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quinta-feira, 31 de março de 2022

Orientações do EXORCISTA: Pe. Roberto


VIRTUDES

- OBEDIENCIA

1. Dócil ao Espírito
2. Obediência as Escrituras 
(Ler a Bíblia, Meditar, Orar, Contemplar)

- PUREZA
- HUMILDADE




Nossa Senhora. rogai por nós!

terça-feira, 29 de março de 2022

O Papa: "A confissão é secreta, do começo ao fim"


Papa Francisco confessando

"O diálogo confessional está vinculada pelo sigilo, é secreto do começo ao fim, e o diálogo de acompanhamento espiritual é reservado, embora de forma diferente". 
Palavras do Papa Francisco os participantes do Curso do Tribunal da Penitenciaria Apostólica sobre o Foro Interno. 
Este ano conta com 800 participantes que aprofundam o Sacramento da Confissão

Jane Nogara - Vatican News

O Papa Francisco recebeu nesta manhã (25) os participantes do Curso do Tribunal da Penitenciaria Apostólica sobre o Foro Interno organizado na sua 32ª edição. Este ano conta com 800 participantes que aprofundam o Sacramento da Confissão. “Isto é um bom sinal” disse Francisco “porque hoje em dia uma mentalidade generalizada tem dificuldade de entender a dimensão sobrenatural, ou até mesmo quer negá-la”.

Depois de recomendar os presentes a lerem com atenção a “Nota sobre o foro interno e a inviolabilidade do sigilo sacramental”, documento publicado em 2019, o Papa disse que o documento ajuda a “redescobrir o quanto seja precioso e necessário o ministério da Reconciliação”.

Ecologia espiritual do mundo

Ao falar sobre o sacramento da Reconciliação o Papa destacou com veemência que “o perdão é um direito humano”. Explicando “é um ‘direito’ no sentido de que Deus, no Mistério Pascal de Cristo, o deu total e irreversivelmente a toda pessoa disposta a aceitá-lo, com um coração humilde e arrependido. Ao dispensar generosamente o perdão de Deus, nós confessores colaboramos na cura dos homens e do mundo”.

“Cooperamos na realização desse amor e paz pelos quais todo coração humano anseia tão intensamente; contribuímos, se me permitem dizer, para uma ‘ecologia’ espiritual do mundo”

Acolhida, escuta, acompanhamento e alegria

Ao sugerir alguns pontos de reflexão, Francisco focalizou três palavras-chave: acolhida, escuta, acompanhamento. “Três dimensões essenciais – afirmou - do ministério do confessor; três faces do amor, às quais devemos acrescentar a alegria, que sempre o acompanha”. “A acolhida deve ser a primeira característica do confessor”, afirmando:

A acolhida é a medida da caridade pastoral, que é amadurecida no caminho da formação para o sacerdócio, e é rica em frutos tanto para o penitente como para o próprio confessor, que vive sua paternidade, como o pai do filho pródigo, cheio de alegria com o retorno de seu filho”

A escuta

“O segundo elemento é a escuta, continuou o Papa. “Escutar - como sabemos - é mais do que ouvir. Requer uma disposição interior feita de atenção, vontade, paciência”. E advertiu, “se, enquanto o outro está falando, você já está pensando no que dizer, o que responder, então você não está ouvindo a ele ou ela, mas a si mesmo”.

“A escuta é uma forma de amor que faz a outra pessoa sentir-se verdadeiramente amada”

Aprofundando o momento da escuta com o penitente o Papa disse ainda: 

A escuta implica uma espécie de esvaziamento: esvaziar-me de mim mesmo para acolher o outro. 
É um ato de fé no poder de Deus e na tarefa que o Senhor nos confiou. 
É somente pela fé que irmãos e irmãs abrem seus corações ao confessor; portanto, eles têm o direito de serem ouvidos com fé, e com aquela caridade que o Pai reserva para seus filhos. 
E isso gera alegria!”

Acompanhamento

Por fim o Santo Padre falou sobre a terceira palavra-chave é acompanhamento. E recordou que “o confessor não decide no lugar dos fiéis, ele não é o mestre da consciência da outra pessoa. O confessor simplesmente acompanha, com toda a prudência, discernimento e caridade de que é capaz, o reconhecimento da verdade e da vontade de Deus na experiência concreta do penitente”. Chamando a atenção para que se saiba distinguir o “diálogo confessional” propriamente dito, que está vinculada pelo sigilo e é secreto do começo ao fim, do “diálogo de acompanhamento espiritual”, que também é reservado, embora de uma forma diferente. “O confessor”, continuou o Papa falando sobre o acompanhamento, “tem sempre como objetivo o chamado universal à santidade e o acompanha discretamente na sua direção”.

“Acompanhar significa cuidar da outra pessoa, caminhar junto com ela. 
Não basta indicar uma meta se não se há disposição de fazer nem mesmo um trecho de estrada juntos”

Recomendação

Concluindo seu encontro com os participantes do Curso, Francisco deixou algumas preciosas recomendações aos confessores:

“Vão de boa-vontade ao confessionário, acolham, escutem, acompanhem, sabendo que todos, mas realmente todos, precisam de perdão, isto é, sentir-se amados como filhos de Deus Pai. 
As palavras que dizemos: 
‘Eu te absolvo de seus pecados’ também significam "você, irmão, irmã, é precioso, precioso para Deus; é bom ter você conosco"
E este é um remédio muito poderoso para a alma, e também para a psique de todos".


Nossa Senhora, Rainha dos Confessores, rogai por nós!

segunda-feira, 28 de março de 2022

ATO DE CONSAGRAÇÃO AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

Ó Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, recorremos a Vós nesta hora de tribulação. Vós sois Mãe, amais-nos e conheceis-nos: de quanto temos no coração, nada Vos é oculto. Mãe de misericórdia, muitas vezes experimentamos a vossa ternura providente, a vossa presença que faz voltar a paz, porque sempre nos guiais para Jesus, Príncipe da paz.

Mas perdemos o caminho da paz. Esquecemos a lição das tragédias do século passado, o sacrifício de milhões de mortos nas guerras mundiais. Descuidamos os compromissos assumidos como Comunidade das Nações e estamos a atraiçoar os sonhos de paz dos povos e as esperanças dos jovens. Adoecemos de ganância, fechamo-nos em interesses nacionalistas, deixamo-nos ressequir pela indiferença e paralisar pelo egoísmo. Preferimos ignorar Deus, conviver com as nossas falsidades, alimentar a agressividade, suprimir vidas e acumular armas, esquecendo-nos que somos guardiões do nosso próximo e da própria casa comum. Dilaceramos com a guerra o jardim da Terra, ferimos com o pecado o coração do nosso Pai, que nos quer irmãos e irmãs. Tornamo-nos indiferentes a todos e a tudo, exceto a nós mesmos. E, com vergonha, dizemos: perdoai-nos, Senhor!

Na miséria do pecado, das nossas fadigas e fragilidades, no mistério de iniquidade do mal e da guerra, Vós, Mãe Santa, lembrai-nos que Deus não nos abandona, mas continua a olhar-nos com amor, desejoso de nos perdoar e levantar novamente. Foi Ele que Vos deu a nós e colocou no vosso Imaculado Coração um refúgio para a Igreja e para a humanidade. Por bondade divina, estais conosco e conduzis-nos com ternura mesmo nos transes mais apertados da história.

Por isso recorremos a Vós, batemos à porta do vosso Coração, nós os vossos queridos filhos que não Vos cansais de visitar em todo o tempo e convidar à conversão. Nesta hora escura, vinde socorrer-nos e consolar-nos. Repeti a cada um de nós: «Não estou porventura aqui Eu, que sou tua mãe?» Vós sabeis como desfazer os emaranhados do nosso coração e desatar os nós do nosso tempo. Repomos a nossa confiança em Vós. Temos a certeza de que Vós, especialmente no momento da prova, não desprezais as nossas súplicas e vindes em nosso auxílio.

Assim fizestes em Caná da Galileia, quando apressastes a hora da intervenção de Jesus e introduzistes no mundo o seu primeiro sinal. Quando a festa se mudara em tristeza, dissestes-Lhe: «Não têm vinho!» (Jo 2, 3). Ó Mãe, repeti-o mais uma vez a Deus, porque hoje esgotamos o vinho da esperança, desvaneceu-se a alegria, diluiu-se a fraternidade. Perdemos a humanidade, malbaratamos a paz. Tornamo-nos capazes de toda a violência e destruição. Temos necessidade urgente da vossa intervenção materna.

Por isso acolhei, ó Mãe, esta nossa súplica:
Vós, estrela do mar, não nos deixeis naufragar na tempestade da guerra;
Vós, arca da nova aliança, inspirai projetos e caminhos de reconciliação;
Vós, «terra do Céu», trazei de volta ao mundo a concórdia de Deus;
Apagai o ódio, acalmai a vingança, ensinai-nos o perdão;
Libertai-nos da guerra, preservai o mundo da ameaça nuclear;
Rainha do Rosário, despertai em nós a necessidade de rezar e amar;
Rainha da família humana, mostrai aos povos o caminho da fraternidade;
Rainha da paz, alcançai a paz para o mundo.

O vosso pranto, ó Mãe, comova os nossos corações endurecidos. As lágrimas, que por nós derramastes, façam reflorescer este vale que o nosso ódio secou. E, enquanto o rumor das armas não se cala, que a vossa oração nos predisponha para a paz. As vossas mãos maternas acariciem quantos sofrem e fogem sob o peso das bombas. O vosso abraço materno console quantos são obrigados a deixar as suas casas e o seu país. Que o vosso doloroso Coração nos mova à compaixão e estimule a abrir as portas e cuidar da humanidade ferida e descartada.

Santa Mãe de Deus, enquanto estáveis ao pé da cruz, Jesus, ao ver o discípulo junto de Vós, disse-Vos: «Eis o teu filho!» (Jo 19, 26). Assim Vos confiou cada um de nós. Depois disse ao discípulo, a cada um de nós: «Eis a tua mãe!» (19, 27). Mãe, agora queremos acolher-Vos na nossa vida e na nossa história. Nesta hora, a humanidade, exausta e transtornada, está ao pé da cruz convosco. E tem necessidade de se confiar a Vós, de se consagrar a Cristo por vosso intermédio. O povo ucraniano e o povo russo, que Vos veneram com amor, recorrem a Vós, enquanto o vosso Coração palpita por eles e por todos os povos ceifados pela guerra, a fome, a injustiça e a miséria.

Por isso nós, ó Mãe de Deus e nossa, solenemente confiamos e consagramos ao vosso Imaculado Coração nós mesmos, a Igreja e a humanidade inteira, de modo especial a Rússia e a Ucrânia. Acolhei este nosso ato que realizamos com confiança e amor, fazei que cesse a guerra, providenciai ao mundo a paz. O sim que brotou do vosso Coração abriu as portas da história ao Príncipe da Paz; confiamos que mais uma vez, por meio do vosso Coração, virá a paz. Assim a Vós consagramos o futuro da família humana inteira, as necessidades e os anseios dos povos, as angústias e as esperanças do mundo.

Por vosso intermédio, derrame-se sobre a Terra a Misericórdia divina e o doce palpitar da paz volte a marcar as nossas jornadas. Mulher do sim, sobre Quem desceu o Espírito Santo, trazei de volta ao nosso meio a harmonia de Deus. Dessedentai a aridez do nosso coração, Vós que «sois fonte viva de esperança». Tecestes a humanidade para Jesus, fazei de nós artesãos de comunhão. Caminhastes pelas nossas estradas, guiai-nos pelas sendas da paz. Amen.


Fonte: Vaticano


POR FIM, MEU IMACULADO CORAÇÃO TRIUNFARÁ!

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