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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Virtudes Teologais

"As virtudes humanas se fundam nas virtudes teologais que adaptam as faculdades do homem para que possa participar da natureza divina. Pois as virtudes teologais se referem diretamente a Deus. Dispõem os cristãos a viver em relação com a Santíssima Trindade e têm a Deus Uno e Trino por origem, motivo e objeto. (...)
Há três virtudes teologais: a fé, a esperança e a caridade".
(Catecismo da Igreja Católica n. 1812-1813)

A FÉ

"A fé é a virtude teologal pela qual cremos em Deus e em tudo o que nos disse e revelou." (Catecismo, 1814)


A ESPERANÇA

"A esperança é a virtude teologal pela qual desejamos como nossa felicidade o Reino dos Céus e a Vida Eterna, pondo nossa confiança nas promessas de Cristo e apoiando-nos não em nossas forças, mas no socorro da graça do Espírito Santo." (Catecismo, 1817)




A CARIDADE

"A caridade é a virtude teologal pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas, por si mesmo, e a nosso próximo como a nós mesmos, por amor de Deus" (Catecismo, 1822)



Fonte: Catecismo da Igreja Católica e Instituto Hesed (YouTube)

Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Elas não têm medo dos cabelos brancos!

 
Assumir os cabelos brancos expõe o corpo tal como é, encarando o que nos está a acontecer a todos: envelhecer. Falámos com mulheres que tomaram essa decisão e não querem voltar atrás. 

Nos últimos anos afirmou-se várias vezes que o cinzento é o novo preto. Os mais de 50 tons de cinzento estão na moda não só na roupa, mas também no cabelo. Rihanna, Cara Delevingne ou Lady Gaga adotaram a certa altura os cabelos brancos. Pela internet, a hashtag #grannyhair revela milhares de mulheres jovens que descoloraram ou pintaram o cabelos de branco, sem que isso tenha feito delas avozinhas.

É um paradoxo fácil de perceber que os únicos cabelos brancos que não estão na moda sejam os naturais, aqueles que aparecem com a idade (ou não), os que não se escolhem como e onde devem aparecer: o ideal é a juventude e, em alguns casos, o cabelo é o primeiro a lembrar-nos que o tempo continua a correr, o futuro e a velhice são inevitáveis. “E então?”, perguntam as quatro mulheres que se seguem, entre os 45 e os 64 anos. Todas elas assumem os seus cabelos brancos de olhos fixos no inegável cronómetro e desafiadores para a sociedade. Não são invisíveis, como diz o mito das mulheres de cabelos grisalhos; pelo contrário, toda a gente repara nelas.

Mantêm o cabelo assim porque é bonito, porque não têm tempo ou dinheiro para a manutenção de um cabelo bem pintado, porque querem levantar o queixo e dizer que estão presentes como são, sem pedirem desculpas. Para todas foi uma escolha que lhes libertou a cabeça de quaisquer pressões e que nos permitiu falar do que é estético, político e da velhice.

 Luísa Falcão, 45 anos, professora de matemática

Quando teve os primeiros cabelos brancos?

Com 14 anos. Era só um ou outro, nada de especial. Começou por aqui [duas madeixas à frente] todo por igual, mesclado. Normalmente aparece uma madeixa aqui, outra ali, e fica feio. A mim não, foi todo por igual, tive sorte. Vou-lhe dizer: se não fosse assim, provavelmente pintaria o cabelo.

Não conhecíamos a entrevistada e poderíamos desencontrar-nos, mas ela deu-nos um conselho precioso e óbvio: “Quando chegarem, sou a única de cabelo todo branco”. Luísa Falcão fala sempre com um enorme sorriso do cabelo que nunca foi um problema, embora reconheça que é preciso personalidade e alguma coragem para o usar. Nenhum antecedente na família fazia prever que teria a cabeça imaculadamente branca e apenas os cabelos junto à nuca escuros.

O facto de aparecerem aos 14 anos incomodou-a?

Não porque se falava no assunto com graça. Depois passei por várias fases: lá para os 20 pintei, fiz madeixas, fiz tudo.

Por causa dos cabelos brancos?

Não, coisas da idade. E quando engravidei da minha primeira filha [aos 26 anos] nunca mais pintei.

Porquê?

Já tinha alguns brancos e percebi que se fosse por esse caminho tinha de pintar de 15 em 15 dias. Tendo uma filha já era complicado ter tempo para tratar de mim e ir de 15 em 15 dias ao cabeleireiro não era mesmo aquilo que eu queria. Era morena, tinha o cabelo preto azeviche, muito escuro mesmo. Mas nunca me custou… Quer dizer, não é bem assim. Quando casei pintei o cabelo, por exemplo. Mas depois comecei a achar graça porque é alvo de comentários, as pessoas vêm ter comigo na rua e perguntam-me o que faço ao cabelo. No início achava um bocado estranho, mas respondia sempre que não faço nada, que é natural. Agora já sei que quando alguém vem ter comigo e me diz “posso fazer-lhe uma pergunta?”, respondo logo “é meu, é natural, não pinto”. No estrangeiro então acontece muitas, muitas vezes. No cabeleireiro também me acontece. Dizem: “quero umas madeixas iguais às daquela senhora”.

"Agora já sei que quando alguém vem ter comigo e me diz 'posso fazer-lhe uma pergunta?', respondo logo 'é meu, é natural, não pinto'.

Luísa Falcão 
As pessoas são sempre elogiosas?

Nunca ninguém me falou negativamente do cabelo. Quer dizer, os meus filhos andavam na escola, tinham três ou quatro anos, e os colegas diziam-lhes que vinha a avó buscá-los. É um grande contraste e por isso também me acontecem coisas engraçadas, por exemplo, passar por uma criancinha e ela ver-me de costas e depois olhar para a minha cara e ficar a olhar, porque acha que há ali alguma coisa que não joga bem: cabelos brancos com um ar jovem, sem rugas. Por isso, acho que enquanto os miúdos forem tendo esta reação acho que é bom.

Os alunos reagem ao seu cabelo?

Impõe algum respeito, é bom [risos]. Agora já não tanto, porque já sou mais velha, mas dava um certo jeito.


Com que idade ficou com o cabelo todo branco?

Deixei de pintar com 26 — eram madeixas e fui eliminando progressivamente. Em momento algum foi problemático. Fiquei com mais cabelos brancos do que pretos aos 30.

Como via o seu cabelo aos 26?

Gostei sempre até por ser alvo de conversa e em qualquer lugar sou facilmente identificada. Como é todo liso, ainda chama mais à atenção. É uma opção, gosto. Já me passou pela cabeça pintar, depois disto tudo. Houve uma altura em que vinha para casa e pensei: “vou ao cabeleireiro pintar o cabelo, fazer madeixas, pelo menos”. Entrei, estive à espera, disse à cabeleireira que era para pintar, “desta vez vou mesmo fazer madeixas, estou decidida”, e enquanto estava à espera houve uma pessoa que veio ter comigo e disse: “O seu cabelo é tão bonito, como é que faz? Eu quero fazer igual”. Então pronto, não foi dessa e nunca mais me passou pela cabeça.

O que diziam as pessoas da sua idade?

Era a única, fui sempre diferente, sempre identificada por ter o cabelo branco. É uma maneira de ser diferente. Eu sei que o cabelo branco pesa, dá um ar mais velho, mas não era por isso que eu o iria pintar. Eu tenho noção de que a coisa por enquanto ainda fica bem, a cara ainda não corresponde muito ao cabelo, não há assim muitas rugas, mas mesmo sabendo que vou ficar mais velha, que vou ter rugas, não tenho intenção de pintar.

"[Os meus filhos] nunca se importaram com aqueles comentários de 'está aí a tua avó para te levar'. Nem o meu marido, nunca me pediu para pintar o cabelo. Nunca, ninguém. Também acho que se me pedissem, não o fazia."

Luísa Falcão 
O mais comum é eliminarem-se os cabelos brancos quando aparecem. Nunca sentiu nenhuma pressão para o fazer?

Antes pelo contrário. Mesmo no cabeleireiro dizem sempre para não o fazer. Isto é uma opção minha, assumir aquilo que é meu, assumir os meus cabelos brancos com orgulho. Ainda esta semana entrei na reunião dos encarregados de educação dos meus filhos e estava uma senhora que devia ser da minha idade com o cabelo todo branco e a primeira coisa que me apeteceu dizer-lhe foi “tem um cabelo muito bonito”. É uma espécie de irmandade, somos diferentes.

E já alguém se inspirou em si e lhe seguiu o exemplo?

Já, bastantes, mais velhas do que eu. Algumas não conseguiram, porque durante a transição… é complicado porque pintam e as raízes começam a aparecer. Quando se toma esta opção de deixar os brancos crescer, há ali uma fase que deve ser muito complicada e a pessoa não resiste e acaba por pintar.

E nunca conseguiu converter uma amiga mais nova?

Não. Não é converter… Com estas colegas que queriam deixar de pintar o cabelo eu nunca lhes disse nada, foi opção. Olhavam, gostavam e queriam também. Eu acho que havia muita gente que queria ter o cabelo assim, mas não consegue porque passa por aquela fase que é mesmo muito feia.

Acha que vai manter o cabelo branco no futuro?

Sim, vai ser sempre assim. Já é assim há quase 20 anos, e vai ser sempre assim. Já pus uma peruca — só para brincar — e fico muito, muito esquisita, não sou eu. Saí mesmo à rua e não era carnaval.

Deixou de ter pessoas a olhar para si.

Eu tenho consciência que [o cabelo branco] dá nas vistas e é motivo para se falar. Se for com o cabelo preto fico igual a toda a gente. A intenção não é receber olhares por ter o cabelo branco, sinto-me bem com ele assim, mas acho piada vir alguém tocar-me nas costas e pedir desculpa, perguntar porque é que eu tenho o cabelo assim.

Os seus filhos sempre a conheceram assim. O que é que dizem?

Sim, e de peruca estranham, não acham graça. Nunca se importaram com aqueles comentários de “está aí a tua avó para te levar”. Nem o meu marido, nunca me pediu para pintar o cabelo. Nunca, ninguém. Também acho que se me pedissem, não o fazia.

Fonte: Observador

"Amai, honrai e servi a Maria Santíssima" (São João Bosco)

domingo, 22 de janeiro de 2017

RESPOSTA: Posso ser batizado e fazer a crisma juntos?

Salve Maria!

Tenho28 anos não sou batizado posso ser batizado e fazer a crisma juntos?

Sim!
 
Na Catequese de Adulto, ao final dela (um ano, em tese), o adulto recebe todos os Sacramentos da Iniciação Cristã que lhe falta, no seu caso serão todos mesmo: Batismo, Primeira Comunhão e Crisma.

Sendo o Batizado na parte do dia e o Crisma à noite com a presença do Bispo ou um padre especialmente designado para esse fim, e a primeira comunhão pode ocorrer na Missa do Batismo ou do Crisma, conforme cada Paróquia, mas, tudo no mesmo dia, em geral. 
Porém, há Paróquias que primeiro ocorre o Batizado e semanas depois o Crisma.

Procure a Paróquia mais perto de sua casa, pois, normalmente, as inscrições para a Catequese se iniciam em Janeiro/Fevereiro e as aulas em Fevereiro/Março.

Que Deus o abençõe!

São João Batista, rogai por nós!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

RESPOSTA: Uso o véu branco. Devo trocar por causa da cor?

                                                                            
 Salve Maria!!

Por orientação do meu pároco uso o véu branco. Algumas pessoas ficam dizendo que está errado e sinceramente estou na dúvida agora. Devo trocar o véu por causa da cor?

Você não disse se é casada ou não, nem porque o seu pároco te orientou dessa forma.

Mas, o véu, tradicionalmente/culturalmente aqui no Brasil, é o Preto ou Branco.

O Preto deve ser usado pelas senhoras (casadas e viúvas).
O Branco deve ser usado pelas senhoritas (moças solteiras, que ainda não casaram na Igreja).
Há uma outra tradição/cultura em que o véu preto é usado somente pelas viúvas, o branco pelas solteiras e as casadas usam véu de outras cores como: cinza, marrom, bege, etc., cores discretas.

Imagino que se ele te orientou assim, há um motivo.
Então, siga a orientação dele.

Salvo, se você quiser trocar o véu por outro de cor (preta ou outra cor) e tenha condições financeiras para isso.

Óbvio que a cor é importante, principalmente para quem frequenta a missa tridentina (fica uma coisa bem distinta de quem é casada/solteira); no entanto, o principal, não é a cor do véu, mas cobrir a cabeça. Dessa forma, você pode um dia querer ir de chapéu/casquete para a missa sem problema algum, bem como usar um lenço ou echarpe.

Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Jovens, Lindas e Grisalhas!

Sara Harris: Editora de Moda da Vogue

Sam Gold: modelo

Rubia Rubita: 40 anos, assumiu os gris aos 38 anos

 Kika: Há quase 6 meses sem tinta
 
 Elisa Colepicolo - 34 anos

 Carla Vilhena - Jornalista da TV Globo

Porque jovem tem cabelo branco sim!
Porque algumas o cabelo branco pode aparecer ainda na adolescência.
Porque ninguém deve ser obrigada a pintar o cabelo, se não quiser, nem ser julgada por isso!

Porque cabelo grisalho/cinza/branco pode ser bonito sim!

PS: Todas as mulheres das fotos tem o cabelo natural (sem tinta)

Para quem quiser seguir:

Rubia Rubita: http://www.rubiarubitahome.com/
Kika: https://www.youtube.com/user/PaginadaKika
Elisa: https://projetogris.wordpress.com/
Carla Vilhena: https://carlavilhena.com.br/

Fonte das Photos: Sites, Blogs e Google.
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