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quinta-feira, 30 de junho de 2022

Oração de São Patrício contra feitiços e malefícios

Fr-Lawrence-Lew-OP-CC


Uma poderosa oração de proteção contra inimigos dos mundos físico e espiritual

Aassim chamada “Couraça de São Patrício”, que reproduzimos abaixo, é uma oração popular atribuída a um dos mais queridos santos padroeiros da Irlanda. De acordo com a tradição, São Patrício a teria escrito por volta do ano 433 para invocar a proteção divina, depois de converter com êxito, do paganismo ao cristianismo, o rei irlandês e seus súditos.

O termo “couraça” se refere a uma peça de armadura que se usa para uma batalha; em sentido simbólico, ele se refere a essa oração como uma verdadeira couraça espiritual de proteção na luta contra o mal.

Estudos recentes sugerem que o autor desta oração não seria de fato São Patrício, mas, de qualquer modo, ela reflete muito bem o espírito com que o Apóstolo da Irlanda levou a fé católica a esse país.

A Couraça de São Patrício

Levanto-me, neste dia que amanhece, 
Por uma grande força, pela invocação da Trindade, 
Pela fé na Tríade, 
Pela afirmação da unidade Do Criador da Criação. 

Levanto-me neste dia que amanhece, 
Pela força do nascimento de Cristo em Seu batismo, 
Pela força da crucificação e do sepultamento, 
Pela força da ressurreição e ascensão, 
Pela força da descida para o Julgamento Final. 

Levanto-me, neste dia que amanhece, 
Pela força do amor dos Querubins, 
Em obediência aos Anjos, 
A serviço dos Arcanjos, 
Pela esperança da ressurreição e da recompensa, 
Pelas orações dos Patriarcas, 
Pelas previsões dos Profetas, 
Pela pregação dos Apóstolos 
Pela fé dos Confessores, 
Pela inocência das Virgens santas, 
Pelos atos dos Bem-aventurados. 

Levanto-me neste dia que amanhece, 
Pela força do céu: 
Luz do sol, 
Clarão da lua, 
Esplendor do fogo, 
Pressa do relâmpago, 
Presteza do vento, 
Profundeza dos mares, 
Firmeza da terra, 
Solidez da rocha. 

Levanto-me neste dia que amanhece, 
Pela força de Deus a me empurrar, 
Pela força de Deus a me amparar, 
Pela sabedoria de Deus a me guiar, 
Pelo olhar de Deus a vigiar meu caminho, 
Pelo ouvido de Deus a me escutar, 
Pela palavra de Deus em mim falar, 
Pela mão de Deus a me guardar, 
Pelo caminho de Deus à minha frente, 
Pelo escudo de Deus que me protege, 
Pela hóstia de Deus que me salva, 
Das armadilhas do demônio, 
Das tentações do vício, 
De todos que me desejam mal, 
Longe e perto de mim, 
Agindo só ou em grupo. 

Conclamo, hoje, tais forças a me protegerem contra o mal, 
Contra qualquer força cruel que ameace meu corpo e minha alma, 
Contra a encantação de falsos profetas, 
Contra as leis negras do paganismo, 
Contra as leis falsas dos hereges, 
Contra a arte da idolatria, 
Contra feitiços de bruxas e magos, 
Contra saberes que corrompem o corpo e a alma. 

Cristo guarde-me hoje, 
Contra veneno, 
contra fogo, 
Contra afogamento, 
contra ferimento, 
Para que eu possa receber e desfrutar a recompensa. 
Cristo comigo, 
Cristo à minha frente, 
Cristo atrás de mim, 
Cristo em mim, 
Cristo em baixo de mim, 
Cristo acima de mim, 
Cristo à minha direita, 
Cristo à minha esquerda, 
Cristo ao me deitar, 
Cristo ao me sentar, 
Cristo ao me levantar, 
Cristo no coração de todos os que pensarem em mim, 
Cristo na boca de todos que falarem em mim, 
Cristo em todos os olhos que me virem, 
Cristo em todos os ouvidos que me ouvirem. 

Levanto-me, neste dia que amanhece, 
Por uma grande força, 
pela invocação da Trindade, 
Pela fé na Tríade, 
Pela afirmação da Unidade, 
Pelo Criador da Criação.

Fonte: Aletéia

São Patrício é celebrado no dia 17 de março, Padroeiro da Irlanda.

São Patrício, rogai por nós!

quarta-feira, 29 de junho de 2022

SOLENIDADE DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO

Apóstolos São Pedro e São Paulo

 

A celebração de hoje é antiquíssima; foi inscrita no Santoral romano muito antes da festa do Natal. No século IV já se celebravam três missas, uma em São Pedro no Vaticano, outra em São Paulo fora dos muros, a terceira nas catacumbas de São Sebastião, onde provavelmente estiveram escondidos por algum tempo os corpos dos dois apóstolos.


SÃO PEDRO

Simão era pescador de Betsaida (Lc 5,3; Jo 1,44), que mais tarde se estabelecera em Carfarnaum (Mc 1, 21.29). Seu irmão André o introduz entre os que seguem Jesus (Jo 1,42); mas Simão havia sido certamente preparado para este encontro por João Batista. O Cristo lhe muda o nome e o chama de "Pedra" (Mt 16,17-19; Jo 21, 15-17), para realizar em sua pessoa o tema da pedra fundamental. Simão Pedro é uma das primeiras testemunhas que vê o sepulcro vazio (Jo 20,6) e merece uma especial aparição de Jesus ressuscitado (Lc 24,34).

Depois da ascensão, ele toma a direção da comunidade cristã (At 1,15; 15,17), enuncia o esquema da Boa Nova, e é o primeiro a tomar consciência da necessidade de abrir a Igreja aos pagãos. Essa missão espiritual não o livra da condição humana nem das deficiências do temperamento. 

Quando Pedro vai a Roma torna-se o apóstolo de todos. Cumpre, então, plenamente, sua missão de "pedra angular", reunindo num só "edifício" os judeus e os pagãos e ratifica esta missão com seu sangue.

São Pedro morreu crucificado, de cabeça para baixo.


SÃO PAULO

Nascido Saulo, em Tarso, depois de sua conversão na estrada de Damasco, Paulo percorre, em quatro ou cinco viagens, o Mediterrâneo. Faz a primeira viagem em companhia de Barnabé (At 13-14). Após o concílio dos apóstolos em Jerusalém, Paulo inicia uma segunda viagem, desta vez expressamente como "convidado" dos "DOZE". 

Foi preso na volta de uma de suas inúmeras viagens, pelos judeus em Jerusalém. Sendo cidadão Romano, Paulo apela para Roma. Ao chegar em Roma passa ainda em torno de 2 anos preso; no entanto, aproveitando de algumaas facilidades que lhe são proporcionadas, entra em frequente contato com os cristãos da cidade e escreve as "cartas do cativeiro". LIbertado faz provamente sua útilma viagem à Espanha.

De novo preso e encarcerado, Paulo sofre o martírio cerca do ano 67, tendo sido decapitado.

Segundo a tradição, o martírio dos dois pilares da Igreja deu-se no mesmo dia: 29 de junho do ano 67. Pedro morreu no Circo de Nero, na colina Vaticana, e Paulo na Via Ostiense. 

Sobre suas sepulturas surgiram a Basílica de São Pedro e a Basílica de São Paulo extra Muros.

Pedro e Paulo: dois nomes que ao longo dos séculos personificaram a Igreja inteira em sua ininterrupta Tradição. Aos dois primeiros mestres da fé chegou-se mesmo a "confessar" os pecados no Confiteor, reconhecendo neles a Igreja histórica. 

Ainda hoje o Papa invoca a autoridade dos santos Apóstolos Pedro e Paulo quando, em seus atos oficiais, quer referir a Tradição à sua fonte: a palavra de Deus.


DIA SANTO

A Igreja Católica, conforme disposto no Código de Direito Canônico, ensina que que esse dia é um Dia Santo e de Guarda (Preceito), portanto, o Católico deve participar da Santa Missa, sob pena de cometer pecado contra os Mandamentos da Lei de Deus.

Brasil: Porém, aqui no Brasil, por autorização da Santa Sé, o dia da Solenidade de São Pedro e São Paulo foi transferido para o domingo seguinte.


Missa da Vigília


1 Leitura: At 3,1-10

Salmo 18A

2 Leitura Gl 1, 11-20

Evangelho Jo 21,15-19


Missa do Dia


1 Leitura: At 12, 1-11

Salmo 33

2 Leitura 2Tm 4, 6-8.17-18

Evangelho Mt 16, 13-19


Fonte: Vaticano, Missal Dominical e Código de Direito Canônico

São Pedro e São Paulo, rogai por nós!

terça-feira, 28 de junho de 2022

Festas juninas: tradição e curiosidades

Youtube - Fair Use

Está aberta a temporada de "arraiás" por todo o Brasil

Junho é mês de festa em várias cidades do país. Escolas, comunidades, igrejas comemoram os tradicionais “arraiás” festas dedicadas a Santo Antônio (13 de junho), São João Batista (24 de junho) e São Pedro (29 de junho).

Esse tipo de comemoração chegou ao Brasil com os jesuítas, na época da colonização. Mas o costume nasceu bem antes. Na antiguidades, registros históricos indicam que na Europa grupos se reuniam para apresentar oferendas aos deuses pagãos que seriam responsáveis pelo clima, em forma de agradecimento pelas colheitas. Com o crescimento do catolicismo, algumas festividades foram incorporadas e passaram a ter um caráter religioso, ajudando assim a difundir a fé.

No Brasil os jesuítas usaram essas comemorações como forma de catequizar os índios e os moradores da colônia. Vamos conhecer um pouco mais a história destes três santos homenageados em festas por todo o país.

Santo Antônio

Fernando Antônio de Bulhões nasceu em Portugal no ano de 1195. Entrou para a vida religiosa aos 19 anos, contrariando a vontade de seu pai, um oficial do exército de Dom Afonso. Passou dois anos no Mosteiro de São Vicente dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho, sempre estudando e aprofundando-se em oração. Depois foi estudar em Coimbra, onde foi ordenado sacerdote. Logo todos notaram que ele tinha o dom da Palavra e era admirado por suas pregações. Ainda em Coimbra conheceu os freis franciscanos e se admirou com o fervor e a radicalidade com que eles viviam o Evangelho. Mudou-se para o Mosteiro de São Francisco e tornou-se frei.

Frei Antônio pediu permissão para ir ao Marrocos pregar o Evangelho, mas no meio da viagem adoeceu e teve que voltar. Porém durante a viagem o barco foi desviado e chegou até a Sicília, na Itália. Lá conheceu pessoalmente São Francisco de Assis.

Passou 15 meses como eremita num monte até que São Francisco, percebendo os dons de frei Antônio, o nomeou como responsável pela formação teológica dos irmão do mosteiro. Foi enviado a Roma para tratar de assuntos ligados à ordem com o Papa Gregório IX, que se impressionou com sua inteligência e eloquência. Em seguida São Francisco o nomeou como primeiro leitor de Teologia da Ordem. Em suas pregações reuniam-se às vezes até 30 mil pessoas.

Santo Antônio morreu em Pádua, na Itália, no dia 13 de junho de 1231, aos 36 anos. Muitos milagres foram realizados depois da sua morte e onze meses depois foi beatificado e canonizado.

Santo Antônio é o protetor das coisas perdidas, protetor dos casamentos e protetor dos pobres. Ele também é conhecido como o santo casamenteiro. Uma jovem pobre teria pedido a bênção de frei Antônio, já que não podia realizar o casamento porque sua família não tinha dinheiro para pagar o dote, as roupas e o enxoval. O frei abençoou a jovem, dizendo para ela confiar. Depois de alguns dias, ela recebeu tudo o que precisava para se casar.

São João Batista

Muitas vezes confundido com João Evangelista, João Batista era filho de Zacarias e Isabel. É considerado o santo mais próximo de Jesus, de quem era primo, e foi o responsável pelo batismo de Cristo no rio Jordão. Quando perguntado pelos judeus sobre quem era, João respondeu com as palavras do profeta Isaias: “Eu sou a voz que clama no deserto; endireitai o caminho do Senhor” (Jo 1, 23). Na sequência, perguntaram a João com que autoridade ele batizava o povo, sendo que ele não era o Cristo, nem Elias e nem um dos profetas. João proclamou: “Eu batizo com água, ma no meio de vós está quem vós não conheceis. Esse é quem vem depois de mim; e eu não sou digno de lhe desatar a correia do calçado” (Jo 1, 26-27). Quando João viu Jesus, exclamou: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1, 29).

Depois do batismo de Jesus, João Batisa seguiu denunciando as injustiças e as ofensas à lei de Deus. Foi preso por Herodes e morreu na prisão (Mat 14, 1-12) São João Batista assumiu sua missão com humildade, fé e devoção. É o único santo que a Igreja celebra no dia de seu nascimento, 24 de junho, e não de sua morte.**


De acordo com a tradição, Isabel mandou acender uma fogueira no alto de um monte para avisar a Maria que João, seu filho, havia nascido.

São Pedro

O simples pescador estava à beira do mar da Galileia quando Jesus disse a ele e seu irmão André: “Vinde após mim e vos farei pescadores de homens” (Mat 4, 19). Foi depois deste chamado que Simão passou a ser chamado de Pedro. Seguiu a Cristo com muito fervor e esteve ao lado de Jesus durante a transfiguração no Monte Tabor. Em uma das passagens do Evangelho, recebeu a missão de conduzir a igreja. “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mat 16, 18). Depois da ressurreição de Cristo, foi ao túmulo junto com o apóstolo João (Jo 20, 1-10).

Depois de receber o Espírito Santo, Pedro passou a pregar o Evangelho por todos os lugares onde passava. Foi preso várias vezes por isso. Numa delas, foi libertado por um anjo do Senhor (Atos 12, 1-11).

Pedro exerceu sua liderança sobre os apóstolos e sobre a Igreja, vivendo e pregando a Palavra de Deus. Foi para Roma e continuou sua missão, apesar das perseguições.

Foi preso e condenado à morte na cruz, por ser o líder da Igreja. Pedro pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, já que não se julgava digno para morrer como seu mestre. Foi morto na região onde hoje é o Vaticano. Seus restos mortais estão no altar da Igreja de São Pedro em Roma. Escreveu duas cartas que estão no Novo Testamento e foi provavelmente a fonte de informações do Evangelho escrito por são Marcos. A festa de São Pedro é celebrada no dia 29 de junho.**

Fonte: Aletéia

** OBS1: Na verdade, o Martírio de São João Batista é celebrado no dia 29 de Agosto. Assim, com exceção de Jesus e Maria, ele é o único que a Igreja celebra o Nascimento e a Morte. (IGMR)
**OBS2: Dia 29 de Junho é também celebrado o dia de São Paulo, também um santo junino.

São Paulo

Nascido Saulo, depois de sua conversão na estrada de Damasco, Paulo percorre, em quatro ou cinco viagens, o Mediterrâneo. Após o Concílio dos Apóstolos em Jerusalém, Paulo inicia uma segunda viagem, desta vez expressamente como “convidado” dos “Doze”. Evangelizou na Turquia, Frigia, Galacia, Europa, Filipos, Grecia, Corinto, Antioquia.

Pouco após sua volta a Jerusalém foi preso pelos judeus, sendo cidadão Romano, apela para Roma. Chega a Roma por volta do ano 61 e fica preso até o ano 63; mesmo preso, não deixou de evangelizar aproveitando de algumas facilidades que lhe são proporcionadas, entra em frequente contato com os cristãos da cidade e escreve as “cartas do cativeiro”. Libero em 63, fez sua última viagem a Espanha.

De novo preso e encarcerado Paulo sofre o martírio cerca do ano de 1967, sendo decapitado.

Pedro e Paulo: dois nomes que ao longo dos séculos personificaram a Igreja e sua ininterrupta Tradição.

Fonte: IGMR

A Solenidade de São Pedro e São Paulo é celebrada dia 29 de Junho, sendo considerado Dia Santo de Guarda, conforme o Código de Direito Canônico; porém, aqui no Brasil, com autorização da Santa Sé, a celebração é realizada no Domingo.


Santo Antônio, São João Batista, São Pedro e São Paulo, rogai por nós!

sexta-feira, 24 de junho de 2022

O significado dos 5 símbolos presentes no desenho do Sagrado Coração de Jesus

CC


Coração fora do peito, cruz, chamas, coroa de espinhos e chaga

O clássico desenho do Sagrado Coração de Jesus nos apresenta 5 símbolos de profundo significado espiritual:

1 – O Sagrado Coração

Fora do peito, cercado de espinhos e ardendo em chamas, esta impressionante representação evoca o amor literalmente ardente e palpitante de Deus por nós, Seus filhos amados, criados por amor à Sua imagem e semelhança, respeitados em nossa liberdade a ponto de podermos até rejeitar a Deus, e remidos com Seu próprio Sangue porque Ele faz de tudo para nos oferecer a salvação e a reconciliação, mesmo quando O rejeitamos. Esta imagem grita que Ele nos ama até dar a vida, literalmente.

2 – As chamas

O Coração de Jesus arde em chamas, clássica imagem poética dos apaixonados. É um amor vivo e sempre atual, inextinguível. O fogo simboliza também o Espírito Santo, que aquece o nosso próprio coração com a Sua presença santificante.

3 – A cruz

Recorda a Paixão de Jesus por nós, vivida até o supremo sacrifício do calvário e da morte; uma cruz, porém, que se torna símbolo de vitória e vida, pois com ela foram derrotados o pecado e a morte eterna, vencidos pela luz infinita da Ressurreição.

4 – A coroa de espinhos

Além de evocar a coroação que Lhe foi feita durante a Paixão para caçoar da Sua divina realeza, os espinhos também simbolizam a nossa indiferença ao Seu amor, uma indiferença que O fere e magoa. São os espinhos de um amor que não é correspondido e que sofre.

5 – A chaga

A ferida no coração transpassado é mais um símbolo dos sofrimentos abraçados por Ele na cruz para nos remir, além de também ser o símbolo triunfante do Seu amor infinito por cada um de nós. 

“Fomos curados graças às Suas chagas”
 (Isaías 53,5).

Fonte: Aletéia

Hoje, Sexta-feira, por ser um dia enumerado entre as SOLENIDADES, não estamos obrigados a ABSTINÊNCIA DE CARNE.

Doce Coração de meu Jesus, 
fazei que eu vos ame cada vez mais.
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