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sexta-feira, 24 de junho de 2011

Natividade de São João Batista - 24 de Junho

João é filho de Zacarias, o mudo, e de Isabel, a estéril; seu nascimento anuncia a chegada dos tempos messiânicos, nos quais a esterilidade se tornará fecundidade e o mutismo, exuberância profética.

O evangelho lhe dá o cognome de "Batista", porque ele anuncia um novo rito de ablução (Mt 3, 13-17), na qual o batizado não imerge sozinho na água, como nos ritos e nos batismos judaicos, mas recebe a água lustral das mãos do ministro. João pretendia mostrar assim que o homem não se pode purificar sozinho, mas que toda santidade vem de Deus. João Batista é também lembrado como homem de grande mortificação. Talvez tenha ele sido iniciado a esta disciplina nas comunidades religiosas do deserto. Mas a tradição lembrou sobretudo seu caráter profético. Ele é profeta por duplo título. Antes de tudo é profeta no sentido em que essa palavra era entendida no Antigo Testamento; aliás, João é o maior dos profetas de Israel, porque pôde apontar o objeto de suas profecias (Mt 11, 7-15; Jo 1, 19-28). Para realçar essa pertença de João à grande descendência dos profetas do Antigo Testamento, Lucas nos narra seu nascimento, permitindo ver através dele o perfil das grandes vocações dos antigos profetas. Mas o profeta não é apenas o anunciador do futuro messiânico; é essencialmente o portador da palavra de Deus e a testemunha da presença dessa Palavra criadora no mundo novo.
Em cada missa, o anúncio da palavra de Deus repete o tema que o Batista fazia ressoar às margens do Jordão: "Convertei-vos!". A narrativa da Ceia do Senhor, no centro da Oração eucarística, é um trecho daquele evangelho que nos deve levar também a perguntar com fé à Igreja que no-lo propõe: "Que devemos fazer?" (At 2, 37). A resposta de Cristo, corpo-dado e sangue-derramado, é: "Fazei isto em memória de mim!"
A vida e o martírio do Batista são uma das inúmeras respostas-memorial que sempre sobem ao Pai por Cristo, com Cristo e em Cristo.

Liturgia

Missa da Vigília

I Leitura Jr 1, 4-10
Salmo 70
II Leitura 1Pd 1, 8-12
Evangelho Lc 1, 5-17

Missa do Dia

I Leitura Is 49, 1-6
Leitura do Livro do Profeta Isaías

Nações marinhas, ouvi-me, povos distantes, prestai atenção: o Senhor chamou-me antes de eu nascer, desde o ventre de minha mãe ele tinha na mente o meu nome; fez de minha palavra uma espada afiada, protegeu-me à sombra de sua mão e fez de mim uma flecha aguçada, escondida em sua aljava, e disse-me: "Tu és o meu Servo, Israel, em quem serei glorificado".
E eu disse: "Trabalhei em vão, gastei minhas forças sem fruto, inutilmente; entretanto o Senhor me fará justiça e o meu Deus me dará recompensa". E agora diz-me o Senhor - ele que me preparou desde o nascimento para ser seu Servo - que eu recupere Jacó para ele e faça Israel unir-se a ele; aos olhos do Senhor esta é a minha glória.
Disse-lhe: "Não basta seres meu Servo para restaurar as tribos de Jacó e reconduzir os remanescentes de Israel: eu te farei luz das nações, para que minha salvação chegue até aos confins da terra".
Palavra do Senhor.
Graças a Deus.

Salmo 138

R. Eu vos louvo e vos dou graças, ó Senhor,
porque de modo admirável me formastes!
- Senhor, vós me sondais e conheceis,
sabeis quando me sento ou me levanto;
de longe penetrais meus pensamentos;
percebeis quando me deito e quando me ando,
os meus caminhos vos são todos conhecidos. R.

- Fostes vós que me formastes as entranhas,
e no seio de minha mãe vós me tecestes.
Eu vos louvo e vos dou graças, ó Senhor.
porque de modo admirável me formastes! R.

 - Até o mais íntimo, Senhor me conheceis;
nenhuma sequer de minhas fibras ignoráveis,
quando eu era modelado ocultamente,
era formado nas entranhas subterrâneas. R.

II Leitura At 13, 22-26
Leitura dos Atos dos Apóstolos

Naqueles dias, Paulo disse: "Deus fez surgir Davi como rei e assim testemunhou a seu respeito: 'Encontrei Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração, que vai fazer em tudo a minha vontade'. Conforme prometera, da descendência de Davi Deus fez surgir para Israel um Salvador, que é Jesus. Antes que ele chegasse, João pregou um batismo de conversão para todo o povo de Israel. Estando para terminar sua missão, João declarou: 'Eu não sou aquele que pensais que eu seja! Mas vede: depois de mim vem aquele, do qual nem mereço desamarrar as sandálias!'."
Irmãos, descendentes de Abraão, e todos vós que temeis a Deus, a nós foi enviada esta mensagem de salvação.
Palavra do Senhor.
Graças a Deus.

Evangelho Lc 1, 57-66.80
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas

Completou-se o tempo da gravidez de Isabel, e ela deu à luz um filho. Os vizinhos e parentes ouviram dizer como o Senhor tinha sido misericordioso para com Isabel, e alegraram-se com ela.
No oitavo dia, foram circuncidar o menino, e queriam dar-lhe o nome de seu pai, Zacarias. A mãe, porém, disse: "Não! Ele vai chamar-se João". Os outros disseram: "Não existe nenhum parente teu com esse nome!".
Então fizeram sinais ao pai, perguntando como ele queria que o menino se chamasse. Zacarias pediu uma tabuinha, e escreveu: "João é o seu nome". E todos ficaram admirados. No mesmo instante, a boca de Zacarias se abriu, sua língua se soltou, e ele começou a louvar a Deus.
Todos os  vizinhos ficaram com medo, e a noticia espalhou-se por toda a região montanhosa da Judéia. E todos os que ouviam a notícia, ficavam pensando: "O que virá a ser este menino?" De fato, a mão do Senhor estava com ele. E o menino crescia e se fortalecia em espírito. Ele vivia nos lugares desertos, até ao dia em que se apresentou publicamente a Israel.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor!

Fonte: Missal Dominical

São João Batista, rogai por nós!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

CORPUS CHRISTI - Quinta-feira após a Solenidade da SSma. Trindade


“Quem come minha carne e bebe meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeira comida, e o meu sangue, verdadeira bebida. (Jo 6, 54-55).

Para remontar-nos às origens desta festa devemos viajar até o século XIII, momento em que a Igreja sentiu a necessidade de realçar a presença real do Cristo todo no pão e no vinho consagrado para responder à heresia do catarismo. Para os cátaros, o pão era simplesmente pão porque negavam todas as conseqüências da Encarnação do Verbo de Deus, inclusive o valor infinito de todos os atos de Cristo e, desse modo, a instituição divina do sacramento da Eucaristia.

A Festa de Corpus Christi foi instituída pelo papa Urbano IV com a Bula Transiturus (1264). A tradição da procissão, que surgiu em Colônia, se propagou pelas Igrejas da Europa, primeiro na Alemanha, depois na França e na Itália. Em Roma, no ano 1350.
Mas o porquê teológico desta venerável celebração? A Santíssima Trindade, na sua divina providencia e criatividade, dispôs da história para restaurar e salvar a todos nós do pecado, da morte, do inferno e do demônio. E para isso o Pai, que é o Amor, enviou o seu Filho encarnado ao mundo para executar tal plano de salvação. Com a finalidade de encarnar-se, Deus iniciou uma maravilhosa caminhada de fé com Israel, o povo eleito, mil e duzentos anos antes.

Moisés, ao receber de Deus a renovação da Aliança (cf. Ex 34,4b-6.8-9), ele manifesta o anseio real dos israelitas e, no fundo, de todo homem: “Senhor, continua conosco mesmo que este povo seja de cerviz dura. Perdoa as nossas faltas e os nossos pecados, e toma-nos por tua herança”. Com a paixão e morte do Verbo encarnado (Sexta-feira da Paixão), sua ressurreição (Domingo de Ressurreição), sua glorificação (Domingo da Ascensão) e o envio do Espírito Santo à Igreja (Domingo de Pentecostes), Deus nos perdoou para sempre os nossos pecados, expiou completamente as nossas culpas e nos deu o seu Espírito para inserir-nos na vida amorosa da família divina.

Este Deus misterioso se fez próximo e conhecido em Jesus Cristo. No Antigo Testamento, a glória de Deus está presente na Tenda da reunião (cf. Ex 33,7-11) e, logo, no Templo de Jerusalém (cf. 1 Rs 8,10-13), e ainda no próprio povo eleito quando retorna do exílio (cf. Ez 43, 4-5). Mas em Jesus Cristo, o único Deus que existe e que dá a vida permanece conosco para sempre e nos acompanha nos acontecimentos da nossa vida, também na morte.

Instituindo o sacramento da Eucaristia na última ceia, Deus ficou conosco através do Corpo e do Sangue do seu Filho. Nesse sentido, São João Crisóstomo dirá: “Inclinemo-nos sempre diante de Deus sem o contradizermos, embora o que Ele diz possa parecer contrário à nossa razão e à nossa inteligência; sobre a nossa razão e a nossa inteligência, prevaleça a sua palavra. Assim nos comportemos também diante do mistério (eucarístico), não considerando só o que nos pode vir dos nossos sentidos, mas conservando-nos fiéis às suas palavras. Uma palavra sua não pode enganar” (In Matth. hom. 8, 4; PG 58, 473).

À diferença dos outros sacramentos (batismo, crisma, reconciliação, unção dos enfermos, matrimonio e ordem sagrada), Cristo está presente de modo total no seu Corpo e no seu Sangue (isto é: em alma, corpo e divindade, como homem e como Deus). Nos outros sacramentos só estão presentes as virtudes e os benefícios da pessoa de Cristo. É por isso que todos os sacramentos se subordinam à Eucaristia, porque ela é o centro e o termo de toda a vida sacramental, inserindo-nos no corpo de Cristo como discípulos missionários.

A festa do Corpus Christi é a vivência que os cristãos têm da Eucaristia como culminação dos demais sacramentos, porque nela comungamos com Cristo participando da sua carne e da sua divindade, unindo-nos mutuamente. O pão e o vinho são o corpo ressuscitado e glorioso de Jesus Cristo, o qual possui e comunica o Espírito Santo àqueles que o comem e o bebem: “Se alguém me ama, guardará minha palavra e meu Pai o amará e a ele viremos e nele estabeleceremos morada” (Jo 14, 23). E qual é a sua palavra? “Quem come minha carne e bebe meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6, 54).

No Brasil , a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.

A celebração de Corpus Christi é um dia de preceito (dia santo), em que todo católico deve  participar e consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento. A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio corpo de Cristo. Durante a missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Exame de Consciência para a Confissão das Crianças!

Já coloquei aqui o Exame de Consciência para a Confissão, porém, mês passado, a Giovana me enviou um Exame de Consciência que ela fez para que o filho de 07/08 anos pudesse fazer a confissão e aproximar-se da Sagrada Comunhão. Foi ela mesma quem preparou o filho, com base no Catecismo de São Pio X, e o mesmo fez a primeira comunhão aos 07 anos. Hoje ele tem 08 anos, participa da Santa Missa Tridentina, confessa-se uma vez por mês e acompanha a mãe na reza do terço. (Parabéns para Giovana)

Com autorização dela, aqui está o Exame de Consciência para que as crianças e adolescentes possam se preparar para o Sacramento da Penitência e aproximar-se sem medo da Sagrada Comunhão, podendo, também, ser usado pelos adultos.


  Exame de consciência para a Confissão das Crianças
 
O MEU COMPORTAMENTO COM DEUS

(   ) Rezo todos os dias, devagar e com atenção, as orações da manhã e da noite?
(  ) Lembro-me de Deus durante o dia?

(  ) Não tenho o mau hábito de falar dEle com pouco respeito?

( ) Participo da Santa Missa todos os domingos e dias de guarda sem preguiça?

(  ) Escuto com atenção a Palavra de Deus?

(  ) Acompanho bem as orações?

(  ) Chego cedo à Missa e assisto de boa vontade, não atrapalhando os outros?

(  ) Tenho o desejo de conhecer melhor Nosso Senhor?

(  ) Quero fazer sempre o que Ele diz e comportar-me como Ele quer?

(  ) Na igreja, comporto-me com respeito?

(  ) Lembro-me de que a igreja é a casa de Deus, não corro, não converso durante a missa?

(  ) Não passo pelo altar sem cumprimentar Jesus no sacrário com uma genuflexão bem feita?

(  ) Vou à igreja bem vestido, com uma roupa própria e descente?

(  ) Amo Nossa Senhora e converso todas as noites com Ela?

(  ) Rezo a Ave-Maria, pensando que Ela é a Mãe de Jesus e me ama como a um filho?

( ) Falo todas as manhãs com o Anjo da Guarda para que me acompanhe e me proteja durante todo o dia?

(  ) Quando recebo uma boa notícia, agradeço ao Senhor todas as coisas boas que Ele me deu?

 
O MEU COMPORTAMENTO COM A FAMILIA E COM O PRÓXIMO


(  ) Sou carinhoso com o meu pai e a minha mãe?

(  ) Sou carinhoso com o meus irmãos?

(  ) Sou carinhoso com o meus avós?

(  ) Sei agradecer o carinho que os meus pais têm por mim?

(  ) Não respondo com má educação e nem os deixo tristes com o meu comportamento?

(  ) Obedeço rapidamente aos meus pais, sem reclamar?

(  ) Sei que aquilo que me dizem é para o meu bem?

(  ) Falo sempre a verdade, mesmo que tenha que passar vergonha?

(  ) Gosto de ajudar em casa?

(  ) Trato com respeito os meus avós e as pessoas mais velhas?

(   ) Não sou egoísta com as minhas coisas? Sei emprestá-las  sempre e dividi-las com os meus irmãos e amigos?
(  ) Na escola, comporto-me bem com todos?

(  ) Assisto bem às aulas?

(  ) Não converso enquanto o professor está falando?

(  ) Não perco o tempo e nem atrapalho os meus colegas?

(  ) Dedico ao estudo o tempo suficiente?

(  ) Não brigo com os meus companheiros?

(   ) Nas brincadeiras, não me importo em vencer ou perder, sou leal e respeito as regras do jogo?          
(  ) Sei perder sem ficar com raiva?

(  ) Sei ser amigo dos meus companheiros?

(  ) Ajudo-os nas necessidades?

(  ) Não faço brincadeiras de mau-gosto com eles?

(  ) Não faço fofocas?

(  ) Sei perdoar os colegas quando me fazem um pequeno desaforo?

(  ) Não tenho inveja das coisas que eles fazem?

(  ) Sou sincero?

(  ) Falo sempre a verdade, mesmo que me custe?

(  ) Não invento coisas?

(  ) Não minto?

(  ) Não digo que fiz coisas certas, quando na verdade fiz tudo errado e mal feito?

(  ) Falo sempre a verdade aos meus pais?

 
O MEU COMPORTAMENTO COMIGO MESMO


(  ) Não peguei coisas que não são minhas sem pedir?

(  ) Nunca roubei alguma coisa, nem mesmo de pouco valor?

(  ) Não uso mal as minhas coisas, não desperdiço-as nem estrago-as?

(  ) Deixo de pegar para mim algumas coisas de que gosto, para oferecê-las a Jesus e dá-las aos pobres?

(  ) Faço logo as coisas que devo fazer?

(  ) Não tenho má vontade e nem preguiça?
(  ) Não escolho as coisas mais fáceis e nem deixo as mais difíceis para a última hora?
(  ) Faço todos os dias os meus deveres da escola?
(  ) Sigo sempre as orientações dos professores?
(  ) Não deixo as coisas pela metade, faço tudo até o fim?
(  ) Não sou desordenado?
(  ) Não deixo as coisas que uso jogadas de qualquer jeito?
(  ) Sei ter e seguir um horário?
(  ) Sou pontual nos meus compromissos?
(  ) Não falto à aula por preguiça?
(  ) Não sou guloso e nem caprichoso demais?
(  ) Não estou sempre reclamando?
(  ) Sei contentar-me com o que me dão?
(  ) Não deixei-me levar pela curiosidade ruim?
( ) Não olhei revistas e fotografias indecentes, nem programas de televisão que não prestam?
(  ) Sei ter respeito por mim mesmo e pelo meu corpo?
(  ) Evito gestos ou atos contrários à santa pureza?
(  ) Cuido da higiene e da modéstia?
(  ) Não uso uma linguagem grosseira?
(  ) Não falo palavrões?
(  ) Não ofendo os outros?



Esse exame de consciência deve ser feito com calma, em casa, em momento de oração, pouco antes de a pessoa ir confessar-se. Você pode orientar o seu filho a marcar os itens dos pecados que ele cometeu, anotar em um papel e levar para a confissão, devendo, lá, lê-lo diante do sacerdote.
A orientação para anotar em um papel é para que se evite esquecimento, coisa muito comum, mormente, quando você está nervosa, fato que é comum nessa situação.

Que Deus os abençõe!

terça-feira, 21 de junho de 2011

A Modéstia das Roupas Midis!

As saias e vestidos midi, ou seja, aqueles cujo tamanho passa do joelho e vai até a altura da canela, estão ganhando cada vez mais espaço na moda e no cotidiano das pessoas e podem ser usadas no verão e no inverno.

Essas peças são ótimas para quem quer observar a modéstia, além de ficarem muito elegantes e poderem ser usadas em várias situações, como no dia-a-dia, no trabalho e até em festas.

Esse é um tamanho maravilhoso para as saias e vestidos, mormente, porque a pessoa não precisa ficar preocupada se está mostrando as partes íntimas, e, quando feitas em evasê ou sem ser muito justa ao corpo, permite que a mulher se sinta mais livre, mais confortável, podendo se sentar sem medo, em qualquer lugar, e sem precisar ficar puxando (como ocorre com as minissaias) como se a peça fosse aumentar de tamanho (e evita uma cena ridícula...rs).

Assim, procurei postar alguns modelos, de tecidos diferentes, usadas com camisas/blusas igualmente modestas para que as mulheres católicas possam se inspirar.















domingo, 19 de junho de 2011

Solenidade da Santíssima Trindade


A Igreja Católica ensina, através do seu Catecismo, que o Mistério da Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã. É o mistério de Deus em si mesmo. E, portanto, a fonte de todos os outros mistérios da fé e a luz que os ilumina. É o ensinamento mais fundamental e essencial da "hierarquia das verdades da fé". "Toda a história da Salvação não é senão a história do caminho e dos meios pelos quais o Deus verdadeiro e único, Pai, Filho e Espírito Santo, Se revela, reconcilia e Se une aos homens que se afastam do pecado" (234).

Seguindo a tradição apostólica, no primeiro concílio ecumênico de Nicéia, em 325, a Igreja confessou que o Filho é "consubstancial" ao Pai, quer dizer, um só Deus com Ele. O segundo concílio ecumênico, reunido em Constantinopla em 381, guardou esta expressão na sua formulação do Credo de Nicéia e confessou "o Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos, luz da luz. Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai." (Catecismo, 242).

Antes da sua Páscoa, Jesus anuncia a vinda do Espírito Santo Paráclito, assim, o Espírito Santo é revelado como uma outra pessoa divina, em relação a Jesus e ao Pai.


245. A fé apostólica relativamente ao Espírito foi confessada pelo segundo concilio ecuménico, reunido em Constantinopla em 381: «Nós acreditamos no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai» (52). A Igreja reconhece assim o Pai como «a fonte e a origem de toda a Divindade» (53). Mas a origem eterna do Espírito Santo não está desligada da do Filho: «O Espírito Santo, que é a terceira pessoa da Trindade, é Deus, uno e igual ao Pai e ao Filho, da mesma substância e também da mesma natureza... Contudo, não dizemos que Ele é somente o Espírito do Pai, mas, ao mesmo tempo, o Espírito do Pai e do Filho»(54). O Credo do Concílio de Constantinopla da Igreja confessa que Ele, «com o Pai e o Filho, é adorado e glorificado» (55). (Catecismo)

O DOGMA DA SANTÍSSIMA TRINDADE

Ao falar sobre o Dogma da Santíssima Trindade a Igreja nos ensina através do Catecismo que:

253. A Trindade é una. Nós não confessamos três deuses, mas um só Deus em três pessoas: «a Trindade consubstancial» (64). As pessoas divinas não dividem entre Si a divindade única: cada uma delas é Deus por inteiro: «O Pai é aquilo mesmo que o Filho, o Filho aquilo mesmo que o Pai, o Pai e o Filho aquilo mesmo que o Espírito Santo, ou seja, um único Deus por natureza» (65). «Cada uma das três pessoas é esta realidade, quer dizer, a substância, a essência ou a natureza divina» (66).
254. As pessoas divinas são realmente distintas entre Si. «Deus é um só, mas não solitário» (67). «Pai», «Filho», «Espírito Santo» não são meros nomes que designam modalidades do ser divino, porque são realmente distintos entre Si. «Aquele que é o Filho não é o Pai e Aquele que é o Pai não é o Filho, nem o Espírito Santo é Aquele que é o Pai ou o Filho» (68). São distintos entre Si pelas suas relações de origem: «O Pai gera, o Filho é gerado, o Espírito Santo procede»(69). A unidade divina é trina.
255. As pessoas divinas são relativas umas às outras. Uma vez que não divide a unidade divina, a distinção real das pessoas entre Si reside unicamente nas relações que as referenciam umas às outras: «Nos nomes relativos das pessoas, o Pai é referido ao Filho, o Filho ao Pai, o Espírito Santo a ambos. Quando falamos destas três pessoas, considerando as relações respectivas, cremos, todavia, numa só natureza ou substância» (70). Com efeito, «n'Eles tudo é um, onde não há a oposição da relação» (71). «Por causa desta unidade, o Pai está todo no Filho e todo no Espírito Santo: o Filho está todo no Pai e todo no Espírito Santo: o Espírito Santo está todo no Pai e todo no Filho»(72).
256. São Gregório de Nazianzo, também chamado «o Teólogo», confia aos catecúmenos de Constantinopla o seguinte resumo da fé trinitária:
«Antes de mais nada, guardai-me este bom depósito, pelo qual vivo e combato, com o qual quero morrer, que me dá coragem para suportar todos os males e desprezar todos os prazeres: refiro-me à profissão de fé no Pai e no Filho e no Espírito Santo. Eu vo-la confio hoje. É por ela que, daqui a instantes, eu vou mergulhar-vos na água e dela fazer-vos sair. Eu vo-la dou por companheira e protectora de toda a vossa vida. Dou-vos uma só Divindade e Potência, uma nos Três e abrangendo os Três de maneira distinta. Divindade sem diferença de substância ou natureza, sem grau superior que eleve nem grau inferior que abaixe [...] É de três infinitos a infinita conaturalidade. Deus integralmente, cada um considerado em Si mesmo [...] Deus, os Três considerados juntamente [...] Assim que comecei a pensar na Unidade logo me encontrei envolvido no esplendor da Trindade. Mal começo a pensar na Trindade, logo à Unidade sou reconduzido» (73).

Liturgia

I Leitura Ex 34, 4b-6.8-9
Salmo Dn 3
II Leitura 2Cor 13, 11-13
Evangelho  Jo 3, 16-18

Fonte: Missal Dominical e Catecismo da Igreja Católica

A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós!
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