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quarta-feira, 15 de junho de 2011

A Igreja Católica permite a Fecundação In Vitro?

A Igreja Católica não permite qualquer método de fecundação que não seja o tradicional, homem e mulher.
Embora a Igreja reconheça a importância da Ciência, ela entende que a fecundação artificial (heteróloga ou homóloga) e a inseminação são ações que vão contra o Sexto Mandamento (Não Cometer Adultério).


2375. As pesquisas que se destinam a reduzir a esterilidade humana devem ser encorajadas, com a condição de serem colocadas «ao serviço da pessoa humana, dos seus direitos inalienáveis e do seu bem verdadeiro e integral, em conformidade com o projecto e a vontade de Deus» (126).

2376. As técnicas que provocam a dissociação dos progenitores pela intervenção duma pessoa estranha ao casal (dádiva de esperma ou ovócito, empréstimo de útero) são gravemente desonestas. Estas técnicas (inseminação e fecundação artificial heteróloga) lesam o direito do filho a nascer dum pai e duma mãe seus conhecidos e unidos entre si pelo casamento. E atraiçoam «o direito exclusivo a não serem nem pai nem mãe senão um pelo outro» (127).


2377. Praticadas no seio do casal, estas técnicas (inseminação e fecundação artificial homóloga) são talvez menos prejudiciais, mas continuam moralmente inaceitáveis. Dissociam o acto sexual do acto procriador. O acto fundador da existência do filho deixa de ser um acto pelo qual duas pessoas se dão uma à outra, e «remete a vida e a identidade do embrião para o poder dos médicos e biólogos. Instaurando o domínio da técnica sobre a origem e destino da pessoa humana. Tal relação de domínio é, de si, contrária à dignidade e à igualdade que devem ser comuns aos pais e aos filhos» (128). «A procriação é moralmente privada da sua perfeição própria, quando não é querida como fruto do acto conjugal, isto é, do gesto específico da união dos esposos. [...] Só o respeito pelo laço que existe entre os significados do acto conjugal e o respeito pela unidade do ser humano permite uma procriação conforme à dignidade da pessoa» (129).

Nesse vídeo o pe. Paulo Ricardo responde a uma questão de um pai que, em discordância com a Igreja, fez a fecundação in vitro e agora não mais quer os óvulos já fecundados. E agora, o que fazer?




O Catecismo ainda ensina:

2379. O Evangelho mostra que a esterilidade física não é um mal absoluto. Os esposos que, depois de esgotados os recursos médicos legítimos, sofrem de infertilidade, associar-se-ão à cruz do Senhor, fonte de toda a fecundidade espiritual. Podem mostrar a sua generosidade adoptando crianças abandonadas ou realizando serviços significativos em favor do próximo.

Veja também: Por que a Igreja Católica aceita o Método Billings?

Sagrado Coração de Jesus, fazei o nosso coração semelhante ao Vosso!

domingo, 12 de junho de 2011

Por que não devemos fazer Sexo antes do Casamento por Pe. Paulo Ricardo

Pe. Paulo Ricardo ministrou uma formação com o tema "Sexo fora do Matrimônio" para o grupo da Cor Mariae, em Cuiabá (MT).

Vale a pena ouvir e aprender mais sobre o sacramento do matrimônio e sobre o que a Igreja nos ensina.






Fonte: Cor Mariae

Castíssimos São José e Maria Santíssima, rogai por nós!

PENTECOSTES

Como já falado, o Tempo Pascal termina com a Festa de Pentecostes!


Tendo entrado no cenáculo, subiram ao quarto de cima, onde costumavam permanecer. Eram eles: Pedro e João, Tiago, André, Filipe, Tomé, Bartolomeu, Mateus, Tiago, filho de Alfeu, Simão, o Zelador, e Judas, irmão de Tiago. Todos eles perseveravam unanimemente na oração, juntamente com as mulheres, entre elas Maria, mãe de Jesus, e os irmãos dele. Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava. (Atos 1, 13-14; 2, 1-4)

A Solenidade de Pentecostes celebra um acontecimento capital para a Igreja: a sua apresentação ao mundo, o nascimento oficial com o batismo no Espírito. Complemento da Páscoa, a vinda do Espírito sobre os discípulos manifesta a riqueza da vida nova do Ressuscitado no coração e na atividade dos discípulos; início da expansão da Igreja e princípio da sua fecundidade, ela se renova misteriosamente hoje para nós, como em toda a assembléia eucarística e sacramental, e, de múltiplas formas, na vida das pessoas e dos grupos até o fim dos tempos. A "plenitude" do Espírito é a característica dos tempos messiânicos, preparados pela secreta atividade do Esprírito de Deus que "falou por meio dos profetas" e inspira em todos os tempos os atos de bondade, justiça e religiosidade dos homens, até que encontrem em Cristo seu sentido definitivo.

O Espírito da fidelidade e da coragem

O batismo no Espírito ilumina a comunidade dos amigos de Cristo sobre seu mistério de Messias, Senhor e Filho de Deus; faz com que compreendam sua ressurreição como a plenificação dos planos de salvação de Deus, não só para o povo de Israel, mas para todo o mundo; leva-os a anunciá-lo em todas as línguas e circunstâncias, sem temer perseguições nem morte. Como os apóstolos, os mártires e todos os cristãos, que ouviram profundamente a voz do Espírito de Cristo, tornam-se testemunhas do que viram, do que foi transmitido e que experimentaram em sua existência. No mundo de hoje toda a nossa comunidade é chamada a colaborar com o Espírito da nova vida para renovar o mundo: tanto na atividade cotidiana como nas vocações extraordinárias. E isto, sem perder a coragem, porque o "Espírito vem em auxílio da nossa fraqueza" (Rm 8, 26), corrige e incentiva nosso esforço, faz convergir tudo para o bem comum, porque todo o dom (todo carisma) vem dele, único Espírito do Pai e do Filho.
Toda a nossa vida de cristãos está, portanto, sob o sinal do Espírito que recebemos no batismo e na crisma, nosso Pentecostes; nela devemos amadurecer os "frutos do Espírito" (Gl 5,22): amor, paz, alegria, paciência, espírito de serviço, bondade, confiança nos outros, mansidão, autodomínio...

Liturgia da Vigília

I Leitura Gn 11, 1-9 (ou Ex 19, 3-8a.16-20b; Ez 37, 1-14; Jl 3, 1-5)
Salmo 103
II Leitura Rm 8, 22-27
Evangelho Jo 7, 37-39

Liturgia do Dia

I Leitura Atos 2, 1-11
Leitura dos Atos dos Apóstolos
Quando chegou o dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um barulho como se fosse uma forte ventania, que encheu a casa onde eles se encontravam. Então apareceram línguas como de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito os inspirava.
Moravam em Jerusalém judeus devotos, de todas as nações do mundo. Quando ouviram o barulho, juntou-se a multidão, e todos ficaram confusos, pois cada um ouvia os discípulos falar em sua própria língua. Cheios de espanto e admiração, diziam: Como é que nós os escutamos na nossa própria língua? Nós que somos partos, medos e elamitas, habitantes da Mesopotâmia, da Judéia e da Capadócia, do Ponto e da Ásia, da Frígia e da Panfília, do Egito e da parte da Líbia próxima de Cirene, também romanos que aqui residem; judeus e prosélitos, cretenses e árabes, todos nós os escutamos anunciarem as maravilhas de Deus na nossa própria língua!"
Palavra do Senhor,
Graças a Deus.

Salmo 103

R. Enviai o vosso Espírito, Senhor,
e da terra toda a face renovai.

- Bendize, ó minha alma, ao Senhor!
Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande!
Quão numerosas, ó Senhor, são vossas obras!
Encheu-se a terra com as vossas criaturas! R.
- Se tirais o seu respiro, elas perecem
e voltam para o pó de onde vieram.
Enviais o vosso espírito e renascem
e da terra toda a face renovais.  R.
- Que a glória do Senhor perdure sempre,
e alegre-se o Senhor em suas obras!
Hoje seja-lhe agradável o meu canto,
pois o Senhor é a minha grande alegria! R.

II Leitura 1 Cor 12, 3b-7.12-13 (ou Ano B: Gl 5, 16-25 e Ano C: Rm 8, 8-17)
Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Conríntios
Irmãos: Ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor, a não ser no Espírito Santo. Há diversidade de dons, mas um mesmo é o Espírito. Há diversidade de ministérios, mas um mesmo é o Senhor. Há diferentes atividades, mas um mesmo Deus que realiza todas as coisas em todos. A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum. Como o corpo é um, embora tenha muitos membros, e como todos os membros do corpo, embora sejam muitos, formam um só corpo, assim também acontece com Cristo. De fato, todos nós, judeus ou gregos, escravos ou livres, fomos batizados num único Espírito, para formarmos um único corpo, e todos nós bebemos de um único Espírito.
Palavra do Senhor.
Graças à Deus.

Evangelho Jo 20, 19-23 (ou Ano B: Jo 15, 26-27; 16, 12-15 e Ano C: Jo 14, 15-16.23b-26)
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João
Ao anoitecer naquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: "A paz esteja convosco". Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. Novamente, Jesus disse: "A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio". E depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: "Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos".
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Fonte: Missal Cotidiano

Senhor, enviai o vosso Espírito Santo!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Que roupa usar na Primeira Comunhão (II) ?

Já foi colocado aqui sobre a veste apropriada para a primeira comunhão e que deve ser observado por toda a vida do católico, especialmente, quando vai na Santa Missa e/ou na Igreja.

Só recapitulando:

Como os meninos, adolescentes e homens devem se vestir para a Primeira Comunhão? 

Com calça e camisas de manga. A gravata e o paletó são opcionais e pode ser acordado entre os familiares da criança que vai fazer a primeira comunhão. A cor da calça, se preta ou branca, também deve ser acordado entre os familiares e os catequistas. Não se deve usar bermuda, nem camiseta (camisa sem manga) na Igreja.

Abaixo algumas fotos para exemplificar e facilitar aos pais, bem como, para todo católico.







E como as meninas, adolescentes e mulheres devem se vestir para a Primeira Comunhão? Bem como para irem na Igreja e na Santa Missa?

Com vestido ou saia que vai, pelo menos, até a altura do joelho (o ideal é que cubra o joelho, até sentada), blusa ou vestido com manga. Pode e fica belísismo o uso do véu, pela menina, na Primeira Comunhão e que pode perdurar pelo resto da vida.

Abaixo algumas fotos para exemplificar e facilitar aos pais, bem como, a todo católico.



quinta-feira, 9 de junho de 2011

A Modéstia e a Moda das Saias Plissadas!

Como a moda sempre é cíclica, está de volta a moda das saias plissadas para o verão 2012 e que cabe muito bem já no inverno 2011. Aqui, vários modelos usados com muita modéstia.
O plissê, da palavra francesa plier (leia-se plije) que significa dobrar ou preguear.
Ela pode ser feita no modelo midi (altura da canela) ou maxi e é  uma ótima opção para as mulheres magras e que não possuem muito quadril já que aumenta o mesmo; aquelas que tem muito quadril podem escolher um tecido leve e maleável, que não arma muito. E fica muito bem em festas e no trabalho.
























Agora, é só comprar ou mandar fazer e desfilar a sua saia plissada, com beleza, modéstia e elegância.
Boa Sorte!
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