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domingo, 8 de agosto de 2021

Foi trabalhar como arquiteta em um mosteiro e acabou se tornando religiosa

Chiara Pieri

Aos 33 anos, Maria Chiara deixou sua profissão para abraçar a Deus fascinada pela vida da Beata Gabriella da Vitorchiano

De arquiteta a monja trapista. Parece o título de um livro. Em vez disso, é a história real da Irmã Maria Chiara Pieri, 33 anos, natural de Forlì, Itália.

Antes do confinamento, ela fez a profissão solene nas religiosas trapistas do mosteiro cisterciense de Valserena, na província de Pisa.

Trabalho no mosteiro

Assim que se formou, ela foi trabalhar em um escritório de arquitetura em Varese, que lhe atribuiu um projeto no mosteiro Valserena, como ela própria se lembra:

“Meu chefe pediu para eu me encontrar com uma das irmãs da Síria, porque elas queriam começar a construir um mosteiro lá. Naquela ocasião, em um dos livros da hospedaria, conheci a vida da Beata Maria Gabriella de Vitorchiano, que li imediatamente. Pensei comigo: ‘Que maneira estranha de oferecer a vida, tão simples mas tão plena’. Voltei ali depois de alguns meses a convite de uma amiga, que conhecia algumas religiosas da comunidade”.

A intuição que tive quando conheci o mosteiro – continua a religiosa –, quando vi a comunidade rezando na igreja, foi a de uma vida vivida sob o olhar de Alguém que te ama, de uma vida que é toda um desejo de agradá-Lo. Não pensei de imediato: ‘quero ser freira’, mas a partir desse momento iniciou-se um percurso que, ao longo do tempo, me levou ao caminho do discernimento, e me conduziu a viver um tempo de experiência dentro do claustro. O que mais me chamou a atenção naquele período foi a intensidade da minha relação com Cristo, o fato de poder estar sempre em sua companhia”.

Discernimento

Em 2014, ela entrou no mosteiro e se preparou para a profissão solene, celebrada em 8 de dezembro de 2019.

Ir. Maria Chiara prossegue o seu testemunho:

“Recebi a fé através da minha família, numa paróquia de Forlì e nos escoteiros de Santa Maria del Fiore. O estudo foi decisivo, assim também como as amizades, e o encontro com ‘Comunhão e Libertação’, com as palavras de Dom Giussani, e os testemunhos de muitos que me fizeram compreender a beleza de uma vida totalmente entregue a Deus”.

A monja trapista revê hoje sua trajetória:

A verdadeira decisão não foi ser freira, mas confiar em Deus, que ofereceu ao meu coração uma forma mais profunda de amar. Ou seja, minha decisão foi estar disponível para o fato de que Deus me mostrou a virgindade como uma possibilidade de abraçar tudo e todos.”

A experiência de fé de Irmã Maria Chiara e sua busca pela felicidade levaram-na a escolher o claustro. Como ela disse à Aleteia, ela é alguém que, “descobrindo-se amada desde sempre, hoje deseja viver nesse amor”.

Fonte: Aletéia

Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

Por que certos monges e freiras vivem “atrás das grades”?

Pascal Deloche | GoDong


Pode até parecer uma prisão, mas, para eles, o claustro é um presente de Deus

Quando discutimos sobre as várias ordens religiosas, o fato de alguns homens e mulheres escolherem viver “atrás das grades” pode confundir algumas pessoas. O “claustro” parece um conceito estranho. Mas, na realidade, vai muito além do que aparenta.

A palavra “claustro” vem do latim claustrum, que quer dizer “espaço fechado”. Na prática, o claustro se refere à área fechada atrás do muro que cerca um mosteiro. Esta característica arquitetônica destaca o fato básico de muitos religiosos se comprometem com uma vida fisicamente separada do resto do mundo. Eles dificilmente pisam fora das paredes da clausura, exceto em raras ocasiões para os compromissos necessários, como uma visita ao médico, por exemplo. Se membros da família ou amigos os visitam, eles os recebem em uma sala especial, onde o monge ou a freira permanece atrás de uma tela de arame ou grade de metal.

Estilo de vida

Esses monges e freiras escolheram, livremente, este estilo de vida, concentrando suas atenções exclusivamente em Deus, sem permitir que qualquer questão mundana os distraia.

Eles seguem rigorosamente as palavras de Jesus: “Se queres ser perfeito, vai, vende teus bens, dá-os aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me!” (Mateus 19:21). Claro que isso não é uma coisa fácil de fazer e Deus não chama todo mundo para este estilo de vida radical.

No entanto, o chamado ao claustro é um belo presente de Deus, que leva à liberdade, não ao cativeiro. A irmã dominicana Mary Catharine explica:

“O claustro liberta-nos imensamente! Um dos maiores temores daqueles que discernem uma vocação contemplativa é que o claustro é visto como uma liberdade esmagadora, mas é exatamente o oposto.

O claustro nos amplia. Ele nos liberta de tantos cuidados e preocupações, até mesmo de algo tão simples como não se importar com uma mancha no meu escapulário!

O claustro é o “Jardim Fechado” do Cântico dos Cânticos. Nossa vida é inteiramente centrada em Cristo, nosso esposo. A clausura papal é um grande presente da Igreja, que nos permite viver bem a nossa vida contemplativa.

Quando tenho que deixar o recinto para algo necessário, fico sempre feliz por estar de volta. O mundo é tão barulhento, tanto de maneira audível quanto visual. Eu realmente não entendo como as pessoas ficam sãs!”

Encontro com Deus e consigo

Outra irmã enclausurada disse ao New York Times: “você vai para o convento para encontrar solidão, e você encontra Deus, e você encontra você mesma”.

Surpreendentemente, uma vida dedicada à oração, em vez de isolar uma pessoa do mundo, aproxima-a muito mais dele. Uma freira acrescentou: “Com uma presença física no mundo, eu só poderia ser uma pessoa com duas mãos e dois pés… Mas, através da oração, sinto que posso alcançar mais os meus irmãos e irmãs. A dimensão espiritual é ilimitada”.

São João Paulo II destacou o valor da vida de clausura em sua carta às pessoas consagradas:

 “Instituições totalmente dedicadas à contemplação entregam-se a Deus somente na solidão e no silêncio e através da oração constante e da pronta penitência. 
Não importa quão urgentes sejam as necessidades do apostolado ativo, tais comunidades sempre terão um papel distinto a desempenhar no Corpo Místico de Cristo ”.

Fonte: Aletéia

Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!

quarta-feira, 4 de agosto de 2021

9 mitos sobre a CoronaVac, vacina do Butantan contra a Covid-19

Di arda savasciogullari|Shutterstock


Para combater as notícias falsas e trazer informações confiáveis e relevantes sobre a questão, o Butantan esclarece nove mitos sobre sua vacina contra a Covid-19, a CoronaVac

Quando o assunto é vacinação contra a Covid-19, ainda há muita desinformação e fake news circulando na internet, em aplicativos de mensagens e nas redes sociais. Porém, a imunização, aliada às medidas sanitárias, é a melhor forma de conter a pandemia.

Para combater as notícias falsas e trazer informações confiáveis e relevantes sobre a questão, o Butantan esclarece nove mitos sobre sua vacina contra a Covid-19, a CoronaVac, desenvolvida em parceria com a biofarmacêutica chinesa Sinovac.

1. Exame de anticorpos neutralizantes pode indicar que a CoronaVac não funciona

Mito. 
Diversos órgãos nacionais e internacionais, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos, alertam que testes sorológicos não devem ser utilizados para determinar se um indivíduo vacinado está ou não protegido contra a Covid-19. Estes exames foram desenvolvidos para diagnosticar pessoas contaminadas pelo vírus, não para atestar proteção depois de receber a vacina.

2. CoronaVac não disponibiliza dados sobre ensaios clínicos e eficácia

Mito
As pesquisas sobre a vacina do Butantan contra a Covid-19 estão disponíveis em publicações relevantes e abertas ao público. Um exemplo disso é a plataforma de preprints da The Lancet, uma das revistas científicas mais respeitadas do mundo, que disponibilizou os dados finais dos ensaios clínicos de fase 3.

3. Coronavac causa reações adversas graves

Mito. 
Efeitos adversos são esperados e previstos em bula. Porém, a CoronaVac possui alto perfil de segurança e utiliza uma das tecnologias em fabricação de vacinas mais estudadas e seguras do mundo, de vírus inativado.

No Brasil, dados sobre a segurança da vacina do Butantan foram obtidos em ensaios clínicos de fase 3 com milhares de voluntários em 2020. As manifestações indesejadas foram muito leves e não foi necessária atenção médica maior. Já no Projeto S, estudo clínico realizado pelo Butantan na cidade de Serrana, foram administradas 54.882 doses na população adulta do município e não houve relato de evento adverso grave relacionado à vacinação.

Em estudos realizados na China com mais de 50 mil voluntários, 94,7% deles não apresentaram qualquer reação adversa ao serem imunizados com a CoronaVac. Efeitos adversos de grau baixo foram notados em 5,3% dos participantes.

4. Vacinas com insumos chineses não são seguras

Mito. 
Os chineses têm grande experiência na produção de vacinas. Inclusive, outras vacinas em aplicação no país utilizam insumos farmacêuticos vindos da China. Vale ressaltar que cerca de 35% dos medicamentos usados e aprovados no Brasil possuem matéria-prima ou componentes de origem chinesa.

5. Quem toma a vacina contra a Covid-19 não precisa se imunizar contra a gripe

Mito. 
Os vírus são diferentes. A CoronaVac protege contra o SARS-CoV-2, causador da Covid-19. 
Para se imunizar contra os vírus causadores da gripe é preciso tomar a vacina Influenza Trivalente (Fragmentada e Inativada), também fabricada pelo Butantan.

6. Butantan está desenvolvendo a ButanVac porque a CoronaVac é ineficiente

Mito. 
 A CoronaVac é, sim, eficiente e a aplicação da vacina no mundo real está mostrando que ela possui alto perfil de segurança. 
O Butantan está investindo no desenvolvimento da ButanVac, sua nova vacina contra a Covid-19, por outros motivos: se for provada eficiente e segura, terá um custo baixo e será produzida inteiramente no Brasil, com insumos nacionais, aumentando a oferta de imunizantes e contribuindo para o combate à pandemia.

7. Quem tem histórico de trombose não pode receber a vacina

Mito. 
Uma reação muito rara, a trombose associada à trombocitopenia (baixa contagem de plaquetas), ocorreu em algumas pessoas que receberam vacinas que utilizam a tecnologia de vetor viral e despertaram a preocupação da população. 
A CoronaVac é feita a partir de vírus inativados (mortos) e, com milhões de doses já aplicadas no Brasil, não houve relatos envolvendo este tipo de efeito adverso até o momento.

É consenso entre especialistas que os benefícios da vacinação superam em muito seus riscos. Segundo orientações do Programa Nacional de Imunizações (PNI), pessoas com antecedente de trombose sem trombocitopenia (com plaquetas normais), ou mesmo com fatores de risco para trombose, não têm contraindicação para receber qualquer uma das vacinas disponibilizadas no Brasil.

(Obs. minha: Os contraceptivos (anticoncepcionais orais) tomados pelas mulheres causam muito mais risco de trombose e trombose do que as vacinas e nem por isso médicos e mulheres questionam se podem/devem ou não toma-los e são indicados para meninas ainda na adolescência para tratar doenças que podem ser combatidas de outras formas e na sua causa, sem sequer fazerem exames para analisar risco de trombose)

8. Pessoas não devem tomar remédios antes ou depois da imunização

Mito. 
Na maioria dos casos, pode-se tomar medicamentos normalmente. Analgésicos comuns, que são comprados sem receita médica, podem ser usados porque não interferem na vacinação. Também não há contraindicação para o uso de qualquer antibiótico ou antiviral antes ou depois da aplicação da CoronaVac. Quanto aos medicamentos de uso contínuo, não é preciso interromper a administração, a não ser sob orientação médica.

O único cuidado é evitar o uso de corticoesteroides sem recomendação médica. Esse tipo de medicação pode, sim, interferir na resposta à vacina. Quem toma esse tipo de medicamento diariamente devido a alguma comorbidade não deve interromper seu uso. Se for o seu caso, tire suas dúvidas com seu médico de confiança antes de se imunizar.

9. A vacina deve ser aplicada no braço direito

Mito. 
Não há qualquer recomendação nesse sentido, tanto por parte do Butantan quanto por parte da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). A bula da CoronaVac orienta que a aplicação seja na região deltoide da parte superior do braço, podendo ser o direito ou o esquerdo.

Fonte: Aletéia

VACINAS SALVAM VIDAS
VACINE-SE
VACINA SIM
VACINA PARA TODOS

Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Oração a Nossa Senhora da Alegria

Murillo | Public Domain


Senhora, nos dias ensolarados e nas noites entreabertas, um sorrir sincero indique a alegria sempre em mim

Esta é uma oração para pedir a intercessão de Maria para que saibamos sorrir em todas as circunstâncias da vida, tendo em vista a fé em Cristo Ressuscitado.


Na calma deste momento,
furtando-me do corre-corre da vida, eu me recolho em Ti.

Senhora da Alegria, olha a minha audácia:
na singeleza da minha oração, eu te dou a minha alegria.

Como é bom ser alegre.
Obrigado Senhora! Foi teu dom.

Como é agradável ter a alma em paz.
Ela é tua também.

Como é maravilhoso ter a alma branda…
Razão de ser de toda alegria.

Senhora, nos dias ensolarados e nas noites entreabertas,
um sorrir sincero indique a alegria sempre em mim.

Que eu saiba sorrir a Ti em todas as circunstâncias da vida,
nas festas, nas tormentas, no meu próximo.

Sorria eu, Senhora, para aprender com os salmos
a servir à Senhora, na alegria.

Que assim seja em nome de Teu Filho,
Nosso Senhor Jesus Cristo.

Amém.

Fonte: Aletéia

Nossa Senhora da Alegria, rogai por nós!

domingo, 1 de agosto de 2021

Pensando em homeschooling? Faça estas 3 perguntas antes

Shutterstock
Zoe Romanowsky 

Dúvidas entre colocar os filhos na escola ou optar pela educação domiciliar? Responder a essas perguntas irá ajudá-lo(a) a decidir


Nos últimos 18 meses, os pais e mães foram de certa forma obrigados a se tornar homeschoolers — ou pelo menos supervisores da educação online de seus filhos, em decorrência da pandemia. E enquanto ainda muitas famílias esperam que as crianças voltem para a escola pessoalmente em tempo integral, outras descobriram que educar em casa acabou sendo melhor do que o esperado.

Há prós e contras em cada opção de escolaridade, e diferentes cenários funcionam melhor para diferentes crianças e famílias. De qualquer forma, aqui estão 3 perguntas a se fazer antes de se aprofundar no tema do homeschooling.

1. QUAIS SÃO OS MEUS MAIORES OBJETIVOS PARA O MEU FILHO(A) NO PRÓXIMO ANO LETIVO?

Esta é uma das perguntas mais importantes que você pode se fazer. Dependendo da idade e necessidades do seu filho(a), as respostas podem variar. Muitos pais que escolhem a educação domiciliar, particularmente aqueles com filhos pequenos, dizem que seu principal objetivo é promover o amor pela aprendizagem em seus filhos e adaptar mais a escolarização às necessidades da criança.

Com o homescooling, uma criança pode seguir seu próprio ritmo e dedicar tempo extra em áreas de seu interesse, seja música, arte, história, leitura, esportes, estudos da natureza, etc. Se as crianças pegam amor pelo aprendizado quando pequenas, elas geralmente mantêm essa qualidade pelo resto da vida.

Mas seu principal objetivo para seu filho(a) neste momento pode ser algo diferente: por exemplo, oferecer-lhe uma estrutura de sociabilidade e aprendizagem com outras crianças, assim, sua necessidade pode apontar para um ambiente escolar convencional.

Então, reserve um tempo para pensar sobre quais são seus principais objetivos para o seu filho no próximo ano letivo. E tenha essa última parte em mente — no próximo ano. Você não precisa fazer uma escolha para o resto da vida acadêmica deles; não há problema em tomá-la ano a ano, onde isso é possível.

2. TEMOS REALMENTE TODOS OS RECURSOS DE QUE PRECISAMOS?

Isso é importante porque não é fácil estudar em casa sem apoio: tanto para os pais homeschoolers quanto para as crianças em educação domiciliar. Hoje, nos EUA, há muitas maneiras de encontrar apoio — cooperativas e programas locais, grupos de mídia social, livros e sites, escolas e currículos on-line.

Mas seu filho é quem mais precisará de apoio: na forma de oportunidades sociais, amigos e outros que possam ajudar com sua educação.

Então, se você está tentando decidir se deve optar pelo homeschooling, junte-se aos grupos de apoio locais e converse com outras famílias que fazem o homeschooling, pois isso pode fazer uma enorme diferença na sua capacidade de decidir (e conseguir implementar com sucesso) o que é melhor para sua família.

3. ESTOU REALMENTE PRONTO(A) PARA ASSUMIR ESSA RESPONSABILIDADE?

Nossas expectativas para os próprios filhos geralmente são baseadas em como nós mesmos fomos criados e educados. Mas a educação domiciliar requer uma maneira diferente de pensar, uma mudança na forma como pensamos e implementamos a educação e aprendizagem.

A educação em casa exige que nós sejamos mais flexíveis, criativos e conectados. Exige ainda que estejamos muito bem preparados. Pode exigir que pensemos fora da caixa para atender às necessidades de nossos filhos, e pode exigir coragem porque nossa família e amigos próximos podem não entender nossa escolha. É aqui que a rede de suporte mencionada acima é útil — quando você conhece outras pessoas que optaram pela educação domiciliar, é mais fácil mudar sua atitude, expectativa e mentalidade.

De qualquer forma, seja qual for o sistema e modelo de educação, lembre-se de que não há uma maneira perfeita – as crianças podem aprender e ter sucesso em diferentes ambientes, e cada opção tem vantagens e desvantagens. Considere o que é melhor para toda a família, dadas as suas opções, e siga em frente com confiança, pedindo a Deus que lhe dê sabedoria e paciência enquanto se prepara para o próximo ano letivo.

Fonte: Aletéia
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