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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Sacramento da Eucaristia


"A minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida" (Jo 6, 55)

O Sacramento da Eucaristia, juntamente com os sacramentos do Batismo e da Confirmação, forma os sacramentos da Iniciação Cristã.

A Sagrada Eucaristia é o maior dos sacramentos. O Batismo é, sem dúvida, o sacramento mais necessário; sem ele, não podemos ir para o céu. No entanto, apesar das maravilhas que o Batismo e os outros cinco sacramentos produzem na alma, não são senão instrumentos de que Deus se serve para nos dar a sua graça; mas na Sagrada Eucaristia não temos apenas um instrumento que nos comunica as graças divinas: é-nos dado o próprio Dador da graça, Jesus Cristo Nosso Senhor, real e verdadeiramente presente.

A Eucaristia é o ápice de toda a vida cristã.

O nome que permaneceu desde o princípio, o nome que a Igreja dá oficialmente a este sacramento - Sagrada Eucaristia - provém do Novo Testamento. Os quatro escritores sagrados - Mateus, Marcos, Lucas e Paulo - que nos narram a Última Ceia dizem-nos que Jesus tomou o pão e o vinho em suas mãos e "deu graças". E assim, a palavra grega eucharistia, que significa "ação de graças", resultou o nome do nosso sacramento: Sagrada Eucaristia.

É o próprio sacrifício do Corpo e do Sangue de Jesus que Ele instituiu na Quinta-feira Santa, na noite em que ia ser entregue, quando celebrava com os seus Apóstolos a Última Ceia.

"Tomou em seguida o pão e depois de ter dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Do mesmo modo tomou também o cálice, depois de cear, dizendo: Este cálice é a Nova Aliança em meu sangue, que é derramado por vós" (Lc 22, 19-20)

O Sacramento da Eucaristia também se exprime através de vários nomes, dentre os quais: Santa Missa, Ceia do Senhor, Santo Sacrifício, Santíssimo Sacramento do Altar, Santa Comunhão.

Na Eucaristia está Jesus Cristo de modo verdadeiro, real, substancial: em Corpo, Sangue, Alma e Divindade. Nela está presente de modo sacramental, ou seja, sob as espécies eucarísticas do pão e do vinho, Cristo todo inteiro: Deus e homem. Os cristãos creram desde os primórdios na presença real de Jesus na Eucaristia.

O Catecismo ensina-nos que a Eucaristia é ao mesmo tempo sacrifício e sacramento.

Como sacrifício, a Eucaristia é a Missa, a ação divina em que Jesus, por meio de um sacerdote humano, transforma o pão e o vinho no seu próprio corpo e sangue e continua no tempo o oferecimento que fez Deus no Calvário, o oferecimento de Si próprio em favor dos homens.

O sacramento da Sagrada Eucaristia adquire o seu ser na Consagração da Missa; nesse momento, Jesus torna-se presente sob as aparências do pão e do vinho. O ato pelo qual se recebe a Sagrada Eucarisitia chama-se Sagrada Comunhão.

O que é a transubstanciação e quando ocorre?

No momento da Consagração, quando o sacerdote repete as palavras ditas por Cristo na Última Ceia, cremos que a substância do pão e do vinho deixam de existir completa e totalmente, e que a substância do próprio Corpo e Sangue de Cristo substitui a substância do pão e do vinho. Cremos também que Jesus, pelo seu poder onipotente como Deus, preserva as aparências do pão e do vinho, apesar de as respectivas substâncias terem desaparecido.

Por "aparências" de pão e vinho entendemos todas as formas externas e acidentais que de um modo ou de outro podem ser percebidas pelos sentidos da vista, do tato, do paladar, do ouvido e do olfato. Essas mudanças operadas pelas palavras da consagração é de um tipo especial, e a Igreja usa um termo especial para chamá-la: Transubstanciação.

Transubstanciação significa a passagem de uma substância para outra.

"O Concílio de Trento resume a fé católica ao declarar: "Por ter Cristo, nosso Redentor, dito que aquilo que oferecia sob a espécie do pão era verdadeiramente seu Corpo, sempre se teve na Igreja esta convicção, que o santo Concílio declara novamente: pela consagração do pão e do vinho opera-se a mudança de toda a substância do pão na substância do Corpo de Cristo Nosso Senhor e de toda a substância do vinho na substância do seu Sangue; esta mudança, a Igreja Católica denominou-a com acerto e exatidão transubstanciação" (Catecismo)

Pelas palavras "Isto é o meu Corpo", torna-se presente não só o corpo de Jesus, mais também - pela concomitância - quer dizer, pela força da unidade da Pessoa de Jesus (não pode ser dividido), o seu sangue, alma e divindade. O mesmo acontece na consagração do vinho.

Por isso, não é necessário receber a Comunhão sob as duas espécies de pão e vinho, embora se possa fazê-lo. Quando recebemos só o Corpo ou só o Sangue, recebemos Jesus todo, completo e inteiro.

Quanto tempo Jesus permanece presente na Sagrada Eucaristia?

O tempo em que permanecem as espécies do pão e do vinho.
Jesus está presente na Sagrada Eucaristia não somente durante a Santa Missa, mas enquanto as hóstias consagradas na missa continuarem a manter as aparências de pão. Isto quer dizer que devemos à Eucaristia a adoração que se deve a Deus, já que a Sagrada Eucaristia contém o próprio Filho de Deus.

Como devemos adorar a Sagrada Eucaristia?

Adoramos a Eucaristia com o culto de latria, que é o culto reservado exclusivamente a Deus.
Na Igreja primitiva, a adoração a Jesus sacramentado era praticada apenas dentro da missa. Só no Século XII é que nasceu o costume de reservar a Sagrada Eucaristia para a adoração dos cristãos fora da missa. A partir daí, a devoção ao Santíssimo Sacramento desenvolveu-se rapidamente.

"A Sagrada Reserva (tabernáculo) era primeiro destinada a guardar dignamente a Eucaristia para que pudesse ser levada, fora da missa, aos doentes e aos ausentes. Pelo aprofundamento da fé na presença real de Cristo em sua Eucaristia, a Igreja tomou consciência do sentido da adoração silenciosa do Senhor presente sob as espécies eucarísticas. É por isso que o tabernáculo deve ser colocado em um local particularmente digno da Igreja; deve ser construído de tal forma que sublinhe e manifeste a verdade da presença real de Cristo no santo sacramento." (Catecismo)

Hoje, em toda igreja católica há um tabernáculo (sacrário), uma caixa coberta normalmente com un véu, que se identifica por uma luz (vermelha) que arde na lamparina do sacrário. Dentro do sacrário Jesus está presente sob as espécies eucarísticas em Corpo, Sangue, Alma e Divindade, tanto na hóstia grande - utilizada na benção solene e exposição do Santíssimo - quanto nas partículas (hóstias pequenas) que são distribuídas para a comunhão dos fiéis.

Quando começou a se entender a devoção à Sagrada Eucaristia fora da missa, três práticas devocionais se tornaram universais:
a) A Festa e Procissão de Corpus Christi;
b) A Exposição e Bênção com o Santíssimo Sacramento; e
c) A Devoção das Quarentas Horas.

De que é feito a hóstia (pão) e o vinho que irá se transformar no Corpo e Sangue de Jesus Cristo?

O pão utilizado na Santa Missa só pode ser feito de farinha de trigo, visto que Jesus utilizou pão de trigo na Última Ceia. Pode ou não ter fermento. O pão utilizado na Igreja de rito latino é sem fermento; já o pão utilizado na Igreja de rito grego e a maioria das orientais é com fermento.
O vinho só deve ser de uva, já que foi esse o utilizado por Jesus na Última Ceia.

Quem pode celebrar a Eucaristia?

O ministro ordinário da Eucaristia é o sacerdote (bispo ou presbítero), validamente ordenado, que age na Pessoa de Cristo Cabeça e em nome da Igreja.
A celebração da Eucaristia, que ocorre durante a Santa Missa é dividida em dois grandes momentos:
a) Liturgia da Palavra, com as leituras da Palavra de Deus;
b) Liturgia Eucarística, com a apresentação do pão e do vinho, a ação de graças consecratória e a comunhão.

Quem pode receber a Sagrada Comunhão? E a partir de qual idade?

Todo católico batizado que tenha alcançado o uso da razão e possua o necessário conhecimento pode e deve receber o Corpo e Sangue de Cristo.

Aceita-se, normalmente, que uma criança entra no uso da razão aos sete anos de idade. Assim, nessa época, os pais devem procurar a Igreja Católica para que a criança pode ser catequisada e, por fim, fazer a primeira comunhão.

Quando uma criança está em perigo de morte, pode e deve receber a Sagrada Comunhão, mesmo que não haja feito a primeira comunhão, sempre que tenha idade suficiente para distinguir a Sagrada Eucaristia do pão comum, nesses casos os pais devem procurar um pároco.
Os doentes mentais que tenham perdido por completo o contacto com a realidade não podem comungar. Se eles tem períodos de lucidez podem receber a Sagrada Comunhão nesses intervalos. Também podem comungar se a doença é apenas parcial e ainda são capazes de distinguir a Sagrada Eucaristia do pão comum.

Quem vai comungar deve saber (e crer) as verdades divinas que são imprescindíveis para salvação: o conhecimento de Deus Uno e Deus Trino; e de Jesus Cristo, Deus e homem, nosso Redentor.

*É necessário fazer um curso de catequese na Igreja para receber a Primeira Comunhão?

Não.
Pode-se receber a comunhão sem ter participado de um curso (catequese) na Paróquia.



A Igreja obriga a participação na Eucaristia?

Sim.
A Igreja Católica obriga aos seus fiéis a participarem da Santa Missa todos os domingos e nas festas de preceitos.
Porém, todos os dias do ano há Santa Missa na Igreja Católica (salvo na Sexta-feira da Paixão, que não tem missa, mais, é feita a liturgia da palavra e a comunhão) onde o fiel pode e deve participar e encontrar-se com Jesus na Eucaristia.

Quando me é permitido receber a Sagrada Comunhão?

A Igreja obriga aos seus fiéis a comungarem pelo menos uma vez ao ano, por ocasião da Páscoa (desde a Quarta-feira de Cinzas até o Domingo de Pentecostes).

Mais, recomenda aos seus fiéis que participam da Santa Missa que recebam com as devidas disposições também a Santa Comunhão. Nesse caso, o fiel deve observar o fato de estar em estado de graça e também de ter participado de missa inteira.
Pode o fiel também comungar até mais de uma vez por dia, devendo ter participado da celebração eucarística (CDC, cân 917).

Deve o fiel fazer Jejum para receber a Sagrada Comunhão?

Sim.
Durante muitas centenas de anos, era lei da Igreja que qualquer pessoa que desejasse receber a Sagrada Comunhão deveria abster-se de qualquer alimento e bebida desde a meia-noite anterior.

O Papa Pio XII deu o primeiro passo na mitigação da lei que fixava o tempo de jejum da meia-noite em diante, e em 1964 o Papa Paulo VI facilitou-a ainda mais.

A lei atual é que quando vamos comungar (seja numa missa matutina, vespertina ou à noite), devemos abster-nos de qualquer alimento e bebida uma hora antes de recebermos a Sagrada Comunhão.

A água natural não quebra o jejum, e pode-se tomá-la sem limite de tempo.

O Código de Direito Canônico estabelece que "as pessoas idosas ou enfermas, bem como as que delas cuidam, podem receber a Santíssima Eucaristia mesmo tendo tomado algo na hora imediatamente anterior" (Cân 919, par 3).
E uma pessoa em perigo de morte pode comungar sem necessidade de jejum de qualquer tipo.

O que o fiel precisa fazer para começar a receber a Santa Comunhão dignamente?

Para receber a Santa Comunhão o fiel precisa:
a) Ser Batizado;
b) Se nunca recebeu a comunhão: preparar-se para isso através da catequese que é feita nas Paróquias (para crianças, adolescentes e adultos);
c) Não está em pecado mortal: ter confessado (sacramento da penitência), estando, assim, em estado de graça (ver Preparando-se para a Confissão);
d) Observar o Jejum prescrito;e) Quando nos aproximamos da Comunhão devemos estar limpos de corpo e de roupa - não é necessário ir solenemente vestidos, mas a limpeza e o asseio estão ao alcance de todos;
f) Devemos observar a modéstia no vestir - não é pedantismo nem beatice, mas piedade da mais elementar, a que proíbe as sumárias peças esportivas e os vestidos decotados para nos aproximarmos da Comunhão.

No Vaticano é proibido as pessoas circularem com roupas decotadas, acima do joelho (shorts curtos e mini-saia ou saias curtas, bermudas curtas), camisas sem manga, tanto homens quanto mulheres, barriga aparecendo). Portanto, se no Vaticano, sede da Santa Sé, devemos nos vestir dignamente e modestamente, da mesma forma devemos fazer nas outras Igrejas Católicas pelo mundo, onde também está presente Deus no Santíssimo Sacramento do Altar.

Qual a forma correta de receber a Santa Comunhão?

A forma ordinária de receber a comunhão é na boca e de joelhos.
E é isso que o Papa Bento XVI vem fazendo em todas as Santas Missas que celebra.

Fiel recebendo a comunhão na boca e de joelhos do Papa Bento XVI

Muitos sacerdotes e ministros extraordinários da Sagrada Comunhão Eucarística, infelizmente, recusam ao fiel a comunhão na boca e de joelhos e, inclusive, chegam a afirmar que a Igreja Católica aboliu essa forma de comunhão; podemos observar pelas imagens que isso não é verdade.

Além dessas imagens, temos os documentos da Igreja que nos ensinam sobre a forma correta de receber a Eucaristia.

A Igreja Católica autorizou que pudesse ser distribuída a comunhão para os fiéis na mão, no entanto, a Conferência dos Bispos deve ter autorizado isso, com a confirmação da Santa Sé.

Aqui no Brasil os fiéis podem comungar recebendo a Comunhão na mão, no entanto, essa é a forma extraordinária e excepcional e não deve ser a forma comum. Além disso, os fiéis ao receberem a comunhão na mão devem comungar na frente do sacerdote ou ministro extraordinário e não sair andando com a comunhão na mão.

Quando o fiel recebe a comunhão em pé ele deve fazer uma reverência.

Os ministros não podem negar a comunhão ao fiel porque este quer recebê-la na boca, em pé, de joelhos, no entanto, pode negar a comunhão ao fiel que quer recebê-la na mão se achar que há perigos de profanação.

É isso que ensina a Instrução Geral ao Missal Romano:
[160] Os fiéis comungam de joelhos ou de pé, segundo a determinação da Conferência Episcopal. Quando comungam de pé, recomenda-se que, antes de receberem o Sacramento, façam a devida reverência, estabelecidas pelas mesmas normas. [161] Se a Comunhão for distribuída unicamente sob a espécie do pão, o sacerdote levante um pouco a hóstia e, mostrando-a a cada um dos comungantes, diz: O Corpo de Cristo ou Corpus Christi. O comungante responde: Amen, e recebe o Sacramento na boca, ou, onde for permitido, na mão, conforme preferir. O comungante recebe a hóstia e comunga-a imediatamente e na íntegra.

E também a Instrução Redemptionis Sacramentum, elaborada pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, lançada em 2004:

[90] Os fiéis comunguem de joelhos ou de pé, de acordo com o que estabelece a Conferência dos Bispos, com a confirmação da Sé Apostólica. Quando comungarem de pé, recomenda-se fazer, antes de receber o Sacramento, a devida reverência, que devem estabelecer as mesmas normas. [91] Na distribuição da sagrada Comunhão se deve recordar que os ministros sagrados não podem negar os sacramentos a quem os pedem de modo oportuno, e estejam bem dispostos e que não lhes seja proibido o direito de receber. Por conseguinte, qualquer batizado católico, a quem o direito não o proíba, deve ser admitido à Sagrada Comunhão. Assim pois, não é lícito negar a sagrada Comunhão a um fiel, por exemplo, só pelo fato de querer receber a Eucaristia ajoelhado ou de pé. [92] Todo fiel tem o direito de escolher se deseja receber a sagrada Comunhão na boca, ou se, o que vai comungar, quer receber na mão o Sacramento. Nos lugares aonde a Conferência de Bispos o haja permitido, com a confirmação da Sé apostólica, deve-lhe administrar a sagrada hóstia. Sem dúvida, ponha-se especial cuidado em que o comungante consuma imediatamente a hóstia, na frente do ministro, e ninguem se desloque (retorne) tendo na mão as espécies eucarísticas. Se existe perigo de profanação, não se distribua aos fiéis a Comunhão na mão.

Como o fiel deve posicionar-se para receber a comunhão?

Se for receber a comunhão na boca deve:
Inclinar a cabeça ligeiramente para trás, abrir suficientemente a boca e pôr a língua para fora, por cima do lábio inferior, para que o sacerdote ou ministro extraordinária possa colocar a hóstia em cima da língua.

Se for receber a comunhão na mão deve:
Apresentar a mão esquerda com a palma aberta sobre a palma da mão direita. Ali será depositada a Sagrada Hóstia, que deverá ser tomada com a máxima reverência com o indicador e o polegar da mão direita, e levada à boca antes de sair do lugar.

As normas vigentes não permitem em caso algum que o próprio fiel tome diretamente a Hóstia do cibório ou do altar ou que a receba com os dedos em pinça (ver Instrução Redemptionis Sacramentum)

Como se deve receber a comunhão sob as duas espécies?
A Instrução Geral ao Missal Romano nos ensina:
-->
1) Se a Comunhão do Sangue se faz bebendo do cálice, o comungante, depois de receber o Corpo de Cristo, passa para o lado do ministro do cálice e fica de pé diante dele. O ministro diz: O Sangue de Cristo (Sanguis Christi); o comungante responde: Amen, e o ministro entrega-lhe o cálice, que o próprio comungante leva à boca por suas mãos. O comungante bebe um pouco do cálice, entrega-o ao ministro e afasta-se; então o ministro limpa com o sanguinho o bordo do cálice.
2) Se a Comunhão do cálice se faz por intinção, o comungante, segurando a patena por baixo da boca, aproxima-se do sacerdote, que segura o cálice, e ao lado do qual está o ministro que segura o vaso com as sagradas partículas. O sacerdote toma a hóstia, embebe-a parcialmente no cálice e, mostrando-a, diz: O Corpo e o Sangue de Cristo (Corpus et Sanguis Christi); o comungante responde: Amen, recebe do sacerdote o Sacramento na boca, e retira-se.
E a Instrução Redemptionis Sacramentum determina:
"Não se permita ao comungante molhar por si mesmo a hóstia no cálice, nem receber na mão a hóstia molhada. No que se refere à hóstia que se deve molhar, esta deve ser de matéria válida e estar consagrada; estando absolutamente proibido o uso de pão não consagrado ou de outra matéria."

É obrigatório o uso do véu para aproximar-se da Sagrada Comunhão?

Antes do Concílio Vaticano II as mulheres eram obrigadas a usarem o véu na Santa Missa.

Após o CVII o Código de Direito Canônico que continha essa norma obrigatória foi modificado e acabou por silenciar a respeito disso, assim, muitos afirmam que a norma foi abolida, outros que não é mais obrigatório e outros entendem ser ainda obrigatório uma vez que não foi revogado. O fato é que o uso do véu na Santa Missa caiu em desuso, assim como a modéstia das mulheres no vestir.


No entanto, a Palavra de Deus é clara sobre o assunto e São Paulo ensina que:

"Toda mulher que ora ou profetiza, não tendo coberta a cabeça, falta ao respeito ao seu senhor, porque é como se estivesse rapada. Se uma mulher não se cobre com um véu, então corte o cabelo. Ora, se é vergonhoso para a mulher ter os cabelos cortados ou a cabeça rapada, então que se cubra com um véu. Julgai vós mesmos: é decente que uma mulher reze a Deus sem estar coberta com véu?" (I Cor 11, 5-6.13)

Além disso, no Vaticano quando uma mulher vai ter u
ma audiência com o Santo Padre o uso do véu continua obrigatório.



(Catecismo, Código de Direito Canônico, Bíblia, Documentos da Igreja Católica e A Fé Explicada, de Leo Trese)
* Atualizado em setembro de 2012 - Christo Nihil Praeponere 

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