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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Virtude Cardeal: FORTALEZA



1808. A fortaleza é a virtude moral que, no meio das dificuldades, assegura a firmeza e a constância na prossecução do bem. Torna firme a decisão de resistir às tentações e de superar os obstáculos na vida moral. A virtude da fortaleza dá capacidade para vencer o medo, mesmo da morte, e enfrentar a provação e as perseguições. Dispõe a ir até à renúncia e ao sacrifício da própria vida, na defesa duma causa justa. «O Senhor é a minha fortaleza e a minha glória» (Sl 118, 14). «No mundo haveis de sofrer tribulações: mas tende coragem! Eu venci o mundo!» (Jo 16, 33).



Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Virtude Cardeal: JUSTIÇA




As virtudes morais são humanamente adquiridas. São os frutos e os germes de actos moralmente bons e dispõem todas as potencialidades do ser humano para comungar no amor divino.

1807. A justiça é a virtude moral que consiste na constante e firme vontade de dar a Deus e ao próximo o que lhes é devido. A justiça para com Deus chama-se «virtude da religião». Para com os homens, a justiça leva a respeitar os direitos de cada qual e a estabelecer, nas relações humanas, a harmonia que promove a equidade em relação às pessoas e ao bem comum. O homem justo, tantas vezes evocado nos livros santos, distingue-se pela rectidão habitual dos seus pensamentos e da sua conduta para com o próximo. «Não cometerás injustiças nos julgamentos. Não favorecerás o pobre, nem serás complacente para com os poderosos. Julgarás o teu próximo com imparcialidade» (Lv 19, 15). «Senhores, dai aos vossos escravos o que é justo e equitativo, considerando que também vós tendes um Senhor no céu» (Cl 4, 1).


"Devemos ter uma vontade constante e firme em dar ao próximo:

1. Respeito; 
2. Verdade;
3. Compreensão;
4. Misericórdia."



Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

RESPOSTA: Pode ter duas Madrinhas de Batismo ao invés de um casal (homem e mulher)?

Ave Maria!

Boa noite! Meu filho pode ter 2 madrinhas de batismo, em vez de um padrinho + uma madrinha?


NÃO!

Dita o Código de Direito Canônico (CDC) que:

"Cân. 873. Haja um só padrinho OU uma só madrinha, ou então UM PADRINHO E UMA MADRINHA"

O que você pode fazer é escolher uma para ser Madrinha de Batismo e a outra para ser a Madrinha de Consagração a Nossa Senhora, que ocorre no dia do Batismo.

Para o Sacramento do Batismo, como dito no CDC, não precisa de um casal, pode ter só uma madrinha.

Mas, atente para que as duas sigam os requisitos (Cân. 874, CDC):

1) Ser designado pelo batizando ou crismando, ou pelos seus pais, ou no caso de ausência pelo pároco ou ministro, e tenha aptidão e intenção de cumprir esse encargo;

2) Tenha completado 16 anos de idade;

3) Seja batizado na Igreja Católica e tenha recebido o Sacramento do Crisma;

4) Já tenha recebido o Sacramento da Eucaristia (feito a primeira comunhão);

5) Leve uma vida de acordo com a fé (católica) e o encargo que vai assumir (ou seja, frequente os sacramentos: confesse sempre, vá a missa aos domingos e comungue, tenha uma vida de oração)

6) Não tenha sido atingido por nenhuma pena canônica legitimamente irrogada ou declarada;

7) Não seja pai ou mãe do batizando-crismando (nem marido);

8) Seja solteiro ou casado na Igreja Católica.


Fonte: Código de Direito Canônico

Nossa Senhora das Dores, rogai por nós

sábado, 14 de setembro de 2019

8, 12 e 15: as 3 datas especiais de Setembro dedicadas a Maria

MARY

Talvez a menos conhecida seja a do dia 12 - mas o seu significado é belíssimo!

Em Setembro celebramos Nossa Senhora em três datas muito importantes:

Dia 8, sua Natividade
Dia 12, seu Santíssimo Nome
Dia 15, Nossa Senhora das Dores.

A festa do Santíssimo Nome de Maria existe porque merece! O nome de Maria se refere à Mãe de Deus, Rainha do Céu e da Terra, aquela em quem o Todo-Poderoso realizou maravilhas, fazendo dela a mais santa das criaturas.

O nome Maria vem diretamente do latim, Maria, que, por sua vez, deriva do aramaico Maryam ou Mariam, cuja versão em hebraico é Myrhiàm.

É interessante notar que não há um significado etimológico específico para este nome feminino tão simples e belo. Ele significa simplesmente… “Maria”! E, ao mesmo tempo, é fascinante observar que um nome tão simples contém tanto significado cristão!

A festa do Santíssimo Nome de Maria comemora, em suma, todos os dons concedidos a ela por Deus – e, por extensão, todas as graças que nós próprios recebemos de Deus por intermédio da Sua Mãe, que também é nossa.


A origem histórica da festa

Criada em 1513 na cidade espanhola de Cuenca, a celebração passou depois para o dia 15 de setembro, oitava da Natividade de Maria (8 de setembro). Por decreto do Papa Sixto V em 1587, foi transferida para 17 de setembro. Em 1622, o Papa Gregório XV a estendeu à arquidiocese de Toledo. A Congregação dos Ritos hesitou durante algum tempo antes de permitir novas extensões, mas é sabido que os trinitarianos espanhóis a celebravam em 1640. Com alguma nova permissão pontual aqui e acolá, a festa acabou sendo estendida a toda a Espanha e ao Reino de Nápoles em 26 de janeiro de 1671.

Em 1683, a grande vitória obtida no dia 12 de setembro pelos reinos cristãos contra os invasores otomanos que haviam cercado Viena levou à extensão da festa a toda a Igreja. Em decreto de 25 de novembro daquele ano, o Papa Inocêncio XI a marcou para o domingo seguinte à Natividade de Maria. Desde 1908, se a festa não puder ser celebrada no domingo devido à ocorrência de outra festa de grau maior, deve ser mantida em 12 de setembro, a data da vitória na Batalha de Viena de 1683.

Vale lembrar que, além dessa batalha decisiva, a Santíssima Virgem Maria também é celebrada em outra grande vitória da resistência cristã contra um ataque otomano: a Batalha de Lepanto, de 1571, recordada em 07 de outubro com a festa de Nossa Senhora do Rosário porque esta oração teve papel crucial para o triunfo cristão. Não à toa o Papa Pio XII a chama de “vencedora de todas as grandes batalhas de Deus”.

É imprescindível destacar que, ao venerarmos o Nome de Maria, estamos, como ela, dedicando o nosso amor ao Nome de Jesus, pois é a Ele que Maria nos conduz.

Fonte: Aletéia

Maria, Mãe de Deus, rogai por nós!
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