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terça-feira, 21 de setembro de 2021

Pequena Novena a São Miguel Arcanjo

 

  • Fazer o Sinal da Cruz

Glorioso São Miguel Arcanjo, o primeiro entre os anjos de Deus, guarda e protetor da Igreja Católica, lembrando de que nosso Senhor vos confiou a missão de velar pelo Seu povo, em marcha para a vida eterna, mas rodeado de tantos perigos e ciladas do dragão infernal, eis-me prostrado a vossos pés, para implorar confiantemente o vosso auxílio, pois não há necessidade alguma em que não possais valer.

Sabeis a angústia por que passa a minha alma. Ide junto a Maria, nossa Mãe muito amada, ide a Jesus e dizei-lhe uma palavra em meu favor, pois sei que eles nada vos podem recusar. 
Intercedei pela salvação da minha alma e, também agora, por aquilo que tanto me preocupa (dizer, como quem conversa, o seu desejo).

E se o que peço não é para a glória de Deus e o bem da minha alma, obtende-me paciência e a graça de me conformar com a vontade divina, pois sabeis mais o que é do agrado de nosso Senhor e Pai.

Em nome de Jesus, Maria e José, atendei-me. Amem.

  • Rezar: 9 Glórias ao Pai em ação de graças por todos os dons concedidos por Deus a São Miguel e aos nove coros de anjos.

Fonte: Devocionário a São Miguel Arcanjo (Canção Nova)

São Miguel Arcanjo, 
nosso intercessor junto de Jesus e Maria, 
vinde socorrer-nos em nossas enfermidades do corpo e da alma.

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Freira estuda Direito para ajudar os pobres

Julija Ogrodowski | Shutterstock

Gelsomino Del Guercio

Irmã Francesca queria ser advogada e tinha uma vocação religiosa. 
Então, percebeu que poderia fazer as duas coisas

Esta é a história da Irmã Francesca, uma jovem freira de 27 anos que primeiro abraçou os votos religiosos temporários e depois se formou advogada com uma tese em Direito Penal.

“Estou a serviço dos pobres”

Irmã Francesca não tem perfis no Facebook nem no Instagram, como escreve o Corriere della Sera (Roma). Em geral, ela prefere manter-se discreta, assim como a congregação a que pertence (que, na verdade, deseja permanecer anônima). No entanto, os seus superiores religiosos deram-lhe autorização para contar a sua história, porque ela reflete um fato importante sobre a Igreja e os membros das comunidades religiosas: todos estão presentes na vida cotidiana e ao serviço dos mais necessitados. 

Irmã Francisca diz ao Corriere :

“Por que eu quero ser advogada? 
São Francisco de Assis pediu para viver na pobreza, o que para ele significava trabalhar com as próprias mãos para viver como os pobres, entre os pobres. 
Hoje, para a maioria das pessoas, ter um processo legal pendente cai na pobreza de nosso tempo ”.

A presença de uma freira de hábito pleno, atualmente como estagiária de Direito (prestes a fazer o exame estadual exigido para se tornar uma advogada profissional) pega alguns juízes e advogados desprevenidos, relata o Corriere . Quando lhe perguntam o que está fazendo ali, ela responde: 

“Estou a serviço dos pobres”.

Duas vocações?

Embora o artigo do Corriere não ofereça muitos detalhes, parece que o interesse da irmã em estudar Direito pode ter precedido sua vocação religiosa, mas ela o deixou para entrar no convento. Então ela percebeu que as duas coisas podem ser compatíveis. 

“Nesse ponto, juntei a vida religiosa com um talento que o Senhor me deu, que é minha paixão pelo direito.”

Depois dos primeiros votos religiosos teve início a trajetória acadêmica, que a levou de Salerno, no sul da Itália, a Roma, onde divide seu tempo entre o convento e os estudos de Direito.

“Meu caminho para a formatura foi desafiador”, lembra Francesca, “mas não diria cansativo porque gostei muito do que estava estudando”. Agora ela só precisa passar no exame para poder exercer a advocacia.

Nesse ínterim, ela está estudando assiduamente. Seu diretor disse ao Corriere : “Ela sabe mais direito do que eu, e não estou brincando!”

Fonte: Aletéia

Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!

quinta-feira, 16 de setembro de 2021

À Vossa Proteção (SUB TUUM PRÆSIDIUM)


À Vossa proteção recorremos, santa Mãe de Deus;
não desprezeis as nossas súplicas e nossas necessidades;
mas livrai-nos sempre de todos os perigos,
ó Virgem gloriosa e bendita.


SUB TUUM PRÆSIDIUM

Sub tuum præsídium confúgimus, Sancta Dei Génitrix,
nostras deprecatiónes ne despícias in necessitátibus,
sed a perículis cunctis líbera nos semper,
Virgo gloriósa et benedícta.



Fonte: Devocionário de Orações Marianas e Vitória no Combate (Instituto Hesed)

Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!

5 tipos diferentes de cruz e seus significados

pamela ranya | Shutterstock


Conheça as verdades espirituais que cada cruz transmite

Ao longo da história da Igreja, os cristãos representaram visualmente a cruz de diferentes maneiras. Em cada caso, a cruz é ligeiramente diferente e costumava simbolizar diferentes verdades espirituais.

Aqui, há cinco cruzes que foram usadas ao longo dos séculos pelos cristãos ao redor do mundo.


1. Cruz Papal


Esta cruz é usada oficialmente para representar o Papa. 
A cruz de três camadas lembra a Tiara Papal – uma referência ao triplo ofício de Cristo: sacerdote, profeta e rei.

2. Cruz Celta


Mais comum na Irlanda, a Cruz Celta é composta por uma cruz cristã típica colocada em frente a um círculo. Embora sua origem exata seja desconhecida, muitos a vinculam a São Patrício e afirmam que ele a lançou para converter pagãos. A cruz ficava em frente ao sol – adorado pelos pagãos -, mostrando a supremacia de Cristo sobre o mundo natural. Além disso, lembra que Cristo é a única fonte de luz e vida. Às vezes, também recebe o nome de Cruz do Sol.

3. Cruz de Santo André


Foi criada para simbolizar a cruz em que Santo André, o apóstolo, foi morto. 
A tradição conta que Santo André pediu para ser crucificado sobre este tipo de cruz, pois ele se sentiu indigno de ser crucificado de maneira idêntica à de Cristo.

4. Cruz de São Pedro


Tem origem semelhante à cruz de Santo André. 
Pedro também não quis ser crucificado da mesma maneira do Salvador e pediu para ser colocado de cabeça para baixo na cruz. 
Por essa razão, essa cruz é usada para representar a humildade. Às vezes, faz referência ao papa, que é o sucessor de São Pedro.

5. Cruz Ortodoxa


É usada até hoje nas igrejas cristãs ortodoxas/bizantinas. 
A barra superior representa a placa pregada no topo da cruz por Pilatos (Jesus Nazareno, Rei dos Judeus). 
A segunda barra representa a tábua horizontal em que as mãos de Jesus foram pregadas. 
Já a terceira barra simboliza o apoio para os pés que teria sido usado para suportar os pés de Jesus. Está inclinada em reconhecimento ao fato de Cristo ter prometido o paraíso ao bom ladrão crucificado ao lado direito Dele. 
A liturgia ortodoxa se refere a esse simbolismo nas sextas-feiras:

“No meio, entre dois ladrões, sua Cruz foi encontrada como o feixe de equilíbrio da justiça; enquanto um era levado para o inferno pelo fardo de sua blasfêmia, o outro foi iluminado de seus pecados até o conhecimento de coisas divinas”.

Fonte: Aletéia

Nós vos adoramos, ó Cristo, e vos bendizemos, 
porque por vossa santa cruz remistes o mundo

quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Vacinar-se é cuidar do outro

@MaraGiudici1


Como praticar o amor ao próximo neste tempo desafiador e intenso? 
Não precisamos pensar muito para descobrir essa resposta

Há quase dois anos estamos vivendo uma experiência única e dolorosa em nosso tempo devido à instalação da pandemia do novo coronavírus no mundo inteiro. Sabemos que o vírus é um microrganismo quase que invisível aos olhos humanos. Tem um alto poder de mudar as reações biológicas do nosso corpo.

O novo coronavírus, até então desconhecido pela comunidade científica, tem nos provado o quanto nos preocupamos com a vida e com a vida não só daqueles que amamos ou que esteja próximo a nós, mas a de todos.

Amar ao próximo é um ato que precisa estar em evidência em tempos tão incertos como estes. No Evangelho de Mateus 22,34-40, vamos ouvir como um doutor da Lei interrogou Jesus: “Qual é o maior mandamento?” Esta pergunta feita a Jesus, “para o experimentar”, foi ocasião para o Senhor afirmar a verdadeira hierarquia dos valores à luz de Deus. Este trecho do Evangelho oferece-nos o ensino de Jesus sobre o mais importante de todos os mandamentos: “Amarás o Senhor teu Deus com todo o coração, com toda a alma e com todo o teu espírito”. Jesus acrescenta que o segundo mandamento é semelhante: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo.”

Jesus não veio revogar o Antigo Testamento, veio confirmar e completar o que já estava escrito cumprindo em sua vida a Palavra. Em Êxodo 22,20-26, escutamos as prescrições que deviam ser observadas no trato com os estrangeiros, com as viúvas, com os órfãos e com aqueles que tinham necessidade de pedir algo emprestado para viver. Este ensinamento do Antigo Testamento permanece atual: não se pode separar o amor a Deus do amor ao próximo, porque o Senhor é um Deus compassivo e cuida de todas as suas criaturas. O amor a Deus concretiza-se no amor ao próximo. Ao ser interrogado sobre qual era o maior mandamento, Jesus acrescenta também qual é o segundo, não fosse caso de pensarmos que, ao pretender amar a Deus, se poderia humilhar o próximo.

Para nós, que somos o povo da Nova Aliança, o amor ao próximo não fica apenas na ordem dada por Deus no livro do Levítico: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo.” (Lev. 19,18) Agora, temos um Mandamento Novo: “Amai-vos uns aos outros como Eu vos amei!” (Jo. 13,34). Sabemos que Deus nos ama, por isso, também nós devemos amar os nossos irmãos. Santa Terezinha do Menino Jesus, Doutora do Amor, ajuda-nos a compreender esta passagem da Bíblia dizendo que quando Deus ordenara ao seu povo que amasse o seu próximo como a si mesmo, Jesus ainda não tinha vindo à terra. Sabendo em que grau se ama a própria pessoa, não podia pedir às suas criaturas um amor maior para com o próximo. Mas quando Jesus deu aos apóstolos um Mandamento Novo, o seu mandamento não fala já de amar o próximo como a si mesmo, mas de o amar como Ele, Jesus, o amou, como o amará até à consumação dos séculos.

O amor a Deus é o primeiro mandamento na hierarquia da obrigação, mas o amor ao próximo é o primeiro na ordem da ação. Agora ainda não vemos a Deus, mas mereceremos contemplá-lo, se amamos o próximo. Com o amor do próximo purificamos o nosso olhar, para que os nossos olhos possam contemplar a Deus, como afirma São João: se não amas o teu irmão que vês, como poderás amar a Deus que não vês? Portanto, ama o teu próximo e encontrarás dentro de ti a origem do amor.

Como praticar o amor ao próximo neste tempo desafiador e intenso? Não precisamos pensar muito para descobrir essa resposta, pois um ato importante e indispensável traduz o cuidado e o zelo para com o outro: vacinar-se. O Papa Francisco, em audiência no dia 18 de agosto, disse que se vacinar é um ato de amor. Precisamos concordar com o Santo Padre e criarmos uma consciência de que o outro é valioso, importante e faz parte da obra de Deus. O próprio Santo Padre conclama – em um vídeo difundido pelo site da Rádio Vaticana, junto com vários outros cardeais de todo o mundo, incluso o Cardeal Claudio Hummes, OFM, presidente da Conferência Eclesial da Amazônia – a vacinar por um gesto de amor e de solidariedade cristã.

Quem não se vacina não coloca apenas a própria saúde em risco, mas também a de seus familiares e outras pessoas com quem tem contato, além de contribuir para aumentar a circulação de doenças. Tomar vacinas é a melhor maneira de se proteger de uma variedade de doenças graves e de suas complicações, que podem até levar à morte.

Não podemos concordar com aqueles que emitem notícias e dados sem comprovação e estudo, as chamadas fake news. A prudência e a atenção devem fazer parte de nossa identidade cristã urgentemente. A ciência tem contribuído muito para que essa tragédia possa ser diminuída no mais curto tempo.

Caso esteja com medo ou insegurança em se imunizar, pense em seus familiares, amigos e pessoas que mais ama. Abandonemos os “falsos deuses”, como nos diz São Paulo na 1 Tessalonicenses (1,5-10), buscando sermos imitadores dele, grande apóstolo do Senhor que amou tanto a Jesus a quem encontrou e que deu sua vida amorosamente pelo bem dos irmãos.

Fonte: Aletéia

Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!
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