» significa que o homem é ordenado, desde a sua criação, para o seu fim sobrenatural (236), e que a alma é capaz de ser gratuitamente sobreelevada até à comunhão com Deus (237).
368. A tradição espiritual da Igreja insiste também no coração,no sentido bíblico de «fundo do ser» («nas entranhas»: Jr 31, 33) em que a pessoa se decide ou não por Deus (238)."

Veja a explicação que o pe. Paulo Ricardo nos dá e a resposta para essa pergunta



Fonte: Christo Nihil Praeponere

Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!
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