Seguidores

Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Castidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Castidade. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

Papa Francisco: celibato não causa abusos

Antoine Mekary | ALETEIA | I.Media

"Nas famílias não há celibato e também ocorre. 
É a monstruosidade de um homem ou mulher doente em termos psicológicos ou malévolo"

O celibato não é a causa dos abusos sexuais perpetrados por clérigos, reafirmou o Papa Francisco.

O pontífice voltou a deplorar a ocorrência dos abusos, mas discordou das narrativas que culpam o celibato como suposta causa. Além disso, Francisco lamentou que também ocorram muitos abusos dentro das famílias e que este fato “ainda seja escondido”.

O Papa concedeu entrevista à rede CNN Portugal.

“O abuso de homens e mulheres da Igreja, abuso de autoridade, abuso de poder e abuso sexual, é uma monstruosidade (…) 
Não é o celibato (…) 
Nas famílias não há celibato e também ocorre”.

Francisco foi enfático ao apontar o horror do abuso e a hedionda atitude de quem o comete, seja qual for o ambiente:

“Portanto, é simplesmente a monstruosidade de um homem ou de uma mulher da Igreja, que está doente em termos psicológicos ou é malévolo, e usa a sua posição para sua satisfação pessoal. 
É diabólico”.

E recordou:

“O sacerdote existe para encaminhar os homens para Deus e não para destruir os homens em nome de Deus. 
Um sacerdote não pode continuar a ser sacerdote se é abusador. 
Não pode. 
Porque é doente ou um criminoso, não sei. 
Eu sofro com casos de abuso que me apresentam. 
Sofro, mas é preciso enfrentar isso”.

O Papa afirmou que “é muito bom” que esses casos sejam denunciados e desmascarados. Ao mesmo tempo, fez questão de denunciar que a esmagadora maioria dos abusos não acontece na Igreja: ele mencionou estatísticas que indicam que 3% dos abusos são perpetrados por membros da Igreja, enquanto 46% são cometidos dentro das famílias, no mundo dos esportes ou nas escolas.

Mesmo assim, Francisco não aliviou em nada a responsabilidade gravíssima dos clérigos abusadores:

“‘Ah, 3% é pouco’. 
Não é. 
Mesmo que fosse um só, já é uma monstruosidade”.

Por isso mesmo, é um assunto que deve ser encarado com firmeza em todos os âmbitos da sociedade.

Fonte: Aletéia

Nossa Senhora de Guadalupe, rogai por nós!

segunda-feira, 28 de novembro de 2022

As sutilezas acabam com a pureza!



Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!

sábado, 19 de novembro de 2022

As 3 táticas do diabo para destruir os casais

Westend61 | Getty Images


Quais são as tentações específicas que o demônio usa para atacar os casais? 
Os padres exorcistas enumeram três táticas que ele usa para destruir o casamento e dão conselhos sobre como se proteger delas. 

Veja aqui:

Tudo começou com um pequeno jogo de olhares, antes de se criar uma proximidade amigável no trabalho. Foi uma coisa boa Dorothée ter-se dado bem com o seu colega. No entanto, seu casamento estava a atravessar um período particularmente difícil. Estava cada vez mais ansiosa por ir trabalhar pela manhã. E assim que as coisas não estavam a correr tão bem em casa, ela só tinha de pensar no seu colega para se sentir reconfortada, até mesmo feliz. E como era apenas uma amizade e nada mais, Dorothée foi capaz de acalmar a pequena voz dentro dela que tinha começado a emitir algumas reprovações. Contudo, não demorou muito tempo para que a amizade tomasse um rumo diferente e para que “algo mais” acontecesse.

É por isso que o diabo odeia o casamento

Mesmo sem realmente ter passado especificamente por isso, quem não experimentou a força ardente de uma paixão? E quem não experimentou a sensação de querer seduzir o outro a todo o custo? Por que é que os homens e as mulheres são frequentemente juízes pobres em assuntos que tocam as áreas do afeto e da pureza? De onde vem esta tensão que surge naqueles que não praticam o discernimento? Acima de tudo, como podemos evitar cair na armadilha quando a oportunidade surge? Por que é que o adultério é o recreio preferido do Maligno? Afinal, por que é que o diabo odeia tanto o casamento?

O diabo tenta os cônjuges cristãos na infidelidade, porque ele é odioso e não tolera o amor.

“Não suporto que eles se amem uns aos outros!” Esta foi a resposta do demónio, imediata e clara, que veio um dia quando o padre exorcista da diocese de Pádua (Itália), Padre Sante Babolin, o interrogou sobre a razão dos tormentos que estava a infligir à mulher de um dos seus amigos. Numa entrevista a um jornal italiano, ele explicou esta incrível confissão do Maligno: “O diabo tenta os esposos cristãos a conduzi-los à infidelidade, porque ele é o ódio e não tolera o amor. Os cônjuges ligados pelo sacramento do matrimónio apercebem-se do que diz a Escritura: Deus é amor: aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus permanece nele”.

A tática do diabo

Este amor de Deus deve ser um conforto constante. Diz Angela Musolesi, uma terciária da ordem franciscana e colaboradora do Padre Gabriele Amorth, o principal exorcista do Vaticano até à sua morte em Setembro de 2016: “Enquanto estivermos com o Senhor, o perigo não existe. Ou aparece pela vontade de Deus, como uma prova necessária para a nossa salvação”, sublinha ela no seu livro Vincere il demonio con Gesù (Vencer o demónio com Jesus).

[O Maligno] queria destruir Cristo; 
agora quer destruir aqueles que procuram ser como Ele…

Mas qual é a intenção do demônio quando age? Ele tem um único objetivo: destruir o rosto de Deus que está em nós. Assim explica Angela Musolesi num dos seus livros: «Somos feitos à imagem de Deus; o amor de Deus está em nós, deu-nos o seu rosto. O diabo quer impedir a nossa conformidade com Cristo. Opõe-se a esta semelhança com Jesus, não quer que sejamos como Ele. Ele queria destruir Cristo; agora quer destruir aqueles que procuram ser como Ele…”, escreveu ela.

Se o diabo não pode penetrar na alma porque não há acesso, ele pode ter sucesso em outras esferas: psíquicas e corporais. Então, para vencer as armadilhas de Satanás, é essencial conhecer suas três táticas principais que dividem o casal: desviar da oração, exaltar o individualismo e, finalmente, distorcer a sexualidade.

1. DESVIAR-SE DA ORAÇÃO

Satanás divide o casal, em primeiro lugar, dissuadindo-o de rezar, especialmente em casal e família. Muitas famílias já não rezam juntas, como no passado. «Quando dois ou três estão reunidos em meu nome, eu estou ali, no meio deles», dizia Jesus aos seus discípulos (Mt 18, 20). O Maligno sabe disso, ele sabe quando as famílias rezam o Terço juntas. Infelizmente, hoje esta tradição desvanece-se e aproveita-se dela», explica numa conferência o padre Ambrogio Villa, sacerdote exorcista da diocese de Milão (Itália).

2. EXALTAR O INDIVIDUALISMO

A segunda tática do diabo contra o casal e a família é a exaltação do individualismo. O Maligno encoraja essa atitude de várias maneiras. Por exemplo, ele fomenta discussões em que maridos e esposas falam palavras duras e ofensivas. Faz crer a cada um dos cônjuges que pode tomar decisões relativas ao quotidiano sem o parecer do outro. Encoraja a defender ferozmente os direitos individuais e egocêntricos sem ter em conta os do outro. «Satanás exalta tanto o individualismo que leva à destruição da família», afirma padre Ambrogio Villa. O individualismo arruína o casal e a família, que é uma instituição cuja essência é a troca de amor», acrescenta.

3. DISTORCER A SEXUALIDADE

A sexualidade é um campo muito atacado pelo Maligno porque é o lugar de comunhão mais profunda dos esposos. “Ele divide os cônjuges em tudo, mas principalmente em sua vida sexual. Ele quer impedir esse relacionamento no nível do coração. Em vez de estar em um amor verdadeiro, o adversário desvia o casal em algo que é marcado por impulsos. O eros é importante, mas deve ser transfigurado pelo amor de doação. O risco é não respeitar esta ordem, a do verdadeiro amor”, explica a Aleteia o padre Didier Moreau, sacerdote exorcista para a diocese de Rennes (Ille-et-Vilaine).

A estratégia do adversário é, portanto, dividir os esposos desequilibrando a sua sexualidade, quer encorajando os excessos e as transgressões, incluindo a pornografia ou a infidelidade que parasitam a verdadeira dimensão do amor, quer fazendo o contrário: suprimindo completamente sua relação sexual. Com efeito, muitas vezes «o diabo pode entrar na vida de casal incitando os cônjuges a renunciar à sua intimidade. Evidentemente, uma família não se desfaz em primeiro lugar por causa da sexualidade, porque a sexualidade não é a primeira coisa, mas também não é a última», alerta o padre Villa.

Fonte: Aletéia

Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós!

terça-feira, 15 de novembro de 2022

Pensava que o melhor era morar juntos sem casar, mas descobri que…

Shutterstock

Uma jovem veio consultar-se com a terapeuta Orfa Astorga porque o seu parceiro estava a separar-se. Foi aí que ela percebeu coisas importantes

– O meu namorado e eu decidimos ir morar juntos, porque a nossa relação é tão autêntica que pensávamos ser desnecessário sujeitá-la às formalidades do casamento, que para nós é apenas para o reconhecimento social ou para nos sentirmos honrados, o que não é a questão, disse-me uma jovem inteligente que eu atendi no consultório.

– Mas acontece que estamos tendo dificuldades, e mesmo que o meu namorado não aceite ajuda, estou disposta a lutar por uma mudança, acrescentou ela com alguma apreensão.

– Por que considera a sua relação autêntica? – perguntei, orientando o diálogo.

– Simplesmente porque é um amor cheio de sensibilidade, espontaneidade e livre de julgamentos sociais.

Algo não está a funcionar

– No entanto, algo não está a funcionar e…. todo efeito têm uma causa.

– Bem, sim – disse-me ela –, mas penso que o problema não está na nossa relação, mas nas nossas personalidades… O que diz sobre isso?

– Penso que está a agir com a intenção certa, mas com a consciência errada, tentando alcançar o bem pelos meios errados.

– Desculpe-me, mas parece ser o início de um sermão que já ouvi antes, ela defendeu-se

– Obviamente não é um sermão. No entanto, o verdadeiro problema é quando alguém, percebendo o seu erro, mas não o aceita e se justifica, cria assim a sua própria consciência, sem ter em conta a realidade. Depois disso, passa-se de uma ignorância sem culpa, mas que poderia ser superada, para uma ignorância que é realmente culpada.

A vontade iludida

Ocorre que, nas relações amorosas, a inteligência, por um juízo errado, pode enganar a vontade, apresentando espontaneidade, instinto, os sentidos ou sentimentos por si só como a autêntica validação do amor.

javi_indy | Shutterstock

Ela me disse: – Bem, se estás a falar de tais características humanas… Porque é que elas deveriam ser necessariamente algo mau para se tomar uma decisão livre no amor?

– Não são inerentemente assim – eu disse–, mas no amor, inteligência e vontade devem governar para que, na ordem do bom amor, não simplesmente se imponham, mas decidam livremente aceitar ou rejeitar uma relação, de acordo com a sua verdade, como algo bom ou não.

Descobrindo a verdade do que está a acontecer

– OK, mas como sei que, no nosso caso, o meu parceiro e eu não estamos a decidir sobre algo bom para nós?

– Pense que uma decisão, quanto mais livre, mais responsável; quanto mais voluntária, mais consciente; e quanto mais permanente, menos inconsequente, instável e casual.

– Para ser honesta – ela me disse–, na nossa relação há muita indecisão por parte do meu parceiro…

– Por isso, você deve considerar que o problema reside mais na forma como se relacionam afetivamente do que em outras disfunções da sua personalidade, e que, portanto, é nesta dimensão que deve formar corretamente a sua consciência, a fim de corrigir, de acordo com a verdade. E então já não será necessário justificar os seus problemas.

– Deve ser assim, pois o amor livre, de acordo com a própria consciência, não é o mesmo que a liberdade de amar, dentro de uma consciência corretamente formada perante Deus, e perante os homens.

– Caso contrário, uma relação que tenha nascido com um amor desordenado pode tornar-se fatal, inconsistente, fugaz, instável e arbitrária.

A minha paciente tomou nota, e algum tempo depois tinha convencido o seu parceiro a trabalhar a sua afetividade, a conjugalidade do amor e a preparar-se ao verdadeiro casamento, a fim de tornar a sua relação autêntica, para assim formar uma família.

A consciência é o mais nobre no homem e na mulher, e se a liberdade aponta para a parte mais profunda da sua dignidade, a consciência aponta para o próprio ser da pessoa.

Fonte: Aletéia

Nossa Senhora do Rosário, rogai por nós!

segunda-feira, 24 de outubro de 2022

Beata Mártir Benigna, Heroína da Castidade, Primeira Beata do Ceará

A imagem oficial da primeira Beata do Ceará, a Mártir Benigna 


Biografia

Benigna Cardoso da Silva, nascida no Sítio Oiti – Santana do Cariri-CE, no dia 15 de outubro de 1928, filha de José Cardoso da Silva e Thereza Maria da Silva, ficou órfã de pai e mãe muito cedo, sendo adotada juntamente com seus irmãos mais velhos pela família “Sisnando Leite”, proprietária do Oiti dos Cirineus, no distrito de Inhumas.

Sua infância foi cercada pela alegria das inocentes brincadeiras com cantigas de roda, bonecas, casinha, piqueniques, passeios etc., ao lado de suas irmãs de criação Tetê e Irani, que ainda vivem. Benigna gostava muito de uma cantiga de roda que dizia mais ou menos assim: “Carneirinho, carneirão, neirão, neirão, olhai pro céu, olhai pro céu, pro céu, pro céu, para ver Nosso Senhor, Senhor, Senhor, e todos se ajoelharem…”

Era uma jovem muito simples e cheia de humildade. De estatura média, Benigna era magra, de cabelos e olhos castanhos meio ondulados, morena clara, rosto arredondado e queixo afinado. Tinha um leve estrabismo em um dos olhos.

Modesta por natureza, tímida, reservada e meditativa, não usava vestidos sem mangas, curtos nem com decotes. Sua generosidade, carisma e simpatia a fazia querida e cativada por familiares, amigos e conhecidos, tornando-se um modelo de juventude para época.

Em casa, desenvolvia bem todas as tarefas domésticas, com intuito de ajudar sua família adotiva. Era boa filha, sempre obediente e prestativa.

Extremamente religiosa e temente a Deus, nutria um grande desejo de fazer a Primeira Eucaristia, e depois desse sonho realizado, seguia à risca os mandamentos divinos. Não perdia as missas e fazia penitência nas primeiras sextas-feiras em devoção ao Sagrado Coração de Jesus, sempre na companhia de sua “madrinha Ozinha” e da “Tia Bezinha.” Era assídua na participação eucarística.

Aos 12 anos de idade, já lendo e escrevendo, Benigna começou a ser assediada por um rapaz chamado Raul Alves com propostas de namoro, rejeitadas de forma categórica por ela, que nada queria com ele a esse respeito. Depois de várias tentativas sem sucesso, numa tarde fatídica de sexta-feira, dia 24 de outubro de 1941, sabendo que Benigna ia pegar água numa cacimba próxima à sua casa, ficou Raul à espreita atrás do mato, observando-a com o pote na cabeça, com seus recém completados 13 anos. Ao aproximar-se, abordou-a sexualmente. Ela recusou, ele insistiu tentando violentá-la. Ela disse “não” com veemência e lutou heroicamente para se defender do ato pecaminoso, que no seu entender cristão ofenderia seu corpo.

Raul, ao perceber que Benigna nada aceitaria com o mesmo, foi tomado por um ódio feroz; sacou de um facão atroz e a golpeou cortando-lhe os dedos da mão. Ela relutou de forma sobre-humana contra seu algoz, preferindo morrer a pecar contra a castidade. Depois disso, foi atingida na testa, nas costas e por fim no pescoço, cujo golpe deixou-lhe a cabeça quase decepada.

Ao vê-la morta, com o corpo estendido sobre as pedras e o sangue inocente se esvaindo pelo chão, Raul foge, sendo o corpo da vítima encontrado logo em seguida já sem vida.

Seu corpo foi sepultado na manhã do sábado, no Cemitério Público São Miguel, em Santana do Cariri-CE, acompanhado de comoção geral. Os requintes de crueldade do bárbaro crime abalou todo o Município. Desde essa data, começaram as visitas ao túmulo e ao local do martírio até o tempo presente. As rogativas feitas à “Santa de Inhumas”, assim como as promessas são geradoras de graças alcançadas por intercessão dessa memorável jovem , que é tida por todos como “santa” e “Heroína da Castidade”.

"Benigna, em vida, foi vista como uma pessoa santa. 
Era muito dedicada aos estudos - era a primeira da classe, caridosa, amante da natureza e dos animais, extremamente religiosa, com assídua participação na Eucaristia aos domingos. 
Recebeu de presente uma bíblia do pároco na época que virou livro de cabeceira: ela lia as histórias e trazia para a sua vida como reflexão, transmitindo aos amigos e sendo até catequista por ensinar a Palavra de Deus. 
E também nutria devoção especial a Nossa Senhora do Carmo a quem sempre invocava para a livrar do inferno. 
Aos 12 anos, começou a ser assediada por um rapaz chamado Raimundo Raul Alves Ribeiro que sempre rejeitou. 
Após várias tentativas de aproximação, ele armou uma emboscada por volta das 16h de 24 de outubro de 1941 após chegar da escola e quando ia buscar água próxima de casa: ele a abordou sexualmente. Ela rejeitou por ver no ato uma ofensa a Deus e, em consequência, ele a golpeou várias vezes com facão, tirando a sua vida. Desde então, ela é invocada como mártir, heroína da castidade, mártir da pureza." 
(Danilo Sobreira, coordenador de Pastoral da Paróquia Senhora Sant'Ana de Santana do Cariri)


A devoção à Menina Benigna

Espontaneamente - e por muitas décadas - as pessoas iam até o local onde ela foi assassinada para rezar e pedir a sua intercessão, acender velas e colocar flores. O local do martírio foi marcado na época com uma cruz fincada no chão, que depois se tornou um monumento. Em 2004, um grupo de leigos provenientes de Natal-RN decidiram, então, celebrar uma missa na data e no local do martírio em Santana do Cariri. Mas, como o local é de difícil acesso e de propriedade privada, o povo construiu próximo dali uma capela, construída de pedra cariri, em 2005.

A partir daí as romarias começaram a ser promovidas, cresceram e ganharam mais importância quando a Igreja assumiu a causa em 2013, tendo início o processo diocesano para a beatificação. Já em 2019, o público estimado na romaria chegou a 30 mil pessoas. Para 2022, então, a cidade espera receber - sobretudo pela cerimônia de beatificação - cerca de 60 mil pessoas.

Em 3 de outubro de 2019, o Papa Francisco autorizou a beatificação da menina morta, abrindo caminho para a canonização no Vaticano.

Lutou como uma garota

Aos 13 anos, o machismo martirizou Benigna. Enquanto a Igreja autorizou a beatificação da menina morta, em outubro de 2019, "santa" ela já é desde 1941 no povoado de Inhumas

Com todas as forças, aos 13 anos de idade, Benigna lutou como uma garota. Foi depois de ser covardemente emboscada por um homem que tentou violentá-la. Seu corpo era seu e ponto. Mas conta a história, entre os moradores no distrito de Inhumas, em Santana do Cariri, que mesmo tendo dito a Raul Alves (inúmeras vezes) que não queria namorá-lo, o rapaz embruteceu na recusa. O machismo se incomoda com o não.

Raul Alves se materializou em misoginia. Espreitou Benigna e a perseguiu pelo caminho usado pela menina para ir buscar água em um poço. Facão na mão e diante de mais um desaceito da órfã de pai e mãe, Raul acabou reforçando a pecha de que todo homem é um abusador em potencial.

Benigna não imaginava que não aceitar compartilhar afetos com um homem despertaria violência tamanha. Antes, havia sido assediada. Os moradores mais antigos de Inhumas contam que o rapaz era um sujeito como outro qualquer: "normal". E por isso, ninguém acreditava que ele fosse capaz de tentar estuprar e matar uma garota.

Quando começaram os assédios, a adolescente procurou o padre Christiano Coêlho para se socorrer das perseguições de Raul. O vigário teria orientado que ela fosse estudar em Santana do Cariri. Como a palavra de uma garota no sertão do Ceará, há 78 anos, valia quase nada e ser "macho" era a convenção, ninguém foi ao delegado nem ao juiz.

O assassino foi preso, pagou pelo seu crime e, arrependido, voltou ao local 50 anos depois para chorar, elevar preces e pedir perdão a Benigna. Neste retorno, relatou sua mudança de vida, sua conversão ao cristianismo. Fez penitências para salvar sua alma, e pedindo a intercessão de Benigna, alcançou graças sempre recorrendo à sua inocente vítima, a quem sempre rogava nas horas de aflição. Segundo ele, seu ato foi de loucura e “ela se mostrou virtuosa, quando resistiu para não pecar e não apenas para ver se escaparia.”

Em documento da igreja, há quase oito décadas, o padre Chistiano escreveu: 

"Morreu martirizada às 4 horas da tarde, do dia 24 de outubro de 1941, no Sítio Oiti, heroína da castidade. 
Que sua santa alma converta a freguesia e sirva de proteção às crianças e às famílias da província. 
São os votos que desejo a nossa santinha".

A relação entre mulheres e homens, em Inhumas, não tomou outro rumo depois do assassinato de Benigna. Porém, o martírio da mocinha acabou santificando-a no povoado. Mesmo sem o aval da igreja católica, o túmulo, o local da última agonia, o vestido vermelho de bolinhas brancas, o pote, a rodilha e até a água do poço viraram relicários da menina santa do mato. "De 1942 para 1943, as pessoas começaram a vir pagar promessas por graças alcançadas pela intercessão de Benigna", religa Maria da Penha Pereira, da Comissão de Beatificação e coordenadora do Memorial da garota.

Até 2009, as missas e as manifestações de fé dos devotos de Benigna eram ignoradas pela Diocese do Crato. Porém, em 2010, dom Fernando Panico foi a Inhumas e determinou a instalação de uma comissão diocesana para dar início ao processo de beatificação.

Não era para menos. Maria da Penha afirma que na última romaria dedicada à Menina, em outubro do ano passado, pelo menos 30 mil fieis se encontraram para celebrar a memória de Benigna. No Vaticano, ela virou Serva de Deus e, neste mês de outubro, o Papa Francisco ordenou a beatificação. Em Inhumas, ela já havia sido santificada.

ROMARIAS. As romarias pela Menina Benigna ocorrem em 15 de outubro, data do nascimento da garota (1928), e em 24 de outubro, dia do martírio (1941).


Beata Benigna, rogai por nós!

quinta-feira, 31 de março de 2022

Orientações do EXORCISTA: Pe. Roberto


VIRTUDES

- OBEDIENCIA

1. Dócil ao Espírito
2. Obediência as Escrituras 
(Ler a Bíblia, Meditar, Orar, Contemplar)

- PUREZA
- HUMILDADE




Nossa Senhora. rogai por nós!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Sabe o que deixa o demônio desesperado?

Public Domain

Claudio de Castro 

O diabo sai em busca de almas e não suporta algumas por um simples motivo


Saber que Deus está com você deixa o diabo desesperado. O maligno não suporta perceber que você guarda seu estado de graça como um tesouro.

Mas, de fato, nada pode ser feito contra quem vive na presença de Deus, pois seus anjos estão prontos para te resgatar. É por isso que a proximidade dos filhos de Deus com seu pai celestial deixa o diabo em desespero.

O diabo despreza a pureza, a santidade e a humildade. Você deve resistir, não caindo nas armadilhas dele.

Resistir ao desespero do diabo: o Rosário

Você tem uma tentação que o mortifica? Lute contra ela. Não caia nisso. Rezar o terço me ajuda muito. Dá-me a paz e a certeza de saber que a sempre Virgem Maria está cuidando de nós.

“Vigiai e orai para que não entreis em tentação. 
O espírito está pronto, mas a carne é fraca” 
MATEUS 26,41

Não cair em tentação

O diabo saiu em busca de almas e não suportou a sua, porque ela brilhava em sua pureza e santidade: você estava cheio de Deus!

Você sabe muito bem que ele fará o impossível para te afastar de Deus, romper essa amizade maravilhosa e te afastar da graça.


Mas você tem o poder de se recusar a pecar e dizer a essa tentação: “Não vou fazer isso, não quero ofender um Deus tão bom”.

Ninguém pode forçá-lo a pecar. Você o faz voluntariamente, sabendo que ofende a Deus, quase sempre procurando alguns minutos passageiros de prazer.

“Deus é fiel: não permitirá que sejais tentados além das vossas forças, mas com a tentação, ele vos dará os meios de suportá-la e sairdes dela.”
I CORÍNTIOS, 10

Caro leitor da Aleteia, o diabo está atrás de sua alma. Você vai deixá-lo te machucar? Não dê esse gosto a ele.

Lute pela pureza do seu coração, evite os momentos que você sabe que podem fazer você cair. 
E faça Deus feliz com suas ações, pensamentos e palavras.

Deus te abençoe!

Fonte: Aletéia

Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Nudez, puritanismo e sensibilidade católica

Diego Velázquez | Public Domain


A má reação a uma foto do recém-beatificado Carlo Acutis usando calção de banho destaca uma tendência que desconsidera a compreensão histórica da Igreja sobre Cristo encarnado

Alguns grupos católicos nos EUA reagiram mal a uma foto em que Carlo Acutis (o jovem italiano recentemente beatificado) aparece de calção de banho durante as férias em família. Algumas pessoas questionaram se essa seria “a roupa de um santo”. A questão seria risível se não fosse o sintoma de algo mais grave. Ficar escandalizado com um menino aproveitando suas férias é simplesmente absurdo, mas o comentário revela uma concepção distorcida sobre a santidade.

Santa Teresa e a humildade

No sexto livro de O Castelo Interior, Teresa d’Ávila definiu a humildade como andar en verdad, “caminhar na verdade”. Nesse sentido, andar (caminhar) refere-se a uma disposição geral do ser. Uma tradução alternativa (e talvez mais abrangente) da definição de Teresa d’Ávila pode ser “humildade é estar na verdade”, ou talvez até mesmo “ser verdadeiro”, reconhecendo suas próprias falhas e virtudes, esquivando-se dos excessos de orgulho e vergonha, vaidade e auto-aversão, descuido e escrúpulos.

Mas esse ser na verdade tem implicações mais amplas. Assim como a definição de Teresa é (em primeiro lugar) um convite para enfrentar, aceitar e trabalhar os aspectos muitas vezes contraditórios da existência pessoal, ela também pode ser lido como uma exortação a aceitar a realidade.

Não importa o quanto queiramos, um cachorro não é um pássaro — tanto quanto um ser humano não é apenas uma engrenagem em uma máquina. Claramente, essa humilde aceitação da realidade não é puro conformismo com o status quo. É, pelo contrário, um desafio que exige um treinamento interminável na arte de ser capaz de distinguir o certo do errado, o verdadeiro do falso. A diferença entre um e outro, a história (infelizmente) provou uma e outra vez, nem sempre é clara. Afinal, essa foi a pergunta de Pilatos: “o que é a verdade?” (Cf. Jo 18, 38).

Francisco de Assis e a arte medieval

A vida contemporânea é assombrada pelo fantasma de uma sensibilidade hiperbólica, muito facilmente chocada ou ofendida, que tende a ver razões para se escandalizar onde muitas vezes não há. O puritanismo contraria a humildade quando faz do próprio eu ofendido o critério por meio do qual tudo deve ser medido, muitas vezes fazendo muito barulho por nada. Não é preciso dizer que nossa sensibilidade pessoal nem sempre está necessariamente alinhada com a verdade.

“Maria lactans”, pintura de Andrea Solario (1460-1522), Paris, Museu do Louvre. Sailko | CC BY-SA 3.0

Esse tipo de puritanismo não é incomum. Inúmeros santos sofreram com isso. Todos se referem a essa tendência como uma doença da alma. Como qualquer doença, escrúpulos puritanos podem ser bastante contagiosos. Os excessos da cultura do cancelamento são apenas uma manifestação coletiva disso. Obras clássicas que antes eram consideradas canônicas (incluindo a Odisseia, de Homero) foram removidas dos currículos em várias universidades dos EUA por todos os tipos de razões (irracionais).

Em seu (já clássico) The Sexuality of Christ in Renaissance Art and in Modern Oblivion, o notável historiador da arte Leo Steinberg argumenta que, como resultado da ascensão da Ordem Franciscana na segunda metade do século XIII, uma ênfase na nudez de Cristo e, portanto, em sua humanidade, desenvolveu-se na teologia, filosofia e arte, que passaram a ser mais centradas no ser humano.

Na verdade, um lema bem conhecido da Ordem Franciscana era nudus nudum Christum sequi (“seguir nu ao Cristo nu”). Como Lee Siegel explica, esse foi “um apelo radical para deixar de lado riquezas e pertences mundanos e reconhecer a natureza frágil e decaída de todos os homens e mulheres”. Enquanto os artistas bizantinos não destacaram a imagem do corpo desnudo de Cristo (ocupados em provar a divindade de Cristo, diante de cismas e iconoclastias), os artistas católicos do final da Idade Média e do Renascimento tinham espaço para se concentrar em sua humanidade.

Giovanni Bellini, A circuncisão de Cristo (por volta de 1500), óleo sobre painel. National Gallery, Londres. PD
Atelier de la Sainte Face

Artistas medievais e renascentistas representavam livremente a nudez de Cristo, nem mesmo coberto com um lenço, para destacar a Encarnação. Representações de Maria amamentando também seriam usadas com a mesma intenção teológica. A revelação da nudez, explica Steinberg, mostraria a radicalidade da Encarnação de Cristo e, consequentemente, seu amor pela humanidade.

Na verdade, o Cristo nu não tão conhecido de Michaelangelo pretende retratá-lo como um descendente de Davi conforme a carne; a pose de Cristo, claramente semelhante à de Davi, aponta para sua pertença mútua à Árvore de Jessé. Até mesmo as representações medievais populares da circuncisão do menino Jesus foram lidas como predizendo a crucificação — como se o primeiro sangue derramado pelo Menino nu fosse mais tarde cumprido no sangue derramado das chagas do Cristo nu na Cruz. As relíquias supostamente pertencentes à circuncisão de Jesus eram de fato tão populares quanto as de sua Paixão (e muitas vezes desfilaram em 1o de janeiro, na Festa da Circuncisão).

Steinberg explica como as chagas da Paixão também eram comumente pensadas do ponto de vista relacionado à maternidade. Através delas, os crentes nascem em uma vida nova e eterna. Até mesmo o sangue e a água derramados da ferida lateral de Cristo foram comparados ao leite de Maria, sustentando e alimentando os fiéis à medida que eles cresciam na fé. Todas essas reflexões teológicas e sacramentais teriam sido impossíveis se não fosse por um profundo respeito pelo corpo nu, despojado e torturado de Cristo.

Considerando tudo isso, pode-se argumentar com segurança que os corpos (e os corpos nus e despojados em particular) não eram necessariamente motivo de escândalo para nossos antepassados na fé, mas sim um locus fundamental da vida espiritual. É possível que nossa época, obcecada com realidades virtuais e metaversos, tenha esquecido disso. Mas também, uma compreensão excessivamente espiritualizada da vida religiosa apoia há muito tempo um pseudo esquecimento pouco ortodoxo da Encarnação de Cristo, apesar do lembrete cerimonial semanal: “isto é o meu Corpo“.

Fonte: Aletéia

Nossa Senhora, Mãe de Deus, rogai por nós!

domingo, 18 de julho de 2021

"Devo deixar de comungar de agora em diante?"


Essa pergunta é muito séria. Seríssima!

Não sei se você já fez essa pergunta alguma vez na sua vida.

O que é mais sério não é a pergunta em si, mas o que está por trás dela: ela é feita quanto você descobre que está em pecado mortal!

Parece ser até uma coisa justa de se perguntar, aparentemente, uma questão vinda de alguém que tem fé.

Porém, há algo de terrível que eu vou lhe revelar agora: essa pergunta não deveria ser feita!

Isso mesmo que você leu. Quando, na maioria das vezes, a pessoa pergunta se deve parar de comungar por causa de um pecado mortal ela está, implicitamente, escolhendo o pecado em lugar da comunhão!

Não sei se você entendeu, então vou tentar ser mais claro com exemplos:

Um jovem "descobre" (como se não fosse bem óbvio!) que ver pornografia é pecado grave, logo, ele não pode comungar com esse pecado.

Ou, uma senhora casada descobre que o DIU é abortivo, logo, pecado gravíssimo usá-lo! Portanto, não pode comungar com esse pecado... e assim por diante.

Mas, a questão não é parar de comungar simplesmente, mas PARAR DE PECAR!

Entendeu? A primeira providência para quem "se toca" que está vivendo numa vida de pecado é sair imediatamente do pecado!

Os fiéis não podem encarar o "não comungar" como um prêmio para quem segue certas regras e, se não seguir essas regras, o único "castigo" seria... não receber o "prêmio".

Não! Absolutamente não! 

O castigo para o pecado é a morte eterna, é perder o céu! 

Nada, absolutamente nada nesse mundo vale tanto quanto a vida eterna!

Não ser apto para comungar significa não ser apto para entrar no Céu, onde haverá a plena comunhão com Deus!

Devo parar de comungar daqui pra frente?

Resposta: 
você deve parar de pecar imediatamente, confessar o mais rápido possível para voltar a comungar o quanto antes!

Agora, eu sei que certos pecados são difíceis de abandonar. O vício da pornografia é um deles.

Para que a confissão seja válida o que importa é a DECISÃO em mudar de vida, não necessariamente prometer que vai conseguir, mas que vai lutar com todas as suas forças para nunca mais voltar a pecar.


Fonte: Email

Nossa Senhora do Carmo, rogai por nós!

segunda-feira, 5 de abril de 2021

O Cordão de São José


A devoção ao Cordão de São José teve a sua origem na cidade de Anvers, na Bélgica, em 1659, em consequência de uma cura milagrosa feita pelo uso desde precioso cinto. Nessa época vivia lá uma freira agostiniana de grande piedade, chamada Irmã Elizabeth, que vinha sofrendo há três anos com lancinantes dores ocasionadas por uma enfermidade cruel. Ela chegou a tal estágio que os médicos, não vendo nenhuma possibilidade de reverter o quadro, declararam sua morte inevitável e iminente. Irmã Elizabeth se voltou para o Céu e tendo sempre sido particularmente dedicada a São José, pediu-lhe sua intercessão junto a Nosso Senhor por sua recuperação. Ela tinha um cordão abençoado por um sacerdote em honra do santo e cingiu-se com ele. Alguns dias depois, quando rezava diante da imagem de São José, sentiu-se subitamente livre da dor.

Em 14 de janeiro de 1859, o Bispo de Verona peticionou junto à Sagrada Congregação dos Ritos, a qual, em 19 de setembro seguinte, aprovou a fórmula da Bênção do Cordão de São José.  Devido a sua comprovada eficácia contra os males corporais, espirituais e morais, a Santa Sé autorizou a devoção do Cordão de São José, permitindo que fosse usado privada e solenemente.

O Papa Pio IX enriqueceu esta fácil e benéfica devoção, com várias indulgências plenárias e parciais.

GRAÇAS ASSOCIADAS AO USO DO CORDÃO

Preciosas graças para a devoção dos servos de São José estão ligadas ao uso deste cordão:

  • Proteção especial de São José;
  • Pureza da Alma;
  • A graça da castidade;
  • Perseverança final;
  • Assistência especial na hora da morte.

NATUREZA DO CORDÃO DE SÃO JOSÉ E FORMA DE USÁ-LO

O Cordão de São José deve ser de linho ou algodão. Numa das extremidades, o Cordão tem sete nós, que representam as sete tristezas e alegrias de São José. 
Deve ser abençoado por um sacerdote com as faculdades para esta bênção. São Pio IX aprovou uma fórmula especial para a bênção do Cordão de São José que se encontra no Ritual Romano.
O Cordão de São José, desde que esteja bento, pode ser usado das seguintes formas:
  1. Usá-lo cingido à cintura sob a roupa ou nos ombros (o cordão maior);
  2. No pulso (o cordão menor); ou
  3. Tê-lo bem guardado para ser usado por ocasião de dores e sofrimentos físicos, aplicando-o com fé na parte enferma do corpo;
  4. Pode ser usado no carro, nos livros escolares, na carteira de documentos, no travesseiro, etc...;
  5. Pode ser colocado na cabeceira do doente ou no pulso;
  6. Pode e deve ser usado por gestantes que o levarão cingido à cintura, protegendo-as do perigo de aborto, nos partos difíceis, etc.
As pessoas que usarem, habitualmente, o Cordão de São José terão a graça da boa morte.

DIAS NOS QUAIS LUCRAM INDULGÊNCIAS PLENÁRIAS TRAZENDO CONSIGO O CORDÃO

  • No dia do recebimento do Cordão;
  • No dia da entrada na Associação;
  • No Natal;
  • Na festa de Nossa Senhora Mãe de Deus e Circuncisão;
  • Na festa de Reis;
  • No dia da Festa dos Esponsais da Virgem e São José (23/01);
  • Na Festa de São José e em um dos sete dias que imediatamente se seguem;
  • Na Festa de São José Operário;
  • Nas festas da Páscoa, da Ascensão, de Pentecostes e na festa de Corpus Christi;
  • Na festa do Patrocínio de São José (3 Domingo depois da Pascoa);
  • Na Festa do Sagrado Coração de Jesus;
  • Na Festa do Imaculado Coração de Maria (22/08);
  • Na Festa da Assunção de Nossa Senhora;
  • Em perigo de morte;
  • Na hora da morte aos membros da Associação.


São José. rogai por nós!

domingo, 24 de novembro de 2019

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Virtude Cardeal: TEMPERANÇA (Castidade)


1809. A temperança é a virtude moral que modera a atracção dos prazeres e proporciona o equilíbrio no uso dos bens criados. Assegura o domínio da vontade sobre os instintos e mantém os desejos nos limites da honestidade. A pessoa temperante orienta para o bem os apetites sensíveis, guarda uma sã discrição e não se deixa arrastar pelas paixões do coração (63). A temperança é muitas vezes louvada no Antigo Testamento: «Não te deixes levar pelas tuas más inclinações e refreia os teus apetites» (Sir 18, 30). No Novo Testamento, é chamada «moderação», ou «sobriedade». Devemos «viver com moderação, justiça e piedade no mundo presente» (Tt 2, 12).
«Viver bem é amar a Deus de todo o coração, com toda a alma e com todo o proceder [...], de tal modo que se lhe dedica um amor incorrupto e íntegro (pela temperança), que mal algum poderá abalar (fortaleza), que a ninguém mais serve (justiça), que cuida de discernir todas as coisas para não se deixar surpreender pela astúcia e pela mentira (prudência)» (64).


Nossa Senhora, castíssima, rogai por nós! 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...