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sábado, 21 de janeiro de 2023

Após peregrinação, atriz Klara Castanho dá forte testemunho sobre fé

Instagram / @klarafgcastanho

Klara Castanho em frente à Basílica de Aparecida após quatro dias romaria


Atriz caminhou mais de 100 quilômetros até o Santuário Nacional de Aparecida

Aatriz Klara Castanho utilizou o Instagram para deixar os fãs a par do seu percurso no Caminho da Fé, uma peregrinação de cerca de 130 quilômetros até o Santuário Nacional de Aparecida.

Na publicação, a atriz afirma que fez o trajeto a pé ao lado do tio e de amigos.

 “Foram quatro dias intensos de reflexões, orações, choro, persistência e muita fé. 
Sou muito grata à Nossa Senhora Aparecida por me acolher, por escutar as minhas angústias e súplicas. 
A fé nela e em Deus me fortalece. 
Eles fazem eu manter a minha cabeça erguida e me dão forças para lutar.”

Em um vídeo, Klara Castanho mostrou os detalhes da romaria marcada por chuva, dores, cansaço e muita oração. “É uma experiência intensa e transformadora. Haverá momentos em que você duvidará de sua capacidade de seguir adiante, mas você consegue. Você se fortalece na sua fé”, afirmou.

No final do vídeo, a atriz fez um balanço da peregrinação:

 “A sensação é descobrir uma resistência que você não conhece, uma força que você não conhece, mas principalmente o quanto a presença de Nossa Senhora é forte em nossa vida”.



Gravidez

Klara Castanho tem 22 anos e faz trabalhos para a TV desde quando tinha apenas nove meses de vida. Ficou conhecida por suas personagens em várias novelas, entre elas a Rafaela, de “Viver a Vida”(2009).

Em setembro de 2022, a atriz confirmou que engravidou após um abuso sexual e entregou a criança para a adoção. O fato gerou repercussão nas redes sociais.

Fonte: Aletéia

Nossa Senhora Castíssima, rogai por nós!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

A bebê que ia morrer, mas fez um médico mudar de opinião sobre o aborto


SURAKIT SAWANGCHIT | Shutterstock


O impactante testemunho dos pais que, durante a gravidez, ficaram sabendo que a filhinha que eles tanto esperavam não tinha grandes chances de sobreviver. 
Eles contam o que aconteceu com a pequena Elisa e a mudança que ela provocou em um dos médicos

Elisa era o terceiro bebê que Patricia e Antón estavam esperando, em uma casa onde duas irmãs mais velhas estavam prontas para recebê-la com beijos.

Entretanto, na terceira ecografia, todos os sonhos da família foram um pouco abreviados, porque os médicos lhes disseram que algo não estava certo. Eles viram algo anormal na translucência nucal, algo associado à doença cardíaca ou a uma variação cromossômica. E, após alguns testes, deram o diagnóstico: síndrome de Edwards ou trissomia do 18. Trata-se de uma condição não compatível com a vida.

Mas era absolutamente claro para os pais de Elisa que sua filhinha morreria sozinha quando os portões do céu estivessem prontos para recebê-la.

Entretanto, eles não conseguiram entender porque deixaram esta decisão para o céu e não para a terra, “economizando” tempo, sofrimento e um resultado inevitável. Mas Elisa, com sua curta vida, veio para nos ensinar a confiar no céu e em suas maneiras de fazer as coisas.

Ogros e fadas madrinhas

Os ogros e as fadas madrinhas desta história usavam casacos brancos. O primeiro disse ao casal que, se a bebê nascesse ali, não faria parte de seus protocolos, então eles não fariam nada por ela.

Parece inacreditável que, hoje, uma mãe tenha que ouvir estas palavras. Mas aconteceu.

Graças a Deus, que faz mágica com linhas tortas, Elisa desenvolveu uma condição cardíaca muito complexa: a tetralogia de Fallot.

O cardiologista explicou-lhes que havia muito poucas chances de ela sobreviver. Mas ele também lhes disse que já tinha outros casos como este que em que os pacientes conseguiram superar a doença. Assim, graças ao cardiologista, eles chegaram ao Hospital da Maternidade e da Criança em La Coruña, onde estavam as fadas madrinhas da história de Elisa.

As palavras daquele médico

Lá, com muito medo após a experiência anterior, a mãe se encontrou com o chefe dos recém-nascidos. Uma luz de esperança se acendeu. “Foi incrível, desde o primeiro minuto! Ele me deixou claro que minha filha não era um coração, ela não era uma trissomia, ela era Elisa, um bebê, e que eles iriam lhe dar o melhor durante o tempo que ela estivesse conosco”, disse Patricia.

Ela prossegue: “Estas palavras foram realmente uma carícia para a alma, em comparação com as ameaças dos ogros ferozes que nos disseram que não iriam fazer nada por ela. Os ogros não me diziam nada sobre o que viam nas ecografias, não me mostravam a tela e, como era um caso raro, enchiam o consultório de residentes”.

Mas vamos voltar às fadas nesta história…

Cuidados paliativos: um tratamento personalizado

“Na segunda reunião, esteve presente a pediatra de cuidados paliativos. Há poucas destas fadas madrinhas. Quando entrou na sala, ela estava totalmente informada sobre nossa família: sabia os nomes das irmãs da bebê, sabia onde vivíamos, nossa situação, tratamento absolutamente personalizado. Ela nos explicou, da maneira mais carinhosa que pôde, as opções que tínhamos: ‘Há possibilidades de não chegarmos até o parto. Se conseguirmos, ela provavelmente não sobreviverá, e se conseguir, ela sobreviverá por alguns minutos'”, disse Patrícia.

Elisa venceu todas as probabilidades. Ela nasceu em 20 de março. Foi o primeiro bebê com trissomia do cromossomo 18 a nascer neste século neste hospital, uma instituição de referência na Espanha. As pessoas ficaram surpresas quando a viram: ela era muito pequena, mas muito, muito bonita.

A consulta de alta foi muito importante, como narra a mãe:

“Mais do que nos dar conselhos sobre como cuidar de Elisa em casa, falamos sobre como ela iria morrer. Eles me explicaram como ia ser. O médico me disse: 
‘Sua filha vai morrer da doença cardíaca, não da trissomia. A morte vai ser muito doce, não se preocupe. Mas cabe a você escolher como deseja que sejam esses momentos finais. Se você quiser chamar a ambulância e levá-la ao hospital quando ela começar a ficar doente, os médicos não poderão fazer nada, porque não há nada que eles possam fazer. Mas eles terão que ativar um protocolo e a separarão de você, de modo que você não poderá acompanhar sua filha em seus últimos momentos. Por outro lado, se você vir que ela está morrendo e quiser acompanhá-la e ficar com ela até o final, é melhor não ativar todos esses protocolos”. Por mais difícil que pareça, para mim foi o melhor conselho que me foi dado. Fui capaz de fazer uma escolha consciente. Caso contrário, não sei o que eu teria feito.”

No sábado, 22 de junho, percebi que as coisas estavam começando a dar errado. Quando a enfermeira do atendimento a cuidados paliativos em domicílio me chamou e me perguntou se estava tudo bem, eu sabia que não estava, mas eu disse que sim, porque sabia que queria acompanhá-la até o fim, que queria ser aquela que, de um braço para o outro, a passava para sua Mãe do Céu”.

E assim Elisa morreu, como o pequeno fósforo: devagar, suavemente, gentilmente.

O médico que os atendeu admitiu que, até conhecer Elisa, sempre recomendou a interrupção da gravidez em tais casos. A pequena Elisa ensinou ao médico – agora chefe dos cuidados neonatais no Hospital Infantil de La Coruña – que sempre há outro caminho.

Durante o pouco tempo que viveu, Elisa recebeu muito carinho da família.
Patricia Criscuolo.
Fonte: Aletéia

Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

O SIM DE MARIA - Original Lumine


Documentário “O Sim de Maria” já teve mais de 400 mil visualizações no Youtube

Lumine

"O Sim de Maria": mulheres contam como se baseiam na fé para superar as dificuldades


Produção brasileira conta como cinco mulheres católicas se relacionam com a fé e as dificuldades da vida

O documentário “O Sim de Maria” é centrado no depoimento de cinco mulheres católicas, que revelam como elas se relacionam com a fé e como enfrentam as dificuldades da vida.

O filme está disponível gratuitamente no YouTube e já ultrapassou o patamar de 400 mil visualizações, superando as expectativas de seus produtores. “Temos a tradição de fazer um especial de Natal a cada ano. Desta vez, decidimos abordar o ‘sim’ de Nossa Senhora, com todas suas implicações e sua vinculação com a cruz de Cristo. Escolhemos personalidades das mais diversas vocações para refletir sobre essa dimensão do sofrimento, e a repercussão foi incrível”, conta o fundador da Lumine, Matheus Bazzo.

Segundo ele, cada uma das mulheres que integra o documentário agrega uma dimensão especial: a força interior de Letícia Cazarré, que tem uma bebê com uma grave doença congênita no coração; o apostolado na carreira musical de Ziza Fernandes; a visão sobrenatural de Rebecca Athayde, que, ainda durante a gravidez, soube que seu filho teria pouco tempo de vida; a vocação fecunda de Samia Marsili, mãe de sete meninos; e a entrega total de Madre Suzana, irmã carmelita.

Bazzo destaca que o Natal não existe para ser vivido apenas no dia 25 de dezembro. “Todos os dias são uma oportunidade para deixar Cristo nascer em nossas vidas através do nosso ‘sim’. A história dessas cinco mulheres exemplifica isso de uma forma muito forte, concreta e inspiradora. Nos emocionamos durante a gravação, quando o filme ficou pronto e também na primeira exibição. E muitas pessoas estão relatando esse mesmo impacto. ‘O Sim de Maria’ tomou uma proporção que não imaginávamos que teria”, revela o fundador da plataforma de streaming.

Sofrimento a partir da visão sobrenatural

Diretor de Marketing da Lumine, Kevin Eger avalia que o filme está tendo uma recepção tão positiva por ter entrado na vida íntima das pessoas e por apresentar um Natal baseado na vida real. “Deus nasceu e não tinha um lugar para nascer, e Nossa Senhora passou por muitas dificuldades. As pessoas costumam enxergar essa data de uma maneira idealizada e até romântica, mas esse fato histórico só ganha real sentido quando vinculado à dimensão da cruz”, explica. Segundo ele, a intenção foi mostrar a realidade do Natal a partir do ‘sim’ diário de várias mulheres — que, assim como Maria, lidam com o sofrimento “a partir de uma visão de eternidade”.

Exemplo disso é Letícia Cazarré. Ao lado do marido, o ator Juliano Cazarré, ela tem enfrentado um drama familiar: a filha Maria Guilhermina, de apenas seis meses, possui uma enfermidade rara e já passou por diversos procedimentos médicos. A Lumine foi a primeira produtora a ter acesso à UTI neonatal, onde foram gravadas diversas cenas do filme. “Trazemos uma nova visão sobre essa realidade dramática. Todas as emissoras enfatizam o aspecto natural, mas nós queremos mostrar aos brasileiros a dimensão sobrenatural disso tudo que eles estão vivendo”, afirma Kevin Eger.

Com quase duas horas de duração, a produção original tem direção de Julia Sondermann e Gustavo Leite. O formato do documentário se soma à linguagem da ficção — com uma representação da Sagrada Família na jornada do nascimento de Jesus Cristo, tudo gravado no Rio Grande do Sul.

Ficou curioso(a)?
Veja o Filme aqui:


Fonte: Aletéia

Nossa Senhora, rogai por nós, que recorremos a Vós!

sábado, 14 de janeiro de 2023

5 Dicas práticas para iniciar uma VIDA DE ORAÇÃO


Como iniciar uma vida de oração? Como começar a rezar? Essa questão é muito importante, visto que, ter uma vida de oração é necessário não só para nossa santificação, mas também para nossa salvação!

Como diz Santo Afonso de Ligório: "Quem reza se salva, quem não reza certamente se condena".

- SUGESTÃO DE SÃO DOM BOSCO para as orações da manhã:

O bom cristão, logo ao despertar, deve fazer o Sinal da Cruz e oferecer o coração a deus dizendo: "Jesus, Maria e José, eu vos ofereço o meu coração e minha alma".

Depois de levantar-se da cama deve vestir-se com toa a modéstia (...). A seguir, deve fazer as orações habituais:

- Pelo Sinal da Santa Cruz + (cruz na testa); livrai-nos Deus, Nosso Senhor + (Cruz nos lábios); dos nosso inimigos + (cruz no peito).
- Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
- Pai Nosso...
- Ave Maria...
- Glória ao Pai...
- Oferecimento do dia
- Ato de contrição
- Credo
- Salve Rainha
- Santo Anjo da Guarda


Jesus, Maria e José, nossa Família Vossa É!
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