Seguidores

Pesquisar este blog

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Introdução à Teologia do Corpo – Parte 2: No princípio não era assim





A criação do homem

No Evangelho de São Mateus, lemos que, nos confins da Judeia, para além do Jordão, alguns fariseus se aproximaram de Jesus com o intuito de o testarem no conhecimento da lei, perguntando a Ele se era permitido a um homem repudiar a sua mulher, por qualquer motivo. Assim Jesus respondeu: “Não lestes que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher, e disse: ‘Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne’? Portanto, já não são dois, mas uma só carne. Pois bem, o que Deus uniu, não o separe o homem”. Os fariseus, em seguida, questionaram Jesus: “Por que foi então, perguntarem eles, que Moisés preceituou dar-lhe carta de divórcio ao repudiá-la?”. Ao que Jesus replica, concluindo: “Por causa da dureza do vosso coração, Moisés permitiu que repudiásseis as vossas mulheres; mas no princípio não foi assim” (Mt 19,4ss). No Evangelho de São Mateus, lemos que, nos confins da Judeia, para além do Jordão, alguns fariseus se aproximaram de Jesus com o intuito de o testarem no conhecimento da lei, perguntando a Ele se era permitido a um homem repudiar a sua mulher, por qualquer motivo. Assim Jesus respondeu: “Não lestes que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher, e disse: ‘Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne’? Portanto, já não são dois, mas uma só carne. Pois bem, o que Deus uniu, não o separe o homem”. Os fariseus, em seguida, questionaram Jesus: “Por que foi então, perguntarem eles, que Moisés preceituou dar-lhe carta de divórcio ao repudiá-la?”. Ao que Jesus replica, concluindo: “Por causa da dureza do vosso coração, Moisés permitiu que repudiásseis as vossas mulheres; mas no princípio não foi assim” (Mt 19,4ss).

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

RESPOSTA: Quem vive em União Estável não pode ser Padrinho!

Ave Maria!

Bom dia
Minha filha que convidar para madrinha de crisma sua tia.
A tia e solteira e vive com um homem viúvo. Trata-se de uma união estável de mais de 20 anos.
Algum impedimento?

Há sim! 

Para ser padrinho/madrinha a pessoa deve frequentar os Sacramentos - Penitência e Eucaristia -, além disso, deve ser casada da Igreja Católica ou solteira (sem união estável).

No caso narrado, a pessoa vive em União Estável e está vivendo de forma irregular diante da Igreja Católica, desta feita, não pode aproximar-se do Sacramento da Penitência (uma vez que não pode receber a absolvição dos pecados), nem pode receber a Sagrada Comunhão.

A solução é que a tia receba, antes do dia marcado para o Sacramento da Crisma da sobrinha, o Sacramento do Matrimônio.
Pelo que você falou, não há impedimento, uma vez que o homem é viúvo e ela nunca casou na Igreja. Se ela procurar a Paróquia que frequenta, em, no máximo, 3 meses (na verdade menos) poderá casar - receber o Sacramento do Matrimônio - na Igreja Católica (basta ir na Secretaria com o Batistério* de ambos ou de um deles e informar a data que quer casar)
E uma união de 20 anos, seria bom regulamentar diante da Igreja né? Com certeza uma ótima oportunidade e uma bênção e enorme festa no céu e na terra!

E ainda, a pretensa madrinha deve já ter recebido também o Sacramento do Crisma.

Para ser padrinho/madrinha a pessoa precisa ser (Can 893 e 874):

a) católico confirmado (crismado);

b) maior de 16 anos;

c) já tenha recebido o Sacramento da Eucaristia;

d) leve uma vida de acordo com a fé (católica) e o encargo que vá assumir;

Não podem ser padrinhos pessoas de outras religiões ou filosofias de vida, amasiados (união estável), divorciados, casados somente no civil ou em uma igreja de outra religião ou pessoas que não tenham uma conduta cristã condizente. 

e) não se encontre atingido por nenhuma pena canônica legitimamente irrogada ou declarada;

f) não seja pai ou mãe do confirmado (nem namorado, nem noivo);

g) ser solteiro ou casado na Igreja Católica;

h) deve ser um padrinho e (no caso de Batismo)/ou (no caso de Batismo ou Crisma) uma madrinha (homem ou mulher)


*Batistério: Documento que informa que foi batizado na Igreja Católica emitido pela Paróquia onde a pessoa foi Batizada, para fins matrimoniais.

Fonte: Código de Direito Canônico

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

De bem com o espelho e com os cabelos brancos!

Ao assumir os fios sem coloração, algumas mulheres vêm protagonizando quase que uma “campanha” espontânea para que outras reavaliem seu olhar sobre essa opção. Conheça, aqui, histórias de quem ostenta esse visual com (muito) orgulho

 

PUBLICADO EM 22/10/17 - 03h00

Kátia Oliveira - 62 anos


Foi há pouco mais de dois anos que a funcionária pública aposentada Kátia Oliveira, 62, resolveu assumir de vez as madeixas brancas. Assim, ela aumenta a lista de mulheres que colocam essa opção sob um prisma positivo, desconstruindo a imagem de desleixo a que eram relacionadas no passado. 

Avessas à prática de tentar disfarçar os primeiros fios brancos, mulheres de várias idades e perfis têm feito essa nesta opção. Algumas delas inserem-se no patamar das celebridades – como Isis Apfel, Vera Holtz, Rita Lee, Maria Bethânia e Meryl Streep, para citar alguns exemplos. Bem-resolvidas, ostentam madeixas inspiradoras. No caso, Kátia ainda está no processo de transição, que, vale dizer, pode ser demorado. E exigir paciência. “Na verdade, sinto que não fui eu, e sim o meu cabelo que pediu para ficar natural. Na hora em que percebi a proximidade dessa mudança, resolvi encarar todas as etapas do processo”, explica ela, que adotou um método. “Fui cortando aos poucos para que os fios brancos reinassem mais do que a antiga tintura e fiz cortes também mais ousados. Essa decisão me deixou mais confiante e segura”, garante.

Assim como Kátia, outras mulheres refutam veementemente a associação dos cabelos grisalhos a sinais de desleixo ou a um envelhecimento acelerado. Caso também da jornalista Caroline de Paula, 32, que começou a apresentar os primeiros fios brancos bem jovem, aos 18 anos. Há três anos, ela decidiu desencanar com a tintura, motivada principalmente pelo cansaço de voltar ao salão todo mês para o retoque da raiz. “Quando decidi parar de pintar, foi também para me livrar dessa prisão estética, principalmente a de ter que pintar o cabelo ‘obrigatoriamente’. Sempre curti muito o cabelo branco. Na minha opinião, não significa que estou velha, mas sim que ele é de outra cor. O platinado também não está na moda?”, brinca. Caroline conta que foi um cliente que viu o cabelo branco aparecer na raiz e sugeriu que ela assumisse os fios, opção também apoiada por seu namorado. No Instagram, a moça expõe suas impressões e incentiva quem planeja fazer o mesmo.

Caroline de Paula - 34 anos


Aceitação. Mas, sim, a opinião alheia ainda é um dos maiores incômodos na vida de quem quer assumir os cabelos brancos. Mesmo com o incentivo de amigos, Caroline lembra que, no início do processo, não foram poucos os que chegaram a constrangê-la, associando a ausência de cor ao descuido ou ao envelhecimento precoce – por conta de sua pouca idade. “Levo tudo numa boa. Não me enxergo velha e sempre falo que a velhice está na cabeça das pessoas; vem de dentro”, rebate.

Em paz com a escolha, ela também enxerga o novo visual como um processo de aceitação interior e uma grande prática de desapego aos padrões de beleza impostos pela sociedade. “Por que esconder algo que é da minha natureza? Tenho que ser feliz com a minha essência. O cabelo me empoderou! Hoje, uso o que quero e de fato sou mais ousada. Até uso mais maquiagem e tenho mais liberdade no vestir”, frisa ela, que, além dessa dose extra de auto-confiança, já inspirou outras mulheres a assumir os fios brancos – caso, por exemplo, de sua irmã. 


Transformação. O embranquecimento dos cabelos é, de fato, um processo natural do organismo. O dermatologista Alberto Cordeiro, especialista em cosmiatria da Horaios Estética, de São Paulo, diz que a idade em que surgem os primeiros fios brancos é bem variável. “Resultam do próprio envelhecimento do couro cabeludo. Com o passar dos anos, o estresse oxidativo vai aumentando a formação de radicais livres, fazendo com que o fio também envelheça, formando a canice, que é o termo técnico para cabelo branco”, explica.

A quantidade está relacionada também ao estilo de vida, o que justifica o fato de algumas mulheres possuírem mais cabelos brancos do que outras. “Toda a parte de qualidade de vida, como os cuidados diários, influenciam para o aumento dos fios brancos – caso de sono, alimentação, atividade física e estresse”, enumera. Uma curiosidade: os primeiros fios brancos costumam chamar a atenção também pela qualidade diante dos demais: “Eles tendem a ser mais grossos, menos flexíveis e mais ressecados que o fio normal. A estrutura física em si não se modifica, só há uma perda de pigmento”, salienta o dermatologista.

Por causa desse ressecamento natural, causado principalmente pela falta de melanina, a hidratação precisa ser reforçada. “Quem deseja deixar os fios grisalhos é aconselhado, desde o início da transição, a investir em cuidados como a hidratação e a nutrição dos fios, mas aconselhamos sempre a procurar a orientação de um profissional, para um tratamento mais personalizado”, explica Renata Souza, especialista em tratamentos capilares naturais do SpaDios.

Moda e beleza inspiram transição capilar


Mulheres maduras que deixaram as madeixas naturais têm figurado cada vez mais em publicações e desfiles de moda, incentivando para que outras a encarar essa etapa da vida com mais naturalidade. Recentemente, o modelo grisalho Jorge Gelati,52, fez bonito na passarela da Ellus, enquanto Vera Valdez, 81, queridinha de Coco Chanel e primeira modelo brasileira a fazer sucesso no exterior, desfilou na apresentação da última coleção da Renner. A tentativa está em sintonia com marcas e empresas, como a própria Renner, que abraçam a tendência de inserir pessoas reais em suas campanhas.

Para libertar-se das tinturas, Renata Souza, especialista em tratamentos capilares naturais do SpaDios, explica que é quase inevitável o contraste de cores no início do procedimento. “O início do processo de transição é, sim, difícil – porém é preciso enfrentá-lo, se o desejo for mesmo se libertar de vez das tinturas. O mais aconselhável é que cada um cuide dos fios desde o início e, para escapar de um possível desconforto na raiz, que adote o uso lenços e penteados que cubram esse início de crescimento”, aconselha.

Fonte: O Tempo

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

sábado, 21 de outubro de 2017

RESPOSTA: A sogra pode ser madrinha de batismo da nora?

Ave Maria!!

A sogra pode ser madrinha de batismo da nora?

SIM! Pode.

Mas, ela deve ser:

a) católico confirmado (crismado),

b) maior de 16 anos,

c) já tenha recebido o Sacramento da Eucaristia

d) leve uma vida de acordo com a fé (católica) e o encargo que vá assumir,
 
Não podem ser padrinhos pessoas de outras religiões ou filosofias de vida, amasiados (união estável), divorciados, casados somente no civil ou em uma igreja de outra religião ou pessoas que não tenham uma conduta cristã condizente. 

e) não se encontre atingido por nenhuma pena canônica legitimamente irrogada ou declarada,

f) não seja pai ou mãe do confirmado (nem namorado, nem noivo);

g) ser solteiro ou casado na Igreja Católica;

h) deve ser um padrinho ou uma madrinha (homem ou mulher) ou um padrinho e uma madrinha.

Fonte: Código de Direito Canônico

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, rogai por nós!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...